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Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 7

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Lopedrinhofm

Aquela foda no terreno baldio mexeu com minha cabeça, eu lembrava de todos os detalhes por dias, o Felipe era foda, só ele para me fazer um momento assim.
A parte "ruim" depois dessa foda incrível, era que Gabriel já tinha voltado, e agora tinha mais 25 dias para o aturar.
Na próxima segunda, eu fui trabalhar como de costume, quando cheguei mal tive tempo de trocar de roupa, Gabriel foi me visitar reclamando de que já estava entediado de ficar em casa, que não ia aguentar ficar as férias todas ali, e blá blá blá.
Gabriel: Lá na fazenda é da hora? Vou ver se o Fe me leva pra distrair a mente esse fim de semana
Eu: A gente nem entr... é da hora sim! É sim!
Gabriel: Você disse que nem entraram?
Eu: Não mano, entramos sim, eu me confundi, to cansado
Gabriel: Fala a verdade mano... cês transaram aquele dia?
Eu: Não, o Felipe não quer mais saber disso
Bruna olhava tudo com uma expressão de dúvida, eu cometi um vacilo, Fernanda disfarçava fingindo não ter percebido meu erro, Gabriel mudou de assunto e quando estávamos focados falando de futebol ele solta um:
- Cês comeram a comida da dona Lourdes?
Fernanda: Não, a gente só conversou um pouco
Gabriel: Bacana...
Fernanda: O que?
Gabriel: Que Lourdes foi um nome que eu acabei de pensar aqui, eu não sei o nome da mãe da Sabrina, era só pra ver se vocês estavam mentindo.
Fernanda: Eu também não sei o nome, só concordei porque achei que você sabia.
Gabriel foi embora muito desconfiado, Fernanda disse que eles haviam percebido que estávamos escondendo alguma coisa, mas eu não me importava, também não queria contar para que Felipe não ficasse bravo da gente ser "fofoqueiros", então deixamos por isso mesmo.
A semana toda foi assim, com Gabriel insistindo que ia descobrir o que tanto estávamos escondendo, até chegar sexta a noite, Gabriel insistiu muito para nos reunirmos na casa de Felipe, Sabrina já sabia da "investigação" dele, Fernanda contou.
Fomos todos pra casa do Felipe, a encheção de saco foi tanto que Felipe nem tinha chegado do trabalho quando fomos lá, Sabrina pediu para que não abrissemos a porta da área gourmet porque o cachorro estava solto, lembre-se disso, Felipe chegou trazendo mini pastéis, estavam quentíssimos, todos nós comiamos e jogávamos conversa fora, Gabriel começou a falar de como era a casa na praia e todos nós ouvimos com muita atenção, ficando mais ansioso ainda para conhecer, Bruna reclamou que estava com enjoo e se levantou para tomar um ar, ela abriu a porta da área dos fundos, como estávamos distraídos nem sequer lembramos do cachorro, até Felipe notar e perguntar calmo:
- Amor, você prendeu o cachorro?
- Ai meu Deus, não!
Bruna não se importou, porque o cachorro era dócil, mas Felipe se levantou calmamente o chamando alto, o cachorro passou por Bruna a cheirando e foi para Felipe abanando o rabo, Felipe prendeu o cachorro e voltou reclamando:
- O Bruna, o cachorro é um pastor alemão, não é um poodle, se ele te ataca como que fica?
Bruna: Eu já fiquei perto dele umas 3x e ele não fez nada
Felipe: Não fez porque eu tava aqui, nem a Sabrina mexe nele quando eu não to, ele já avançou nela uma vez
Gabriel: Ah, mas falando em animais, como foi lá na fazenda? Seu sogro gostou do Pedro e da Fernanda?
Felipe olhou bem indignado e respondeu na lata:
- Mano, se você tá insinuando que eu levei eles na fazendo pra transar, fala na cara caralho.
