Virei boneco sexual em um bar da rodovia
Nas minhas férias na casa da minha avó, minha moto quebrou e tive que ir consertar em um bar. Acabei virando a puta do bar inteiro.
Me chamo Gabriel. Eu tinha 16 anos quando tudo aconteceu. Primeiro falando um pouco sobre mim, atualmente tenho 19 anos, minha aparência física continua a mesma desde sempre. Tenho 1.67 de altura, magrinho do corpo definido, branquelo das partes íntimas rosadas e bonito do rosto afeminado. Eu já tinha transado com homem e mulher antes de acontecer. Eu já tinha experimentado a sensação de ser penetrado com o meu próprio primo, transamos umas 4 vezes no troca troca padrão mesmo, mesmo assim eu me considerava hetero. Indo direto a história, tudo aconteceu em uma noite qualquer. Eu sempre fui de andar de moto mesmo sendo menor de idade (aprendi bem cedo). Nas minhas férias, eu estava na casa da minha vó, como ela dormia cedo, ficava entediado sozinho sem fazer nada e geralmente ia para o centro da cidade fazer algo (Eu morava na cidade vizinha da cidade da minha vó, quando ia no centro, era no centro da cidade da minha vó). Porém, o centro ficava longe, já que minha vó sempre morou na zona rural. Peguei a rodovia de moto e fui indo. No meio do caminho, minha moto parou do nada. Por sorte, foi perto de uma entrada que eu já conhecia. Fui carregando minha moto por uns 2km até entrar em uma rua de terra, e lá andei mais 2km até chegar em um barzinho que era de um mecânico que já me ajudou uma vez. Deixei minha moto estacionada e entrei no bar. Ao entrar, tinha cerca de cinco homens no total, bebendo e conversando. O bar era um local bem afastado, raramente iam pessoas, quando iam eram sempre os mesmos. Assim que entrei, fui cumprimentando todo mundo até chegar para falar com o dono. Todos chamavam ele de Vando, era um homem alto, negro, tinha cerca de 40/50 anos. Assim que falei o que aconteceu, ele disse que ia dar uma olhada. Fui com ele até minha moto, ele deu uma boa olhada e fez uma cara feia.
— Então Gabriel, provavelmente uma pedra bateu e furou a fiação. Você não vai conseguir voltar com ela hoje se for deixar pra eu ver. - Disse ele.
Tava fudido, ia ter que gastar mó grana sem necessidade e ainda não tinha como voltar pra casa. Antes de eu falar qualquer coisa, ele logo me ofereceu carona. Eu aceitei, mas ele disse que só ia me levar depois que o bar fechasse. Eram 20h, o bar fechava meia noite. Foda, mas fazer o que. Entrei lá e sentei em uma das mesas, pedi qualquer coisa e fui petiscando. Pra ajudar meu celular estava sem bateria, o que me obrigava a falar com aqueles homens pra me entreter. Bom, eles puxaram assunto comigo e falaram pra eu sentar mais perto deles. Falei onde eu morava, falei de quem eu era filho, como era minha vida, quantos anos eu tinha etc. Eles não sabiam quem era, então me olhavam com cara de desconfiados. Não demorou nem 10 minutos já começaram com as piadas sem graça, falando da minha aparência, do meu corpo, diziam que eu era bonitinho e que devia fazer sucesso com as garotas... foi de mal a pior e rapidamente virou uma conversa de cunho sexual. Já começaram a falar quantas mulheres eu já tinha comido, logo passou pra quantos homens já tinham me comido e eu só ria desconfortável e tentava entrar na brincadeira. De repente, um deles levanta minha camisa. Tirando o dono, tinham 5 homens. Todos bem mais velhos que eu, o mais novo parecia ter uns 30 anos. Já eram pais de família, todos casados e mesmo assim estavam me assediando. O dono do bar percebeu as intenções, mesmo assim não fez nada, muito pelo contrário, até colaborou. Bom, era bem óbvio o que estava prestes a acontecer, mas por conta do nervosismo nem percebi. De repente eles levantaram da cadeira e vieram até a minha direção sem falar nada. Acompanhei com o olho. Um deles veio por trás, o outro veio pela minha frente, agachou e abaixou minha calça. Assim que ele abaixou, puxou minha cueca e o de trás começou a me dedar.
— Lisinho, novinho e gostoso. - Disse o de trás de mim.
Eu fiquei imóvel, não conseguia falar, não gritava, não xingava, nada.
— Olha, a putinha gosta, olha o pau dela subindo. - Disse o da frente.
De fato estava subindo. Não sei o que aconteceu comigo. Talvez o nervosismo, a situação em si, eu ser dominado daquele jeito. Eles riram e zombaram de mim por conta do meu pau ficar duro o que colaborou mais ainda para tudo acontecer do jeito que aconteceu.
