Aventuras no Rio de Janeiro - Uma noite longa nas mãos do traficante
Obrigado a passar a noite na casa de Baianinho, eu viria a ser usado por ele um segundo dia durante o carnaval.
Após ser fodido por Baianinho, eu sentia muitas dores no cú que parecia estar completamente arrombado devido ao tamanho e grossura de sua vara. Mas o que não saía da minha cabeça era a sensação de humilhação.
Ele tinha arrancado toda minha dignidade ao me penetrar de maneira tão impiedosa durante várias horas.
Eu pensava em ir embora dali e voltar pra São Paulo o mais rápido possível, mas percebi que isso não ia ser possível.
Baianinho decidiu que eu e Jeferson passaríamos a noite com eles na casa.
Eu quase tive um troço.
Pedi licença dizendo que precisava ir ao banheiro e me tranquei lá um tempo e desabei a chorar.
Lavei meu rosto para disfarçar meu desespero, tomei coragem e voltei para a sala.
Cheguei lá, Baianinho conversava com seu comparsa enquanto Jeferson estava chupando o pau do negão que havia comido ele há poucos instantes atrás.
Assim que Baianinho me viu, já foi sacando o pau pra fora e balançando.
Entendi que ele queria o mesmo tratamento.
Caminhei desanimado até ele, me ajoelhei e peguei aquela jeba e também comecei a chupar como ele havia insinuado.
Eles conversando sobre os negócios da boca de fumo enquanto eu e Jeferson mamavamos seus paus.
Jer ferson levou uma leitada na boca que chegou a vasar porra pelos cantos.
Em seguida senti os primeiros jatos de Baianinho direto na minha garganta.
Que sensação horrível.
Aquela gosma colante, sabor básico, me causa ansia de vômito, mas acabei engolindo os primeiros jatos.
Já o restante da gozada eu retive na boca e só engoli depois que Baianinho mandou que eu tomasse o leitinho do meu macho.
Obedeci e fui obrigado a mostrar a boca vazia, demonstarando que não havia desperdiçado nem uma gota.
Quantas humilhações ainda seria forçado a aceitar dentro daquela casa?
Jerferson e seu comedor foram para o outro quarto, enquanto Baianinho passou a mão em volta da minha cintura e me conduziu para seu quarto.
Ele deitou-se e me pediu que pegasse uma garrafa d' água na geladeira.
Aproveitei e pedi para colocar minha roupa, mas ele me proibiu, dizendo que eu podia ficar a vontade ali na sua casa.
Eu pensava em me vesti e aproveitar para sair correndo dali.
Mas me frustei e acabei indo pelado pegar sua água.
Levei a água pra ele e ela mandou eu me deitar na cama junto ao seu corpo.
Deitei esperei ele terminar de beber a água e ai ele se esticou e ficou exibindo aquele pau que repousava sobre sua barriga.
Ele me fez aproximar do seu tronco e me acolheu junto ao seu peito.
Eu sentia o cheiro do seu corpo.
Os pelo do peito dele causavam um sensação estranha na minha face. Uma espécie de irritação, repulsa.
Ao nível dos meus olhos, os pelos do abdomem davam um ar rustico a Baianinho.
Eu estava deitado com a cabeça no peito de um homem negro, com seu pau a poucos centímetros de mim.
O clima estava estranho.
Eu não conseguia tirar o olho do pau de Baianinho. As vezes tentava fechar meus olhos e pensar em algo diferente, mas logo as imagens dele me fodendo tomavam meu pensamento e eu estranhamente abria meus olhos procurando a visão daquele pau.
Baianinho adormeceu e eu não tinha coragem de me mexer bruscamente para sair da posição, com medo dele não gostar.
Mas era torturante aquela situação e o tempo de exposição do pau de Baianinho me trouxeram pensamentos que eu não entendia.
Me peguei pensando em tocar seu pau enquanto dormia.
Relutei por muitos minutos, mas acabei sucubindo à vontade de tocar nele.
Fui aos poucos aproximando a mão até que comecei a explorar muito sutilmente seu pau.
Eu passava a mão sobre o pau dele, da base até a cabeça, mas quase sem tocar.
Não queria que ele despertasse e me visse naquela situação.
Nossa, como foi angustiante estar tão próximo e não poder pegar nele com vontade e apertar.
O fato de ter ele ao alcance, instigava em mim uma vontade de tocá-lo.
Quando Baianinho me deu seu pau contra a minha vontade durante horas, aquilo foi uma tortura. Agora que ele estava ali passivo, inerte, eu podendo me manter longe, estava quase em estado de encantamento e adoração ao seu magnífico membro.
Suas bolas pioravam minha situação, exibindo pra mim em movimentos involuntários que me hipnotizavam. Eu sentia que precisava tocá-las também.
Eu apenas simulava o toque em seu saco e sentia os pentelhos roçarem na palma da minha mão.
Mas minha vontade era de acaricias as duas bolas e massageá-las acompanhando aquele balé que elas faziam.
Vi que Baianinho era um macho espetacular, pois havia me fodido por várias horas, gozado na minha boca e seu corpo estava ali trabalhando ativamente.
Eu senti meu cú voltar a bater feito um coração.
Os pulsos eram torturantes e eu acabei me tocando.
Eu estava tão diferente. Meu cú ntava muito inchado, diferente do que era antes de Baianinho me foder daquela forma.
Baianinho se moveu e eu tomei um susto.
Tirei a mão das suas bolas e instintivamente levei até seu abdomem.
