#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Tentação de uma filha

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Maquik

Meu nome é Bernardo, tenho 49 anos. Fui casado com Natália, hoje com 44 anos, e temos uma filha, Brenda, que acabou de completar 17 anos — uma menina linda, já bem desenvolvida. Depois da separação, tudo correu de forma tranquila. Eu não queria mais continuar o casamento e ela também não. Mantivemos uma boa relação. Às vezes eu ia na casa deles, fazíamos churrasco, conversávamos normalmente.
Certa vez, Natália me convidou para passar o Réveillon com eles numa casa de praia que alugaram. No começo eu disse que não, mas acabei mudando de ideia e fui junto com eles e com a Brenda.
Os dois primeiros dias foram ótimos: muita bebida, risada e resenha. No dia 31, à noite, saímos para a praia lotada de gente. Voltamos para a casa por volta das duas da manhã, todos bem altos de champanhe. Brenda, que estava no primeiro porre da vida, também estava bem alegre.
Já em casa, ainda ficamos um tempo conversando na beira da piscina. Até que Brenda disse que ia dormir e entrou. Pouco depois, o clima entre Natália e Fabiano (o atual marido dela, de 42 anos) começou a esquentar. Achei melhor dar privacidade e entrei também. Me despedi e fui para o quarto.
Tomei um banho demorado no escuro, vesti só um short e me deitei. Estava mexendo no celular quando ouvi um gemido baixinho. “Porra, tá bom…”, pensei. Devem estar transando na sala. Tentei me concentrar no telefone, mas não conseguia. Levantei, abri a porta devagar e fui até a sala. Nada. Os gemidos continuavam, agora mais abafados.
Fui me aproximando do quarto deles. A porta estava fechada. Encostei o ouvido e quase não escutava mais. Estranhei. Fui andando pelo corredor e foi então que percebi: os gemidos vinham do quarto da Brenda. A porta estava entreaberta.
Meu coração quase parou quando olhei.
Brenda estava de ladinho, de frente para a porta, completamente nua. Fabiano estava atrás dela, metendo com força. Ele segurava um dos peitos dela com a mão grande enquanto empurrava o quadril. Ela gemia baixinho, pedindo:
— Isso… mete mais fundo…
O pau dele era grosso, visivelmente grande — devia ter entre 19 e 21 centímetros. Ele entrava inteiro na bucetinha dela com estocadas firmes. Fiquei paralisado. Minha cabeça girava. Não conseguia raciocinar direito.
O pior (ou melhor) foi que meu pau endureceu na hora. Fiquei ali, encostado na parede ao lado da porta, tentando processar aquilo tudo. Se alguém descobrisse, ia ser uma merda enorme. O que eu devia fazer? Interromper? Sair? Ficar?
Os gemidos só aumentavam. Meu pau latejava dentro do short. Tentei resistir, mas acabei olhando de novo.
Eles tinham mudado de posição. Agora Brenda estava de quatro, mamando o pau dele na minha direção. Mesmo com a luz baixa, dava para ver o corpo dela se mexendo. Depois ela subiu nele, sentou e começou a cavalgar devagar, depois mais rápido. Aquela cena… minha filha linda cavalgando o pau grosso do marido da mãe dela… foi demais.
Comecei a apertar o pau por cima do short, tímido no começo. Logo estava batendo uma no mesmo ritmo das reboladas dela. Os gemidos gostosos da Brenda me deixavam louco. Ela cavalgava com vontade, os peitos balançando, até que Fabiano avisou que ia gozar.
Brenda saiu de cima rapidamente e começou a chupar ele com fome. Foi o suficiente pra mim. Gozei forte, quase ao mesmo tempo que ele.
Ainda com o pau latejando, voltei para o quarto em silêncio. Aquela foi a noite mais longa da minha vida. Fiquei horas acordado, com a imagem dela cavalgando na cabeça. Será que Natália sabia? Será que isso acontecia sempre? E se ela descobrisse? E se eu tivesse sido pego?
Foram tantas perguntas que, só de madrugada, consegui dormir.