Senti uma pressão na minha bunda, o de trás me empurrou e assim que eu abaixei ele enfiou o pau em mim. Soltei um gemido leve. O pau dele não era grande, o do meu primo era maior. Assim que ele meteu a rola, meu pau ficou duro como pedra.
— Olha a rola desse moleque. Que desperdício. Grande desse jeito e gosta de ser torado. - Disse o cara da minha frente.
De fato, meu pau tem cerca de 19/20cm. Tudo encaminhava para um estupro em grupo e eu não conseguia fazer nada a respeito disso. Não demorou muito para o Vando pegar uma mesinha de madeira baixa e me jogar deitado de barriga pra baixo nela. Só conseguia sentir tudo aquilo, a humilhação que eu estava passando com certeza ficaria cravada na minha pele. Eu me sentia um completo lixo, um brinquedo. Eles riam e usavam meu corpo como se fosse nada. Levava tapas na bunda, pica no cu, não demorou muito para vir um pau na minha boca, meu pau duro apertava contra a mesa e doía... eu comecei a chorar por conta do nervosismo, chorava enquanto soltava gemidos abafados pela rola na minha boca. Por sorte nenhum deles tinha o pau grande, então eu conseguia aguentar tranquilo, mas já estava ficando cansado e não tinha levado nem a primeira gozada ainda. Bom, estava difícil aguentar. Eu era magrelo, não era tão grande, meu corpo não foi feito pra isso. Eu também não tinha muito pique, rapidamente fui me esgotando. Fui levando pica sem parar. Quando levei o primeiro jato no cu, logo em seguida veio outro. Já estava sendo fudido por 5 minutos. Eu já estava soado, cansado e lerdo. Quando o segundo começou a meter em mim, ele me virou de barriga para cima e começou a me masturbar. Eu já estava exausto, não parava de levar pica na boca e no cu e ainda estava sendo punhetado. Bom, a sensação era desesperadora. Eu não sentia tesão, era como se meu corpo estivesse tentando rejeitar tudo aquilo. Por eu não sentir tesão, não vinha a vontade de gozar e meu pau continuava duro. Era estranho, desconfortável. Fui sendo fudido um a um, até ser colocado de frango assado e o Vando, que estava quieto observando tudo, tirou a roupa e veio até mim. Para o meu pesadelo, eu que já não aguentava mais nada e estava quase desmaiando, olhei para o Vando e pensei "fudeu". Tive que aguentar um pau maior e mais grosso que o meu. Não acreditei quando vi. Assim que ele foi enfiando, senti uma sensação diferente. Não sei o que era, mas não era boa. O pau dele foi me preenchendo cada vez mais e meu gemido foi se intensificando. Ia batendo no fundo do meu reto, até que entrou tudo. Quando ele começou a meter, revirei meus olhos e minha vista começou a escurecer. Era enorme, simplesmente gigante. Fui perdendo as forças nos gemidos conforme ele metia e passei a gemer baixinho. Todos observavam minha situação deplorável e davam risada.
— Esse magrelo vai virar uma mulherzinha. Fiquem vendo. - Disse um deles.
— O pau dele não fica mole, olha isso, que vagabunda. - Disse outro.
Ele metia com força, com vontade, gemia igual um ogro. Por conta dos gemidos e do barulho do sexo, ninguém percebeu, mas de repente dois homens entraram no bar e viram toda aquela situação.
— Que porra é essa Vando? Torando viado? Caralho. - Disse um dos que entrou.
O Vando ficou imóvel, parecia a mesma situação que quando a mãe pega o filho na punheta. Eles foram se aproximando e olhando para nós. Eram dois homens jovens, deveriam ter uns 30 anos.
— Porra, agora entendi porque tão fudendo esse moleque. Olha que corpo gostoso, caralho, já deve estar todo arrombado com seu pau Vando. - Disse ele.
O Vando percebendo que eles aceitaram de boa voltou a meter forte.
— Olha como a puta geme. Porraa, como vocês conseguiram esse moleque. - Continuou.
Até que o outro cara solta um "Esse não é o neto da Cleusa do Magrão?". Na hora todos conheceram. Meu coração gelou.
— Vou contar pra Cleusa que você veio aqui levar pica moleque. Ela vai amar saber disso. - Disse o mesmo rapaz.
Eu, em gemidos, implorei para ele não contar.
— P-P-Por fa-vor, não fa-la-la pra ela. - Respondi.
Eles deram risada.
— Então agora tu tá na merda. A gente vai te comer também. - Disse ele.
— Agora ficou até mais interessante, você vai virar nossa puta. A Cleusa é a mulher mais conhecida daqui. Se você não vir aqui todo dia dar esse cu pra gente a cidade toda vai ficar sabendo que o neto da Cleusa gosta de levar pica de homem velho. - Disse o Vando enquanto gemia e metia em mim.
