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Meu filho me pegou comendo o pastor!

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silva.p

De quando eu levei meu filho pra escola dominical e fui flagrado comendo o pastor no banheiro.

Sei que isso vai soar absurdo. Sei que, se alguém me ouvisse agora, diria que eu deveria estar envergonhado, arrependido, que deveria estar de joelhos pedindo perdão em vez de escrever isso. Mas a verdade é que a vergonha e o tesão se misturaram de um jeito que eu não consigo desfazer mais. Toda vez que fecho os olhos, vejo aquela porta de madeira pintada de marrom, ouço o eco dos passos no corredor, sinto o cheiro de desinfetante barato misturado com suor e esperma. E meu pau endurece de novo.

Era um domingo qualquer. Levei o Lucas na Escola Dominical — 14 anos, todo arrumadinho com a camisa branca que a mulher passou na noite anterior. Deixei ele na sala com a professora e as outras crianças, aquele burburinho de vozes agudas, risadas, o cheiro de giz de cera. Eu deveria ter ido direto para o auditório, sentar no banco duro, ouvir o pastor gritando sobre fogo do inferno. Mas não fui. O pastor ainda não tinha chegado mesmo. E uma vontade idiota de ir ao banheiro me pegou no meio do caminho.

O banheiro dos fundos. O lugar mais esquecido da igreja. Azulejos brancos manchados de amarelo, uma janela alta que só deixava passar uma luz pálida, duas pias de granito rachado. O cheiro de urina seca e água sanitária. Fui direto pro mictório, abri o zíper, comecei a mijar. E aí ouvi a porta abrir.

O pastor Marcos entrou.

Grande, negro, uns 55 anos, parrudo. O terno preto esticado nos ombros largos, a barba grisalha bem aparada, os olhos escuros que pareciam enxergar dentro da gente. Ele acenou com a cabeça, um "bom dia" grave, e ocupou o mictório ao lado do meu.

Eu tentei olhar pra frente. Mas senti. Senti o olhar dele descer, demorar. Um segundo. Dois. O som da urina dele batendo na porcelana. Meu pau ainda meio mole, molhado de xixi. Eu não me mexi. Terminei, sacudi, guardei. E quando fui lavar as mãos, ele apareceu atrás de mim no espelho.

— Tudo bem, irmão? — a voz dele, grossa, quase um sussurro.

— Tudo, pastor. Só queria... pedir uma oração. Meu tio está doente.

Ele assentiu. Colocou a mão pesada no meu ombro. A palma quente, os dedos grossos apertando de leve.

— Vamos orar aqui mesmo, que o Senhor ouve em todo lugar.

Eu fechei os olhos. Ele começou a falar, pedindo cura, pedindo força. Mas a mão dele desceu. Deslizou pelas minhas costas, parou na minha cintura. Ainda dentro da oração, a voz firme, as palavras santas. E a mão dele encontrou a frente da minha calça.

Meu pau já estava duro. Tinha endurecido no momento em que ele entrou no banheiro, eu sabia, eu sentia. Uma ereção suja, quente, errada. Quando os dedos dele apertaram o volume do meu pau por cima do tecido, eu não consegui respirar. Abri os olhos. Ele me encarava no espelho.

— O Senhor abençoa todas as suas partes, irmão. — a voz dele tinha mudado. Um tom mais baixo, mais úmido. — Você permite?

Eu não respondi. Só balancei a cabeça. Ele ajoelhou.

Pastor Marcos, o homem que pregava contra a luxúria, ajoelhado no chão sujo do banheiro da igreja, abrindo o meu zíper com dedos trêmulos. O barulho do metal. O ar frio no meu pau. Ele olhou pra ele como se fosse uma coisa sagrada. Passou a língua grossa na glande, fechou os olhos, gemeu baixinho. Um gemido de quem estava esperando aquele momento há muito tempo.

Ele chupou meu pau como quem reza. Devagar, fundo, os lábios selados na base, a garganta engolindo. A barba dele arranhava a pele do meu saco. As mãos dele apertavam minhas coxas. O som molhado, o ar ofegante dele, o cheiro de suor e cabelo. Minha nuca encostou no azulejo frio.

— Isso... isso não é certo, pastor. — eu sussurrei, mas minhas mãos já estavam na nuca dele, empurrando a cabeça dele pra baixo.

