O primo pauzudo do interior me arregaçou
Meu primo veio do interior morar em casa e me ensinou a dar o cu.
Meu pai deixou minha mãe quando eu tinha 2 anos, por isso fui criado com a ajuda da minha avós e tias, eu tinha 3, e a mais legal morava no interior, também era a mais próxima da minha mãe e por isso íamos sempre pra casa dela nas férias ou feriados, ela tinha dois filhos mais velhos que eu, André 3 anos mais velho e Anderson 2 anos mais velho, eu sempre fui mais apegado ao André, fazíamos tudo juntos quando estávamos na roça, até tomar banho, já que ele me viu crescer isso era comum, ele já tinha me dado banho várias vezes e nunca teve maldade nisso.
Com o passar dos anos ele precisou fazer vestibular, por isso minha mãe deu a idade de ele morar com a gente em casa, eu topei na hora e ela foi falar com minha tia, André também gostou da ideia, uns 3 meses depois ele tava em casa já, precisamos fazer algumas adaptações, mas nada que fosse tão grande, tipo trocamos minha cama por um beliche, aumentamos o guarda roupa, visto que ele ficaria no meu quarto, que já tem um banheiro. Eu tava adorando a ideia de ter um “irmão” mais velho, ele também tava empolgado, com seus 17 anos e eu com 14.
André era alto, uns 1,78 magro e definido, barriga trincada, tinha pelos por todo o corpo e barba, ele era lindo mas eu nunca tinha o visto por esses olhos, inocência de criança.
Os dias foram passando e André foi se adaptando a rotina de pegar ônibus, estudar e etc, ela ajudava minha mãe nas tarefas e ela se despreocupou em me deixar sozinho em casa quando ia trabalhar, ela também começou a sair com amigas de noite, coisa que há muito não fazia. Eu fiquei feliz por isso.
Bom, como dividíamos quarto era comum vê-lo trocar de roupa, nada que eu nunca tinha visto antes, mas agora era diferente porque ele tava com um corpo de homem, aquilo me despertou de uma forma que ainda não tinha acontecido.
Certa vez, de madrugada acordo com a beliche balançando, ele tava batendo punheta, fique curioso pra ver, mas fiquei muito nervoso, queria me levantar pra ver mas fiquei com medo da reação dele. Isso era de sexta pra sábado, minha mãe passaria o dia no trabalho, eu ia tentar entrar no assunto mas sem parecer curioso demais. Acordamos seguimos o dia normalmente, até que chamo ele pra brincar de tomar banho de mangueira no quintal, já que estava quente, ele topou, eu coloquei uma sunga e ele ficou de short, daqueles de jogar bola, a água fez o pau dele marcar muito e eu não conseguia tirar o olho, o volume era grande e antes eu nunca tinha prestado atenção, mas ter sido acordado com o movimento da punheta dele me despertou um lado que até então eu não conhecia. Ficamos brincando de jogar água um no outro, bola, etc até q ele disse para gente entrar pra almoçar, ele foi pro quarto e eu fui atrás, queria que acontecesse uma situação para ficarmos pelados juntos ou pelo menos ele, quando ele entrou no banho eu disse que queria mijar e ele não se importou, eu tirei a sunga no quarto mesmo e ao entrar coloquei na pia, mijei super rápido pq nem tava com tanta vontade assim, aí falei:
– Primo, deixa eu entrar logo aí contigo.
– vem, sem problema - ele respondeu.
Eu entrei no box e ele tava se achando ensaboando, tava tão nervoso que eu não sabia o que fazer. Acredito que ele notou, e falou:
– Vem, te molha.
Falou isso e arredou para que eu pudesse entrar no chuveiro. Eu todo atrapalhado peguei o sabonete e fiquei me passando, criei coragem e falei:
– primo, passa aí na minha costa e esfrega por favor? Ele disse:
– me dá aí a esponja e o sabonete.
Entreguei pra ele e ele começou aquilo me excitou muito, meu pau tava duro e eu não sabia como disfarçar. Acredito que ele também ficou com tesao pq o pau dele foi ficando duro e ele meio sem jeito.
– Deco, caramba, teu pau ficou muito grande.
Falei e ele ficou vermelho na hora e ficou todo sem jeito
– O teu vai crescer assim também, mano.
– Com quantos anos ele ficou peludo?
– Acho que com 10 ou 11 anos começou! E o teu?
– Também, mas o meu não tá nem perto de ficar igual o teu!