Senti um aperto no peito. Só conseguia pensar que minha vida tinha acabado. Para ajudar, eles seguraram meu braço e tiraram uma foto de mim. Eu já estava todo soado, com o pau durasso levando pica. Quem olhasse de fora com certeza pensaria que eu estava adorando aquilo. Eu tentei virar meu rosto mas eles me seguraram. Porra, que humilhação. Depois que tiraram a primeira foto, a ideia pegou e foi aí que eles começaram a gravar vídeos e tirar fotos de diferentes tipos de mim. O auge da minha humilhação foi quando um deles teve a ideia de pegar um marcador permanente e começou a escrever um monte de coisa no meu corpo. Puta, depósito, viado, mulherzinha, até neto da Cleusa escreveram. Filhos da puta, estavam estragando com a minha sanidade mental enquanto me estupravam igual um brinquedo sexual. Naquela humilhação e pressão psicológica toda, fui ficando cada vez mais traumatizado e me tornando um brinquedo de verdade. O tesão foi me consumindo, e a sensação de ser humilhado junto com as metidas fortes do Vando que não gozava de jeito nenhum começou a me deixar excitado. Eles pegando no meu corpo, apertando meu pescoço, dando tapas na minha cara, colocando o celular no meu rosto, no meu cu e no meu pau e de repente fui sentindo uma vontade enorme de gozar mesmo sem tocar no pau. Foi vindo conforme as metidas do Vando, eu tentei controlar mas só vi os jatos saindo forte do meu pau. Ao mesmo tempo que gozei, comecei a espremer o pau do Vando e ele começou a me destruir. Senti meu cu sendo estourado e o meu orgasmo junto. Eles rindo e gravando eu gozando naquela situação e pra ajudar com um pau na boca. Porra, que merda, eu gozei sendo estuprado, ninguém acreditaria que foi um estupro se divulgassem, eu estava na merda. Após isso, outro pau começou a entrar em mim. Claro, nada comparado ao do Vando, mas mesmo assim estava sendo intenso. Era uma sensação única, eu estava sendo levado ao limite do meu corpo. Meu pau, mesmo depois de eu ter gozado, continuava duro igual pedra. Meu cu já estava arrombado, já não doía mais e eu apenas sentia a pressão dentro de mim. Eles me trocavam de posição e eu só aceitava tudo aquilo calado. Meu corpo ardia, principalmente nos locais onde eles mais davam tapas. Assim que o próximo gozou, um dos que chegaram depois passou na frente da fila. Ele deitou na mesinha por baixo de mim e me mandou cavalgar no pau dele. Os outros riam e me humilhavam, sempre com uma câmera na minha cara. Eu me neguei a fazer aquilo, estava extremamente exausto, mas tomei um tapa na cara tão forte que sem perceber já estava subindo e descendo no pau dele. A cada minuto que passava eu era tratado mais e mais como uma puta. A partir daí, fui obrigado a fazer tudo que eles queriam. Eles se divertiam com aquela situação, como se eu fosse apenas um brinquedo. Passei mais ou menos umas 5 horas levando pica de todos eles. Eles usaram meu corpo de todas as maneiras possíveis. Eu cheguei a apagar algumas vezes, mas eles sempre me acordavam aos tapas. No final de tudo, meu cu estava deflorado. Tinha porra em todo o meu corpo. Para piorar, eles fizeram questão de rasgar minha roupa e me colocaram no carro do Vando pelado. Ele me levou embora e eu estava praticamente inconsciente por conta de todo o desgaste físico que passei. Ao chegar perto de lá, ele me soltou pra andar mais ou menos uns 500 metros sozinho e pelado.
— Hoje a noite a gente se vê. Estamos te esperando. - Disse ele.
Que humilhação. Eu rezava para minha vó não estar acordada. Assim que cheguei lá fui direto para o chuveiro. Foi doloroso. Meu pau doía, minha bunda doía, meu cu doía, eu não conseguia me equilibrar em pé, tive que tomar banho sentado. Foi difícil terminar o banho, quando deitei na minha cama, apaguei. Não sei por quanto tempo eu dormi, só sei que minha vó me acordou e disse que tinha o Vando estava me chamando. Levantei, fui até ele, disse para minha vó que já voltava porque minha moto tinha quebrado e ele estava consertando, ela ficou sem entender nada e eu só saí. Assim que entrei no carro ele disse:
— Achou que ia fugir de nós? A gente te busca até na porta da sua casa, moleque. - Disse ele.
A partir desse momento, todos os dias até o fim das minhas férias foi o pessoal daquele bar me fudendo até ficarem satisfeitos. Quando voltei para minha casa já com minha moto consertada, já não era mais o mesmo. O que aconteceu ficou marcado para sempre na minha vida. Não demorou nem um ano e eu já era tinha me assumido gay. Nas minhas próximas férias fiz questão de ir para a casa da minha vó, e assim que pisei naquele bar, pude sentir toda a putaria que estava cravada na minha mente.
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