#Coroa #Gay #Teen

O velho da locadora

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Zinhosp

...o senhor veio caminhando na minha direção. E foi nesse momento, que percebi a cabeça de uma rola despontando, entre os botões de sua camisa comprida.

No sábado, meu irmão saiu para a balada, e chegou de madrugada, meus pais já estavam dormindo, e eu, estava deitado, de bruços, coberto, ainda acordado. De certa forma, eu o estava esperando, mesmo sem saber se ele iria me procurar.
Júlio foi tomar banho, e ao retornar para o quarto, eu me mexi na cama.
_Tá acordado? Perguntou baixinho.
Tirei meu cobertor como resposta. Eu estava peladinho.
_Ah seu putinho safado.
Em segundos, meu irmão já estava pelado, montado em mim. Sedento, ele mete com gosto, mas sem fazer muito barulho.
_Fica de quatro um pouquinho. Pediu
Me posiciono, e ele volta a meter. Foram 15 ou 20 minutos, direto, até gozar.
Esperto, eu já estava com uma toalha de rosto para me limpar. Me viro, limpo sua rola, e cansado, ele diz:
_Nossa....muito bom, tirou o atraso. Ufa...vou dormir, estou só o pó....
Eu nem tinha terminado de me limpar, e ele já estava roncando na cama. Pelo tempo que esperei, foi muito rápido, eu nem tinha gozado. Mas não fiquei chateado, gostei...gostei de satisfazê-lo.
Na semana seguinte, fui procurado em quase todas as noites, pelo meu irmão, e como levantávamos cedo, tinha que ser rapidinho, nem sempre eu gozava, mas ele sempre se satisfazia. O melhor mesmo foi na sexta feira, com bastante tempo, gozei duas vezes com o pau dele enfiado.
Mais para o final de novembro, meu irmão entrou no período de provas, e não havia prova todos os dias, e num desses dias, sem prova, ele saiu do serviço, e foi direto para casa. Esse foi o nosso melhor dia.
Ele me chamou para o banho, e lá, eu mamei gostoso sua rola, e tomei bastante leitinho quente.
Com o corpo ensaboado, apóio as mãos na parede. Ele me agarra, e me fode com gosto. Estávamos sozinhos, podíamos gemer à vontade, e não nos privamos disso. Empolgado, as estocadas eram fortes, as bolas estralavam ao bater na minha bunda. E eu pedia mais.
_É isso que você quer? Então toma....ahhhh... toma...toma...seu putinho safado...ahhhh....toma...
_É isso...ahhh....vai....mete...mete....
Acelerei minha punheta, e gozei como louco, gemendo alto.
Enquanto gozava, dei uma travada na rola dele, e rebolei, como se quisesse estrangular o pau, e ele não aguentou:
_Ai caralho.....aí é foda....ahhhhhhhh....
Tomei vários jatos, que encheram meu cú.
Ficamos agarradinhos, deixando a água cair em nossos corpos. Aos poucos, seu pau foi parando de pulsar, e saindo lentamente.
Mal chegamos na sala, e ele me falou que estava de pau duro de novo.
_Caramba...minhas pernas estão doendo, e meu cú esta ardendo. Falei.
_Então vem cá...dá uma mamadinha. Pediu, já se sentando no sofá.
Me ajoelhei à sua frente, e abocanhei seu pau. O "danado" estava muito duro, e não resisti, tirei a roupa, e sentei no pau. Agasalhei todinho.
Rebolei, pulei, cavalguei, até não aguentar mais. As pernas estavam doendo.
_Fica de quatro no sofá. Pediu.
Uhhh...a rola entrou toda, até o talo.
Sem dó nem piedade, tenho meu cuzinho massacrado.
_Uhhh...a semana que vem já estarei de férias na faculdade...vou te foder todos os dias, assim que chegar do serviço. Dizia ele, enquanto socava forte.
Nem sei por quanto tempo ele ficou macetando meu cuzinho, mas um urro encerrou o massacre. Em segundos, sou inundado pelo volume de porra que saía em jatos fortes.
Ainda estávamos engatados quando ouvimos barulho no portão. Era meu pai chegando. Não nos demos conta do horário.
_Puta que pariu. Falei e saí correndo para o banheiro, com as roupas na mão, e travando o cuzinho para não deixar cair nada.
Júlio ajeitou o sofá, e correu para o quarto. Ufa... deu tudo certo, mas foi por pouco.