Gabriel: Eu acho que é isso mesmo, vocês tão transando sem a gente
Felipe: Primeiro que se a gente tivesse, foda-se, o que isso ia mudar na sua vida? Segundo que a gente parou de vez, o Pedro e a Fernanda são só amigos e nada mais.
Gabriel: Se vocês forem marcar suruba, nos convida mano, por favor?
Felipe: Chega de falar de suruba, não quero mais esse assunto na minha casa.
Parecia que Felipe tinha posto um ponto final nessa história, bom... só parecia, passamos um tempo sem fazer nada, só nos reuníamos, não sobrava tempo de ficarmos sozinhos com eles e Felipe pegou umas 4 viagens seguidas pela empresa, chegamos a ficar praticamente um mês e meio sem se ver, e nesse período a barriga de Bruna cresceu, nos reunimos na casa de Felipe e dessa vez Gabriel não havia chegado, teve um acidente na rodovia e ele estava demorando para conseguir passar.
Felipe e eu estávamos conversando na cozinha, as meninas estavam do lado de fora na mesa comendo, Bruna entrou para usar o banheiro...
Felipe: A barriga já tá aparecendo hein?!
Bruna: Sim né, 4 meses, tem que aparecer
Felipe: Já dá pra sentir o neném mexendo?
Bruna: Sim, tá bem agitado agora, põe a mão aqui
Bruna pegou a mão de Felipe levando para a barriga, Felipe acariciou a barriga dizendo que não sentiu, mas não tirou de imediato, Bruna arfou e disse:
- Essa mão...
- O que?
- Você sabe...
Felipe apenas sorriu, Bruna olhou para trás vendo se vinha alguém, então disse:
- Já fodeu uma grávida?
Felipe me olhou, incrédulo da pergunta de Bruna, mas respondeu:
- Para com essas conversas
- Quando você quiser, eu aceito vir aqui escondida
- Fala isso não, Bruna...
Bruna saiu, Felipe e eu não comentamos sobre isso, só nos olhávamos sem falar uma palavra sobre o que Bruna disse.
Sabrina entrou logo em seguida.
- Amor, você vai assar aquelas carnes hoje?
- Não amor, só as que estão no freezer
Sabrina nos olhou, e com um sentido muito apurado, percebeu que tinha acontecido algo.
Sabrina: O que aconteceu?
Felipe: A Bruna perguntou se eu já comi uma grávida
Sabrina: Ela não cansa de se oferecer?
Felipe: Nem fala nada hein?!
Sabrina: Você não inventa de ceder viu?
Felipe se levantou e foi acender a churrasqueira, Sabrina começou a preparar um vinagrete e eu já estava saindo pra fazer companhia, mas ela pediu carinhosamente:
- Pedro, me ajuda aqui?
Fiquei ajudando, cortando tomates, cebolas, ela queria me falar algo, mas Bruna ainda não havia passado por nós, então ela começou a sussurrar:
- Pedro... da última vez...
- O que? - já perguntei me excitando
- Eu não sei se foi impressão minha, mas senti uma coisa diferente
- Como assim?
- Você tá apaixonado por mim?
Eu fiquei sem graça, me senti um bobo, mas respondi a verdade.
- To... pior que eu to
- Eu percebi...
- Você sente a mesma coisa?
- Não vou mentir pra você, eu amo muito o Fe... com você eu me sinto bem, sabe? Não tem sentimento, mas tem desejo, muito desejo.
- Ah... eu entendo, também não tinha como uma mulher assim se apaixonar por mim
- Não seja bobo... eu gosto muito de você, e isso é o suficiente pra gente, não quero ser motivo de você se esfriar com sua mulher
- Mas juro que não foi por mal, você me trata muito bem, foi inevitável
Sabrina apenas riu, estávamos pertinho, Bruna passou nessa hora, ela não ouviu nada, não falou nada, mas passou nos medindo, não sei o que Bruna falou, mas Felipe entrou na cozinha "brincando":
- Vocês podem parar de namorar na frente da Bruna?
