Aventuras no Rio de Janeiro - Levando pica do traficante
A vida é surpreendente. jamais pensei que acabaria levando pica no rabo e o pior, gostando, mesmo nunca tendo tendência à homosexualidade.
Era fevereiro de 2008.
Eu estava na USP na époc e saímos para tomar uns chopps com os amigos e entre eles estava Jeferson.
Eu sabia que Jerferson era gay, mas era normal para gente ter amigos gay.
No meio da bebedeira, eferson convidou os amigos para passar o carnaval no Rio de Janeiro.
Jerferson era de comunidade e envolvido com Carnaval, então eu aceitei na hora. Era doido pra conhecer o Rio.
Chegamos na sua casa, família simples mas muito legais.
Aquele clima carioca. Todos muito festivos e alegres.
Fomos a diversos blocos e sempre terminavamos o dia em alguma comunidade e uma roda de samba ou baile.
Tínhamos ido a um bloco de piranhas.
estávamos vestidos de mulher e com muita bebida na cara.
Subimos um morro depois e fomos para uma roda de samba em uma quadra de esportes regado a muita bebida.
Jeferson me garantiu que não corríamos perigo, mas estranhei que tinham muito caras armados.
Mas tentei relaxar e d repente Jeferson se afastou de mim e um cara negro, magro chegou perto de mim e puxou assunto.
estava vestido de piranha, com maquiagem, maria chiquinha e um colan meio enfiado na bunda.
O cara começou a falar que era amigo do Jeferson e começou a me elogiar, dizendo que eu tinha a bunda bem gostosa.
Jeferso viu que ele estava me chavecando e veio em meu socorro.
Eu entendi sua intenção e já ia dizer que ele tava confundindo tudo e que eu não era viado.
Mas Jeferson já tinha entendido e veio desesperado tentando impedir que eu fizesse uma cagada.
Antes que eu pudesse falar algo, Jeferson chegou fazendo um escandalo, dando gritinhos estéricos: Aiiiii, oi Baianinho, quanto tempo, que saudade. Tô vendo que conheceu meu amigo Cacá.
Eu não entendi nada, que porra era essa de Cacá.
Quando tentei falar algo, Jeferson ficou mais estranho ainda.
Ai bicha, Banhaninho é o manda chuva aqui e se você tá com ele, tá bem.
E ai Baianinho, como estão as coisas.
Melhor não pode, aqui com vc e o Cacá e ainda mais com um sambinha e cervejinha gelada, aí fechou.
Olha, eu vou ter que ver umas coisas lá na boca, mas volto já e quero que vocês estejam aqui quando eu voltar pra gente curtir o samba aqui na quadra.
Fica a vontade e eu já volto.
Assim que Baianinho saiu, dei um esporro em Jeferson e ele me explicou. Cara se vc dá um fora no baianinho, ele te mata aqui mesmo. O cara é o terror.
Ele tá pensando que você é viado e nem pensa em dizer que não é.
O cara é tarado por cú de viado. Vamos dar um jeito de sair de boa.
Fiquei apreensivo até ver ele voltando.
Ai pedi ao Jeferson pra tirar a gente dessa enrascada.
Baianinho chegou, pediu mesa e mandou trazer churraco, e muita bebida.
Nossa, eu fiquei muito puto com Jeferson, pois ele não conseguiu fazer o Baianhinho entender que eu não era viado.
Ele cismou comigo e tive que ficar ali interpretando um papel para não levar uma bala no meio da cara.
Duro foi a hora que Baianinho mandou que eu chegasse perto da cadeira que ele estava sentado.
O cara sacou o pau pra fora da bernuda e pegou minha mão e me fez tocar seu pau.
Nossa, tomei um susto. O cara tinha um pauzão e o que era pior, muito grosso.
Ainda estava mole e já era um pau bruto.
Eu não sabia onde enfiar a cara e nem o que fazer.
tentava chamar a tenção do Jeferson para ele me orientar, mas ele não percebia o que tava acontecendo.
Quando Baianinho encostou no meu ouvido e mandou eu bater uma punhetinha no pau dele eu pensei em acabar com aquilo.
