#Corno #Gay #Traições #Voyeur

Falei que irá no mercado e peguei no flagra meu irmão dotado fuder meu noivo

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Menti que irá no mercado peguei meu irmão fudendo me noivo

Eu fiquei escondido atrás da porta da cozinha, quase sem respirar.
Eles não sabiam que eu estava ali.
Meu irmão mais novo, de 18 anos, ainda estava com a pica de 23 centímetros enterrada até o fundo no cu do meu noivo. As bolas batiam molhadas a cada estocada. O sofá rangia. Meu noivo gemía baixo, a cara enterrada no braço do sofá, tentando não fazer muito barulho — como se tivesse medo de que eu chegasse a qualquer momento.
Mas eu já estava ali. Vendo tudo.
Meu irmão segurou a cintura dele com as duas mãos e meteu com mais força. O pau enorme saía quase inteiro, a cabeça grossa aparecendo por um segundo, brilhando de porra e de saliva, e depois sumia de novo dentro do cu apertado do meu noivo. Dava pra ouvir o som molhado e fundo de cada embalo. Dava pra ver o jeito que o cu dele se abria ao redor daquela grossura de 23 centímetros, esticando, engolindo, tremendo.
— Porra… seu cu é apertado pra caralho — rosnou meu irmão, ofegante. — Sempre soube que você olhava pra minha pica quando eu saía do banho… agora tá levando ela inteira.
Meu noivo só conseguiu responder com um gemido abafado. Ele empurrou a bunda pra trás, pedindo mais. Meu irmão riu baixo e começou a meter mais rápido, as mãos apertando forte a carne da bunda dele, abrindo as nádegas pra ver melhor o próprio pau sumindo dentro.
Eu estava com a mão dentro da calça, apertando meu pau duro sem nem conseguir me masturbar direito de tanto nervoso. O coração batia na garganta. Qualquer barulho e eles me descobriam. Mas eu não conseguia sair dali.
Meu irmão tirou o pau de uma vez. O cu do meu noivo ficou aberto, latejando, um buraco vermelho e brilhante que mal fechava. Ele deu um tapa forte na bunda dele e mandou:
— Vira. Quero te foder de frente.
Meu noivo obedeceu rápido. Deitou de costas no sofá, ergueu as pernas e segurou atrás dos joelhos, se abrindo completamente. Meu irmão ajoelhou entre as pernas dele, posicionou de novo a cabeça grossa dos 23 centímetros bem no cu e empurrou de uma vez só.
Meu noivo abriu a boca num gemido alto demais. Meu irmão tapou a boca dele com a mão e continuou metendo, fundo, pesado, o pau inteiro sumindo a cada estocada. As bolas batiam na bunda. O sofá rangia mais alto. Meu noivo revirava os olhos, a respiração saindo quente entre os dedos do meu irmão.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — mandou ele. — Quero ver sua cara quando eu gozar dentro.
Meu noivo obedeceu. Os olhos marejados, a boca aberta, o peito subindo e descendo rápido. Meu irmão metia agora com raiva, com pressa, a barriga batendo na bunda a cada embalo. O pau de 23 centímetros entrava e saía brilhando, grosso, vejado, abrindo o cu do meu noivo sem nenhuma piedade.
Eu gozei na minha própria mão ali mesmo, escondido, sem fazer nenhum barulho. A porra escorreu pelos dedos enquanto eu via meu irmão mais novo foder meu noivo na minha sala, na minha casa, com aquela pica enorme que eu sempre soube que ele tinha.
Meu irmão tirou a mão da boca do meu noivo e seguiu metendo. Meu noivo não aguentou. Gozoou sem nem tocar no pau, jatos quentes sujando a própria barriga e o peito. O cu dele apertou os 23 centímetros com força, contraindo, sugando. Meu irmão grunhiu fundo, enterrou o pau até o saco e gozou dentro.
Ficou ali, parado, o corpo inteiro tenso, descarregando tudo no cu do meu noivo. Jato atrás de jato. Quando finalmente tirou o pau, um fio grosso de porra veio junto, escorrendo pelo cu aberto e pingando no sofá.
Os dois ficaram ofegantes, suados.
Meu irmão passou a cabeça ainda semi-dura do pau de 23 centímetros na porra que escorria do cu do meu noivo, espalhando tudo, e falou baixo:
— Amanhã de manhã, quando ele sair pro trabalho… você deixa a porta do quarto aberta.
Meu noivo, ainda tremendo, só acenou com a cabeça.
Eu continuei escondido atrás da porta da cozinha, a mão suja de porra, o coração disparado.
Eles não sabiam que eu tinha visto tudo.

Comentários (1)

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  • Gabriel: Eu tinha entrado e dado pro irmão também kkk

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