Sabrina: A gente não fez nada, ele só tá me ajudando
Felipe: Ela tá com ciúmes do casal aí
Sabrina: Ah, manda ela se foder
Felipe voltou para a churrasqueira, eu fiquei constrangido e saí da cozinha, ao me juntar, Gabriel começou com as piadinhas:
Gabriel: Tava só cortando cebola?
Pedro: Tava
Gabriel: Seeeei, o que você acha do seu marido sozinho na cozinha com a Sabrina e rindo, Fernanda?
Fernanda: Eu acho uma delícia, que pena que foi só cortando cebola
Sabrina voltou com a vinagrete pronta...
Gabriel: Hummm, o Pedro usou bem as mãos?
Sabrina: Acho que sua preocupação não deveria ser com o Pedro, sua mulher tá grávida, pode ter uns... desejos.
Gabriel corou sem graça, Felipe ria, tudo voltou ao normal, até uma vizinha chamar Felipe desesperada, seu marido estava passando mal e não tinha quem socorresse, Felipe não pensou duas vezes, largou todo mundo e foi levar o rapaz ao hospital, na correria ele esqueceu o celular, e a Bruna ficou com brincadeirinha:
Bruna: Mexe no WhatsApp dele Sabrina, vê se tem amante
Sabrina: Eu confio no meu marido, não preciso fazer isso
Bruna: Você nem deve ter a senha
Sabrina: Tenho sim senhora
Bruna: Então mostra o celular dele pra gente?
Sabrina não queria, mas acabou que a brincadeira ficou legal e todos queriam ver, Sabrina desbloqueou, as conversas recentes eram tudo sobre trabalho, alguns amigos e a única diferente que tinha era com Fernanda, uma conversa a dois dias, eu não sabia que eles se falaram, Fernanda ficou com vergonha, mas quando Sabrina abriu a conversa não tinha nada demais, apenas Fernanda falando que estava com saudade do frango que ele faz... só isso, nada mais, Gabriel foi inconveniente novamente, pedindo pra ver a conta do banco, Sabrina se recusou, mas todos pedimos para ver, ela abriu 3 contas, vou evitar falar de valores, mas ficamos de boca aberta, demorou algumas horas para ele voltar, então acabamos indo embora.
Naquela noite, Gabriel e Bruna ainda se reuniram na minha casa, e só sabiam falar do dinheiro de Felipe.
Gabriel finalmente falou algo sensato:
- Felipe tem um equilíbrio financeiro bom, ele não gasta tudo que ganha, e ele tá guardando pra investir em um negócio próprio, vou ver se quando eu sair do meu emprego se ele me ajuda a montar uma empresa
Nós gostamos da ideia, e até incentivamos, porém Sabrina mandou um áudio curto para a Fernanda, e ela ouviu alto, não estavam conversando, então ela pensou que não seria nada demais, o áudio era:
"Fernanda, eu tava vendo um vídeo aqui, tem uma cachoeira ali em Mairiporã, linda hein?! Melhor que aquele terreno da fazenda, querem ir amanhã? Se a gente for de manhã quem sabe não esteja vazio"
As perguntas vieram uma em cima da outra:
Bruna: Que terreno?
Gabriel: Por que a cachoeira tem que estar vazia?
Fernanda ficou brava consigo mesma pelo vacilo, mas respondeu Sabrina disfarçando:
"Amiga, vamos sim, a Bruna e o Gabriel estão aqui, chamo eles pra cachoeira também?"
Sabrina respondeu imediatamente:
"Ah, eu tava mandando mensagem agora pra Bruna, chama sim"
Eles nos apertaram tentando entender a história deste terreno, mas mentimos dizendo que eles nos mostraram um terreno bonito, com vista pra um lago, que queriam comprar.
