#Corno #Incesto #Traições #Voyeur

Casal incestuoso 4 final

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Maquik

No dia seguinte acordamos num clima de leveza e de muito tesão. Passamos o dia mais juntos, falando baixinho sobre o que tinha acontecido na noite anterior. O Ricardo agia naturalmente, mas parecia ficar sem jeito sempre que ficava perto da Mariana. O dia inteiro na praia ele ficou assim: um pouco distante, mas sem deixar de olhar discretamente pra ela. Acho que o biquíni branco que ela estava usando não ajudava em nada.
Ainda de tarde decidimos em grupo que íamos sair pra comer fora. Por volta das 20h saímos e fomos pro centro, onde tem vários restaurantes. Escolhemos um com música ao vivo. A noite foi gostosa, leve. Por volta das 23h, eu e a Mariana decidimos voltar andando pela praia. O resto do pessoal voltou de carro. O caminho até a casa era de uns trinta minutos. Claro que aproveitamos pra esquentar as coisas no caminho: beijos, mãos por baixo da roupa, provocações baixas.
Quando chegamos, o carro já estava estacionado e só a luz da varanda estava acesa. Parecia que todo mundo já tinha ido pros quartos. A Mariana olhou pra mim com aquele brilho safado e disse que queria aprontar alguma coisa ali fora. Pensamos em ir pro quiosque, mas naquele momento a gente queria mais adrenalina. Então decidimos ir pro outro lado da casa, onde tinha um depósito. O depósito ficava perto de duas janelas: uma do quarto da Iza (minha irmã) e outra do quarto dos meus pais.
Ao passar pela primeira janela, a dos meus pais, Mariana olhou pra dentro, apontou e riu baixinho. Disse que meu pai tinha apagado a luz e foi andando em direção à segunda janela. Eu ainda fiquei olhando a dos meus pais: o quarto estava escuro, ele deitado na cama. A luz do banheiro estava acesa. Pensei que talvez fosse minha mãe lá dentro.
Fui até a outra janela. Mariana estava parada, olhando fixamente pra dentro, com a mão na boca, como se tivesse visto algo que a deixou estática. Quando me aproximei, ela se virou, colocou a mão no meu peito e tentou me empurrar pra trás. Não queria que eu olhasse. Mas aquilo só fez eu querer ver mais.
Abracei ela por trás e olhei.
A primeira coisa que vi foi a Iza deitada de lado, só de calcinha preta enfiada no meio da bunda, sem blusa. Dava pra ver que ela estava dormindo profundamente. Mas o que vi logo em seguida foi o que tinha deixado a Mariana sem reação: meu cunhado, o Biel, em pé, completamente nu… e minha mãe sentada na poltrona, com o pau dele na boca.
Senti um frio na barriga. As pernas tremeram. Foi um misto de sentimentos: raiva, vontade de matar, confusão. E, logo em seguida, tesão. Acho que o tesão veio por causa da Mariana, porque no mesmo segundo em que eu vi aquela cena, ela já tinha enfiado a mão dentro do meu short e apertado meu pau com força.
Olhei pra ela. A cara de safada dela me devolveu o olhar. Sem dizer nada, ela foi se abaixando ali mesmo, na varanda, e começou a me chupar. Eu continuei olhando pra dentro do quarto. Minha mãe mamava como uma puta experiente. Logo ali, perto da janela, a Iza dormia com a calcinha toda enfiada, alheia a tudo.
Não demorou muito pra a boca da minha mãe se encher de porra. Ela engoliu e depois limpou o pau dele com a língua, devagar. Olhei pra Mariana, que ainda me chupava enquanto deslizava os dedos pra dentro da própria buceta. Ela se levantou a tempo de ver minha mãe terminando de limpar tudo.
Pensei que ela ia querer foder ali mesmo, naquela varanda. Mas não. Me puxou pro depósito e, lá dentro, só disse:
— Vamos pro quarto.
Fiquei sem entender e um pouco frustrado, mas aceitei. Esperamos alguns minutos e fomos.
Assim que entramos no quarto, ela veio com tudo. Começamos a foder. Enquanto ela estava por cima, cavalgando, falou baixinho:
— Dona Débora é uma safada… não é, amor?
Eu ainda tentava assimilar o que tinha visto. Afinal, era uma traição atrás da outra. Mas a Mariana não parava.
— Será que ela já deu pra ele? Que piroca grossa ele tem…
Quanto mais ela falava, mais meu tesão aumentava. Ela se inclinou, colou a boca no meu ouvido e sussurrou:
— Põe o dedo no meu cuzinho… põe.
Assim que enfiei o dedo, ela gemeu:
— Isso, Biel… fode meu cuzinho… fode…
Ela sabia exatamente como me deixar louco. Tentei virar e ficar por cima, mas ela não deixou.
— Quero assim… e coloca de novo no meu cuzinho.
Fiz o que ela pediu. Já não estava aguentando. Avistei que ia gozar. Ela pediu pra eu segurar mais um pouco. Depois mordeu meu ombro e soltou:
— Goza, corno!
Enquanto eu gozava fundo, ela ainda falou, quase num gemido:
— Goza gostoso na mamãe… goza…
Naquele instante toda a cena que eu tinha presenciado voltou de uma vez. Parecia que minha alma saiu junto com a porra. Mariana levantou a buceta do meu pau e eu vi o gozo escorrendo dela. Ela passou o dedo, chupou e depois me beijou, passando o gosto pra mim.
Depois daquilo não falamos mais nada. Ficamos deitados em silêncio, cada um com seus pensamentos.

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