Puxei o ar e já ia mandar a frase dizendo que eu não era viado.
Mas uma luz divina se abateu sobre Jeferson e ele enfim percebeu o que acontecia e conseguiu impedir que eu fizesse aquilo.
Baianinho percebeu um clima ruin e perguntou o que tava acontecendo.
Jefersom teve que remediar a situação e para isso disse que eu queria apenas sair dali por não estar muito a vontade.
Entendi depois que Jeferson apenas queria salvar minha vida, apesar de me empurrar para um precípício sem volta.
Baianinho me pegou pela mão, cochichou algo com um cara e esse cara saiu na frente.
Ele me conduziu logo depois. Eu não sabia como agir, saindo de mãos dadas com um negão no meio da favela.
Subimos uma pequena escadaria e chegamos numa casa , um pouco maior que as outras da favela, mas com fachada inacabado como qualquer outra.
Quando ele passou a mão na minha cintura e me colocou pra dentro, eu não acreditei.
Era totalmente oposta, suer luxuoso, com sofas de luxo, barzinho, som sofisticado e tinha um quarto com uma cama kingsize Luxo e uma tela de cinema.
A suíte tinha hidromassagem e tudo.
Baianinho sentou numa banqueta em frente ao bar.
pegou um copo de uisque e serviu uma dose.
Saco o pau pra fora e dessa vez já entumecido, mostrando que era muito dotado.
Deu uma golada e balançou aquele monstro e falou: Cacá, vem mama seu macho aqui, vem.
Eu gelei, as pernas tremeram.
Queria que o Jeferson estivesse ali para me dizer como agir, mas estava sozinho.
Não queria morrer então respirei fundo e caminhei até baianinho que colocou a mão em meu ombro direito e me empurrou pra baixo.
Fiquei de joelos diante dele e ele balança o pau e aproximava do meu rosto.
Senti as primeira batidas daquela cobra negra nos meus lábios e fiquei tão humilhado.
Ele alternava movimentos de punheta e a cabeça do pau era exposta e eu via aquele cogumelo rouxo brilhar contra a luz.
Ea uma cabeção enorme e eu não sabia o que fazer.
Então ele ordenou que eu pegasse o pau dele.
Tomei em minha mãos e ele pediu que eu batesse punheta nele.
Comecei a bater punheta como ele tinha ordenado.
Senti o pau atingir o tamanho máximo bem rápido.
Impressionante, mas o pau nem combinava com um cara do tamanho dele.
Ele mandou eu soltar o pau e foi direcionando ele pra minha boca.
A cabeça entrou e deslizou sobre minha lingua.
O tamanho fazia ela ocupar toda a cavidade bucal, sem sobrar espaço.
Minha boca estava bem aberta e sentia o canto da boca parecer que ia romper de tão esticada.
Eu fui tentando pensar como fazer para ele não perceber que eu não tinha pratica alguma em chupar um pau.
Mas ele não estava muito interessado e em pouco tempo ele já estava praticamente fodendo minha boca.
Me senti tão humilhado.
Baianinho tirou o pau da minha boca e me puxou pra ele.
Passou os braços em torno do meu tronco e senti ele levantar a saia.
O colan estava normal, mas ele cravou ele na minha bunda.
Deu alguns tapas que chegara, a deixar minha bunda toda ardida e elogiou ele dizendo que nunca tinha comido um viado com a bunda tão gostosa.
Mais alguns tapas e baianinho puxa o colan de dentro da minha bunda, empurra um pouco pro lado e senti aquele ventinho passar pelo meu cú.
Ele tinha a visão inteira do meu cú agora.
Ele falou, nossa cara, você parece virgem do cú. Nunca vi viado tão fechadinho. Vai ser como descabaçar um cú.
Eu gelei ao ouvir aquilo e pensei que era hora de acabar com aqilo, mas na hora que ia fazer senti o dedo dele tocar meu cú e deslizar num movimento rotatório.
Vacilei e apertei a bunda em reflexo ao seu toque e soltei um gemido.
Não pensei pra ter esta reação, foi involuntária.
E o pior foi sentir o cúcontrair e depois relaxar em reação ao toque do dedo de Baianinho.