Assim que eles foram embora, Fernanda explicou o vacilo pra Sabrina, e pediu desculpas, Sabrina entendeu, na manhã seguinte, nos arrumamos e até íamos pra essa cachoeira, mas como o filho de Bruna estava resfriado, mudamos de ideia... Sabrina estava desapontada, ela queria dispensar Bruna e Gabriel, mas decidiu improvisar.
Bruna: Vamos passar o dia na fazenda, ele vai gostar
Pois bem, fomos pra fazenda, passamos o dia lá, tirando foto, mexendo com bicho, foi muito divertido, no fim da tarde, Sabrina deitou em uma rede e nos reunimos para conversar.
Gabriel: E o terreno que vocês vão comprar é aqui perto?
Mãe de Sabrina: Oxe! Vai comprar terreno aqui e não me falou?
Sabrina: Ai mãe... nem decidimos, a gente viu um no dia que o Fe veio me buscar, não sabemos se está vendendo
Bruna: Deve ser bonito ter um lago no fundo do terreno, mas perigoso também
Mãe de Sabrina: Que lago que tem por aqui? Aqui só tem terra, tem lago aqui não
Nessa hora caiu a ficha de Bruna e Gabriel que ainda mentíamos para eles, Sabrina disfarçou:
- Não é aqui na região, é ali pro lado das matas
O clima ficou estranho, Felipe olhava sério, em silêncio, um olhar que cortava a alma, fomos pra casa, cada casal em seu carro, mas estranhei, Felipe passou direto da sua casa... eles foram para minha casa, eu já estava me preparando para a bronca, Felipe estava com a cara fechada, Fernanda abriu o portão para guardarmos os carros, assim que entramos, Gabriel disse:
- Por que você veio direto pra cá?
Felipe o encarou e pediu que entrássemos, fomos pra casa de Gabriel, nos acomodamos e Felipe começou:
Felipe: Que porra vocês estão fazendo?
Gabriel: Do que você tá falando?
Felipe: Vocês estão investigando minha vida como se eu não pudesse fazer o que eu quero, pra que ficar falando de terreno pra mãe da Sabrina?
Bruna: Mas o Fe... a gente não falou por mal, é que o Pedro disse que vocês iam comprar um terreno lá perto com vista pra lago...
Felipe: Ele só falou isso porque vocês dois ficam perguntando, perguntando, perguntando, porra, supera caralho!
Gabriel: O mano, não precisa falar assim! Se vocês não querem nos envolver nessas coisas é só falar
Felipe: Falar quantas vezes? Porque além de vocês já saberem ainda ficam empacando a foda dos outros.
Gabriel: Eu pensei que vocês iam pra cachoeira mesmo...
Felipe: Nós íamos, pra foder na cachoeira, mas vocês tinham que ficar querendo ir junto!
Bruna: O Felipe, a gente não vai se meter em mais nada não...
Felipe: Esse negócio de suruba foi um erro, era pra todo mundo estar bem em seus casamentos, agora ficam procurando oportunidade de transar, vocês não sabem se curtir como casal?
Bruna: Eu nem to fazendo questão de participar mais disso...
Sabrina olhava em silêncio, como quem tinha muitas coisas para falar, mas ela deixava o Felipe resolver tudo, eles foram embora deixando claro que seriam uma família normal, e que não ia rolar mais nada com ninguém, nem comigo e com a Fernanda, que isso já tinha enchido a paciência mais do que o aceitável.
A noite terminou pesada, Felipe estava certo, embora Fernanda e eu nunca provocamos nenhuma situação desagradável no mesmo nível que Gabriel e Bruna, não conseguíamos esconder que nos envolvemos com Felipe e Sabrina, aquela noite eu não dormi direito lembrando das palavras de Felipe, a semana inteira passou e não nos vimos, não nos falamos... até o próximo sábado, levantei cedo e fui na padaria, reconheci de longe a Sabrina, fingi que não a tinha visto, mas ela me cumprimentou, e me esperou terminar de comprar o café para sairmos juntos da padaria, eu estava acanhado, na calçada chegamos na esquina que Sabrina deveria virar a direita e eu seguir, ela começa a falar:
- Você sabe que o Fe não tá bravo com vocês né?
