Provoquei meu tio ate ele me foder na festa julina da família
Já havia contado antes que eu e meu tio fodemos quando o vi se masturbando, porém depois daquele dia ele se acertou com a mulher, e não quis mais me foder.
Só que homem é so dar uma provocadinha que eles caem, e eu precisava sentar nele outra vez.
No último sábado minha família resolveu ir para um sítio, organizar uma festa julina para a família toda. Pediram para quem não trabalhasse sábado, ir mais cedo para ajudar na organização e na cozinha.
A mulher dele estava trabalhando e não conseguiria ir cedo, já meu tio, vou chama-lo de Zé agora (fictício), ele foi mais cedo com o restante. Meu irmão estava dirigindo o carro e nele foi a minha tia Lene, irmã de Zé e uma intrometida, junto com sua filha pequena.
Além dela, meu tio Osmar e minha prima Sônia foram juntos, todos nós dentro do carro apertado do meu irmão, obviamente faltava lugar. Meu tio Osmar foi na frente com meu irmão e eu falei pra Sônia ir no meu colo, mas ela negou e mandou eu ir no dela.
Ela sentou no meio da parte de trás, e Zé sentado ao seu lado por onde eu entraria. Quando passei na frente meu irmao arrancou o carro me fazendo ir para trás e sentar em cima dele.
Cai com vontade em seu colo, a mão dele segurou a minha cintura na mesma hora. Dei uma risadinha e brinquei que Caíque não havia me esperado sentar para sair, e o meu tio simplesmente falou para eu ficar ali mesmo, já que ele já havia saído.
Não relutei muito e fiquei sentada no colo dele, na outra ponta do banco, minha tia estava sentada com sua filha em seu colo, olhou a cena e fez uma careta, mas logo se virou para janela e ignorou.
Meu short era curtinho e mostrava a parte debaixo da minha bunda, me inclinei para frente para falar.algo com meu tio Osmar, e levantei um pouco a banda para deixar evidente para Zé que meu short era curto.
O aperto em minha cintura se intensificou e ficou mais forte. Voltei para o colo dele sentando com vontade sobre seu pau.
Senti quando ele me cutucou, o sábado estava de pau duro embaixo de mim, eu sabia que não demoraria para ficar.
— Você não acha que está faltando pano nesse seu short não? - minha tia pergunta me fazendo revirar os olhos.
Ela sempre fazia essas gracinhas, meu tio encostou a cabeça ao lado da minha e sussurrou no meu ouvido
— Pra mim está ótimo desse jeito.
Sorri com seu comentário e comecei a rebolar bem devagarinho para ninguém perceber. Senti sua respiração levemente ofegante no meu pescoço, estava disfarçando.
— Vou parar aqui no posto para comprar um café, vocês querem? - meu irmão pergunta e meu tio Osmar logo diz que vai com ele.
A filha da minha tia e Sônia queriam ir no banheiro e então a minha tia precisou descer também para Sonia sair. Porém ela parou do lado de fora do carro, esperando eles voltarem. Do lado oposto ao que estávamos sentados.
— Sua safada, para de rebolar essa bunda gostosa em cima de mim — ele fala baixinho em meu ouvido.
— Minha bunda é pequena, você não devia estar incomodado.
Ele negou, dizendo que o tamanho era perfeito e em seguida passou a mão na minha bundinha, me inclinei deixando ele alisar ela todinha.
Sabia que esse safado não aguentaria.
Joguei meu corpo para trás me encostando contra ele, meus peitos grandes quase pulavam para fora do decote enorme. Estava com um cropped tão pequeno que parecia um biquíni.
— Ai tio, eu acho que entrou uma formiga no meu cropped, você pode tirar pra mim? — pergunto de forma dengosa.
.
Ele olha para o lado de fora, onde minha tia parecia distraída no telefone e coloca a mão no meio entre os meus seios
— Não tô achando, tem certeza de que está aqui?
— Uhum, mais para esquerda - ele colocou a mão em direção ao meu peito esquerdo, mas nao alcançou o meu biquinho — Um pouquinho mais
A mão dele foi certeira, os dedos pressionaram meu biquinho em seguida.
— Isso, aí você pegou a formiguinha tio - digo quase gemendo.
A carícia dele estava me deixando louca, minha buceta estava toda molhada. Mas logo vimos que estavam voltando para o carro e ele tirou a mão e voltou para minha cintura.
