#Incesto #Teen

Natasha: o aviso do pai e o desejo pelo tio gêmeo

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Natasha

Na noite anterior à viagem, ainda em casa, a tensão sexual entre nós três estava insuportável. As malas já estavam prontas na sala, organizadas para sairmos assim que o sol nascesse. O pai trancou a porta do quarto e nos chamou para dentro.

Eu entrei primeiro, só de camisola curta. Meu irmão veio logo atrás, sem camisa. O pai fechou a porta e se aproximou, o olhar já carregado de desejo.

— Amanhã a gente vai para a fazenda… mas hoje a gente ainda tem a noite toda — murmurou ele, puxando a alça da minha camisola.

Ele me beijou com fome enquanto meu irmão se posicionava atrás de mim, apertando minha bunda e beijando meu pescoço. Em poucos minutos eu já estava nua entre os dois. O pai me deitou na cama e abriu minhas pernas, chupando minha bocetinha com vontade enquanto o irmão colocava o pau na minha boca.

Eu gemia abafada, chupando o irmão enquanto o pai me chupava. Depois eles trocaram. O irmão me fodeu primeiro, metendo fundo e forte, enquanto eu chupava o pai. Gozei apertando o pau do irmão, gemendo alto.

Quando ele saiu, o pai entrou na minha bocetinha ainda molhada e me fodeu com força, chamando-me de filhinha safada. O irmão se ajoelhou na minha frente e me fez chupar de novo. Os dois me usaram sem pressa, trocando de posição várias vezes. Em um momento eu estava de quatro, o pai me comendo por trás e o irmão fodendo minha boca. Em outro, eu cavalgava o pai enquanto o irmão me chupava os seios.

Gozamos várias vezes. O pai gozou dentro de mim, o irmão na minha boca e depois de novo na minha bocetinha. No final, os três suados e ofegantes, nos abraçamos na cama.

Dormimos juntos, eu no meio, com um pau semi-duro encostado em cada lado do meu corpo.

As malas estavam prontas. Assim que o sol nascesse, partiríamos para a fazenda.

Antes de sairmos, ainda no carro, meu pai olhou para nós dois pelo retrovisor e falou sério, a voz baixa:

— Na fazenda a gente tem que ter muito cuidado. Tem gente demais. Não podemos ser pegos. Entenderam?

Eu e meu irmão assentimos em silêncio. O coração já batia mais forte só de imaginar o risco.

Chegamos na fazenda no final da tarde. Eu, meu irmão e meu pai descemos do carro com as malas. O ar era diferente — cheiro de terra molhada, madeira e pasto. A casa grande dos avós ficava no alto de uma pequena elevação, cercada por árvores e estábulos.

Meus avós vieram nos receber na varanda, sorridentes. Atrás deles apareceu a tia Flávia com o marido, e logo em seguida meus primos Lucas e Fernando. Mais atrás vinha o tio Márcio — o irmão gêmeo do meu pai — acompanhado das esposas e da filha Júlia.

Quando vi o tio Márcio, meu corpo inteiro reagiu. Ele era idêntico ao meu pai: mesmo rosto, mesmo corpo atlético, mesmo olhar intenso. Só o cabelo era um pouco mais grisalho nas laterais. Na hora que nossos olhares se cruzaram, eu já fantasiava. Imaginar o meu pai e o irmão gêmeo dele me comendo ao mesmo tempo me deixou molhada na mesma hora. Eu me vi de quatro, um pau na boca e outro no cu, os dois me chamando de filhinha e putinha ao mesmo tempo.

Aperte a coxa do meu irmão sem ninguém perceber. Ele me olhou de lado e sorriu de leve, como se já soubesse o que eu estava pensando.

— Bem-vindos — disse o avô, abrindo os braços. — A casa é de vocês.

Enquanto todos se cumprimentavam, eu não tirava os olhos do tio Márcio. Ele me olhou de volta por um segundo a mais do que o necessário. O mesmo olhar de desejo que eu já conhecia tão bem no meu pai.

A fazenda prometia ser muito mais quente do que eu imaginava.

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