Manual de como foder um viado
João cai na lábia do macho escroto... E se odeia por isso
Manual erótico: Como comer um viado
Você começa de longe, sem pressa. Toda vez que passa por ele, deixa o corpo roçar no dele de propósito, como se fosse acidente. Ombro no ombro, quadril tocando de leve, a mão “sem querer” esbarrando na coxa. Ele sente o volume do seu pau já duro. Você sente o cheiro doce dele e o nervoso que sobe.
Fala baixo, bem perto do ouvido:
— Relaxa… eu não tenho preconceito nenhum. Isso aqui fica só entre a gente. Ninguém vai ficar sabendo de porra nenhuma.
Ri das piadas dele, mesmo as mais safadas. Encosta mais. Quando ninguém está olhando, passa a mão bem de leve na bunda dele, aperta com força e solta rápido. Depois, quando ele já está com o pau duro dentro da calça, você chega por trás, cola o corpo e fala no ouvido:
— Já tô sentindo esse cu tremer… quer que eu enfie de verdade?
Arruma um jeito de ficar sozinho com ele. Banheiro, carro, quarto vazio, tanto faz. Assim que a porta fecha, você não perde tempo. Empurra ele de frente pra parede, ajoelha só o suficiente pra abaixar a calça dele até os joelhos. Cospe no próprio pau, cospe no cu dele e enfia dois dedos de uma vez, abrindo sem carinho.
Vira ele de costas, segura o cabelo com uma mão e enfia o pau de uma vez só até o fundo. Ele grita abafado. Você segura firme, mete forte, batendo a bunda dele no seu corpo, sem nenhuma piedade:
— Isso… engole esse pau inteiro. Fala baixinho que é gostoso, senão alguém escuta.
Você fode ele sem dó. Mão na boca dele pra abafar os gemidos, outra mão apertando o pescoço ou batendo na bunda. Alterna entre socos profundos e pausas lentas, só a cabeça do pau entrando e saindo, provocando o cu a se fechar em volta. Quando sente que ele está no limite, acelera de novo, bem bruto, até gozar dentro, enchendo o cu dele de porra quente.
Depois, ainda com o pau pulsando lá dentro, sussurra no ouvido dele:
— Agora aperta e segura tudo. Não deixa escorrer. E lembra: isso aqui nunca aconteceu. Ninguém vai saber.
Você sai primeiro, arruma a roupa e deixa ele ali, com as pernas tremendo, o cu escorrendo e o pau latejando sozinho.
É assim que se come um viado: sigilo, provocação, mão firme no cabelo e pau fundo no cu.
E foi assim que eu comi o João
João, bichinha novinha, virgem. Cabelo sempre arrumadinho, voz baixinha, jeito delicado demais pra quem já tinha idade de saber o que fazia. Eu comecei do jeito que sempre faço: roçando sem querer, rindo das piadas dele, falando baixo que ninguém ia ficar sabendo de nada. Um dia consegui ficar sozinho com ele no banheiro do fundo. Empurrei contra a parede, abaixei a calça dele até os joelhos e enfiei sem enrolação. O cu apertado, seco, resistindo. Ele soltou um gemido abafado, quase um soluço. Eu só segurei o cabelo e meti até o fundo.
Saí primeiro, arrumei a roupa e fui embora. Não notei que ele ficou ali, encostado na parede, chorando baixo depois que a porta fechou.
Comi de novo duas semanas depois. Dessa vez no carro, estacionado longe. Mesma coisa: ele de quatro no banco de trás, eu segurando o cabelo, entrando fundo, sem pressa de ser gentil. Ele gemia e apertava o assento. Quando gozei dentro, ele ficou quieto. Eu limpei o pau na própria camisa e mandei ele se vestir rápido.
Na terceira vez foi pior. Quarto vazio de um amigo, porta trancada. Eu já estava metendo com força, a mão no pescoço dele, o outro braço segurando o quadril, quando ele começou a chorar de verdade. Soluços abafados no travesseiro, o corpo tremendo debaixo do meu. O cu ainda apertava o meu pau a cada soluçada.
Viado é pra usar, pensei.
Apertei mais o pescoço, meti mais fundo e gozei mesmo assim, enchendo ele de porra enquanto ele chorava. Fiquei um pouco dentro, sentindo as contrações do cu molhado, depois saí devagar. Ele continuava de bruços, soluçando. Eu me vesti, abri a porta e saí sem olhar pra trás.
Ninguém ficou sabendo.
Ninguém nunca fica.
João começou a me evitar.
Sumiu dos lugares, não respondia mensagem, atravessava a rua quando me via. Beleza. Tem mais viado pra comer. Quem liga pra aquela bixa chorona?