Ele não parou. Só olhou pra cima, os olhos marejados, a boca cheia de mim, e fez um som que parecia um "sim".

Eu puxei ele de volta, obriguei ele a levantar. Desabotoei a calça dele, deixei cair no chão. Ele estava nu por baixo da camisa social. O corpo peludo, a barriga grande, as pernas grossas. E o cu dele já estava molhado. Escorrendo. Quando passei a mão entre as nádegas dele, senti uma gordura viscosa, quente. Alguém tinha comido aquele cu antes. Não era a primeira vez.

Ele enterrou o rosto no meu pescoço, lambeu o meu suor. A língua quente na minha artéria, os dentes mordendo de leve.
Eu girei ele, encostei a barriga dele na pia. O granito frio contra a pele quente. Ele se curvou, apoiou as mãos na borda, ofereceu aquele cu enorme, peludo, besuntado. A ponta do meu pau encontrou a entrada. Ele gemeu, empurrou pra trás. Eu entrei de uma vez.

O som que ele fez. Um gemido abafado, profundo, como se tivesse levado um soco no estômago. O cu dele apertou, soltou, engoliu. Comecei a foder ele contra a pia. Cada estocada fazia o granito ranger. O espelho na frente mostrava tudo — o rosto dele distorcido, a boca aberta, a minha mão enrolando a gravata dele, puxando pra trás.

Eu enforquei ele com a própria gravata. Só um pouco. Só o suficiente pra ele arfar, pra sentir o domínio. As veias do pescoço dele pulsavam contra o tecido. Ele gemia, pedia mais, a voz saindo entrecortada. Minha outra mão segurava o quadril dele, guiava o ritmo. Eu via as bolas dele balançando, via o pau dele duro, gotejando contra a porta do armário.

Abaixei, lambi o cu dele enquanto ainda estava dentro. O gosto de sexo, de suor, de sabão barato. Ele choramingou, se abriu mais. Chupei aquele cu como se fosse a minha última refeição no corredor da execução. A língua entrando, explorando, sentindo a textura quente e áspera. Ele se contorcia, pedia pra não parar. Enfiei meu pau no cu do pastor outra vez.

Foi aí que ouvi.

Passos no corredor. Passos leves, rápidos. E uma vozinha fina:

— Papai? Papai, você está aí?

Lucas.

Meu coração parou. Meu pau ainda enterrado no cu do pastor. Eu parei de mexer, mas não tirei. Fiquei imóvel, suando, o sangue batendo nos ouvidos. A escola dominical já tinha acabado?

— Papai? — a voz mais perto. Uma mão batendo na porta. — A tia falou que você veio aqui.

O pastor olhou pra mim por cima do ombro. Os olhos arregalados, a boca aberta, o cu contraindo em volta do meu pau. Ele não disse nada. Só esperou.

Respirei fundo. Limpei a garganta.

— Tô aqui, filho. Já vou.

— Tá demorando! — a voz dele, impaciente, inocente.

Comecei a me mover de novo. Devagar. Bem devagar. Empurrando dentro do pastor em movimentos curtos, silenciosos. A pia não rangeu. A respiração dele ficou presa. Eu inclinei o corpo, coloquei a boca perto do ouvido dele, sussurrei:

— Fica quieto. Quietinho.

Ele fez que sim com a cabeça, os olhos fechados, as mãos tremendo na borda da pia. Eu continuei fodendo ele enquanto meu filho do lado de fora assobiava uma musiquinha. Cada estocada era um risco. Cada segundo, uma faca no peito.

— Vai abrir a porta, papai?

— Já, amor. Só terminar de lavar o rosto.

Minha mão apertou a gravata de novo. Puxei o pescoço dele pra trás, encaixei melhor. A glande batendo no fundo. O pastor mordeu o lábio pra não gemer. Eu senti o cu dele apertar, o corpo dele tremer. Ele estava perto. Eu também.

— Papai, a gente vai perder a hora do louvor!

— Já vou, filho! — a voz saiu mais alta do que eu queria, um desespero disfarçado de paciência.