Todos entramos e seguimos a viagem, continuei rebolando lentamente em seu colo, como a verdadeira putinha que sou.
O posto já era a beira da estrada para o sítio, então demorou cerca de 20 minutos para chegar lá.
Quando chegamos, tive que ajudar minha tia na cozinha pois ela estava enchendo o meu saco. Foram horas preparando maçã do amor, e descascando milho para poder cozinhar.
Meu outro tio, Márcio, que morava em um sítio próximo, chegou com a mandioca. Eles levaram lá dentro para descascar, e Zé parou ao meu lado na pia enquanto eu cascava o milho.
— Ouvi dizer que você adora um milho desses aí - ele brinca e eu dou um sorriso.
— Eu amo, o milho e mandioca são a melhor parte da festa julina, nem sei qual gosto mais - digo dando um sorrisinho malicioso para ele.
— Ah de mandioca você entende né - prima Sônia e eu dou uma risadinha
— Só de algumas - digo e pisco para Zé antes de colocar os milhos na panela.
Me curvo para ligar o forno em seguida, para colocar o bolo de fuba para assar. Quando levanto, percebo que ele estava me encarando sem parar. Senti seu olhar enquanto me abaixava, minha banda exposta por baixo do short deve ter deixado ele animadinho.
— Aí agora que a maior parte já foi, eu vou tomar um banho de piscina enquanto tá sol - digo me virando e indo para o quarto.
Peguei o menor biquíni que havia levado, só cobria a parte principal do meu seio e era um fio dental bem enfiadinho.
Quando passei na cozinha em direção a piscina, senti os olhares sobre o meu corpo. Até Márcio havia olhado, mas eu nem morta que daria bola para aquele velho.
Logo que cheguei na piscina, o sol ainda estava forte. Passei o protetor na frente e deitei na espreguiçadeira e deixei queimar o meu corpinho. Após uns 20 minutos, resolvi virar para tomar sol do outro lado, vi Zé se aproximar na mesma hora e o chamei.
— Passa o protetor nas minhas costas tio? - peço e ele assente.
Desamarro a parte de cima enquanto estou de costas e deixo preso apenas no pescoço. Suas mãos macias logo começam a acariar minha pele, por sorte a piscina era nos fundos da casa e não tinha nenhuma janela para ela.
Senti quando suas mãos chegaram até a minha bunda.
— Tio, aí passa bronzeador e não protetor - digo e ele sorri pegando o bronzeador — Eu já passei tio
— Não tem problema, titio passa de novo para queimar mais rápido.
Não falei nada com o argumento dele, apenas deixei ele se deliciar passando o bronzeador na minha bunda. Mas senti quando seus dedos chegaram até minha calcinha e afastaram ela para o lado.
Levantei a cabeça para olhar para ele, mas ele nem sequer estava prestando atenção nisso. Estava olhando para minha bucetinha lisinha e toda babada por ele estar me alisando. Logo senti seu dedo me invadir.
Abafei um gemido quando ele enfiou dois dedos na minha bucetinha, queria gemer alto mas não podia. Abri um pouco a perna facilitando o contato e deixei que ele me mastubasse como uma cadeia na beira da piscina.
Quando estava quase gozando, o barulho da porta abrindo fez ele se levantar rapidamente, era Sônia vindo se juntar a minha para entrarmos na água.
Ele brincou dizendo que também queria tomar banho e entramos na piscina. Pegamos a bola de vôlei e começamos a jogar, depois inventamos de brincar de tubarão. Era um jogo que um de nós era o tubarão e tinha que pegar o outro.
Na vez de Sonia, eu fui para o lado oposto da piscina, ele me agarrou por trás e enfiou a mão dentro da minha calcinha, me colocando contra a borda e invadindo a minha bucetinha.
— Hoje eu vou te fuder como nunca, você me aguarde... - diz e senti seu pau encostando na minha bunda.
Logo Sonia conseguiu pegar ele, e eu ainda fiquei me segurando na porta, respirando de forma ofegante.
Quando acabamos por ali, fui para o banheiro do quarto que dividiria com Sonia, minha mãe, minha tia e a filha, como só havia três quartos tínhamos q nos apertar.
Minha mãe ainda não tinha chegado, Sonia quis ficar um pouco mais na piscina já que a filha da minha tia, a Joana, havia acabado de se juntar a ela. Minha tia estava colocando as bandeirinhas junto com meu tio na parte da frente da casa.
