Desejos de uma Mãe parte 7 & 8 Final
Me recompus como pude e voltei para o quiosque. Vi Breno entrando no quarto. Fui ao banheiro, molhei o rosto e tentei acalmar o coração ainda disparado. Depois fui até o quarto de visitas e ouvi Roberto e Vivian cochichando.
Ele dizia que não aguentava mais esperar. Ela mandava ele ter calma, que ali não dava. Ele perguntou onde então. Vivian sugeriu que ela inventasse alguma coisa mais tarde e ele a levasse “comprar remédio” ou algo assim, para ninguém desconfiar. Houve um silêncio. Quando olhei, os dois estavam se beijando. Luci estava ali, deitada, e eu não sabia se ela tinha noção do que estava acontecendo.
Voltei para o quiosque. Logo depois eles apareceram e continuamos conversando normalmente. Fiquei o resto da tarde imaginando onde seria esse encontro deles. Acabei dormindo por volta das 16h e acordei com Roberto me chamando. Já estava escuro.
Ele disse que precisava ir na farmácia com Vivian comprar remédio para Luci. Ainda sonolenta, nem lembrei da conversa que tinha ouvido mais cedo. Respondi que tudo bem e eles saíram.
Fiquei mais um tempo na cama, depois fui ver como estava Luci. Ela estava quietinha, já com roupa de dormir. Fui tomar banho. Enquanto me ensaboava, lembrei da foda com Breno mais cedo — como tinha sido gostoso e diferente. Desci a mão e percebi que precisava dar uma depilada. Terminei deixando tudo lisinho.
Coloquei um baby-doll curto e fui para a cozinha fazer um sanduíche. Ao passar pelo quarto de Breno, a porta estava fechada. Enquanto preparava o lanche, pensei nos dois safados que tinham saído. Foi quando ouvi um som estranho — um gemido baixo que nunca tinha ouvido antes.
Fui na direção do quarto de visitas. A porta estava entreaberta. Luci estava de lado na cama e Breno deitado atrás dela, já dentro dela. Ele metia devagar, carinhoso. A mão deslizava pelos seios dela, apertando. O som que eu tinha ouvido eram os gemidinhos dela.
Aquela cena me deu um misto de tesão e ciúme. Eu queria estar no lugar dela. Fiquei ali, olhando e me tocando. Ele aumentou o ritmo. Dava para ver o pau grosso entrando e saindo da bucetinha peludinha dela. Por fim ele tirou, gozou na entrada e a porra escorreu. Depois arrumou a calcinha dela, guardou o pau no short, deu um beijo no rosto da prima e saiu.
Voltei correndo para o meu quarto. Não demorou muito e a porta abriu. Breno entrou e veio direto na minha direção. Parou ao lado da cama. Ficamos nos olhando em silêncio até ele abaixar o short. O pau ainda meio duro, com cheiro forte de sexo.
Peguei nele pela primeira vez. Quente, melado, latejando. Ele soltou minha mão e me olhou. Eu sabia o que ele queria. Comecei a bater uma punheta devagar, depois mais rápido. Nossos olhares não se desgrudavam. O pau dele ficou completamente duro na minha mão.
Ele segurou meus ombros, respirando fundo. Quando começou a gozar, não me contive: coloquei a boca e chupei enquanto ele jorrava na minha garganta. Engoli tudo. Depois ele foi me empurrando devagar para trás e tirou o pau da minha boca, ainda inchado e mole, apontando para baixo.
Sem dizer uma palavra, levantou o short e saiu do quarto.
Fiquei ali, com o gosto dele na boca, pensando que tinha acabado de mamar meu filho — o mesmo que tinha acabado de comer a prima.
Um tempo depois ouvi Roberto e Vivian chegando. Fui tomar banho. Quando saí, Roberto estava sentado na beira da cama mexendo no celular. Perguntei se tinham conseguido o remédio. Ele disse que sim, me deu um selinho e foi tomar banho.
