Estupro coletivo de uma garota ucraniana
Um relato real de uma garota ucraniana que foi estuprada coletivamente durante a guerra e acabou desenvolvendo desejos masoquistas extremos.
Normalmente esse site é baseado em contos que não são reais, mas dessa vez venho trazer uma das histórias reais baseada em relatos e notícias (que inclusive são documentadas, você pode achar nos sites .uk) sobre um estupro coletivo de uma garota ucraniana de 16 anos.
Tudo ocorreu na cidade de Bucha, na Ucrânia, durante a famosa guerra entre Rússia x Ucrânia. A garota não teve o nome exposto, mas teve o rosto e o corpo revelados. A garota é uma jovem branca, tem perto dos 1.60 de altura, magra com curvas bem definidas e além dos seios médios, tem uma bunda com um formato perfeito. A garota estava na casa de uma amiga quando tudo aconteceu. Durante a invasão, suas duas amigas conseguiram fugir e só ela não teve essa sorte. Sozinha, abandonada pelas próprias amigas, foi cercada por 4 soldados russos jovens, que aparentavam ter entre 20 a 30 anos de idade. Ela rapidamente foi dominada, posta em cima do sofá cama e teve suas roupas rasgadas de maneira brutal. Pelo relato, ela diz que os soldados russos se divertiam com o corpo dela antes de começar a penetração. Dedadas no cu, tapas, marcas de chupão em todo o seu corpo. Ela já estava psicologicamente destruída antes mesmo de começar a ser penetrada. Por conta desse trauma, o corpo dela começou a relaxar excessivamente, o que facilitou o estupro. Quando começou a ser penetrada, sua buceta já estava inteiramente molhada o que atraía ainda mais os russos, que tratavam ela como uma verdadeira prostituta. A cada metida era um gemido obsceno, não demorou muito e começaram a pegar pesado com ela. Antes do primeiro gozar, ela já estava recebendo dupla penetração com tapas e socos fortes. Quando ela, instintivamente, começou a rebolar, foi o estopim para os soldados russos tratarem ela com extrema brutalidade. Quando ela percebeu, já saia sangue do seu ânus que era virgem, suas costas estavam doloridas por conta dos socos pesados e sua vagina estava sendo destruída pela brutalidade dos soldados russos. Quando recebeu o primeiro jato de esperma, ela já estava mole e nem gemia mais. Rapidamente os soldados trocaram de posição, e claro, não demorou muito para gozarem novamente dentro dela. Conforme o tempo passava, ela ia sendo usada em diferentes posições, levava pica na garganta, no cu e na buceta ao mesmo tempo. Os soldados russos gostaram tanto do corpo dela, que, um deles ficou encarregado de convocar mais pessoas para a estuprarem. Uma hora havia se passado, seu corpo já tinha chegado ao limite há muito tempo. Mais dois membros se juntaram ao estupro coletivo. Ela ainda estava consciente, mas destruída a ponto de não conseguir mover um músculo direito. O estupro começou às 9h da manhã, e ela continuou sendo usada até anoitecer, quando os soldados foram em retiradas. Ela eventualmente desmaiou um pouco antes da metade do estupro, mas, os soldados aproveitaram tanto que decidiram não finalizar a garota. Quando ela acordou novamente, estava internada no hospital da cidade vizinha. Permaneceu se recuperando por cerca de 5 dias até conseguir ter alta. Ao chegar na casa de sua vó, na cidade vizinha, a primeira coisa que fez foi se olhar no espelho. Seu ânus estava inchado, doía ao se mover e apresentava hematomas severos. Sua buceta não estava tão crítica por conta da lubrificação que o corpo dela produziu, mas estava dolorida e sensível ao toque. Seu corpo tinha hematomas por todas as partes, e na parte inferior da coxa, uma cicatriz que provavelmente era de corte de uma faca escrito escrava sexual em russo. Seus pais tiveram que se mudar para junto de sua avó materna. Mais tarde ela descobriu que uma das duas amigas que fugiu e abandonou ela, foi morta baleada momentos depois e a outra foi encontrada em estado grave, também vítima de estupro.
Um mês depois, a garota descobriu que estava grávida. Os médicos disseram não ser possível um aborto sem deixá-la infértil para sempre. Ela decidiu manter a criança. Aos 16 anos, a jovem foi estuprada em grupo, ficou com uma marca de faca permanente e ainda teve que carregar uma criança no útero. Meses depois, ela teve que entrar em contato com uma psiquiatra, um psicólogo famoso e uma terapeuta sexual, pois devido aos traumas passados, ela desenvolveu fortes tendências masoquistas, além de extremo apego ao estupro e ao espancamento. Ela foi só uma inúmeras vítimas de estupro na guerra. O documentário encerra dizendo que, por conta de complicações, acabou tendo que ser induzida ao aborto e acabou ficando infértil, abandonou a terapia sexual e passou a se relacionar com homens que tinham mais de 30 anos escondidos dos pais, somente para compensar o trauma vivido.
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Comentários (2)
Cadilak do Noroeste: Conto péssimo
Responder↴ • uid:26c9j5y8kJulio 69: As pessoas são meio masoquistas ,tem gente que prefere colocar o minguinho na prensa de corte pra não precisar ter de trabalhar.e tem bonificação por isso presidente do sindicato etc depois até cargo maximo da republica positivista operador de fakenews domador de burros kkkk soprador de guampa ..
Responder↴ • uid:5h7a9hr9