Parte 2

Na manhã seguinte acordei com a voz meiga da Brenda me chamando:
— Bom dia, pai! Levanta pra tomar café.
Aquela mesma voz que, poucas horas antes, gemia pedindo para meter mais fundo. Quando abri os olhos, ela estava parada na porta do quarto só de biquíni. Caralho… que corpo. O rabo empinado, a cintura fina, os peitos firmes marcando o tecido. Nunca tinha olhado para ela daquele jeito. Ela sorriu e saiu. Meus olhos acompanharam cada passo.
Levantei com o pau meio duro. Será que eu estava começando a sentir tesão pela minha própria filha?
Tomei banho e fui para a cozinha. Todos já estavam lá. Fabiano agia como se nada tivesse acontecido, conversando normalmente com Natália, que não fazia a menor ideia do que rolou de madrugada. Tentei agir naturalmente e tocar o dia.
Fomos para a praia, bebemos bastante. Sempre que dava, eu olhava para Brenda naquele biquíni socado. O tesão era absurdo. Não percebi nenhum olhar diferente entre ela e Fabiano — pareciam normais. Como ela conseguia fazer aquilo com o marido da própria mãe?
Em determinado momento, voltamos para casa para pegar mais cerveja. Enquanto eu arrumava o cooler, Natália apareceu. Estava bem alcoolizada, mas ainda continuava gostosa pra caralho. Os seios fartos, aquele rabo que a Brenda claramente puxou dela. Ela veio por trás e me abraçou.
— Tá bêbada? — perguntei.
Ela riu:
— Mais ou menos…
— Para com isso, Natália. Se o Fabiano chegar e ver isso vai dar merda.
— Dá nada…
A mão dela desceu direto para dentro da minha sunga e apertou meu pau. A sensação foi imediata. Olhei para ela e ela falou baixinho:
— Só uma mamadinha… pelos velhos tempos.
Não resisti. Ela abaixou minha sunga e começou a me chupar ali mesmo na cozinha. Porra, como ela mamava bem. Tinha esquecido o quanto era gostoso. Enquanto ela me chupava com vontade, minha mente viajou e lembrei da Brenda cavalgando na noite anterior. Sem pensar, comecei a foder a boca dela com mais força.
Eu queria mais. Puxei ela, virei de costas e falei:
— Vira.
— Aqui é perigoso… — ela sussurrou.
— Que se dane.
Puxei o biquíni dela de lado e enfiei de uma vez. Natália gemeu alto:
— Aiii, safado!
Comecei a meter com força. Estava delicioso. Ele tinha comido nossa filha, então eu ia comer a mulher dele. Estava tudo perfeito até ouvirmos a voz da Brenda chamando. Paramos na hora. Natália correu para o quarto e eu voltei a arrumar o cooler como se nada tivesse acontecido.
Brenda entrou perguntando pela mãe. Disse que ela estava no quarto e ela foi atrás. Aproveitei e voltei para a praia.
Minutos depois as duas chegaram. Brenda então falou que tinha um bloquinho rolando e perguntou se a gente queria ir. Todo mundo topou. Era um carro de som com umas 200 pessoas atrás. Foi divertido, mas eu só conseguia pensar em comer a Natália. O que realmente me deixou ligado foi ver Brenda pulando de biquíni. Às vezes ela vinha me abraçar, encostando o corpo quente no meu. Diferente de antes. Fiquei o tempo todo observando cada detalhe dela.
No caminho de volta para casa, Brenda me chamou para andar na areia. Fabiano e Natália foram na frente. Caminhamos conversando até ela me chamar para entrar na água. Insisti que não, mas ela não desistiu. Acabei entrando.
Entre as brincadeiras, meu pau ficava duro. Em certo momento ela perguntou:
— Pai, você ainda gosta da mamãe?
— Gosto.
— Tô falando de outro tipo de gostar…
— Como assim?
Ela sorriu:
— Sabe quando eu fui procurar ela em casa e você disse que ela estava no quarto? Eu vi vocês dois.
Meu coração gelou. Fiquei sem reação. Ela continuou:
— Relaxa, não vou falar nada pro Fabiano.
Nesse momento ela me abraçou por cima, cruzou as pernas na minha cintura. Senti a bucetinha dela quase encostando no meu pau, que endureceu na hora.
— Você tá em forma, hein? — ela disse rindo.
Ficamos assim, eu segurando aquela cintura fina, os peitinhos dela marcando o biquíni. Ela jogou o tronco para trás e depois voltou, fazendo meu pau roçar bem na entrada da buceta dela. Agiu como se fosse natural. Ficamos alguns minutos maravilhosos daquele jeito, o pau latejando encostado nela. Ela mexia o quadril devagar, provocando.
Depois pediu para voltarmos. Fomos para casa em silêncio, só rindo discretamente.
À noite, depois do jantar e de um vinho bom, os olhares entre mim e Natália, e entre mim e Brenda, estavam carregados. Por volta das 23h todos foram para os quartos.
Fiquei pensando se teria coragem de ir até o quarto da Brenda. Achei melhor não. Estava indo dormir quando recebi uma mensagem dela, de 20 minutos antes:
“Pai, tá acordado? Estou sem sono… posso dormir aí?”
Respondi, mas ela não visualizou. Fui até o quarto dela. A porta, mais uma vez, estava entreaberta.
Não era para dormir comigo.
Brenda estava deitada de camisola, pernas abertas, e Fabiano mais uma vez metendo nela. Ela tinha as pernas cruzadas na cintura dele, gemendo baixinho. Ele chupava os peitinhos dela com vontade.
Nossos olhares se cruzaram. Ela me viu ali na porta. Em vez de se assustar, mordeu o lábio e sorriu. Comecei a bater punheta olhando para eles. Ela não tirava os olhos de mim, gemendo mais alto:
— Isso… vai… não para…
Fabiano aumentou o ritmo. Ela provocava:
— Mete fundo… quer gozar na minha boquinha?
Eu batia cada vez mais forte. Ela mexeu os lábios sem emitir som, só para mim:
“Goza, papai… goza.”
Gozei feito um louco, espirrando na porta do quarto. Fabiano gozou na boca dela logo em seguida. Fiquei ali até ela terminar de limpar ele, depois voltei para o meu quarto.
Deitei sem conseguir parar de pensar no que tinha acontecido. Minha filha era uma putinha. E eu estava cada vez mais envolvido nisso.