Na semana seguinte, já de férias na faculdade, meu irmão cumpriu a promessa, e passou a me foder todos os dias. Eu estava adorando.
Na sexta, eu o esperava ansioso, e quando chega, Júlio está com uma caixa embrulhada, e uma sacola.
_Oxi....que isso? Perguntei.
_Dá só uma olhada...
Nossa...era um videocassete.
_Caramba...que da hora. Falei.
_Olha só...e já passei na locadora e peguei umas fitas...e essa aqui você vai gostar...
Era uma fita de filme pornográfico.
Júlio ligou tudo na tv, e colocou a fita.
Caramba...uma mulher branca, dava conta de dois negros de rolas gigantes...nossa...era muito melhor que ver revista.
Num dado momento, ela aguenta duas rolonas, uma na buceta, e outra no cú, parecia que iriam emendar os buracos. Arregalei os olhos, incrédulo.
_Já pensou duas dessas no seu cú? Perguntou Júlio.
_Sai fora....tá louco...ia me rasgar...
_Não sei não...acho que você ia gostar...kkk...
Júlio colocou o pau para fora, e passou a se masturbar.
_Vem cá....dá uma chupadinha. Pediu.
Me aproximei, e peguei a rola. Com um olho na rola dele e outro na TV, abocanhei.
Em instantes, já estávamos pelados, e eu, levando pau. Nem terminamos de assistir ao filme.
_Ahhhhh...ahhhh...nossa Zinho...ahhh...vou gozar...
Tomei uma gozada farta...que delícia. Ainda deu tempo de mamar e tomar meu leitinho.
O fim de semana, foi de sessão de cinema, tirando o horário sagrado da novela das oito da minha mãe, o restante foram filmes.
A pedido do meu irmão, na segunda feira fui à locadora devolver os filmes, estava bem movimentado o lugar.
À tarde, quando Júlio chegou, ele perguntou:
_Devolveu as fitas?
_Devolvi...
_Pegou alguma?
_Não...você não falou nada...
_Ah...você já está de férias na escola...pega umas para você ficar assistindo. Pega com a minha carteirinha....
_Tá bom. Falei todo sorridente
_Mas e aí...já tomou banho? Vem comigo!
Fomos para o banho, e lá, ele me fodeu.
No outro dia, fui logo cedo para a locadora, que estava bem vazia. Peguei dois filmes de ação, e reparei uma salinha anexa, lá estavam os filmes pornográficos. Tinha um Sr lá dentro.
As prateleiras eram mais apertadas lá. Fiquei com vontade de pegar um filme pornô, mas por ser menor de idade, estava receoso que o cara da locadora não me deixasse levar, mesmo usando a carteirinha do meu irmão.
Pensativo, na entrada da salinha, nem tinha me dado conta que o Sr lá dentro, me observava.
Acabei entrando na salinha, e notei que esse Sr passou a se mostrar presente, ficando próximo de onde eu ia. Fui um pouco mais para o fundo da salinha, e lentamente, olhando os titulos nas prateleiras, o senhor veio caminhando na minha direção. E foi nesse momento, que percebi a cabeça de uma rola despontando, entre os botões de sua camisa comprida.
Fiquei assustado, com certeza o homem era um doido. E vinha na minha direção, sem olhar para mim, só olhando os filmes nas prateleiras.
Eu não tinha mais para onde ir, e para sair, teria que passar por ele. Espantado e incomodado, não conseguia tirar os olhos da cabeçona vermelha que transparecia.
O homem não era alto, tinha cabelos brancos, devia ter uns 50 anos, branco, com o rosto avermelhado.
Ele estava chegando perto, e eu aumentando a transpiração. Resolvi disfarçar olhando alguns títulos, e descobri que nesta última prateleira, eram só filmes gays.
Com um sorrisinho safado no rosto, ele fala um "dá licença", e sem dar tempo de me recolher um pouco, passa por trás de mim, esfregando seu pinto em minha bunda. Me arrepiei todo.
Agora tinha a chance de sair dali, mas não sei bem porquê, resolvi ficar. Peguei uma fita, e enquanto fingia ler a sinopse do filme, disfarçadamente olhava para o Sr, que agora, exibia um pouco mais que só a cabeça da sua rola. Deu para ver que era grossa.
O Sr pega um filme, e vem novamente na minha direção. Dessa vez ele não pede licença, e também não passa por trás de mim, ele pára.
