#Incesto #Teen

Como aconteceu entre minha irmã e eu

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Rafael

Bom, quando isso aconteceu, morávamos numa cidade no interior do Paraná chamada Campo Mourão. Tenho uma irmã 2 anos mais nova que eu. Nossos pais viveram juntos uma boa parte da nossa infância, mas se divorciaram quando eu tinha 10 e ela 8. Depois de um tempo separados, minha mãe arrumou um namorado com quem ficou uns 2 anos. Depois disso ficou um tempo sem ninguém até que arrumou outro, chamado Carlos. Nessa época eu tinha 16, com tesão à flor da pele, e minha irmã 14, uma femeazinha. Eu achava ela o maior tesão. E nós nos dávamos super bem. Ana Luíza é o nome dela. Ela era muito gostosinha, bem desenvolvida.
Esse namorado da minha mãe começou a freqüentar a nossa casa com freqüência, só que ele era segurança e trabalhava à noite. Então, vários dias por semana, ele passava em casa p ver (leia-se “comer”) minha mãe e depois seguia p o trabalho.
Um dia, por volta de umas 9 horas da noite, eu voltei p casa da rua onde estava andando de skate. Cheguei sem fazer barulho. Qdo entro em casa, vejo minha irmã com o ouvido grudado na porta do quarto da minha mãe, escutando o que estava acontecendo lá. Só que ela não me viu logo de cara, e eu vi que ela estava com uma das mãos dentro da calcinha. Quando ela me viu, levou um susto e saiu daquela situação. Deu uma risadinha sem graça, e eu perguntei:
O que vc está fazendo?
Ela fez o gesto de ficar quieto com o dedo e gesticulou em direção ao quarto. Eu fui, sem fazer barulho, até a porta p ouvir. Lá dentro estava a maior gemeção da minha mãe e do Carlos. Também ri e ficamos ali perto ouvindo toda a putaria.
Só que eu fiquei de pau duraço com a situação, mesmo sendo minha mãe lá dentro, mas afinal eu tinha 16 anos, então vcs podem imaginar o tesão...e o pau sempre duro. Depois de um tempo eu fui ao banheiro p mijar...só q não conseguia pq meu pau estava muito duro. E não fechei a porta. Deixei meio aberta pq minha irmã estava lá pro lado do quarto da minha mãe, pensei. Só que não. Ela veio atrás de mim depois de alguns minutos sorrateiramente e me viu batendo uma em pé do vaso sanitário. Qdo vi q ela tinha me visto, fiquei sem graça e guardei o pau e saí do banheiro, fazendo um gesto com o dedo para não falar p ninguém. Ela riu e se afastou.
Bom, minha mãe e o cara acabaram de trepar, saíram do quarto e o cara se foi.
Dois dias depois ele voltou. Eu não saí nesse dia porque eu queria ouvir tb. Fiquei em casa e, como na outra vez, fiquei de pau duro enquanto ouvia a gemeção lá dentro. Às vezes, por instinto, massageava meu pau por cima da bermuda, e minha irmã observava. Ela parecia estar fascinada pelo volume do meu pau.
Dois dias depois minha mãe e o namo saíram. Era folga dele do trabalho. Ficamos em casa eu e Ana. Fiquei no computador e ela ficava rondando por ali. Entrava , saía, voltava. Até que ela chegou p mim e perguntou:
O que vc estava fazendo naquele dia no banheiro?
De novo já fiquei de pau duro. Aquela situação me deixava com um tesão do caraio, mesmo sendo minha irmã ali de 12 anos. Eu disse:
Batendo uma.
Uma o quê?
Uma punheta.
Ah, isso que é punheta?
É. Homem bate punheta, mulher bate siririca....e ri.
Mas duvido que ela não soubesse o que era punheta! Acho q ela só queria entrar no assunto.
Na próxima vez que o Carlos veio, eu fui mais ousado. Eu acho q eu já estava com alguma idéia na cabeça. Qdo os gemidos ficaram mais altos, fomos para porta,ela de um lado, eu do outro, e encostamos os ouvidos. Fiz um sinal p Ana não fazer barulho. Eu já tremia de tesão. Foi aí que eu tirei meu pau p fora e comecei a bater uma. A Ana colocou a mão sobre a boca tipo para não rir ou não fazer barulho, não sei ao certo, mas ficava olhando fascinada no meu pau enquanto eu me masturbava. Ficamos ali uns 20 minutos. Eu queria gozar, mas não podia gozar ali, então fui pro banheiro. E não é que minha irmã veio atrás? Perguntei:
O que está fazendo aqui?
Ela: Onde vc ta indo?
