Fui ficar de babá e o patrão me comeu
Não sabia que o pai das crianças era um homem com quem eu já havia flertado…
Depois que fiquei de babá para as netas da minha tia, uma amiga dela precisou de uma e ela me indicou, é algo temporário só durante o mês de julho. Pois a mãe da mulher que costuma ficar com as filhas está viajando e ela precisa trabalhar.
Ela combinou o horário e valor comigo, disse que ela saia pra o trabalho às 8h e seu marido às 7h, porém ela não viria em casa almoçar pois trabalhava do outro lado da cidade.
Ela me contou que o marido faria o horário de almoço de 12h às 14h e me pediu para fazer o meu de 12h às 13h para que seu marido pudesse descansar um pouco antes do serviço, ele chegaria às 17h e eu poderia ir embora.
Como o valor que ela me ofereceu foi bom, eu aceitei e perguntei se não poderia levar meu almoço de casa, assim ficava direto lá. Ela aceitou.
No primeiro dia, eu usei uma roupa normal, um short jeans com uma blusa e encontrei com ela saindo e entrei, eram duas crianças. Uma garotinha de 5 que estava acordada vendo tv, e um menino de 3 que ainda estava dormindo.
Ela me avisou também para tomar cuidado com ele, pois gostava de mamar no peito dela mesmo sem ter leite já que havia acabado, e ele poderia querer fazer o mesmo comigo. Achei estranho mas não questionei.
Não sabia quem era o marido dela até dar o 12h e ele chegar em casa. Quando cruzou a porta, imediatamente lembrei dele. Ele trabalhou com minha mãe anos antes, vivia dando em cima de mim e chamando minha mãe de sogra.
Sempre achei ele um gostoso, bonitão mas minha mãe sempre deixou claro que ele era casado e não queria que eu ficasse perto dele. Eu queria, mas nem sabia como dizer isso.
Quando me viu, um sorrisinho apareceu em seus lábios e ele se aproximou.
— Então voce vai ser a babá dos meus filhos nas próximas duas semanas? — perguntou cada vez mais perto.
Confirmei com a cabeça e ele me prensou contra a pia da cozinha, as crianças estavam na sala vendo tv, bem ao lado de onde nós dois estávamos.
— Sou, mas não é para você se aproximar desse jeito. Sua mulher está confiando em mim. - digo mas nem eu mesma acreditava nisso.
Não sei se resistiria ao charme dele, e honestamente eu nem queria resistir. Um braço forte como o dele na minha cintura, é tudo que eu preciso.
— Esperei anos para que você fosse minha, posso esperar mais uns dias até cair na real e perceber que não vai resistir - provoca e sorri para mim antes de afastar o corpo.
As crianças vieram correndo para cozinha e ele se afastou, mas mesmo abraçando elas, continuava olhando para mim.
No dia seguinte coloquei um short jeans um pouco mais apertado que subia facilmente, e uma blusinha larga que a alça caía o tempo todo, fazendo meus peitos ficarem evidentes.
Pelo tamanho deles, qualquer blusa deixava eles evidência. E no dia anterior o menino já havia pedido para mamar, eu não deixei e ele ficou insistindo.
Quando ele chegou para o almoço, eu estava colocado minha comida para esquentar. Ele passou direto pela cozinha e foi para sala onde os filhos estavam almoçando. Depois de um tempo voltou e parou atrás de mim
— Que shortinho curto é esse? As crianças não podem ficar vendo essa pouca vergonha não - diz e quando olho para trás, ele está encarando a minha bunda.
— E você pode é? Tira os olhos - digo me virando novamente para minha comida.
— Uma bunda boa dessas, como que não vou olhar? - a voz dele é tão sexy.
Ele se aproxima e cola o corpo no meu, levando a boca ao meu ouvido
— Deixa eu segurar, deixa - sussurra fazendo meus pelos se arrepiarem
— Não, sai fora seu louco.
— Deixa vai, só um pouquinho - ele sussurra e então leva a boca ao meu pescoço.
Ele deixou alguns beijos e leves mordidas ali, revirei os olhos, puta que pariu ele tinha razão. Não ia conseguir lidar com isso, eu ia me entregar em algum momento.
— Para… com isso - digo entre suspiros e ele dá uma risadinha.
— Aposto que você tá toda molhadinha agora - sua mão escorrega pelo meu short, em cima da minha bucetinha.
Eu estava toda molhada mesmo, mas não ia dar esse gostinho pra ele. Me afastei na hora e ele sorriu me olhando.
— Você vai ser minha, mais cedo ou mais tarde. - diz e eu balanço a cabeça negando, mas ainda estava atordoada.
Após o almoço, ele foi se deitar no quarto e eu fiquei com as crianças no outro. A garotinha sentou na mesinha de canto e começou a pintar um daqueles bobbie gods, já o menino deitou na cama dizendo que estava com sono.
E então ele começou novamente a pedir para mamar o meu peito, obviamente eu neguei. E então ele começou a fazer birra e puxar a minha blusa, tentei fazer ele parar mas só aconteceu quando o pai apareceu na porta.