Com seu corpo colado ao meu, sinto a cabeça do pinto me cutucando. Ele aproxima seu rosto do meu, e fala baixinho, quase que ao meu ouvido:
_Acho que você vai gostar desse.
Ele me mostra a fita que tinha pego. Na capa, um jovem moreno, com dois homens brancos roludos.
_Você já assistiu? Perguntei.
_Sim....e acho que você vai gostar.
Depois de falar isso, ele termina de passar por trás de mim, raspando suavemente a cabeça do seu pinto, e sai da salinha.
Sem fôlego, com o coração disparado, me recomponho, pego a fita que ele me indicou, junto às outras, e também saio dali.
Na recepção, o dono da locadora fica me olhando com cara de desconfiado, mas não falou nada, liberou as fitas.
Caminho para casa, quando um carro pára do meu lado. O vidro é abaixado, e vejo que é o Sr lá da locadora.
_Não quer ir lá em casa assistir o filme?
O homem falava calmo, tinha jeito de bonzinho, mas tive medo, e disse:
_Não moço...tenho que ir...
Voltei a caminhar, e ele adiantou o carro, e voltou a falar:
_Pôxa...a gente podia fazer uma brincadeirinha depois....o que acha?
Quando disse isso, ele levantou a camisa, e mostrou a sua rola.
O homem era doido, a calça estava aberta, e fiquei boquiaberto com sua rolona cheia de veias, devia ter uns 20 cm, as bolas eram enormes.
Sem tirar os olhos falei:
_Guarda isso moço...se passar alguém na rua pode ver...
_Entra aqui...vamos brincar um pouquinho...
Seu olhar safado, e sua mão alisando a rola, me cativaram. Ele não tinha jeito de que me faria mal, e mesmo achando que poderia estar fazendo bobagem, entrei no carro.
Sua mão pega a minha, e a leva até sua rola, que já soltava uma babinha.
_Como que é seu nome? Perguntou.
_João....mas pode me chamar de Zinho. Respondi, alisando sua rola que não parava de babar.
_Legal Zinho...prazer...o meu é Alberto...mas pode me chamar de Beto. Disse ele, enquanto acariciava meu rosto. _Você tem a pele bonita, macia...lisinha. Completou, ainda me acariciando.
Todo lisonjeado, continuei apalpando sua rola, suas bolas.
Beto abriu a camisa, colocou sua mão na minha nuca, e puxou minha cabeça em direção ao seu corpo, me direcionou para seus mamilos.
Sem soltar sua rola, passei a língua no biquinho do seu peito. O homem soltou um gemidinho gostoso, e ficou me fazendo um cafuné.
Empolgado, e acreditando que ele queria mais, fui descendo minha boca, passei pela sua barriga, e cheguei na sua rola. Passei a língua na cabeça, e abocanhei. Gemendo, Beto chegou a se esparramar no banco do carro.
A mão do Beto pára de fazer cafuné, passa pelo meu pescoço, acaricia minhas costas, e entra por baixo do meu calção. Seu dedo foi certeiro, foi direto no meu cuzinho. Pressionou, e entrou a pontinha.
_Uhhhh....nossa...é melhor sair daqui. Disse ele, tirando a mão da minha bunda.
Beto ligou o carro, e saímos dali. No trajeto, eu não parei de chupar o pau dele.
Chegamos na casa dele, um sobrado bonito, nos recompomos, e entramos.
Assim que entramos, de forma voraz, ele me agarrou por trás, e passou a sugar meu pescoço, passando a língua pela minha orelha. Fiquei todo arrepiado.
Beto era da minha altura, mas era forte. Agarrado à minha cintura, fui içado e levado até o pé da escada. Induzido, fui subindo a mesma.
Num fogo danado, brinco com ele:
_A gente não vai mais assistir o filme?
_Kkkk....não...não...nós vamos fazer a nossa cena...
No quarto, uma cama grande, ainda com lençol e travesseiro. Vi uma peça de roupa feminina.
_Você é casado?
_Sou...mas ela está trabalhando, a gente pode ficar bem à vontade.
Em segundos estávamos nús na cama, e voltei a abocanhar sua rola. Chupei por um bom tempo, enquanto ele brincava enfiando seu dedinho atrevido no meu cuzinho.
_Ahhh...já tá bom...tá bom....já tô quase gozando, mas quero gozar no seu cuzinho.
Me ajoelhei na cama, e apoiei a cabeça no travesseiro.
Quando suas mãos seguram minhas bandinhas, e seus dedões entram no meu reguinho, separando-as, fico cheio de tesão.