Eu: No banheiro.
Ela não falou mais nada. Entrei no banheiro e deixei a porta aberta e ela ficou na porta olhando.
Aquilo me deu muito tesão, mas escutamos um barulho e paramos na hora e saímos dali, cada um pro seu quarto.
Logo depois minha mãe e o Carlos saíram do quarto.
Eu estava com muito tesão, mas muito mesmo. Pensava na Ana e ficava de pau duro, toda hora. Bati várias punhetas naquele dia. Eu só conseguia pensar em esfregar meu pau na ppk dela, dedar ela.
No dia seguinte o tesão parece que era maior. Fomos à escola cedo, ok. Eu só pensava em o que fazer p brincar com minha irmã. Fiz minhas coisas e por volta das 3h estava de volta em casa. Tomei um banho e fui pro meu quarto, na esperança q Ana viesse atrás de mim. Peguei meu cel e comecei a ver um pornô no meu cel (isso era parte do plano) ...só que sem som.
Dito e feito, depois de alguns minutos ele veio.
- O q está vendo?
- Vendo umas coisas aqui. Quer ver?
Mostrei p ela e ela ficou assim olhando. Falei:
- Deita aqui. Aí eu me puxei um pouco pro meio da cama p ela deitar do meu lado.
Aí eu falei:
- Ó, ninguém pode saber, ta?
Ela balançou a cabeça positivamente. Era disso q eu queria ter certeza, que éramos cúmplices nisso.
Óbvio que eu já estava de pau duro. Passei meu braço esquerdo por cima dos ombros dela.
Ficamos vendo o filminho juntos um tempo. Aí, não agüentei e tirei meu pau p fora e comecei a me punhetar. Ela ficou fascinada vendo...Como não tinha muito o que perder mesmo, eu tinha certeza q ela não ia falar nada p ninguém, arrisquei:
- Quer pegar nele um pouco?
Ela ficou uns segundos aí pensando e falou:
- É perigoso. A mãe pode chegar.
- Claro q não. Ela só chega à noite. A gente não falar p ninguém, ta?
- Ta.
Com meu braço esquerdo rodeando o pescoço dela, comecei a alisar seus peitos. Ela estava com uma jardineira jeans q dificultava as coisas um pouco. Então soltei as alças da jardineira. Enquanto ela me punhetava, eu acariciava seus peitos...eu já estava tremendo de tanto tesão. Aí fui mais longe. Desci a mão até sua ppk e comecei a alisar ...ela ficou um pouco tensa/com medo mas deixou. Como ela não resistiu, eu tentei enfiar os dedos pela abertura das pernas da jardineira, mas não dava.
Então falei, tire ela. Ela falou assustada: Não, é perigoso, alguém pode chegar. Eu disse:
- Chega não...e as portas estão todas trancadas...se mãe chegar, a gente escuta.
Ela falou: Vc tb vai tirar?
- Sim...e tirei tudo na hora.
Aí ela tirou tb. Então eu vi a coisa mais linda do mundo. Uma fêmea linda.
Deitamos de novo só que de frente um pro outro. Coloquei a perna dela em cima da minha lateral e comecei a dedar sua ppk. Ela foi ficando toda molhadinha. Assim, eu fui enfiando meio dedo do meio dentro dela. Ela gemia e estremecia. E eu dedava bem devagar p não machucar ela.
Ficamos assim um bom tempo. Q delícia, que tesão. Ai em caixei meu pau como se fosse comer e comecei a roçar meu pau na ppk dela. Ela estava em êxtate. Gemia todo tempo. E eu tentava colocar a cabeça do meu pau na entradinha. Só que escorregava, porque estava bem melecada, e saía. Meu pau é meio grande, então só entrava a cabeça, o que já era gostoso. Uma hora eu forcei um pouco e doeu. Aí eu fiz o seguinte: fiquei de barriga p cima e pedi p ela vir e sentar, assim ela podia controlar. Fizemos isso e que delícia ver aquela femeazinha na minha frente, se entregando daquele jeito. Ela pegou meu pau e encaixou nela, o que me deu muito tesão. Entrou a cabeça e ela ficava meio q rebolando p tentar fazer meu pau entrar mais. É lógico que eu já estava louco p meter e gozar, mas me segurei.
Em um determinado momento que eu não agüentei, subi meu quadril, meio q instintivamente, para dar uma bombada. Ela deu um grito e disse que tinha machucado. Ela saiu de cima de mim e pelo tanto de sangue que saiu, com certeza eu tinha rompido o hímen dela. Pedi desculpa, naturalmente, e corri pegar lenço umedecido p limpar ela. O sangue parou logo em seguida. Eu não queria parar, mas tinha medo de continuar. Aí fiquei dedilhando a ppk dela bem de leve e me certificando q não estava sangrando mais. Como não sabia o que fazer, e querendo continuar, perguntei a ela:
- Quer parar?
- Espera um pouco.
Fiquei feliz da vida porque ela queria continuar. Perguntei se estava doendo e ela disse q não muito. Ardia um pouco. Eu estava muito doido.
Depois de um tempo ela estava toda molhada de novo com “meus carinhos”, mas eu sabia que não ia ser fácil. Resolvi voltar à ação. Deixei ela deitada e fiquei de frente p ela, de joelhos na cama. Ela instintivamente abriu as pernas para mim. Nossa! Passei mais saliva p ajudar na lubrificação,apesar que nem precisava, e fui encaixando bem devagar. A cabeça entrou ok. Mas quando eu tentava enfiar mais, ela travava as pernas e se retraía. Dei algumas socadas de leve p tentar penetrar ela. Ela tratava as pernas. Falei:
- Quer parar, Ana? A gente tenta outro dia (eu já queria garantir q ia acontecer de novo), só que ela disse:
- Não.
Aí aconteceu a melhor coisa de tudo. Acho que com medo de que eu quisesse parar, ela relaxou bem. Eu me abaixei de forma que meu gosto estava bem perto do dela, fazia carinho no pescoço dela e nas orelhas com minha língua, ela colocou as pernas dela em volta da minha cintura e foi relaxando, às vezes gemia de dor, eu parava, qdo de repente ela ergueu o quadril, no mesmo tempo em que ela deu um grito abafado de dor meu pau entrou mais da metade. Que delícia. Aí ela relaxou de novo, eu tirei meu pau, perguntei p ela se podia ir, ela disse sim, e eu enfiei de novo bem de vagar, e entrou tudo. Ela gemia de dor e de prazer. Só q eu estava com tanto tesão que dei umas leves bombadas dentro dela e gozei como nunca tinha gozado na vida (eu sei que não devia). Esperei um pouco, perguntei a ela se estava doendo, ela disse só um pouco, fui tirando meu pau devagar, tinha um tanto de sangue no meu pau. A gente ficou ali um pouco abraçados...eu beijava o pescoço dela. Falei de novo:
- Ninguém pode saber, ok?
- Ok.
Perguntei:
- Gostou?
Ela assentiu com a cabeça.
Levantamos e fomos tomar banhos juntos. Eu dei banho nela e ela em mim. Ela ainda me punhetou um pouco e eu dedei ela mais um pouquinho no chuveiro. Ela ficava vidrada no meu pau, que estava duro de novo. Só que eu queria mais um pouco. Perguntei:
- Quer brincar mais um pouquinho?
Ela – O que vc quer fazer?
Sentei no vaso sanitário e puxei ela pelo braço em minha direção e falei para ela sentar de frente. Ela falou:
- Acho que vai doer.
Eu – Se doer a gente para. È normal doer na primeira vez.
Ela foi sentando e entrou tudo de novo. Saiu mais sangue, mas aproveitei que a gente estava no chuveiro e joguei bastante água fria até que parou de sair sangue. Puxei ela de novo para sentar. Ela não quis, diz q estava doendo. Eu falei, só mais um pouquinho...ela meio que a contra gosto veio. Cara, ela sentou, entrou tudo, pedi p ela cavalgar um pouco e gozei de novo . PQP!
Foi a melhor experiência da minha vida. Saímos do banho, falei p ela usar um absorvente nos próximos dias p não sujar a calcinha de sangue. Depois de 3 dias a gente repetiu tudo, só que dessa vez eu fiz ela gozar gostoso tb. A partir de então, eu comi minha irmã várias vezes. Foi um delícia, só que eu passei a comer ela só de camisinha, óbvio. Foi um tempo maravilhoso. A gente ficou muito chegado um do outro. Eu adorava qdo ela me procurava...às vezes eu nem estava pensando nisso e ela vinha atrás...
Nós nunca tivemos nenhum problema moral com isso. A gente se curtia muito. Foi muito bom.
Obs. Isso aconteceu mesmo, não é fantasia.

Comentários (1)

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  • GSH: Que delícia de conto. Fiquei tão excitado que bati uma punheta bem gostosa. Sei bem como você se sente porque eu trepei com minha irmã por vários anos. Embora ela fosse mais velha do que eu 3 anos, ela só me fazia boquete e dava o cuzinho. Somente depois de 2 anos ele liberou a buceta, mas somente com preservativo.

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