Então, passei a mexer com seus pelos abdominais.
Mas ele voltou a dormir e eu continuei ali a apreciar seu pau e manipulando seus pelos.
Aos poucos passei a acaríciar os pelos em seu peito.
De repente, percebi que eu admirava todo o seu corpo. Logo eu que nunca tinha apreciado corpo masculino, estava ali todo enamorado por Baianinho.
Vi seu pau dar um sinal de vida e isso me chamou muita a atenção e despertou uma vontade de descer meu rosto até ele e abocanhar novamente seu pau.
Suportei por uns 10 minutos.
Meu corpo queimava em brasa e meu coração disparou.
Eu por impulso arrisquei e acabei deslizando sobre seu corpo e encostei meu nariz bem na cabeça do pau de Baianinho e com extremo cuidado para não despertá-lo eu inspirei e senti o cheiro de homem que emanava daquele pau.
Nossa, aquilo me deixou louco.
Mal me controlava de vontade de abocanhar sua cobra negra.
Aguentei mais alguns minutos até que chutei o baldi e me atraquei com seu pau, eu esqueci completamente do perigo e segurei suas bolas e engoli o que deu daquele pau.
Fui percebendo ele crescer dentro da minha boca e naa me importava mais.
Depois de uns cinco minutos dando um trato naquele pau foi que sem querer acabei posicionada de maneira que pude encarar seu rosto e lá estava Baianinho, acordado, curtindo a minha chupada não sei a quanto tempo.
O pau de Baianinho estava incrivelmente duro e ele mandou que eu cavalgasse ele.
Eu estava tão fora de controle que dei um sobressalto e subi em cima dele como se fosse uma motocicleta ou um cavalo.
Peguei seu pau e conduzi de maneira que a cabeça do pau ficasse alinhada com a entrada do meu cú.
Dei uma forçadinha até a cabeça do pau dar uma primeira encaixada e soltei ele apoiaindo as duas mãos em seu peito.
Ai foi só deixar a gravidade fazer o resto.
Soltei o peso sobre ele e senti o pau em uma deslizada única me penetrar inteirinho.
Lógico que vi estrelas, mas não recuei.
Apenas senti minha bunda amassando suas bolas.
Precisei de um bom tempo até me acostumar com aquele volume enterrado no cú e poder me mover.
Aquele desconforto da ardência, somado a dor e a sensação das minhas víceras sendo retiradas do lugar devido ao espço que o pau de Baianinho ocupa dentro de mim, me desencorajavam a tentar foder seu pau.
Não conseguia me posicionar para começar a subir e descer no seu pau.
Mas ele mandou eu foder o pau dele.
Comecei muito tímido e a cada subida e descida eu gemia de dor.
Ai Baianinho, tá doendo muito! Seu pau é muito grande.
Vai meu viadinho, vc aguenta!
Ai não, é muito pau, t´doendo muito.
Vai devagarinho, daqui a pouco vai ficar gostoso, vc vai ver.
Tá, tá bom. Vou devagarinho.
Isso, assim, vai meu viadinho. Fode esse pau. Fode pau do seu macho.
Assim fui fodendo o pau de Baianinho devagarinho até me sentir mais seguro.
Ele mandou qu eu me virasse e fodesse o pau dele de costas pra ele.
Eu já ia levantando mas ele falou pra não levantar, apenas girar.
Fiz como ele queria e fiz um giro de 180 graus sem deixar o pau desencaixar e continuei a foder o pau dele devagarinho.
Comecei a levar tapas na bunda enquanto fodia o pau dele e a cada tapa e descida eu gemia muito e chorava não sei porque.
Eu estava fodendoo pau de Baianinho mas me sentia tão humilhado ainda.
Baianinho tinha me desgraçado como homem e eu estava tão fascinado por ele que isso me deixava muito humilhado e a cada subida e descida no pau dele eu sentia minha masculinidade sendo retirada de mim.
Fodi o pau de Baianinho até levar outra leitada dentro do cú e desabei em seu peito.
Baianinho me acolhia com seu eu fosse uma fêmea.
Eu ali deitado sobre ele, sentido ele alisar minha bunda com suas duas mão enquanto derramava as ultimas gotas de seu semêm dentro do meu cú.
Não sei nem o que passava em minha cabeça quando novamente Jeferson entrou no quarto de Baianinho e nos pegou nessa posição.
Jeferson naturalmente veio até nós e se sentou ao nossa lado.
Jeferson passou a mão no peito de Baianinho, mostrando intimidade e depois me afagou as costas me olhando nos olhos e sem nada dizer.
Eu estava tão envergonhado e também nada falei.
Baianinho se chegou pro meio da cama mesmo comigo engatado em seu pau.
Perguntou ao Jeferson sobre o amigo que estava com ele e Jeferson respondeu que ele havia ido na boca.
Baianinho mandou Jeferso deitar ao seu lado enquanto mandou que eu deitasse do outro.
Jeferson jogou uma das pernas sobre o corpo de Baianinho e como eu ficou acariciando o peito dele.
Eu estava deslocado mas Baianinho percebeu e me puxou.
Me virei pra ele e fiz igul ao Jeferson e passei a brincar com seu pau.
Estavamos ali em volta daquele macho espetacular fazendo minos em seu corpo, embora eu e Jeferson estivessemos completamente saciados de sexo por aqueles machos negros.
Mas Baianinho ainda iria fazer uma proeza naquela noite, fodendo nos dois juntos. Mas vou contar isso no próximo relato.
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