- Acho que tá... a gente vacilou com a Bruna ouvindo o áudio
- Relaxa, isso acontece, mas ele não quer se perder como família com o Gabriel
- O Gabriel estraga tudo mesmo
- Ainda sente minha falta?
- Sinto...
Nessa hora, Sabrina se aproximou, colocou as mãos em minhas costas, eu fiquei desajeitado envolvendo ela com as mãos segurando as sacolas, nos beijamos ali, no meio da rua, foi um beijo gostoso, não passava muita gente então não nos preocupamos de estar se beijando perto de casa, depois do beijo ela se despediu, eu fui embora duro feito pedra, eu estava todo bobo de novo, no mesmo dia, no final da tarde, Gabriel me chamou para conversar, fui ver e ele me diz:
- Mano, não quero ser chato, mas eu to louco por uma suruba, você não aceitaria trocar casal comigo e a Bruna?
- Cara... sua mulher tá grávida, é estranho
- Pensa com calma mano, eu to muito afim, mas não vou falar mais disso com o Felipe
Comentei com Fernanda, ela ficou com pena de Gabriel e aceitou, fomos na casa deles a noite, quase meia noite, e trocamos casal, era gostoso comer a irmã da minha mulher, Gabriel e Fernanda já estavam entrosados, nessa altura Gabriel metia melhor do que quando começamos, ainda não era muito bom, mas era possível sentir prazer, a melhor parte foi quando Bruna veio sentar em mim, eu olhava aquela barriguinha redonda, era gostoso demais, comecei a segurar sua barriga enquanto fodia aquela buceta gostosa, ela sorria, rebolava esfregando sua buceta em minha pica, eu estava gostando, mas ainda conseguia pensar em como Sabrina era muito mais gostosa sem nenhum esforço, a foda foi muito gostosa, e após as gozadas Gabriel foi se limpar e Fernanda também, Bruna e eu ficamos coisa de 3 minutos sozinhos no quarto, foi o tempo dela me dizer:
Bruna: Olha... eu gosto de transar com você, gosto mesmo, mas eu sei que você prefere a Sabrina
Eu: Eu gosto é de buceta, independente de quem seja
Bruna: Uhum... sei, eu vou te falar uma coisa, mas morre entre nós, eu to apaixonada no Felipe, me ajuda a dar pra ele uma última vez?
Não consegui responder porque a Fernanda voltou, e fiquei com isso na cabeça, voltamos pra casa e comecei a conversar com Fernanda.
- Amor... você acha que o Felipe já traiu a Sabrina?
- Acho que não, ele não faz esse tipo de coisa
- E a Sabrina?
- Já... ela sim
- Por que você tem tanta certeza?
- Porque ela me contou que vocês se beijaram hoje de manhã
Eu fiquei sem graça...
- E você não me falou nada?
Fernanda ficou calada, pensativa, olhando pro nada...
- Pedro... eu preciso te falar uma coisa
- O que foi amor?
- Me perdoa
- O que?
- Calma... vou te explicar
- O que você tá me escondendo?
- A Sabrina, ela me pediu pra ela ter um caso com você, e eu recusei, disse que eu não to preparada pra vocês ficarem de namorinho, ela foi bem aberta comigo, mas eu falei que deixaria vocês se pegarem, mas sexo só coletivo...
- Ah, então por isso você sabia do beijo?
- Sim, mas tem mais uma coisa...
- O que? Você também beijou o Felipe?
- Não só isso...
- Fernanda, o que você fez?
- O Felipe e eu... tem uns dois meses que a gente tá ficando...
- Mano, como? Ele chega do trabalho depois de mim, e no fim de semana eu não te vejo sair... você tá mentindo.