– Calma, tu és novo ainda. Tu bate uma de vez em quando?
– Sim, mas é raro e vc?
– Porra primo, sempre! É muito bom! Tá a fim?
– Tipo, agora?
– Sim, tá só nós aqui!
Ele foi falando e pegando aos poucos do pau se masturbando devagar
Eu fui imitando hipnotizado.
– Tem que fazer assim oh.
Ele pegou minha mão e colocou na rola dura dele, era um pau grosso, não cabia na minha mão todo. Eu fiquei tão nervoso e extasiado nesse momento. Ele ficou fazendo movimento de punheta com a minha mão no pau dele e em seguida largou, eu continuei sem que ele mandasse.
– Pode apertar, primo.
Ele disse fazendo a maior cara de puto.
Eu punhetei ele todo sem jeito, tentava fazer tudo apertando o pau dele. Daí ele leva a mão pro meu pau que também tava duraço e me punheta, a gente fica nessa uns instantes até que ele fala:
– Pow primo, tu podia chupar um pouco pra ver como é.
Ele falou colocando a outra mão na minha nuca e fazendo carinho no meu cabelo.
– Como faz?
– Trás aqui a boca.
Disse ele conduzindo minha cabeça pro pau dele.
– Chupa igual pirulito, sem o dente.
Eu abri a boca e botei na cabeça no pau dele, fiquei sugando até que ele disse:
– Engole mais um pouco.
Com a mão ele forçou minha nuca pra frente, contra o pau dele, eu fui até onde consegui, meu maxilar doía e eu já tava engasgando, não tava nem na metade da rola. Ele pega e me puxa pro quarto, saímos do banheiro pelados mesmo, ele senta na beira da cama e diz:
– Ajoelha aqui e faz igual, primo.
Eu fiz, tentei mamar aquela rola da melhor maneira possível, mesmo sem jeito parecia que ele tava curtindo fiquei alguns minutos fazendo. Ele me levanta e fala:
– Senta aí deixa eu fazer em ti.
Eu sentei e ele me mamou, na hora eu senti uma onda no meu corpo, como uma corrente elétrica, foi tão intenso que eu não me controlei e gozei, meu primeiro gozo, ele tirou o pau da boca com um sorriso.
– Caralho primo, tu gozou!
Eu fiquei com vergonha e balancei a cabeça negativamente. Ele se levantou deitou na cama e me chamou.
– Vem aqui - ele disse me puxado pra cima e me tascou um beijo, até então eu só tinha dado uns amassos com uns meninos e meninas, mas nada sério, nem era beijo de língua direito.
Ficamos nos beijando e o tesão foi voltando, o pau dele já tava duro novamente e o meu também, mal tinha abaixado.
– Tu quer continuar? - ele disse passando o dedo em meu rosto.
– Quero sim, primo.
Então ele me deitou de bruços na cama e foi beijando meu pescoço, ombro, braço, mão, subiu e beijou minha costa e foi descendo mais, a cada toque do lábio e da língua dele eu me arrepiava, ele caminhava ela em meu corpo, e eu sentia que podia gozar só com aquilo.
Ele foi beijando até os meus pés, colocou um dedo na boca, dois, depois o dedão e chupou, eu nunca pensei que pudesse sentir tesão no dedo do pé. Eu já me contorcia na cama.
Ele foi subindo com a boca e língua até chegar na minha bunda, ainda umida do suor e do banho de antes, ele abriu cada lado e cheirou como quem cheira uma flor, ele deu uma inspirada forte, encheu os pulmões com o cheiro do meu cu, e eu delirei. No momento que eu senti a língua dele, fui no céu, soltei um gemido alto, que acho que até a rua ouviu. Ele linguou meu cu, molhou bastante, beijava meu buraco como quem beija uma boca, parecia apaixonado nele.
– Caralho, primo, tu tava escondendo isso de mim por que? Que delícia de cuzinho.
Ele falou com a cara enterrada no meu rabo que eu pude sentir o hálito quente dele.
Com isso, ele subiu e chegou no meu ouvido.
– Posso meter em ti, primo?
Eu só balancei a cabeça que sim. Eu não podia falar, tava ofegante.
Com minha resposta, ele levanta meu quadril e me põe de quatro.
Lambe mais um pouco meu cu e daí da cama, vai na mochila e pega um lubrificante.
