Filhinha cheirosa e gostosa 2
Para uma boa compreensão do relato, sugiro que leiam, antes, o que foi publicado em https://contoseroticoscnn.com/2026/07/conto-133780
Passei a noite inteira remoendo o que tinha acontecido entre mim e a minha filha Yasmin, sendo visitado pelo sentimento de culpa e remorso, ao mesmo tempo que me lembrava do quão gostoso tinha sido e, melhor que tudo, de como minha filha reagira tão positivamente a tudo o que aconteceu.
Acordei já com uma sentença proferida pelo tribunal da minha consciência: eu fui absolvido. Nada de culpa, nada de remorso e tudo de esperança por dias melhores (e mais apimentados).
Quando Yasmin chegou da escola, cumprimentou-me como de costume, chegou alegre e sorridente, logo se encaminhando para o seu quarto. Eu fiquei na minha, mas, assim que ouvi o barulho do chuveiro, corri ao banheiro da suíte para tomar o meu banho.
Tomei uma ducha rápida e, assim que Yasmin saiu do banheiro, corri para conferir sua calcinha e estava muito molhada, o que me deixou com tesão a mil. Que cheirinho maravilhoso, que sabor delicioso. Eu queria ir direto na fonte, queria chupar a bucetinha da minha filhinha.
Logo em seguida, encontramo-nos na cozinha. Ela veio até mim, me deu um selinho e perguntou se ela estava bem com aquele vestidinho tão curto. Eu disse que ela estava sempre linda, qualquer que fosse a roupa. Mas, daí, ela revelou uma surpresa: estava sem calcinha. Eu, entre admirado e excitado, perguntei o porquê e ela, na lata, respondeu: - “É que eu estou morrendo de vontade de brincar de novo.”
Num pequeno lampejo de sensatez, eu falei: “- Filha, eu fico muito feliz que você queira repetir a brincadeira, mas eu preciso alertar mais uma vez para o fato de que isso é errado entre pai e filha, que é um tabu dos mais forte e que, se alguém ficar sabendo, o pai será destruído, vai para a cadeia e você, também, terá sua reputação arrasada.” Ela, com a maior naturalidade, falou: -“É só mantermos isso como nosso segredo, ora”
Falando isso, já se achegou a mim, prensando o meu corpo contra a bancada da pia da cozinha e levando sua mão ao meu pau que, evidentemente, já se encontrava duro como pedra.
Demos um demorado beijo de língua e fomos para o quarto, onde nos despimos entre beijos sôfregos e abraços voluptuosos.
Deitei na cama e logo ela veio por cima de mim. O contato com aquela pele lisinha e com o frescor de sua juventude era muito gostoso e, por mais desejo que eu estivesse tendo, era, também, um momento de extrema ternura, pois nos tratávamos com o mesmo amor que sempre nos uniu e nos fez tão apegados um ao outro.
De repente, sinto-a esfregando sua bucetinha no meu cacete, o que provocava uma sensação deliciosa. Mas, não satisfeita, ela levou a mão até meu pau e procurou encaixar na entrada da sua buceta.
Eu, mais que depressa, reagi, dizendo que não podíamos fazer aquilo, argumentando que uma coisa era brincarmos e outra era tirar sua virgindade. Ela falou: -“Mas pai, eu estou que não me aguento. Olha o quanto eu estou ensopada.”
Tirei-a de cima de mim e fui conferir a buceta dela. Realmente estava ensopada. Parecia que uns dez homens tinham gozado ali dentro. Eu tratei de cair de boca e beber todo aquele melzinho delicioso, causando nela um tremendo de um orgasmo.
Ela, então, me puxou para cima e falou: -“Pai, coloca ele dentro, por favor, vai”. Sem forças para resistir, posicionei a cabeça do meu pau na xaninha dela que já estava todo aberta, me esperando. Fui forçando e ela meio que se queixando de dor. Fiz menção de parar e ela quase me bateu, dizendo: -“Não para, não para, não para não, pai!“
Prossegui bem devagarinho até sentir que houvera rompido a barreira do seu hímen. Ela meio que suspirou aliviada. Ficamos parados por um momento, até que ela mesma começou a rebolar lentamente, indo num crescendo até a explosão em um gozo fenomenal.
Quando tirei o pau, a cama estava ensopada e na sua buceta um filetinho de sangue que ela tratou de limpar no banheiro, com a ducha higiênica.
Ao voltar, já foi procurando meu pau e o engoliu inteiro, numa chupada profissional. Ela me estimulava, dizendo para eu gozar e foi o que fiz. Soltei toda a minha porra num gozo maravilhoso. A minha filhinha engoliu tudo, deixando meu pau limpinho.
Daí, recuperados, conversamos sobre o ocorrido e decidimos que faríamos aquilo sempre que tivéssemos oportunidade, mas que jamais quando a mãe dela estivesse em casa. Falamos, também, de outras cautelas naturais para a ocasião.
Terminamos o papo com ela dizendo: “-Da próxima vez e vou querer experimentar por trás, tá?”
E aí, o que acharam?
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