Acelerei o ritmo. Cada estocada mais funda, mais desesperada. O suor escorria das minhas costas, pingava na nuca do pastor. Ele enterrou o rosto no antebraço, o corpo sacudindo em arrepios. O cu dele ficou mais quente, mais molhado.

— Vou gozar. — eu sussurrei no ouvido dele. — Vou gozar dentro de você.

Ele gemeu, um som abafado, sufocado. As pernas dele fraquejaram. Eu segurei ele pela cintura, enfiei mais forte, mais rápido. A porta ainda trancada. Meu filho do lado de fora, batendo o pé, resmungando.

E aí a maçaneta girou.

Eu tinha esquecido de trancar.

Meu sangue virou gelo. Meu pau ainda duro dentro do cu do pastor, o corpo imóvel, o coração batendo na garganta. A porta começou a abrir.

Lucas apareceu primeiro com a mãozinha na maçaneta, a cabeça entrando pelo vão, os olhos curiosos percorrendo o banheiro. Ele me viu primeiro — eu de pé, as calças abertas, a camisa desalinhada. Depois viu o pastor Marcos ajoelhado entre a pia e a parede, o terno amarrotado, a gravata torta, a boca aberta.

O tempo desabou.

— Papai? — a voz dele saiu estranha, um fio de confusão.

Eu não pensei. O corpo agiu antes da mente. Empurrei a cabeça do pastor para baixo com uma mão, com a outra puxei o zíper, escondendo o pau ainda molhado. O pastor ficou de quatro, o rosto escondido, os ombros sacudindo.

— Entra, filho. Entra rápido. — minha voz saiu firme, um milagre. — Fecha a porta.

Lucas obedeceu. A porta bateu. O som do trinco encaixando.

O silêncio no banheiro da igreja parecia pesado, quase sólido, cortado apenas pelo som da respiração trêmula do pastor Marcos, que ainda estava ali, apoiado de joelhos nas pedras frias, com o terno manchado de suor e a dignidade desfeita.

Lucas olhava para nós com os olhos arregalados, a inocência dos seus quatorze anos tentando processar uma cena que sua mente simplesmente não conseguia encaixar. Ele olhou para o chão, para a gravata torta do pastor, e depois para mim, buscando uma resposta que fizesse sentido. Eu sabia que meu filho não era bobo, mas não podia deixar de tentar convencê-lo:

— O... o pastor passou mal, filho — eu disse, a voz saindo num sussurro que tentava soar firme, mas que tremia por dentro. Senti o suor frio escorrer pelas minhas costas. — A pressão dele caiu. Ajuda aqui. Segura o braço dele.

Lucas deu um passo à frente, ainda confuso, mas obediente como sempre foi.

Foi então que aconteceu o que me fez perder o pouco de sanidade que me restava.

O pastor Marcos ergueu lentamente o rosto. Os olhos escuros, antes tomados pela luxúria e pelo medo, agora brilhavam com uma centelha de perversidade calculista. Ele não estava envergonhado. Ele estava excitado.

Com um movimento lento, a mão grande e grossa do pastor tateou o próprio chão, encontrou o membro ainda semimole e pingando, e depois subiu, roçando na barra da calça do meu filho que havia se aproximado.

— Na verdade, Lucas, o seu pai... — a voz do pastor saiu grave, úmida, cortante, carregada de uma autoridade distorcida que misturava o sagrado e o pecado de forma venenosa. Ele olhou diretamente para Lucas, depois para mim, com um sorriso de canto de boca. — Seu pai estava me ajudando a... buscar o Senhor, meu jovem. O espírito é forte, mas a carne é fraca. Você quer ajudar a gente a terminar a oração?

Meu estômago despencou. O ar sumiu dos meus pulmões. Olhei para o rosto do meu filho, que corou, sem entender a malícia crua nas entrelinhas daquelas palavras, mas sentindo o peso daquela atmosfera sufocante. E, num delírio absoluto que me apavora só de lembrar, parte de mim desejou que Lucas dissesse sim.

Mas Lucas não disse sim com palavras. Ele disse sim com o corpo. Ele ficou parado, a respiração curta, os olhos fixos no volume que saltava da calça do pastor, que agora se erguia completamente, desafiando a gravidade e a moral. O menino, movido por uma curiosidade juvenil, deu um passo à frente. Ele não sabia o que era aquilo, mas com certeza ele já tinha uma ideia.