— Você vai parar ou vou ter que ir aí? - o menino escondeu a cabeça no travesseiro.
Percebi que mesmo dando a bronca, ele não parava de me olhar. Olhei para baixo apenas para perceber que o meu sutia estava todo para fora da blusinha. Puxei a alça de volta e levantei rapidamente mas sei que ele havia visto. Deu um sorriso e se virou saindo d quarto.
Mas ele não vai me provocar e ficar por isso mesmo, não vai mesmo.
No dia seguinte fui com uma roupa normal, porém quando a mulher dele saiu para o serviço, eu fui até o banheiro me trocar.
Coloquei uma sainha preta bem curtinha junto com um cropped bem decotado que só cobria meus seios.
Quando ele chegou, estava na cozinha já esperando com a bunda empinada. O olhar dele foi direto para baixo. Ele olhou para sala onde os filhos estavam mas antes de ir, veio até mim.
— Que droga de roupinha é essa? - pergunta e eu me viro para ele.
Os peitos quase saltaram para fora, não usava sutiã com esse tipo de cropped, ele olhou bem para o meu decote.
— Gostou? Você não é o único que sabe provocar. Aposto que ficou de pau duro só de olhar pra mim - digo em um sussurro e ele me segura, me virando de costas para pia.
— Você não quer brincar com fogo, quer? - diz e então uma de suas mãos desce pelas minhas costas, subindo por baixo da saia até minha bunda.
Estava usando um fio dental vermelho e sei que ele levantou a saia para olhar, minha buceta já estava molhadinha esperando pelo toque dele. Ele agarra meu pescoço e então fala no meu ouvido
— Você tem sorte das crianças estarem acordadas, se não eu ia arregaçar essa bucetinha até você chorar na minha pica
Quase gemi só imaginando. Não era isso que eu queria, eu que devia estar provocando ele.
Ele me soltou e foi na direção da sala, falar com os seus filhos.
Assim que terminaram de almoçar, a menina me disse que iria dormir, pois tinha acordado muito cedo. Fui para o quarto com as crianças e coloquei ela na cama.
Como de costume o garotinho me pediu para mamar mas eu obviamente neguei. Dessa vez ele não tentou me despir, acho que levou uma bronca.
Ele foi brincar com seus soldadinhos quando seu pai entrou no quarto para brincar com ele. Eu estava ao lado da mesinha observando a cena, os dois sentados no chão brincando mas de vez em quando ele olhava para mim. Então me inclinei sobre a mesa, bem ao lado dele.
Minha saia subiu deixando minha calcinha exposta, ele não conseguia ver de onde estava mas começou a olhar para trás sem parar. Minha bucetinha piscava só de ver ele olhando.
Então eu senti uma mão na parte de trás da minha coxa, ela subiu lentamente até alcançar minha calcinha. E então puxou ela para baixo, deixando caída perto do meu joelho.
O garotinho distraído não havia notado nada, encarei o pai e ele apenas fez um sinal de silêncio para mim, quando senti seus dedos na minha buceta molhada.
Olhei para ele apenas para ver o sorrisinho que se formou quando sentiu que ela estava molhadinha. Não demorou para ele enfiar um dedinho em mim, quase gemi com o contato, mas me contive pela criança presente.
Mas quando ele colocou outro dedo soltei um gemidinho acidental
— Aaah
— Tá tudo bem tia? - perguntou a criança e eu o olhei
— Tudo, só bati o braço embaixo da mesa.
A risadinha silenciosa que o homem soltou foi o ápice, o movimento dos dedos dele estava delicioso, foi quando senti minhas pernas tremendo.
Gozei nos dedos dele em questão de segundos, meus joelhos perderam a força e deixei meu peso cair para trás.
A criança apenas achou que eu estivesse me sentando e não ligou. O sorrisinho maldito estava estampado no rosto daquele babaca.
Ao se levantar para sair ele passou atrás de mim e foi embora. O menino avisou que queria ver um filme para dormir, então fui me levantar para colocar. Foi quando lembrei da minha calcinha.
Olhei pra baixo e ela não estava, nem nas minhas pernas e muito menos em mim. Também não estava no chão.
Merda, aquele fdp deve ter pego quando eu gozei e me distrai.
Fui embora sem a minha calcinha, no dia seguinte novamente cheguei com uma roupa normal, a mulher me avisou que as crianças iam começar a tomar uma vitamina que o marido havia comprado, e que eu sempre devia dar uma hora antes do almoço, ou seja pelas 11h.
Assim que a mulher saiu, eu vesti uma saia coladinha, que deixava a poupa da minha bunda de fora. Dessa vez nem sequer medir esforços, coloquei um biquíni na parte de cima, que só tapava o bico do meu peito.
Disse as crianças que ia tomar sol na parte de trás da casa e eles podiam brincar lá enquanto isso. Não me questionaram e apenas foram. Depois disso, dei a vitamina para eles no horário e fui esquentar o almoço para eles comerem.