Parte 3

Na manhã seguinte acordei cedo. A casa estava em silêncio. Rodei por todos os cômodos e não tinha ninguém acordado. Fui até o quarto da Brenda, mas a porta estava trancada. Tomei um banho longo, tentando organizar os pensamentos, mas era impossível. Toda vez que lembrava da cena da noite anterior, meu pau endurecia na hora.
Saí do banheiro, me arrumei e encontrei Fabiano e Natália já na cozinha tomando café. Brenda ainda dormia. Depois do café, Natália foi chamá-la. Quando ela apareceu, nos arrumamos e fomos para a praia.
No caminho, Brenda segurou meu braço. Fabiano e Natália estavam alguns metros à frente. Ela então perguntou baixinho:
— Por que demorou pra me responder ontem?
Engoli seco e disse que não tinha visto a mensagem na hora. Ela deu um sorrisinho:
— Hummm… Dormiu relaxado?
Fiquei em silêncio por um momento e resolvi perguntar:
— Você acha certo o que tá fazendo?
Ela ficou quieta por alguns segundos e respondeu:
— Desculpa…
— Quando isso começou? — perguntei.
— Faz mais ou menos um mês. Estávamos sozinhos em casa e acabou acontecendo.
— Sua primeira vez foi com ele?
— Ahhh, pai… assim você me deixa sem jeito — ela riu, claramente envergonhada, mas continuou: — Posso te perguntar uma coisa?
— Pode.
— Você gostou do que viu?
Hesitei, mas acabei falando a verdade:
— Gostei.
Ela começou a rir e disse:
— Eu também gostei de ver você me olhando.
Depois saiu correndo na direção da mãe, me deixando ali com a cabeça a mil. Minha filha era safada demais.
Na praia o dia passou quase normal — digo “quase” porque eu não conseguia tirar os olhos dela naquele biquíni. Meu desejo só aumentava a cada hora.
À noite, depois da pizzaria, cada um foi para o seu quarto. Ativei as notificações do celular e fiquei esperando. Nada. Levantei para pegar água na cozinha e, mesmo com a porta fechada, dava para ouvir Fabiano e Natália transando. Não quis me torturar e voltei. A porta da Brenda também estava fechada.
Assim que me deitei, chegou uma mensagem nova:
“Pai, posso ir dormir com você?”
Meu coração disparou. Respondi: “Sim, filha.”
Nem dois minutos depois ela entrou no quarto, vestindo uma camisola diferente, mais curta e fina. Deitou do meu lado e sussurrou:
— Nossa, que cama quentinha… Me abraça, vai.
Meio sem jeito, passei o braço em volta dela. Antes de encostar completamente, puxei rápido a cabeça do pau para fora do short. Quando nossos corpos se colaram, senti o calor dela. Ficamos um tempo assim, sem nos mexer.
Então ela começou a mover o quadril bem devagar. Meu pau foi ficando cada vez mais exposto, roçando direto no seu rabo. O silêncio era total, só se ouvia nossa respiração. O cheiro dos cabelos dela tomava conta do quarto.
Coloquei a mão por cima do lençol e deixei na cintura dela. Brenda continuou rebolando devagar. De repente, a mão dela desceu por baixo do lençol e tocou a cabeça do meu pau. Que delícia. Ela começou a massagear, apertando devagar. Tomei coragem e subi a mão até os peitinhos dela, apertando por cima da camisola. Eram macios, firmes, com os bicos durinhos.
Levantei um pouco o lençol e olhei: ela sem calcinha, batendo uma devagar enquanto esfregava a bunda em mim. Puxei ela mais para perto, mostrando o que eu queria. Brenda posicionou a cabeça do meu pau na entrada da bucetinha e foi descendo.
Ela apertou minha perna e respirou fundo quando entrei. Empurrei devagar até sentir que estava todo dentro. Ela gemeu baixinho no travesseiro. Meu pau não era tão grosso quanto o do Fabiano, mas era comprido. Comecei a aumentar o ritmo. Ela mordia o travesseiro para abafar os gemidos.
Desci a mão e comecei a massagear o grelinho dela enquanto metia. Brenda se contorcia toda. Depois pedi para ela me chupar. Ela virou o rosto, sorriu e disse “tá”. Desceu por baixo do lençol e começou a mamar com vontade — melhor que muita mulher experiente que já peguei.
Não demorou muito e ela subiu em mim, colocou os peitos na minha boca e eu chupei com fome. Com a mão, ela guiou meu pau para trás, na direção da bundinha. Sentou devagar, gemendo baixinho, e foi aumentando a velocidade. Cavalgava olhando nos meus olhos.
Em certo momento ela mordeu meu ombro e sussurrou no meu ouvido:
— Vou gozar, pai…
Acelerei as estocadas. Gozamos juntos, forte. Senti meu pau pulsando dentro dela enquanto ela tremia.
Depois ela deitou sobre mim, suada e ofegante. Fiquei ali pensando: “Não acredito que fiz isso… gozei dentro da minha própria filha.”
Mas já era tarde para arrependimento. Ela apagou em cima de mim. Eu também acabei dormindo.