Ele falou. que delícia, é muito fechadinho mesmo.
Pisca o cuzinho pro seu macho.
Eu fiquei indignado, mas meu cú não precisava de incentivo extra pra piscar pra Baianinho. O desgraçado tocava meu cú e ele piscava pra ele, eu querendo ou não.
Baianinho para obcecado com meu cú. Ele já tinha feito com que eu praticamente deitasse no seu colo de bruços enquanto ele manipulava me cú como queria.
Eu, mesmo sem entender, me sentia indignado com aquela humilhação, mas inegavelmente estava arfando e soltando gemidos em resposta aos toques de Baianinjo.
A humilhação maior foi ouvir o som do cuspe de Baianinho molhando os dedos da sua mão e sentir o dedos não mais tocando externamente meu cú, mas sim me penetrando inteiro.
Ai me indignei de verdade e não queria saber se ia morer ou não.
Comecei a me trancar todo para impedir que seu dedo médio continuação a me penetrar.
Comecei a me remexer tamanho o incomodo daquele dedo comprido dentro do meu cú.
Mas Baianinho mostrou ser um cara muito forte.
Eu não conseguia me desvencilhar dele e fui forçado a continuar naquela posição mesmo contra minha vontade, pois ele conseguia me manter assim.
Acho que minha força era minha quando eu ia parecer ter exito, mas ele aprofundava a dedada e mexia dentro do meu cú de um jeito que minha forças iam sendo depletadas.
Eu me sentia tão fraco e impotente diante dele e quando via estava gemendo e arfando, restando apenas pedir pra ele não fazer aquilo e tirar o dedo do meu cú.
Baianinho curtia tudo aquilo e continuava impiedoso, movimentando o edo dentro do meu cú.
Quase 10 minutos tomando aquelas dedadas deixaram meu cú ardendo, mostrando estar todo irritado por dentro e muito sensivel.
Eu sentia arrepios muitos severos que iam do meu cú até minha nuca e uma sensação estranha na garganta, que parecia aquela sensação de queda rápida quando estamos em um brinquedo de parque de diversões.
Não entendia como podia estar tão indignado com a situação e ao mesmo tempo estar tendo aquelas sensações que ao final são até gostosas.
Quando ele enfim tirou aquele dedo de dentro do meu cú, eu me ergui do seu colo, mas ele rapidamente me pegou pel cintura, me virou de costas pra ele e me fez sentar em seu colo.
Senti aquela pica imensa e dura me cutucar por baixo e foi bem certeiro, fazendo eu sentir a cabeça dar um cutucão bem no meu cú.
Lógico que não corri risco dele acidentalmente entrar, mesmo tendo o cú bem ensalivado pelo seu dedo.
O pau era realmente muito grosso para entrar facilmente.
Dei um pinote, mas ele me segurou e me colocou sentado no colo dele.
O pau escorregou e acabou se encaixando no meu rego, afastando minhas nadegas e ficando perfeitamente alojado entre as bandas da minha bunda.
Foi onde tive a mamior surpresa, de sentir como ele latejava entre minha bunda e em retribuição meu cú sentindo o corpo do pau latejando, reagia igual e latejava igual.
Aquela sensação estranha na garganta ficou mais intensa ainda.
Que estranho era aquilo, assim como o arrepio no corpo que ia até a base da nuca.
A sisutação era desconcertante pra mim.
Baianinho passou as mãos por dentro do colan e pegou os bicos do meus peitos e torcei levemente.
Eu vacilei de novo e proptestei, mas de um jeito estranho. quase gemendo eu disparei um ai, para, não faz isso.
Baianinho riu e disse: Mas que viadinho sensível.
Eu queria falar que não era viado mas ele me cutucava com seu pau pulsante em baixa e torcia meus peitos em cima e eu não conseguia me defender, apenas gemia e arfava tentando me livrar daquilo, só que não tinha forças pra fazê-lo.
Pensava, o que tá acontecendo aqui, que estranho.
Queria muito me livrar de tudo aquilo, mas as sensações eram tão confusas pra mim.
A coisa só mudou porque Baianinho quis. Ele soltou meus peitos e me fez levantar. Novamente me pegou pela mão e de mãos dadas fui levado para o banheiro da suíte.
Baianinho se despiu e exibiu seu corpo magro mas muito musculoso.
O pau apontava pro teto de tão duro.
Começou a tomar banho e sempre se punhetando para manter a ereção.
Pediu que eu levasse a sua toalha.
Eu acabai levando a toalha pra ele não sei porque, acho que por medo e respeito.
Ele não pegou, me olhou e mandou eu enxugar ele.
Eu estava tão humilhado, tendo que enxugar o corpo do homem que certamente ia foder meu cú logo depois.
Mas acabei obedecendo a ele.
Enquanto enxugava seu pau, ele reclamou que estava fazendo muito forte. Então eu tive que fazer de forma bem suave para não irritar seu pau e nessa hora eu refleti que estava ali diante daquele cara negro com uma toalha enxugando o pau dele e ainda seguindo suas recomendações para fazer com cuidado.
Então levantei a cabeça e vi seu corpo umido, os músculos saltados, até as veias em seu abdomem me saltaram aos olhos. Os pelos em seu peito, a barba por fazer, os pentelhos acima de seu membro. Depois olhei para suas pernas peludas e vi que estava diante de um homem que me havia subjugado sem dificuldades.
Eu então enxuguei seu corpo inteiro sem que me sentisse humilhado.
Ele mandou eu me lavar.
Eu o fiz sem reclamar.
Me enxuguei e quando saí do banheiro ele estava deitado em sua cama kingsize tocando um punheta lentamente enquanto me olhava.
Ele me chamou e mandou que eu deitasse ao seu lado.
Soltou o pau e mandou qe eu continuasse.
Peguei seu pau e tentei ganhar o máximo de tempo para ter uma ideia de como evitar o pior.
Mais ele acabou me puxando e forçando para que eu ficasse com a cabeça sobre seu abdomem.
O pau dele estava na minha mão e minha cabeça a menos de 30 cm do pau dele.
Então eu via a real dimensão daquilo e percebi a cabeça verter um liquido como se fosse uma baba espessa e incolor.
Ele estava cheio de tesão comigo tocando punheta em seu pau.
Ele colocou a mão sobre a minha cabeça e forçou para que eu alcançasse o pau dele com a minha boca.
Ele queria que eu o chupasse novamente.
Acho que já tinha aprendido a fazer minimamente o suficiente para dar prazer a ele.
Então para não ter maiores problemas e retardar ao máximo uma penetração, acabei aceitando e mamando o pau dele pela segunda vez.
Senti seu dedo molhado alcançar meu cú e novamento fui dedad por ele.
Sentia meu cú excitado de novo mordiscar o dedo dele e ele foi se excitando com esse meu comportamento.
Depois de chupar ele por uns 20 minutos ele parecia estar pronto para me foder.
Não sabia como pedir pra ele não fazer aquilo e acreditava que pouco adiantaria apelar para sua piedade.
Fui novamente em silêncio para meu martírio.
Ele percebeu que eu não sabia o que fazer e se encarregou de me orientar.
Me posicionou deitado de costas na sua cama e me puxou pelas pernas de maneira que eu ficasse a alcançe do seu pau.
Erguei minhas pernas e as afastou para que pudesse apoiá-las nos ombros.
Eu parecia mulher que ia fazer exame ginecológico, mas o instrumento de médico era um pau de no mínimo 20 cm, mas o que me assustava era a grossura.
Ele não cuspiu, ele tinha ao seu alcança um tubo que li ser Qi-Gel.
Passou uma quantidade generosa em seus dedos e espalhou sobre e dentro do meu cú.
Eu suava em bicas, fazendo um esforço tremendo para não gemer enquanto sentia seus dedos espalhando o gel dentro do meu cú.
Depois ele espalhou uma quantidade tão generosa quanto sobre o próprio pau.
Quando ele começou a me ajeitar na cama para ficar bem centralizado para me penetrar, ouvi um barulho na porta do quarto e então entra um outro negão de mãos dadas com meu Amigo Jeferson.
