Incesto a força parte 1
Eu, Rogério, 40 anos. Casado com Tatiana, 38. Pai da Duda, 18. Uma família comum… até aquela madrugada.
Duda chegou em casa completamente bêbada depois do casamento. A amiga, Bárbara, quase a carregava. Eu ajudei a colocar a minha filha na cama. Foi quando Bárbara se ofereceu pra tirar a roupa dela e colocá-la no chuveiro. Aceitei. O estado dela era lastimável. Saí do quarto e deixei as duas sozinhas.
Minha esposa estava de plantão. Liguei pra avisar. Ela mandou dar glicose da caixa de remédios e ficar de olho. Se piorasse, hospital. Esperei.
Quando Bárbara saiu do quarto, me disse que a Duda tinha reagido e estava deitada. Repassei o que a Tatiana falou. Bárbara foi embora — o pai dela estava esperando lá fora.
Entrei no quarto.
Duda estava deitada de lado, completamente nua. Bárbara tinha deixado ela assim. Sem cobertor, sem nada. Aquele corpo de 18 anos exposto na minha frente pela primeira vez.
Parei. Meu olhar desceu devagar pela curva da cintura até o rabo. Redondo, firme, as nádegas se tocando de leve. Nunca tinha reparado naquilo. Me aproximei. Inclinei o corpo. Entre as coxas, a buceta dela aparecia carnuda, inchada, completamente lisa. Os lábios grossos se abriam um pouco, e o clitóris pequeno e rosado sobressaía, inchado. A fenda estava úmida, brilhando na penumbra.
Virei pro outro lado. Os peitos dela estavam caídos de lado, pesados, a pele arrepiada. Os mamilos duros, escuros, pontudos. Respirei fundo. A mão foi direto pro meu pau. Já estava semi-duro só de olhar. Apertei forte por cima da bermuda, sentindo ele latejar.
Fiquei ali, parado, olhando o rabo dela por um tempo que pareceu eterno. Até que ela murmurou, embriagada:
— Bárbara…
— Bárbara já foi, filha.
Ela se mexeu, a voz embargada:
— Tô com frio… me cobre…
Puxei o lençol por cima dela. A visão desapareceu. Fiquei andando de um lado pro outro do quarto, o pau já duro pra valer dentro da bermuda, esperando ela se descobrir de novo. O corpo dela se mexia debaixo do tecido. Então a voz dela veio baixa, rouca:
— Pai…
— Oi.
— Me abraça…
Meu coração disparou. Deitei na cama sem me cobrir. Ela puxou o lençol e me puxou pra debaixo dele. Quando levantei o tecido, meus olhos foram direto pro rabo nu dela de novo. Encostei o peito nas costas dela e a abracei por trás.
Minhas mãos encontraram os peitos quentes, macios. Os mamilos ainda duros roçaram na palma da minha mão. Eu apertei de leve. Meu pau, já totalmente ereto, encaixou entre as nádegas dela. Comecei a encoxar devagar, esfregando o volume grosso da bermuda naquela fenda quente.
Ficamos assim. O calor do corpo dela, o cheiro de álcool misturado com o cheiro dela, o gemido baixo que ela soltou quando eu apertei mais os peitos…
Foi quando o pensamento veio, sujo, direto:
Ela está bêbada. Não vai perceber.
Passei a mão pela cintura, puxei o elástico da bermuda e do short pra baixo. Meu pau saltou livre, grosso, veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo. Empurrei o quadril pra frente e enfiei o pau inteiro entre as nádegas dela, a glande roçando na entrada molhada da buceta enquanto eu voltava a apertar os peitos dela com força.
Ela só suspirou, abriu um pouco mais as pernas e empurrou o rabo contra mim.
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Comentários (1)
JairBrasil: Excelente continue, conte-nos cada detalhe
Responder↴ • uid:1dak5vpxia