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Vitória :A Volta da Travesti Proibida

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Eu cheguei em casa depois de quase três anos longe. O Uber parou em frente à casa grande no bairro alto de Governador Valadares. Meu coração batia forte quando desci do carro. Eu estava diferente agora — cabelos longos lisos, maquiagem perfeita, vestido preto justo marcando minha cintura, seios siliconados empinados e uma bunda redonda que fazia o tecido esticar. Saltos altos, pernas grossas. Carregava apenas uma mala pequena.

Quando papai abriu a porta, ele ficou parado, me olhando de cima a baixo.

— Vitória… — murmurou ele, quase sem acreditar.

Eu sorri tímida e falei com minha voz suave, um pouco rouca:

— Pai… cheguei.

Ele abriu os braços e eu me joguei neles. O abraço foi forte. Meu corpo macio, cheiroso e quente encostou no dele. Senti as mãos dele descendo um pouco mais baixo, quase na curva da minha bunda. Quando nos afastamos, ele me olhou de novo.

— Caralho, Vitória… você tá… diferente. Linda pra caralho.

Eu corei, mas sorri.

— Obrigada, pai. Eu mudei bastante.

Fomos para a sala. Ele abriu uma cerveja pra mim. Conversamos sobre a viagem, sobre Belo Horizonte, sobre meu trabalho. Eu estava nervosa. Depois de meia hora, respirei fundo e decidi contar.

— Pai… eu preciso te contar uma coisa. Eu não sou mais o Tiago. Eu sou a Vitória agora. Totalmente. E… eu trabalho como acompanhante.

Papai franziu a testa.

— Acompanhante?

— Sim. Travesti de luxo. Eu posto fotos num site, atendo homens… e às vezes casais. Ganho muito bem.

Peguei meu celular, abri o site e mostrei meu perfil: “Vitória Silva – Travesti Premium – 24cm de prazer”. As fotos eram explícitas: eu de lingerie, de quatro mostrando a bunda, e várias com meu pauzão grosso, venoso, de 24 centímetros totalmente duro, cabeça rosada brilhando, veias saltadas.

Enquanto ele passava as fotos, vi o volume na calça dele crescer rápido. Um pau grosso endurecendo por baixo do jeans.

Eu senti um calor subir pelo corpo e falei baixinho:

— Pai… você tá… ficando duro olhando pras minhas fotos?

Ele levantou o olhar, surpreso. O volume estava bem visível agora.

— Desculpa, filha… é que… porra… você tá muito gostosa nessas fotos. Esse pau… caralho, é enorme.

Eu mordi o lábio inferior. Me aproximei mais no sofá.

— Você quer ver de perto?

Ele hesitou só um segundo e assentiu.

Eu me levantei, virei de costas e lentamente subi o vestido até a cintura. Não usava calcinha. Minha bunda redonda e macia apareceu, e entre as coxas grossas balançava meu monstro: 24 centímetros de rola grossa, semi-dura, pesada, com cabeça rosada grande e veias aparentes.

Papai soltou o ar com força.

— Meu Deus do céu…

Eu virei de frente. Meu pauzão já estava mais duro, apontando pra cima, latejando. Dei um passo à frente, ficando entre as pernas dele.

— Pode tocar, pai… se quiser.

A mão grande e calejada dele subiu devagar e envolveu a base do meu pau. Era quente, grosso, pulsava na palma dele. Ele apertou de leve, sentindo o peso.

Eu gemi baixinho.

— Hmmm… sua mão é tão quente…

Ele olhou pra cima, olhos cheios de desejo. Eu me inclinei, segurei o rosto dele com as duas mãos e colei meus lábios vermelhos nos dele.

O beijo começou lento, mas logo ficou molhado. Nossas línguas se encontraram, se enrolaram, saliva trocando. Papai gemeu dentro da minha boca enquanto continuava masturbando devagar meu pauzão de 24cm. Eu enfiei a língua mais fundo, chupando a dele, beijando com fome.

Desci a mão e abri o zíper dele. O pau dele saltou pra fora: grosso, veioso, cabeça inchada, já babando pré-gozo.

Eu quebrei o beijo, olhei pra baixo e sorri safada.

— Olha como você tá duro por causa da sua filhinha travesti…

Eu me ajoelhei entre as pernas dele. Lambi a cabeça do pau dele devagar, circulei a língua, depois abri a boca e engoli metade de uma vez. Chupei gostoso, barulhento, babando bastante, enquanto minha mão continuava batendo no meu próprio pauzão.

Papai segurou meus cabelos, gemendo rouco:

— Porra, Vitória… que boca gostosa… chupa o pau do papai, minha filha safada…

Eu subi e desci a boca várias vezes, fazendo o pau dele entrar e sair molhado de saliva. Depois subi, sentei no colo dele de frente, o vestido ainda levantado. Nossos dois paus se esfregavam: o meu enorme e duro contra a barriga dele, o dele latejando contra minha bunda macia.

Nós nos beijamos de novo, ainda mais molhado, línguas dançando enquanto eu rebolava devagar, roçando meu cu na rola dele.

— Pai… eu tô molhada pra você — sussurrei no ouvido dele.

Ele segurou minha bunda com as duas mãos, abrindo as nádegas. O dedo indicador dele encontrou meu cuzinho apertado e começou a massagear em círculos.

Eu gemi alto, mordendo o lábio dele.

— Coloca o dedo, pai… abre sua filhinha…

Ele enfiou o dedo devagar no meu cu quente e apertado. Eu rebolava mais forte, meu pauzão de 24cm babando pré-gozo entre nossos corpos.

Nós continuamos nos beijando, dedo no cu, paus esfregando, gemidos enchendo a sala.

Papai olhou nos meus olhos, voz rouca de tesão:

— Vitória… isso é errado pra caralho… mas eu não consigo parar.

Eu sorri, safada, e respondi enquanto rebolava:

— Então não para, papai… me come hoje. Me mostra o quanto você quer essa travesti de 24cm que voltou pra casa.

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