— Eu posso ajudar, papai? — Lucas perguntou, a voz falhando, quase um sussurro.

Puxei o Lucas pelo ombro, trazendo-o para perto de nós, enquanto o pastor Marcos, num movimento fluido e predatório, agarrou o tornozelo do menino e o puxou para baixo. Lucas caiu de joelhos ao lado do pastor. O contraste era obsceno: a pele clara e jovem do menino contra a pele negra e grossa do homem.

— Olhe aqui, Lucas — o pastor ordenou, a voz vibrando no peito. — Veja como o corpo clama pela libertação.

O pastor pegou a mão do menino e a guiou, forçando os dedos pequenos de Lucas a apertarem o seu pau, grosso e latejante. Lucas soltou um arquejo, os olhos arregalados, sentindo a temperatura daquele membro. Eu senti meu próprio pau pulsar, duro como pedra, vendo meu filho tocar o pastor.

— Chupa, Lucas. Chupa para o pastor — eu comandei, a voz rouca, a razão completamente apagada.

Lucas, hipnotizado, abriu a boca. Ele hesitou por um segundo, mas o pastor não esperou; ele empurrou a cabeça do menino para frente, guiando o pau para dentro daquela boca pequena e inexperiente. O som foi imediato: uma engolida úmida, o vácuo da garganta do menino tentando engolir aquela imensidão. O pastor fechou os olhos, a cabeça jogada para trás, soltando um gemido gutural que ecoou pelas paredes do banheiro.

Enquanto Lucas chupava o pastor, eu não consegui mais ficar parado. Ajoelhei-me atrás do Marcos. O cu dele ainda estava aberto, relaxado da minha última estocada, exalando aquele calor úmido. Eu agarrei as nádegas dele, abrindo-as com força, e lambi a entrada daquele cu.

Eu sentia o corpo do menino tremer contra a perna do pastor, a respiração do Lucas ficando curta, ofegante, enquanto ele tentava, por instinto, acomodar aquele volume imenso em sua garganta.

— Isso, Lucas... engole tudo... — o pastor rosnou, a voz vibrando no peito, enquanto apertava a cabeça do menino contra seu ventre.

Eu não aguentava mais. Peguei o Lucas pelo ombro, puxei-o para trás por um segundo, apenas o suficiente para despir a calça dele. O pau do menino, pequeno e tenso, saltou para fora, apontando para cima, pulsando de excitação e medo. O pastor Marcos, vendo aquilo, soltou um riso baixo, quase demoníaco. Ele se virou, ficando de joelhos, e agarrou o pau do meu filho com a mão grossa, guiando-o para a sua própria boca.

— Agora é a minha vez de abençoar você, pequeno — sussurrou o pastor.

Marcos abriu a boca e envolveu o pau do Lucas. Ele não foi delicado. Ele chupou com força, a língua grossa circulando a glande do menino, sugando com uma voracidade que fez o Lucas arquear as costas e soltar um gemido agudo, um som que nunca tinha ouvido meu filho emitir na vida. O pastor fechava os olhos, saboreando a inocência do menino, enquanto sua mão livre subia para apertar o saco do Lucas, estimulando-o com movimentos rítmicos.

Eu estava assistindo a tudo, com o meu próprio pau latejando, escorrendo um líquido transparente. A cena era um quadro do inferno: meu filho sendo chupado pelo pastor, e o pastor, ainda com o membro do menino na boca, oferecendo o cu para mim.

Ele se curvou novamente, empurrando as nádegas para trás, abrindo as pernas para que eu visse aquele buraco escuro, úmido e besuntado. Eu não esperei. Peguei o Lucas pelo pescoço, puxando-o para que ele ficasse de frente para mim, e forcei a cabeça do menino para baixo, guiando o pau do pastor — que ainda estava rígido — para a boca do meu filho novamente.

— Chupa ele, Lucas! Chupa enquanto eu fodo ele! — gritei, a voz rouca de desejo.

Lucas obedeceu, voltando a envolver o membro do pastor com seus lábios, os olhos marejados, olhando para mim enquanto fazia aquilo. E eu, com um impulso animal, enterrei meu pau no cu do pastor Marcos.