- De manhã, a Sabrina saí cedo, você sai, e eu vou "comprar pão", não é todo dia, umas 2x na semana, e eu passo na casa dele, tem umas duas semanas que eu não vou lá porque eles colocaram câmera na entrada, mas estávamos combinando de semana que vem ir pro motel
Eu fiquei transtornado, senti uma faca entrando no meu peito, achava que Felipe me incluía em todas as putarias, mas ele estava sendo amante da minha mulher, eu olhava para Fernanda com raiva, mas não tinha reação, ela chorou, eu também, mas meu choro foi misturado com ódio, dormimos sem falar mais nenhuma palavra, no dia seguinte acordei com uma mensagem do Felipe me pedindo ajuda para ir na fazenda levar umas coisas pesadas que ele tinha separado para o sogro, eu pensei em xingá-lo, em contar tudo pra Sabrina, mas me acovardei, me arrumei e fui, eu estava frio no carro, Felipe notou e me disse:
- Você tá estranho mano, tá tudo bem?
Fiquei em silêncio, e já puxando briga virei pra ele bem estupidamente:
- Descobri essa madrugada que você tá comendo minha mulher, como você acha que eu to?
- Devia estar feliz
- Feliz? Cê tá me tirando?
- Não, to falando sério, você não gosta de quando eu como sua mulher?
- Mano, você tá me desrespeitando, uma coisa é suruba, outra coisa é corno manso
- Você é muito é otário
- Por que?
- A Sabrina não falou com a Fernanda pra você comer ela?
- Falou... mas a Fernanda não aceitou
- E você tá esperando autorização?
- Mano, não curto traição, isso é falta de caráter
- Se você pensa assim, beleza, não vou seu eu que vou te convencer a transar com minha mulher
- Você não liga? Sua mulher quer outro e você tá de boa?
- Pedro, a gente já tem intimidade a muito tempo, a Sabrina sabe que eu to comendo a Fernanda, inclusive já comi as duas juntas, a Fernanda tá te empacando porque você tá apaixonadinho na Sabrina
- Porra... a Sabrina sabe de tudo isso?
- Sabe, eu não traio, e vou te falar... a gente vai embora mesmo, daqui a uns 3 meses, aproveita agora pra comer ela, porque depois vai ficar mais difícil
Eu ouvi tudo aquilo e fiquei pensativo... Fernanda escondeu de mim, Sabrina e Felipe também, eu era o único corno que não sabia de porra nenhuma, Felipe e eu terminamos o serviço na fazenda e estávamos voltando, eu ainda estava inquieto pensando que meu casamento chegou num nível de degradação moral muito grande, até Fernanda me mandar mensagem:
"Passa aqui na Sabrina, to aqui fazendo a unha dela"
Fomos pra lá, eu estava puto, quando chegamos, estava a Bruna, Fernanda e Sabrina, o Gabriel havia precisado sair com um tio e só voltaria de noite, minha expressão era distante, longe, Sabrina percebeu e Fernanda também.
Fernanda: O que tá acontecendo?
Felipe: Eu contei tudo pra ele, aí ele ficou assim
Bruna: Contou o que?
Felipe: Que eu transo com a Fernanda toda semana e a Sabrina sabe de tudo
Bruna: Nossa... eu sabia que tinha alguma coisa acontecendo...
Fernanda: Eu não vou mais fazer isso...
Felipe: Escondida não... porque quando foi pra Sabrina dar pra ele você não deixou
Eu: O gente, eu não quero que vocês fiquem falando disso
Fernanda: O que eu preciso fazer pra você melhorar?
Felipe olhou e disse: Por que as três não dão pra ele?
Sabrina: Assim do nada?
Felipe: Sim, vai lá alegrar o Pedro
As três vieram em minha direção, embora eu estivesse mal, aquela cena foi surreal, Felipe se sentou no sofá e ficou olhando, aos poucos já sentia a boca de Fernanda e Bruna em meu pau juntas, enquanto Sabrina e eu nos beijávamos muito, Fernanda olhou aquilo e disse:
- No quarto é mais confortável, vamos subir?