Nem fui ver Vivian. Deitei e apaguei novamente.
Parte 8 Final
De manhã tomamos café juntos. Parecíamos até uma família normal. Depois do café, Vivian foi arrumar as coisas dela e de Luci para irem embora. Roberto ia levar as duas e Breno pegaria carona como sempre. Assim que saíram, fiquei sozinha em casa pensando em tudo que tinha rolado naqueles dias. O dia passou rápido. Roberto e Breno não vieram almoçar. Tirei um cochilo à tarde e, quando acordei, eles já estavam em casa.
Fui preparar o jantar. Roberto me avisou que ia sair com os amigos. Na hora vi Breno me olhando do quarto dele. Senti um calafrio. Sabia que ele não ia perder a oportunidade.
Por volta das 19h Roberto saiu. Eu estava na sala assistindo TV e olhei para o quarto de Breno — a porta estava fechada. Levantei, fui tomar banho e fiquei ansiosa pensando no que poderia acontecer.
Saí do banho enrolada na toalha. Quando levantei o rosto, Breno estava em pé no meio do quarto.
— Oi filho… aconteceu alguma coisa? — perguntei com a voz trêmula.
Ele veio na minha direção, segurou minha cintura e me prensou contra a parede. Geleia.
— Filho, não faz isso… — falei, mas minha respiração já estava pesada.
Ele segurou minha nuca, virou meu rosto e mordeu meu pescoço. A outra mão desceu por baixo da toalha e tocou minha buceta. Os dedos deslizaram para dentro com maestria. Fiquei molhada na hora.
Ele se afastou um pouco, puxou a toalha com força e me deixou completamente nua. Tocou meus seios devagar, me deixando ainda mais excitada. Tentei falar de novo, mas ele me virou de repente e me jogou de bruços na cama. Minha bunda ficou totalmente exposta.
Sem rodeios, ele empurrou o pau para dentro de mim. Soltei um gemido alto. Ele começou a socar forte. Estocada atrás de estocada. Virou-me de frente, abriu minhas pernas e meteu de novo, me olhando com fome. Chupou meus peitos enquanto me fodia. Cravei as unhas nas costas dele e enrolei as pernas em volta do corpo dele. Estava completamente entregue.
Ele me puxou e me colocou por cima. A voz rouca mandou:
— Cavalga, mãe.
Comecei a subir e descer devagar no pau dele. Meus seios balançavam. Ele apertava eles com força. Depois a mão dele desceu e tocou meu cuzinho. Aquilo me fez perder o controle.
— Filho… eu vou gozar…
Ele me apertou contra o corpo e respondeu:
— Eu também… geme pra mim.
Gozei forte, tremendo no pau dele. Ele urrou e gozou junto, enchendo minha buceta. Fiquei ali em cima, sentindo ele pulsar dentro de mim. Nossas respirações eram o único som no quarto.
Ele não saiu. Começou a mexer devagar de novo, já endurecendo. Não acreditei que ele queria mais. Comecei a acompanhar o movimento. Logo ele estava duro de novo, metendo fundo. O som molhado ecoava.
— Geme, mãe… quero ouvir você gemendo.
— Você gosta de ouvir a mãe gemendo, né? — perguntei, safada. — Então goza em mim de novo… eu sou sua…
As estocadas ficaram mais brutas. Gozamos pela segunda vez. Fiquei alguns minutos em cima dele até reunir forças para sair.
Coloquei a mão na buceta — estava ensopada da porra dele. Olhei: o pau dele descansava mole na coxa. Levantei e fui para o banho. Fiquei um tempo debaixo do chuveiro, as pernas trêmulas, me sentindo leve.
Quando voltei para o quarto, ele não estava mais lá. Só tinha uma mancha molhada no lençol onde a porra dele tinha escorrido de mim. Deitei sobre ela e apaguei.
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