O impacto foi seco. O cu dele engoliu meu membro com uma força visceral. Eu via, pelo espelho manchado, a imagem surreal: eu, o pai, dominando o pastor; o pastor, o guia espiritual, sendo usado como um objeto de prazer enquanto consumia a inocência do meu filho.

— Mais... mais fundo, irmão! — o pastor gritou, a voz saindo rouca entre as sucções do Lucas. — Mais… mete mais… eu aguento…

Eu segurei a cintura dele com as mãos enterradas na gordura de suas nádegas, puxando-o contra mim com tanta força que senti meus ossos rangerem. A cada estocada, o pastor empurrava a cabeça do Lucas ainda mais para dentro, forçando o menino a engolir cada centímetro daquele membro negro e pulsante. O Lucas estava em transe, os olhos revirando, a saliva escorrendo pelo canto da boca enquanto tentava acompanhar o ritmo do meu impacto no cu do pastor.

Senti o ápice chegando. O cu do Marcos estava fervendo, apertando meu pau como se quisesse me sugar para dentro dele. Eu comecei a acelerar, as estocadas tornando-se curtas e violentas. O pastor, sentindo que eu estava prestes a gozar, começou a enfir o pau na garganta do Lucas com uma força desesperada, fazendo o menino soltar um gemido agudo, quase um grito, que foi abafado pelo membro do pastor.

— Vou gozar! Eu vou gozar em você, Marcos! — eu berrei, perdendo completamente a compostura.

Num último impulso, enterrei meu pau até a base, sentindo o fundo do cu do pastor como um limite quente e apertado. Gozei com violência, jatos quentes de esperma inundando o interior do pastor. No exato momento, o pastor também descarregou; ele deu uma segurada funda na cabeça do meu filho e eu consegui ver todo aquele leite espesso e quente descendo no contorno da garganta do menino.

Lucas engoliu tudo, tossindo levemente, enquanto o pastor desabava contra a pia, exausto, com o corpo tremendo.
Ficamos ali, os três, suspensos num silêncio que cheirava a pecado e desinfetante. O único som era o da respiração pesada do pastor Marcos, que parecia um fole velho, e o som do gotejar de alguma torneira mal fechada. Eu sentia o sêmen pulsar dentro do pastor, e via o resto do gozo dele escorrendo pelo canto da boca do Lucas, um fio branco e viscoso contrastando com a pele jovem do meu filho.

O pastor Marcos, porém, não terminou ali. Seus olhos, ainda nublados pelo prazer, fixaram-se no pau do Lucas, que ainda pulsava, duro e vermelho, apontando para cima. O pastor soltou um riso rouco, a voz agora carregada de uma malícia que não deixava espaço para redenção.

— O pequeno cordeiro ainda tem sede — sussurrou Marcos, a mão grossa deslizando pela coxa do menino, apertando a carne macia.

Olhei para o Lucas. O menino estava ofegante, o peito subindo e descendo, a ereção latejando. Eu senti um impulso possessivo, uma vontade de completar o ciclo. Aquele menino era meu, mas naquele momento, ele pertencia ao ritual.

— Faz ele gozar, Marcos — ordenei, a voz saindo como um comando.

O pastor não precisou de segunda ordem. Ele se arrastou no chão frio, movendo-se como um animal, e envolveu o pau do Lucas com a palma da mão. Comexou a mover a mão com uma precisão cruel, apertando e deslizando, enquanto usava a outra mão para abrir as pernas do menino, forçando-o a ficar exposto contra o azulejo branco.

— Olhe para o seu pai, Lucas — disse o pastor, a voz vibrando. — Olhe para ele enquanto você se liberta.

Lucas olhou. Os olhos dele encontraram os meus, arregalados, as pupilas dilatadas. Eu me inclinei sobre eles, segurando o rosto do meu filho com as mãos ainda sujas de suor e sexo, forçando-o a encarar a depravação total da cena.

— Goza, filho. Goza para a gente — sussurrei.

O pastor Marcos acelerou o ritmo. A mão dele era pesada, quente, movendo-se com uma força que fazia o corpo do Lucas estremecer. O pastor então se inclinou e começou a lamber a base do pau do menino, a língua grossa circulando as bolas, provocando espasmos que faziam o Lucas arquear as costas e soltar gemidos curtos, agudos, que ecoavam no banheiro vazio.