Mas Sabrina cortou:
- Não! Eu vou subir com ele, vocês ficam aqui, o Pedro é meu
Estranhamente eu achei muito melhor foder só a Sabrina do que foder as três juntas, a Sabrina pegou em minha mão e subimos, entramos em seu quarto e eu perguntei:
- O Felipe vai comer as duas?
- O Felipe que se foda, não to nem aí pro que ele vai fazer, vamos focar na gente
Sabrina me controlava facilmente, ela montou em mim me beijando, eu sentia sua unha feita recentemente arranhando minha costela, ela desceu beijando toda minha barriga e logo estava me mamando com muita vontade, lambendo das bolas até a base da cabeça, Sabrina arrancou toda a roupa e começou a sentar, ela sentava rápido, forte, o estalo era alto, e ela gemia com vontade, dei-lhe um tapa na bunda, ela sorriu e pediu mais, comecei a bater em sua bunda, e enquanto ela gemia ela pediu: - Bate na minha cara!
- Não... na cara não
- Bate, vai, bate
- Não... vai dar merda isso
- Eu menti pra você, escondi que sua mulher tava transando com meu marido, eu fui uma má menina, me bate pra me punir vai
Dei um tapa fraco em seu rosto, ela gemeu:
- Mais forte, vai, bate
Acertei uns 3 tapas estralados seguidos, não foi tão agressivo, mas deixou o rosto dela vermelho, ela gemeu muito, e sentou mais forte ainda.
- Isssooo, me desculpa, nunca mais eu vou mentir pra você
- Se você mentir, vai apanhar de novo
Sabrina ficou de quatro, e comecei a meter em sua buceta, enfiando o polegar em seu cuzinho, ela rebolava com muita vontade, eu sentia o tesão misturando com um amor fora do comum, Felipe estava certo, eu era otário, eu me apaixonei por uma mulher que gostava de ser minha puta na cama, e eu não conseguia esconder isso, comecei a bombar com força e o gemido da Sabrina se tornou a coisa mais linda que eu já ouvi em toda vida.
- Eu vou gozar...
- Goza de novo na minha bucetinha
- E se você engravidar?
- Gozaaaa...
Gozei, dessa vez eu iria me deitar cansado, mas Sabrina se levantou me puxando ao banheiro, tomamos banho juntos, não havia diálogo, só carinho e muito beijo na boca, ela me ensaboou inteiro, e ficamos abraçados sem falar nada sentindo a água cair em nossa pele, acho que ficamos no chuveiro por umas meia hora, quando Sabrina desligou o chuveiro, me beijou uma última vez, e só então eu falei:
- Porra... eu não sei se consigo separar isso, eu tento encarar isso só como putaria, mas eu to gostando de você, de verdade mesmo
Sabrina sorriu, um sorriso que cortou minha alma, mas não me respondeu, nos secamos, nos vestimos, e depois deitamos, ficamos ali, deitamos abraçados, olhando pro teto sem dizer uma palavra.
Sabrina pôs a cabeça em meu peito, eu lhe fazia um cafuné, dava pra sentir minha respiração e o coração acelerados.
O silêncio foi cortado por um:
- Sabe... eu preciso de você
- Como assim?
- Não vamos nos perder... eu vou mudar isso
- Mudar o que?
- Só... confia em mim, não me pergunte nada agora
Nos beijamos antes de nos levantar, senti Sabrina ficando triste, descemos e estava visível que Felipe tinha arrombado Fernanda e Bruna, elas estavam cansadas, sentadas no sofá de qualquer jeito assistindo um filme, Felipe estava na garagem lavando o carro, fomos embora pra casa, e depois daquele dia tudo mudou.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Jp.noir: Mal posso esperar a parte 8, esse é de longe o melhor conto que já li, é muito bom como você foca na narrativa, obrigado pela honra de poder lê essa história

    Responder↴ • uid:1dak5lend3