Parte 4 - Final

Acordei e logo vi que não tinha sido sonho. Brenda dormia ao meu lado, completamente nua. Fiquei olhando para ela por alguns segundos: o corpo jovem, os peitos firmes, a pele macia. A consciência me castigava pesado — “como pude fazer isso com minha própria filha?” —, mas meu corpo queria mais. Meu pau já estava duro só de olhar para ela ali.
Levantei devagar, cobri ela com o lençol e fui para o banheiro. Quando estava entrando, Natália bateu na porta. Abri. Meu pau ainda estava meio duro. Ela perguntou baixinho se Brenda tinha dormido lá. Abri mais a porta e ela viu a filha dormindo na minha cama. Fez um sinal de “legal” com a cabeça e saiu sem falar nada.
Tomei banho pensando na noite anterior. Meu pau ficou duro que nem pedra. Demorei um pouco para relaxar. Quando saí, Brenda já estava acordada. Ela sorriu e me deu bom dia como se nada tivesse acontecido. Respondi normalmente e terminei de me arrumar.
Então ela falou:
— Pai, foi a melhor noite desde que chegamos aqui.
Fiquei sem jeito e respondi só:
— Que bom, filha.
Ela levantou nua, veio até mim e me abraçou forte. Meu corpo reagiu na hora. Queria jogar ela na cama e continuar o que começamos de madrugada, mas me contive. Dei um beijo na testa dela e saí do quarto.
Durante o dia inteiro não parei de pensar nela. Tentei ao máximo evitar ficar sozinho com Brenda. Na praia, tudo correu mais ou menos normal. No final da tarde, ela e Natália disseram que queriam sair à noite, já que era a última ali na praia. Eu disse que não estava afim. Fabiano topou. Então eles saíram os três.
Fiquei em casa sozinho, pensando em tudo aquilo.
Por volta das 22h, Natália e Fabiano voltaram sem a Brenda. Perguntei onde ela estava e eles disseram que ela encontrou uns colegas da escola e ficou com eles. Os dois foram direto para o quarto. Não demorou muito e comecei a ouvir os gemidos deles transando. Nem me aproximei.
Já passava da meia-noite. Eu estava sentado na sala, no escuro, quando ouvi o portão abrir. Pensei que era Brenda e resolvi conversar com ela, dizer que o que aconteceu não podia se repetir.
Mas escutei vozes vindo da área de serviço. Fui até a cozinha, abri a porta devagar e olhei.
Era Brenda com um homem mais ou menos da minha idade. Ela disse:
— Obrigada, tio, por me trazer.
Ele respondeu que não foi nada. Depois cobrou:
— Você ficou de me dar uma resposta da última vez…
Brenda sorriu:
— Para, tio… eu nem devia ter feito aquilo.
— Mas fez. E eu quero mais.
— Não, tio. Se minha tia descobre, estamos ferrados.
Ele abriu o short, tirou o pau para fora — uma rola grande, grossa. Brenda olhou, deu um sorrisinho safado e disse:
— Só dessa vez, tá bom?
Ele quis “tudo”. Ela, na maior cara de pau, perguntou:
— Quer me foder, é?