Eu comecei a estimular o Lucas com a minha própria mão, unindo-me ao pastor. Éramos dois homens, um corruptor e um cúmplice, trabalhando juntos para levar aquele menino ao limite. Senti o corpo do Lucas ficar tenso, as coxas tremendo, a respiração tornando-se um chiado desesperado.

Com um grito abafado, Lucas descarregou. O sêmen saltou, sujando a mão do pastor e respingando no azulejo branco, gotas brancas e quentes marcando a porcelana fria. O menino desabou, a cabeça pendendo para o lado, o corpo relaxando num êxtase que ele nunca teria imaginado existir, os olhos fixos no teto, o peito subindo e descendo num ritmo frenético, enquanto o pastor Marcos permanecia ali, como um animal que acabara de devorar a presa e agora contemplava o resto.

Lentamente, Marcos se afastou do meu filho. Ele não se levantou. Em vez disso, ele se posicionou de joelhos, mas não para rezar. Ele abriu as pernas, expondo-se completamente no chão frio e úmido, e inclinou a cabeça para trás, oferecendo o rosto e o peito ao vazio do teto manchado.

— Agora... — a voz do pastor saiu como um estalo, rouca, carregada de um desejo masoquista. — Agora, abençoem-me.

Ele olhou para mim e depois para o Lucas, que ainda estava zonzo, recuperando os sentidos.

— Mije em mim — ele ordenou, embora o tom fosse de súplica. — Mije no rosto do seu servo. Mije em mim, Lucas.

Eu senti meu pau, que já começava a amolecer, latejar uma última vez com a ideia. Olhei para o Lucas. O menino estava confuso, mas havia algo naquelas palavras — na autoridade do pastor agora transformada em servidão — que o instigou.

O menino se aproximou, engatinhando sobre o azulejo frio até ficar sobre o rosto do pastor. Ao mesmo tempo, eu me posicionei acima do peito de Marcos. O pastor fechou os olhos, a respiração curta, esperando.

Eu abri o zíper e, com um suspiro de alívio, soltei um jato quente e forte. O líquido amarelo atingiu o peito largo do pastor, escorrendo pelos pelos do peito, ensopando a camisa social branca que agora grudava na pele dele como uma segunda pele. Marcos soltou um gemido profundo, um som de satisfação que vibrou no chão do banheiro.

Ao meu lado, Lucas também se libertou. O jato do menino, mais fino e hesitante, começou a bater diretamente na bochecha do pastor, escorrendo para dentro do canto da boca aberta de Marcos. O pastor não desviou o rosto; ele abriu a boca mais, aceitando a urina como se fosse água, engolindo miligramas do mijo do meu filho enquanto fechava os olhos em êxtase.

Enquanto isso, o pastor não ficou parado. Com a mão direita, ele começou a bater punheta para si mesmo, os movimentos rápidos e desesperados, o pau batendo contra o próprio ventre, espalhando o resto do sêmen e a urina em um ritmo frenético. Ele gemia, o rosto banhado em mijo, o corpo tremendo sob o peso daquela humilhação.

O som era evidente: o ruído do líquido batendo na pele, a respiração ofegante, o atrito da mão do pastor contra a própria carne. Eu continuei despejando tudo o que tinha sobre ele, sentindo a última gota de urina escorrer enquanto via o pastor atingir o ápice. Ele deu um último solavanco, soltou um gemido sufocado e desabou.

O silêncio voltou, mas agora era um silêncio final.

O pastor Marcos ficou ali, jogado no chão do banheiro, as pernas abertas, o corpo espalhado sobre a porcelana fria. O pau agora estava mole, murcho e pálido, descansando sobre a pele molhada. A boca estava aberta, cheia de mijo, o líquido escorrendo pelo queixo e se misturando ao suor e ao esperma no chão.

Ele não se mexeu. Ficou ali, derrotado e satisfeito, enquanto eu e Lucas nos levantávamos, limpávamos a bagunça e saíamos em silêncio para o louvor,

Comentários (1)

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  • oroperv: Caralho! Queria um pastor assim na minha igreja... tem que fazer uma continuação de vc comendo o cuzinho do seu filho com ele!

    Responder↴ • uid:v00916ic