Quando servi, já era quase 12h e as crianças pareciam diferentes. Como se estivessem cansados.
— Tia, será que a gente pode dormir quando acabar de comer? - pergunta ela e eu assinto com a cabeça.
Achei estranho porque geralmente o sono deles só vem uma ou duas horas após comerem. Mas ignorei, logo depois o pai deles chegou.
Eu estava no banheiro e quando cheguei ao lado de fora, não havia ninguém na sala ou na cozinha. Caminhei até a porta do quarto das crianças e vi ele colocando os filhos na cama.
Um estranho pensamento acerca da vitamina me passou pela cabeça, mas ele não faria isso, ou faria?
Voltei para cozinha rapidamente e logo depois ele apareceu. Um sorriso surgiu em seus lábios quando me viu.
— Sempre me pergunto se você consegue ficar ainda mais putinha no dia seguinte, e a resposta é sim.
— Estou assim porque estava tomando sol, não para você se é o que está pensando.
— Ah não? - ele se aproxima ainda sorrindo.
De repente suas mãos me pegam me virando de costas para ele. Um tapa estalado é dado em minha bunda.
— Parece que você fica bem molhadinha na minha presença - fala antes de bater na minha bunda novamente
— Vai se fuder
— Que boca suja é essa? - pergunta fazendo eu me virar para ele — Vou ter que te dar uma correção.
De repente ele me empurra para baixo me fazendo ficar da altura de seu pau, e então coloca ele para fora do short.
Ok, admito o pau era ainda mais gostoso que ele, nem precisou me mandar fazer nada, segurei ele assim que vi o tamanho daquele negócio.
Minha língua passou por todo seu pau até chegar em suas bolas, lambi elas também e voltei a lamber o seu pau. Passei a língua devagarinho pela cabecinha do pau dele e então meti ele todo na boca.
Empurrei bem fundo na minha garganta, o que fez ele delirar jogando a cabeça para trás. Agarrou o meu cabelo e fodeu a minha boca como se fosse uma buceta.
Adorava ser tratada desse jeitinho, ele bateu o pau na minha cara antes de enfiar tudo na minha boca de novo, me deu um tapa na cara e então puxou minha cabeça para trás, e pelo meu cabelo me fez levantar.
— Vamos com calma, quero gozar daqui a pouco - diz me puxando para si, suas mãos agarram minha cintura e ele me coloca em cima da bancada.
Ele empurrou meu corpo para trás antes de enfiar a cara no meio das minhas pernas. Sua língua encontrou meu clítoris, me fazendo gemer de tesão.
Enquanto chupava, ele desceu os dedos e enfiou um dentro de mim. Aquilo me deixou completamente desnorteada, queria fuder com ele mais do que tudo.
Segurei o seu cabelo enquanto ele chupava e então ele afastou a cabeça e olhou para ela.
— Bucetinha gostosa - disse e deu um tapa nela.
Gemi com seu tapa, ele percebeu que gostei e então deu outro. Me senti uma putinha
Eu era uma putinha
— Vou te foder todinha, sua cadela - ele diz e eu nego.
— Aqui não, quero foder na cama da sua corninha, quero gozar em cima dela - digo e ele sorri
— Você é uma puta mesmo, eu adoro isso.
Ele me pega no colo, me tirando do balcão e ataca a minha boca com sua língua enquanto me leva para o quarto.
Me jogou em cima da cama com tudo, não me deu sequer tempo para pensar antes de entrar em mim.
Senti o pau enorme me rasgando, gemi na rola dele como uma boa putinha
Ele segurou meu cabelo puxando a minha cabeça para trás e atacou o meu pescoço. O chupão que ele deu com certeza ia deixar uma marca, mas no calor do momento eu apenas deixei.
Ele bateu no meu rosto como se fosse de brinquedo e depois virou o meu corpo, me colocando de quatro.
Segurou as minhas duas mãos para trás e enfiou novamente o pau dentro de mim. Uma puta, isso é o que eu era para ele.
Ele bateu tanto na minha bunda, que eu tinha certeza de que ficaria vermelha. Quando avisou que ia gozar ainda com o pau em mim, eu pedi para ele tirar.
Mas ele não escutou, esporrou tudinho na minha bucetinha deixando ela coberta de porra. Disse que tinha pílula do dia seguinte e que me daria, mas que era para eu me acostumar, pois no resto da semana ele ia gozar nos meus peitos.
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Comentários (4)
Regis: Conto maravilhoso, tendo chance, o patrão tem que fuder mesmo. Eu já fudi em épocas diferentes, duas diaristas que limpavam meu apartamento. Uma era separada, mas a outra era casada. E as fudi na hora do meu almoço...
Responder↴ • uid:1dvg13wgwkuuMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkJean sc: também gosto, mas é difícil meninas que curtam...
• uid:1dvm2s5rxp2gPaizão Safado: Que delícia de conto. Continua a história!
Responder↴ • uid:ona2dj9fii