Quando liguei o chuveiro, retirei a parte de cima do meu biquíni e vi que a marquinha havia ficado perfeita, minha pele branquinha queima facilmente.
Não ouvi nenhum passo, mas de repente meu corpo foi colocado contra a parede do banheiro ao mesmo tempo que mãos alcançaram meu seios e senti um pau no meio das minhas pernas.
— Você me deixa com tanto tesão - a voz dele soava urgente.
Me virei dando uma risadinha, eu sabia que era ele. Seus lábios atacaram os meus com urgência, sua língua invadiu a minha boca e eu senti o prazer me consumir.
Coloquei ele contra a parede e me abaixar em sua frente, o pau estava completamente duro, parecia uma rocha, uma enorme rocha, fiquei louca só de olhar e abri a boca engolindo aquela rola inteira. Sentia ela cutucar o fundo da minha garganta e eu amava aquilo.
Adoro me engasgar com uma rola enorme, adoro chutar um pau bem grande e duro, adoro ser uma putinha
Bati o pau dele na minha cara como se fosse sua puta
— Desse jeito eu vou gozar - ele disse entre dentes, parecia estar se contorcendo de prazer
Mas de repente ouvimos uma batida na porta, olhei para ele e travei no lugar
— Vamos logo, você tá aí desde que saiu da piscina, eu quero tomar banho - era a voz de Sonia
— Usa o outro banheiro estou fazendo uma hidratação no cabelo e vou demorar um pouquinho - respondo enfiando novamente o pau dele na minha boca.
— Não dá, eu preciso dos meus produtos e estão aqui. Você tem 5 minutos.
Reviro os olhos e continuo chutando sem me importar com Sônia, meu tio nega com a cabeça e sussurra:
— É melhor parar, mais tarde continuamos.
Nego com a cabeça e continuo chupando seu pau, logo ela volta a bater na porta e eu ignoro.
— goza nos meus peitos, goza- provoco e ele avisa que realmente vai gozar.
Afasto minha cabeça e começo a toca-lo enquanto boto lingua pra fora
Sua porra se espalhar pelo meu rosto e seios, me lavo e aviso que vou dar um jeito de levar Sonia para fora, para que ele consiga sair.
Fiz isso e logo ele saiu, minha mãe chegou logo depois e todos nos arrumamos para festa.
Escolhi uma sainha xadrez cinza bem curtinha e colada, juntamente com um cropped marrom amarradinho sobre os seios. O decote era enorme, também fiz duas trancinhas no cabelo para ficar bem inocente. E também de quatro ele poderia puxa-las como uma puta
Sai para o lado de fora onde a maioria já estava, inclusive ele e Jackie a minha tia que era mulher dele. Eles não estavam próximo quando eu cheguei.
Fui até a mesa pegando uma pequena maçã do amor, quando ele se aproximou e falou em meu ouvido:
— Vamos disfarçar a partir de agora, sua tia está aqui.
— Claro, o que acha da minha saia? Ela está bonita? - digo me virando de costas pwra ele e fingindo pegar algo no chão.
Tenho certeza que minha saia subiu e ele reparou que eu não estava usando calcinha.
— voce quer me enlouquecer? - pergunta e eu dou um sorriso
— eu já te enlouqueci
De repente ele olha para os lados e sua mão vai para parte de trás da minha saia, senti quando seus dedos encostaram na minha bucetinha. Uma delicia eu diria.
— Vou te esperar na parte de trás da casa - digo ajeitando a minha saia e saindo.
Um tempo depois ele apareceu, eu já estava debruçada sobre a janela com a bunda empinadinha esperando por ele. Ele chegou por trás de mim e sem aviso nenhum, colocou seu pau dentro de mim.
Gemi alto com o contato, sua mão logo foi para minha boca cobrindo a mesma
— Não geme alto, minha putinha.
Ele tirou a mão da minha boca e fez exatamente o que eu pensei, segurou minhas trancinhas e puxou para trás. Uma vadia apenas obedece
Transamos gostoso atrás daquela casa, por sorte ninguém nos ouviu. Mas ele gozou por todo meu rosto e eu tive que limpar antes de voltar para festa, porém assim que cheguei Sônia perguntou o que era a coisa branca escorrendo nos meus seios
Eu não havia visto que havia porta ali, passei o dedo e coloquei na boca
— É caldo de mandioca
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Comentários (1)
Torres: Continua tá ótimo esses contos
Responder↴ • uid:7xbysxwqrk