Antonio era amigo dele. Mais velho, mais esperto, bichinha experiente que já sabia o jogo. Um dia no mesmo banheiro do fundo eu só olhei e ele já entendeu. Sorriu de canto, virou de costas sozinho, abaixou a calça até as coxas e abriu as pernas. Nem precisei falar nada.
Enfiei de uma vez. O cu dele recebeu fácil, quente, molhado, se abrindo gostoso em volta do meu pau. Ele gemia baixo, sorrindo contra a parede, empurrando a bunda pra trás a cada estocada. Eu segurei o cabelo, meti fundo, sem pressa, sem carinho. Ele gostava. Apertava, soltava, apertava de novo, como quem sabe exatamente o que faz.
Quando eu estava perto de gozar, ele falou baixo, ainda sorrindo, a voz rouca:
— Continua… enche esse cu.
Gozei dentro, bem fundo. Fiquei um pouco parado, sentindo o cu dele pulsar. Aí ele se virou de leve, e olhou pra mim com aquele sorrisinho cínico:
— Você é um lixo, sabia?
Só um pau. Mais nada.
O João é idiota mesmo por achar que você podia ser alguma coisa além disso.
Eu só puxei a calça, arrumei a camisa e saí. Ele ficou ali, limpando a porra que escorria pela coxa, ainda sorrindo.
Eu forcei o encontro.
Chamei João pra um canto escuro, longe de todo mundo. Ele veio relutante, braços cruzados, olhar no chão. Assim que fechamos a porta ele já soltou:
— Não confio em você. Pra você eu sou só um cu. Não quero mais.
A raiva subiu rápido. Eu ri na cara dele, sem humor nenhum.
— E o que você esperava, porra? Que a gente virasse as duas bixinhas de mãos dadas andando na rua? Que eu te apresentasse pra família? Você é viado, João. Eu te usei. É isso que se faz com viado.
Ele começou a chorar mais alto, a voz quebrando:
— Escroto. Preconceituoso do caralho. Você é um lixo.
Eu puxei ele pelo braço com força, juntei o corpo no dele e fiz a única coisa que nunca tinha feito. Segurei o rosto dele com as duas mãos e beijei a boca. Forte. Sem carinho. Língua entrando, dentes batendo, o gosto salgado das lágrimas misturado com o beijo.
Ele tentou empurrar, soluçou dentro da minha boca, mas eu segurei firme. Continuei beijando até ele parar de resistir e só tremer. Quando soltei, a boca dele estava vermelha, o queixo molhado de saliva e lágrima.
Eu olhei pra ele e falei baixo, quase no ouvido:
— Agora cala a boca.
E enfiei a mão no cabelo dele de novo.
João me empurrou.
Com uma força que eu não acreditei que aquela bichinha tinha. Me bateu contra a parede, os olhos ainda vermelhos de choro, mas agora duros.
— Só tem um jeito de eu acreditar em você — ele disse, a voz baixa e firme.
Puxou minha calça pra baixo de uma vez. Me virou de frente pra parede. Eu podia ter parado. Podia ter empurrado de volta. Mas não fiz nada. Fiquei parado, sentindo o ar frio na bunda, o coração batendo rápido demais.
Ele cuspiu na mão, passou no próprio pau e enfiou.
A dor foi insana. Queimou, rasgou, me tirou o ar. Eu soltei um gemido baixo, os dedos apertando a parede, as pernas tremendo. Ele não esperou eu me acostumar. Segurou meu quadril e meteu fundo, seco, sem piedade. Cada estocada doía mais que a anterior. Eu sentia o pau dele abrindo caminho à força, o cu arder, o corpo inteiro tenso.
Ainda assim eu deixei.
Deixei ele foder meu cu enquanto eu mordia o próprio braço pra não gritar. Deixei ele gemer no meu ouvido, rápido, raivoso. Deixei ele gozar dentro, quente, profundo, enchendo aquilo que eu nunca tinha dado pra ninguém.
Quando ele saiu, a dor ainda latejava. Eu fiquei encostado na parede, a calça no tornozelo, a porra escorrendo pela coxa. João se vestiu em silêncio. Antes de sair, olhou pra mim uma última vez.
— Agora a gente tá quites.
A porta bateu. Eu continuei ali, sentindo o cu arder e o orgulho escorrer junto com a porra.
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Comentários (1)
Edson: Perfeito! Há muitos homofóbicos que curtem, mas que se utilizam do sexo não apenas para terem prazer, mas para phoder com a "autoestima" daqueles que se submetem a eles. Por sorte quase sempre identifico quem é assim e nem me envolvo. Identifico um que me foi assim, mas serviu de aprendizado.
Responder↴ • uid:oqzmbxqjymq