– Vai doer um pouco, meu lindo, mas eu não quero te machucar, então se quiser que eu pare é só falar, tá bom? - ele disse dando beijos na minha costa.
Senti o dedo dele melado no meu cu, introduziu, lubrificou por dentro e em seguida meteu outro dedo, entrou e saiu com os dois, passou mais lubrificante. Senti a cabeça dele no meu cu, nessa hora eu senti medo e travei, ele percebeu e disse:
– Relaxa, meu amor, não vou te machucar.
Com isso, ele pega meu pau que tava super babado e começa a bater uma pra mim, beija minha costa, minha bunda, minha coxa. Relaxo e ele aponta novamente, força a entrada e eu tento ficar relaxado, como ele disse.
Quando senti a cabeça entrando, era como se uma dor fina tivesse me tomado, soltei um gemido abafado, ele para, me beija mais, pega meu cabelo e faz carinho e diz:
– Quer que eu tire?
Eu digo que não e ele continua, a cabeça vai entrando, dando passagem pro pau dele, ele vai dando pausas e me relaxando, até então só sinto dor, mas confio nele e deixo ele prosseguir, demoramos alguns minutos nesse processo até eu sentir o pau dele todo dentro de mim, senti alívio e uma pressão por dentro, o pau dele grosso e grande me preenchia, meu cu tava largo encapando aquela rola, que eu tanto via e jamais imaginei ser de quem iria tirar minha virgindade.
– Já tá tudo dentro, amor – ele disse beijando o meio da minha costa, ele me levanta e eu fico de joelhos na cama, com o pau dele dentro, ele vira meu rosto e me beija, ali eu acho que me entreguei totalmente, empinei a bunda e ele deve ter percebido, pois começou a ir e vir, entrando e saindo com o pau, eu já podia sentir o prazer que ele prometera.
Ele sussurrava coisas no meu ouvido.
– Agora você é meu, só meu.
E beijava meu pescoço, rosto, boca.
Eu caio na cama, ficando de quatro novamente, ele segura minha cintura e me fode, tira e põe o pau, no começo doeu, foi um pouco desconfortável, mas acho que era só até eu me acostumar.
Ele já metia e tirava todo o pau dentro de mim, me comia com tesão. A cada estocada sentia como se tivesse a sensação de gozar, nem sei explicar. Ele saiu todo de dentro de mim, me virou de frente, me arrastou pra borda da cama e ficou em pé no chão, se posiciona entre as minhas pernas e meteu, devagar, se curvou e me beijou, enquanto entrava com a rola no meu cu. Chegou no fundo. Saiu. Entrou de novo, aquele ritual tava me deixando muito louco. Ele pegou meu pau, e bateu uma pra mim e continuava me socando, o delírio foi indescritível quando o gozo veio, eu explodi, gritei, gemi igual bicho. O tesão tomou conta dele, que socou mais o pau dele em mim e gozou
– Vou te engravidar, amor, toma meu leitinho, toma - ele disse metendo fundo e gozando.
Eu tava exausto, suado, ofegante, sem forças nenhuma; ele caiu em cima de mim, também ofegante, ninguém dizia nada, com a mão fiz carinho nos cabelos dele, enquanto ele se recuperava.
Após uns instantes, ele levanta só a cabeça e sorri pra mim, aquele homem lindo, suado, sorrindo em cima de mim depois de ter me fudido, nesse momento eu me senti bobo.
Ele se levantou, me puxou e tomamos banho, ele me lavou direitinho, viu a gala dele saindo e dedou meu cu, ainda lubrificado pelo leite, ardia, mas era bom.
Dormimos abraçados depois disso, esse e todos os outros dias, ele continuava agindo com carinho comigo, mesmo na frente da minha mãe, ele só não me beijava, mas me abraçava, bagunçava meu cabelo, parecia brincadeira de irmãos. Ele se tornou meu homem, ali, daquele dia em diante a gente transava direto, as vezes duas ou três vezes no dia, especialmente quando minha mãe não tava em casa. Nos tornamos namorados, íamos no cinema, saíamos pra comer, conciliamos a rotina dele da faculdade com a nossa e meu maior prazer é sentir a pica dele me leitando e enchendo meu cuzinho.
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Comentários (2)
Coroa: Que delicia é que garoto de sorte. Na real os dois são sortudos, tão jovens e já podem trepar a vontade.
Responder↴ • uid:1dak65uoijtruco: Delicia conta mais muito bomm
Responder↴ • uid:hecopx4v0