O cara ficou passado quando viu Banhaninho pincelando a pica bem no meu cú.
Jerferson também ficou ruborizado.
Baianinho deu um berro com o cara e mandou eles sairem.
Jeferson me olho e ficou boquiaberto ao me ver naquela situação.
O cara pegou Jeferson pela mão , pediu desculpas pra Baianinho e Baianinho soltou. Vai foder essa bicha em outro lugar, some daqui empaca foda.
Assim que a porta fechou, ele se concentrou de novo, me pegou pela cintura bem forte e pincelou a pica até a cabeça parar sobre meu cú.
Em seguida ele falou, que viado apertadinho, parece até que vou descabaçar esse cú.
Senti a pressão e não suportei a dor quando meu cú começou a ceder.
A cabeça do pau dele fez meu cú se estender tanto que parecia que ia ser rasgado.
Levei uma das minhas mãos até sua barriga para impedir que ele conseguisse fazer a cabeça vencer a resistência do meu cú.
Baianinho ficou muito puto por eu ter tocado sua barriga.
Sua bicha fresca, se fizer isso de novo vou te arrebentar de tanta porrada.
Eu tirei a mãos da sua barriga e joguei os braços pra trás para não tentar usar de novo.
Ele forçou de novo e a cabeça alrgou meu anel até a cabeça do pau dele se alojar dentro do meu cú.
Baianinho soltou um Ahhhhh! Que porra de cú mais apertado o seu.
Minha vontade era de gritar, mais fiquei em silêncio, aguentando aquela dor insuportável.
Baianinho apertou a minha cintura e foi forçando e eu sentia o pau dele latejando entrando devagar.
Eu me apertava todo para tentar freiar a entrada do pau, mas Baianinho ficava com mais tesão conforme eu contraía minha bunda.
Eu prendia a respiração pra dar um alívio e quando soltava, meus músculos relaxavam e ele empurrava a pica com mais facilidade.
Então eu mesmo passei a tentar relaxar para facilitara entrada do pau de Baianinho.
Realmente, sofri muito, mas sofri menos do que resistindo ao pau dele.
Quando ele meteu o pau todo dentro do meu cú, eu vi que o pau era sim muito grande também.
A grossura impressionava, mas o tamanho também era uma brutalidade pois senti ele pressionar minha entranhas, como se empurrasse minhas viceras contra meu torax.
Dava pra sentir o pau tirar minhas víceras todas do lugar, indicando que aquele monstro ocupação muito espaço dentro de mim.
Agora Baianinho ia me mostrar seu ímpeto de fodedor e ele o fez com a maestria de um cara experiente e insaciável.
Eu fui fodido nessa posição por uns 40 minutos antes dele começar a fazer gato e sapato de mim, passando por tantas posições até ele me ajeitar de quatro no meio da sua cama.
O show final foi regado a muita dor, choro e pedidos para ele para de me foder o cú e uma leitada majestosa que me deixou vazando porra durante a noite inteira.
Ao final, estav deitado na sua cama, com Baianinho engatado no meu cú e me abraçando por trás, e falando ao pé do meu ouvido que nunca tinha comido um viado tão apertado.
Eu não sabia o que ia ser os próximos dias. Tinha levado uma foda de um Negão desconhecido mesmo sem ser viado e o que me incomodava, foi o fato que eu omiti nestas palavras anteriores desse relato, que em vários momentos em quase gozei com o pau de Baianinho enterrado dentro do cú.
Também confesso ter diverssas vezes pedido pra ele me foder sem dó.
Não sei o que Baianinho fez, mas me provocou muito tesão dar o cú pra ele nesse dia.
Ele deixou eu dormir ali na casa dele e durante a noite, Marcão, o negão que fodeu Jeferson no outro quarto, nos convidou para tomar umas biritas no Bar da sala de Baianinho.
Ficou um clima chato, estar ali com aqueles negões que tinha acabado de nos comer. Eu e Jeferson muito sem graça olhando um pra cara do outro enquanto os caras tomavam Uísque e fumavam um baseado.
O outro dia guardava momentos de muito sexo e humilhação para mim e Baianinho ia mostrar todo seu repertório de comedor.
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