O Cheiro do Pai
Depois que meu pai separou, começou a bater punheta na minha frente vendo pornô, mas o que me atraía de verdade era o cheiro do seu sovaco suado.
Depois que meus pais se separaram, a relação com meu pai mudou completamente. Eu tinha acabado de fazer 14 anos, mas ainda era bem miudinho pro meu tamanho: magrinho, lisinho, pele branquinha, quase sem pelo nenhum no corpo e um piupiu pequeno, delicado, daqueles que ainda pareciam de criança. Meu pai, com 35 anos, era o completo oposto — forte pra caralho, malhava pesado quase todo dia, peito largo cheio de pelos escuros, braços grossos, barriga tanquinho e aquele cheiro natural de homem maduro que me deixava completamente louco.
A intimidade começou devagar. No começo era só cerveja, conversa e filmes na sala. Depois ele colocou um pornô hétero na TV grande e a gente começou a bater punheta um do lado do outro. Logo na segunda ou terceira vez ele passou o braço forte por cima dos meus ombros e me puxou pra bem perto. Minha cabeça encostou no peito peludo dele, sentindo o calor da pele e o cheiro gostoso de suor do dia.
Eu não conseguia mais olhar pro vídeo. Virava o rosto devagarinho e enfiava o nariz na lateral do peito, bem na beirada do sovaco. Cheirava fundo, inspirando aquele aroma forte, azedo e viril. Meu piupiu ficava durinho na hora, babando na minha mão.
Ele percebeu tudo desde o começo.
Uma noite, enquanto eu tava com o nariz praticamente enterrado no sovaco dele, gemendo baixinho e batendo minha punhetinha lisinha, ele riu rouco, apertou minha nuca com a mão grande e falou:
— Pode cheirar à vontade, filho. Eu já sabia que não era o pornô que te deixava assim. É o cheiro do pai, né? Não precisa ter vergonha não...
Falou isso e levantou o braço bem alto, abrindo o sovaco suado pra mim. O cheiro ficou ainda mais forte. Eu enfiei o nariz fundo, respirando como um viciado enquanto ele me abraçava.
A partir daí a coisa evoluiu rápido. Virou nosso ritual sagrado. Sempre que eu ia pra casa dele, ele treinava antes de eu chegar. Voltava suado, regata colada no corpo, shortinho marcado e me chamava pra sala com aquele sorrisinho safado.
Sentava no sofá, abria as pernas e já levantava o braço. Eu me encaixava rapidinho entre ele: cabeça no peito peludo, nariz bem fundo no sovaco quente e molhado de suor. Enquanto eu cheirava gemendo, ele passou a colocar a mão grande na minha coxa, subindo devagar até pegar no meu piupiu.
— Caralho, filho... que piupiu gostosinho de mlk você tem — ele murmurava rouco, passando os dedos grossos em volta do meu pauzinho liso. — Tão lisinho, tão durinho pra mim... cabe todinho na minha mão. Olha como ele pulsa quando eu aperto...
Ele fazia movimento lento, masturbando meu piupiu com a mão grande enquanto eu cheirava o sovaco dele como louco. Eu também esticava a mão e pegava no pau dele — grosso, pesado, veioso, cabeça grande e vermelha. Começamos a fazer mão amiga de verdade: eu batendo nele devagar, sentindo ele pulsar na minha palma, e ele masturbando meu piupiu pequeno com carinho e firmeza ao mesmo tempo.
A gente ficava um bom tempo assim. Pornô rolando na TV só de fundo. Eu com o nariz enfiado no sovaco suado dele, cheirando fundo, gemendo, enquanto ele comentava baixinho no meu ouvido:
— Isso, cheira o sovaco do pai... tá bem suado hoje pra você. E esse piupiu de mlk aqui? Porra, é tão bom pegar nele... tão lisinho, tão sensível. Olha como você treme todinho quando eu passo o dedo na cabecinha...
Meu corpo pequeno colado no dele, sentindo os pelos do peito roçando na minha pele. Ele apertava minha nuca, empurrando meu rosto mais fundo no sovaco, enquanto acelerava a punheta no meu piupiu.
Quando eu chegava perto, começava a tremer inteiro. Gozava seco — orgasmo forte, corpo convulsionando, piupiu pulsando na mão dele sem sair leite nenhum, só aquela sensação de gozo seco que me deixava molinho e gemendo alto no sovaco dele.
Ele adorava isso.
— Goza pra mim, garoto... goza seco no sovaco do pai. Que delícia sentir esse piupiuzinho pulsando na minha mão...
Logo depois ele gozava também. Gemido grosso, pau latejando forte na minha mão, e jatos grossos de porra quente espirrando no meu peito lisinho, na minha barriga, às vezes até no meu piupiu ainda duro. A porra dele escorria pela minha pele branquinha, marcando tudo.
Ele passava a mão grande espalhando nossa mistura — a porra dele com minha pele lisinha — e continuava comentando:
— Olha como fica bonito todo melado da porra que te fez... e esse piupiu de mlk todo brilhando... vou cuidar dele direitinho pra você.
A gente ficava um tempo abraçado, eu ainda com o nariz no sovaco dele, respirando devagar, corpo mole de tesão.
Na última vez, depois de gozar bastante em cima de mim e ficar me masturbando devagarinho mesmo depois do orgasmo seco, ele segurou meu queixo, olhou nos meus olhos e falou com a voz bem grave e safada:
— No fim de semana que vem, depois do treino... vou te deixar cheirar mais embaixo também. Quero ver você com o nariz no saco do pai, bem suado e quente. Tá ansioso, né?
Só de ouvir eu já fiquei duro de novo na mão dele.
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