Assim que Beto abriu minhas bandinhas, pensei que ele fosse meter a rola, mas ele me surpreendeu, meteu a lingua.
_Ahhh...ahhhh....nossaaaa.... Ahhhh...nossa...
Não conseguia me segurar, meu corpo tremia, os cabelinhos do meu corpo estavam todos arrepiados...ahhhh...como era gostoso aquilo... Nem nos meus bons tempos com o Duda fui explorado assim. E ele se deliciou, me fazia jogar o corpo para trás, me esfregando no seu rosto. Não demorei, e comecei a gozar. Meu cuzinho piscava na língua dele.
Depois de quase desfalecer tendo o cuzinho degustado, sinto o Beto se encaixando atrás de mim. Eu estava com o corpinho todo mole, e meu cuzinho todo lambuzado, não ofereceu muita resistência, ele forçou, e a cabeça entrou. Nossos gemidos foram simultâneos.
Carinhosamente e pacientemente, ele fica me acariciando. Tocando todo o meu corpo, Beto vai lentamente enfiando sua rola.
Enquanto a cabeça abria caminho por dentro, dava para sentir suas veias grossas raspando a minha entradinha. Ele soltou um gemido quando enterrou tudinho. E não parou de me acariciar, enfiou seu dedo grosso na minha boca, e eu fiquei chupando, como se fosse uma rola.
Duas suaves e lentas estocadas, e então ele tira o dedo da minha boca, segura firme minha cintura, e de forma selvagem, batendo forte na minha bunda, ele mete forte, mete com gosto, como se quisesse atravessar todo o meu corpo com o seu pau. Suas bolas batem forte na minha bunda. Empino o máximo que dá, e levo uma bela surra de rola.
Algumas paradinhas, recebo mais tapas na bunda, e em seguida, mais estocadas.
_Tá gostando? Tá gostando? Perguntava.
Em êxtase, entre soluços e gemidos de tesão, pedia "mais e mais".
Mais ou menos meia hora depois de muita rola, ele fala que vai gozar, e como gozou. Farto, muito quente, uma maravilha.
Exaustos, caímos deitados na cama.
Recebo elogios e carícias. Conversamos um pouco e soube que ele tinha 55 anos. Ainda na nossa conversa, ele perguntou se eu tinha gostado, se a gente poderia fazer de novo. Disse que sim, tinha gostado...quanto ao fazer de novo, mostrei na prática, peguei seu pinto, e comecei a chupar.
_Uhhhhh....gosta de uma mamadeira né? Disse.
Continuei mamando, e aos poucos o pau foi ficando duro novamente.
_Uhhh....isso...isso...mama gostoso...mama que já já te dou meu leitinho...ahhhh...
Enfiei o pau para dentro, até encostar nas minhas amígdalas, acariciei e apertei suas bolas, e ele não aguentou...
_Ahhhh....ahhhh...putinho safado....ahhh... toma meu leitinho...toma tudinho...ahhhh...
Recebo dois jatos fortes, e volumosos, dá um pouco de trabalho, mas dou conta. Não tive dificuldades com os outros jatos, menos volumosos, que vieram na sequência.
Em seguida nos limpamos, nos arrumamos e Beto foi me deixar no mesmo lugar onde me havia pego, disse que morava ali do lado. Na verdade, morava na outra rua, não queria que ele soubesse onde era a minha casa. Marcamos para nos reencontrar na outra terça, lá na locadora, ele disse que era o melhor dia, era bem vazio.

Comentários (2)

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  • Beto: Onde moramos e um bairro muito simples e alegre, temos um senhor viuvo 02 vezes, muito educado, todos amigos de todos, ha slguns dias fui levar para ele consertar uma cadeira, como a casa dele fica toda aberta, portao, porta da sala e o portao da oficina! Nem chamei e entrei, peguei uma cena que nao acreditei ele estava comendo o cu do nosso vizinho, um homem casado, pai de dois filho e uma esposa coroa bonita! O tonho que e o viuvo socando no cu do branco (ficticio) e dizendo e assim que honem brocha tem que ser tratado nao mete na mulher e da o cu para o melhor amigo, o branco so dizia soca tudo com forca, eu sai e fui embora com aquela cena na cabeça

    Responder↴ • uid:1d8mcx7u13up
    • Galego: Vc nem comeu tambem

      • uid:41ighpbtqrb