Começou a chupar ele ali mesmo. Mamava com vontade. Depois ele levantou ela, colocou as mãos na pia, levantou a saia (ela estava sem calcinha) e socou firme. Brenda gemeu baixinho:
— Devagar…
— Por quê?
— Meu pai pode acordar.
Safada demais.
Ele meteu com força. Eu já não ligava mais para a consciência. Fiquei ali batendo punheta olhando os dois. Em certo momento ele mandou ela abrir bem a bunda e tentou colocar no cu. Ela disse que não, que era virgem. Ele insistiu que ia devagar. Brenda, mentirosa, concordou:
— Só um pouquinho!
Ele enfiou metade. Ela mordia a blusa para não gritar, apertando a pia com força. Ele aumentou o ritmo e gozou dentro da bundinha dela. Mesmo depois de gozar, ficou abraçado nela por um tempo. Quando tirou, ela fez cara de dor.
Ele se vestiu e foi embora. Brenda ficou ali tentando se recompor.
Voltei para o quarto, pau latejando, pronto para bater a segunda. Estava no banheiro, em frente ao vaso, quando ela entrou. Fiquei parado. Ela veio, sentou no vaso, puxou a saia para cima e segurou meu pau. Começou a chupar.
Minha cabeça pedia para parar, mas meu corpo dizia não. Olhei para baixo: ela chupava gostoso, ainda melado da punheta que eu tinha batido. Depois ela se inclinou para trás, mostrou a bucetinha aberta, o grelo inchado, e começou a se tocar. Tirou um peito para fora e apertou enquanto me chupava.
— Gostou? — perguntou, maliciosa.
— Do quê?
Ela riu:
— Do que viu lá na área?
Cachorra. Sabia que eu estava olhando.
Voltei a sentir o calor da boca dela. Gozei forte na sua boca. Ela não parou de chupar até o final. Depois se levantou, lavou o rosto na pia, me deu um “boa noite” doce e saiu.
Fiquei ali alguns minutos, tomei banho e caí na cama.
Já estava quase dormindo quando chegou uma mensagem dela:
“Pai, amanhã quando voltarmos posso ficar na sua casa?”

Comentários (10)

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  • Amigo: Eu quero bater uma pra essa moça atrevida. Kkk

    Responder↴ • uid:1cp9gfwz4gvy
  • Marcelo: Se estiver com tensão lendo contos não fique sozinha divide esse tesao

    Responder↴ • uid:e3vylaq3bq0
  • Marcelo: 1 de sp que esteja lendo contos

    Responder↴ • uid:e3vylaq3bq0
  • Marcelo: 1.9 será que tem mães com tensão ou casadas

    Responder↴ • uid:e3vylaq3bq0
  • Marcelo: 5.4 adoro conhecer mamães safadas ou madrasta

    Responder↴ • uid:e3vylaq3bq0
  • Marcelo: 4.8 será que tem padrasto que já trasou com a enteada

    Responder↴ • uid:e3vylaq3bq0
  • Marcelo: 5.,0 que delicia contos assim

    Responder↴ • uid:e3vylaq3bq0
  • Marcelo: 5.0 que tentação

    Responder↴ • uid:e3vylaq3bq0
  • Futchamp: Caralho que delícia de conto , já ouvi falar sobre isso , acontece muito por ai rsrs T futchamp111 papais

    Responder↴ • uid:1doymlk6t7j0
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk