#Bissexual #Grupal #Incesto #Sado

Escravo Familiar: Capítulo 47 (Recebendo a visita do primo safado da minha mãe)

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Tártaro

"Bom dia, João, tudo bem? Sei que você não vai muito com a minha cara, mas gostaria de poder usufruir do escravo familiar hoje. Fiquei sabendo, por meio da minha prima (mãe dele), que o senhor o transformou em escravo sexual e que todos os machos podem usufruir dele. "QUERO MEUS DIREITOS como membro da família."

Papai estava ao meu lado na cama, sentado pelado, recostado na cabeceira da cama, bufando.

— Huff!

Virei na cama, ficando de frente para ele, ainda deitado. Aproximei-me mais de seu corpo e, deitando no seu colo, abracei suas coxas. Papai acariciou minha cabeça careca e resolvi perguntar:

— Bom dia, meu senhor! O que foi que você já está bufando logo cedo?

Papai continuou acariciando minha cabeça e digitando com a outra. Mas me respondeu:

— Seu primo de segundo grau, primo da sua mãe, Gilvan, mandou mensagem agora, dizendo que está vindo ver sua mãe e quer você! Papai disse, um pouco irritado.

— E qual o problema, meu senhor? Perguntei a papai. — Ele é parte da família também e tem seus direitos. Disse, virando meu rosto para ter contato visual com ele.

— Eu sei, querido, mas não suporto esse cara. Ele é safado demais e sem noção, fala de sexo como se fosse uma coisa banal. Fora que também parece que nunca tem outro assunto. Ele é um homem desprezível. Papai disse-me agitado.

Virei o rosto de volta para frente e aproveitei o carinho. Papai sempre foi muito carinhoso e pegajoso; mamãe disse-me que, desde bebê, ele é assim comigo, um protetor possessivo e meloso.

Ainda em seu colo, virei para o seu lado e, olhando para seu rosto, que não tirava os olhos nem um minuto sequer da tela, perguntei:

— Mas o senhor vai permitir que ele usufrua de mim?

— Bom, por mais que eu não goste dele, querido, ele tem seus direitos. Não tenho um motivo para proibi-lo, só se ele descumprisse as regras, o que não é o caso.

— Certo! Respondi.

Papai voltou a digitar no celular.

"Bom dia, Gilvan. Ok, porém tem regras para foder o escravo familiar. Não é permitido punições sem meu consentimento; você pode fode-lo do jeito que achar melhor, desde que não o machuque. Você tem que manter a saúde física e emocional dele intacta. Se me devolvê-lo em estado crítico, você será punido, e irei fazer questão de te punir. Entendeu? "

Papai apagou a tela do celular e voltou a olhar para mim, sorrindo.

— Vamos levantar, amor do papai? Daqui a pouco esse escroto está aí para te dar rola. Papai disse, dando alguns tapinhas na minha bunda.

Ri, remexendo-me na cama, e acabei levantando junto com ele.

Fomos para o banheiro nus e revezamos a privada e a pia. Aproveitei para já tomar um banho e ficar pronto para meu próximo macho.

Depois que usei o banheiro, saí do quarto do papai e fui para o meu, no andar debaixo. Meu irmão Thiago já estava acordado e usava o banheiro com a porta aberta e mijando de lado na privada.

Olhou para o corredor e me viu passando.

— Putinha, já acordou? Disse ele, alisando seu caralho, que aos poucos ficava duro.

— Não, estou dormindo ainda, não está vendo? Respondi.

— Olha como você fala comigo, hein? Ele disse grosso.

Apontei o dedo do meio para ele, segui para meu quarto, abri a porta e fui para o meu guarda-roupa, procurar algo para vestir.

Estava um tempo frio, então coloquei uma calça, um tênis, uma camisa de manga comprida com uma blusa de moletom por cima.

Depois de pronto, fui pegar meu celular na cabeceira da minha cama, mas esqueci-me de que ele estava no quarto de papai, então saí do meu quarto e fui para o andar de cima.

Entrei no quarto de papai novamente e o vi se trocando, e fui direto para o criado-mudo ao lado da cabeceira e peguei meu celular. Nossa, não tinha nem reparado, mas estava sem minha coleira. Acho que, durante o sono, arranquei do pescoço, ou papai tirou para não furá-lo.
Papai estava se trocando no seu closet, mas não deixou de me notar.

— Esqueceu o celular, né, safadinho?

— Sim, papai! E cadê minha coleira? O senhor viu?

Abri a gaveta, retirei o celular e vi a coleira e a guia junto dele.

— Ah, tá aqui! Graças a Deus, se eu a perco, meu padrinho me dá uma surra.

— Tenha cuidado com ela, meu filho. Foi seu presente de batismo. E papai tirou, porque estava me esperando na cama.

Fechei a gaveta do criado-mudo, deixando a guia dentro, já que só papai e meu padrinho poderiam utilizá-la.

Coloquei-a no pescoço, apertando o fecho para travá-la.

Sentando-me na cama de papai com o celular na mão, entrei no WhatsApp para verificar se havia alguma mensagem, mas não havia nada.

Apaguei a tela novamente e levantei da cama do papai e saí do seu quarto, avisando-o que iria na mamãe.

— Papai, vou ver mamãe, tá bom?

— Claro, meu amor! Ele respondeu.

Saí do seu quarto, passando pelo corredor, desci as escadas para o segundo andar, depois o segundo lance para a garagem.

Depois subi mais um lance de escadas que dava acesso à casa de mamãe e bati na porta.

TOC TOC.

E abrindo logo em seguida.

— Mamãe? Chamei-a.

— Oi, filho, estou na cozinha. Ela disse.

— Bom dia, mãe! Dormiu bem?

— Dormi, querido, e você? Mamãe perguntou-me, dando-me um beijo no rosto.

— Também! Papai me disse agora, na hora que acordamos, que seu primo Gilvan está vindo para cá! Falei começando a preparar meu café da manhã.

— Sim, querido! Ele vem para o almoço e provavelmente vai passar o dia conosco.

— Vai fazer o que de bom para o almoço?

— Acho que um macarrão, com frango assado e uma salada. Ela respondeu, começando a cortar alguns legumes e temperos na tábua de vidro, apoiada na pia.

— Huuuuuuuuuum! Que delícia! Respondi de boca cheia.

Fui na geladeira e peguei o suco de goiaba. Coloquei no copo e beberiquei enquanto mastigava o pão.

Depois do café, voltei para casa e esperei ansioso por meus afazeres da tarde.

Fui para meu quarto, precisava me distrair para a hora passar mais rápido. Seria bom para mim relaxar.

Sentei-me na minha poltrona, e coloquei meu notebook no colo, liguei-o e fui direto para o Spotify.

Coloquei uma música e fui para as redes sociais.

Era 12:40 quando mamãe mandou-me uma mensagem:

"Pode subir, o almoço está pronto. Chama seu pai para vir almoçar aqui!"

"Tá bom! "Estou indo", respondi à mensagem e coloquei o notebook de lado, pausando a música. Levantei-me da poltrona e saí do meu quarto.

Fui para o andar de cima, passei pelo quarto de papai indo para a sala de estar, encontrando-o sentado no sofá de pernas cruzadas, assistindo ao jornal que passava na televisão.

— Papai, mamãe mandou mensagem e falou para nós irmos almoçar. Falei de pé no corredor.

— Ok, querido! Pode ir na frente, daqui a pouco eu subo!

— Está bem! Respondi. E fui para o andar de baixo da casa, depois desci para a garagem.

Antes de conseguir ir para casa da mamãe, meu irmão Thiago chamou-me:

— Irmãozinho, vem cá! Fui ao seu encontro; ele estava dentro de um dos carros de papai, escutando música.

Aproximei-me dele, perguntando o que ele queria.

— Papai me informou que você vai satisfazer o primo da sua mãe hoje.

— Sim, e o que tem?

— Nada, só peço para tomar cuidado. Já sabe, se ele fizer algo não permitido, você tem que contar para eu poder puni-lo. Falou, meu irmão Thiago.

— Mas você já quer puni-lo sem nem ele ter feito nada?

— Não é isso, é só precaução, tome cuidado!

— Tá bom, ele sabe das regras, não vai acontecer nada de errado.

Saí de perto do meu irmão e fui para casa da minha mãe.

Quando entrei pela porta, a casa estava alegre; o primo dela já havia chegado e, junto dele, ele trouxe uma acompanhante. (Sim, estou falando literalmente de uma puta), ela era deslumbrante, negra, com cabelos longos até os quadris cacheados, estava maquiada, com uma sombra prata e um batom marrom, e cílios postiços.

Usava uma camiseta branca de alcinha, uma calça jeans azul e um salto alto vermelho fino. Devia ter por volta dos 30 anos; ela era alta, por volta de 1,80 m, magra, de peitos e bunda grandes e empinados, cintura fina, pernas grossas, com a voz leve que amaciava o ar quando falava.

— Oi, eu sou a Carol, acompanhante do Gil. Ela me cumprimentou, dando-me dois beijinhos no rosto.

— Olá, eu sou o João Pedro! Respondi: — Prazer!

E que prazer!

— Oi, Gilvan, como vocês estão? Perguntei, cumprimentando-o.

O primo da minha mãe tem por volta de 58 anos, estatura média de 1,79m mais ou menos, corpo franzino. Os cabelos são cortados em estilo social, com a raiz branca e as pontas de um loiro escuro. Tem um pezão número 40, largos e de dedos cabeçudos.

— Bem, primo! Respondeu ele, apertando minha mão. — Mais tarde, temos uma conversa para pôr em dia, não se esqueça, putinho!

— Não me esquecerei, só me avise quando começarmos. Vai ser por aqui, ou tem planos para irmos para outro lugar? Perguntei.

— Vamos para um motel, vou conversar com seu senhor sobre isso agora à tarde. Ele disse-me.
— Ok! Respondi.

Ele pegou a garota e foi cumprimentar minha irmã e o namorado dela, o Lucas, dentro de casa.

Fui ficar com mamãe, ajudando-a a organizar a mesa para poder servir o almoço. Colocamos os pratos, os copos, talheres e os guardanapos.

Mamãe voltou para a cozinha para finalizar o almoço e eu fui me enturmar com eles na sala.

Sentei no sofá ao lado do meu cunhado e observei a conversa.

Eles conversavam sobre relacionamento e sobre as suas experiências sexuais.

Observei que o primo da minha mãe era desbocado, falava muito palavrão e relatava explicitamente seus atos sexuais que ele fazia com suas parceiras.

— Essa semana tirei a virgindade de uma garota de 15 anos. Ele contava animado: — Ela era gostosa, tinha um cabelo grande, preto e liso, uns peitões grandes e redondos que pareciam dois melões, a cintura fina com uma bunda grande e empinada, e, menino, a bichinha sofreu na minha mão.

Ela é fogosa, beijava-me gostoso, esfregando seus peitões na minha cara. Eu, claro, aproveitava, cheirando e lambendo-os. Depois fodi sua buceta; ela era virgem ainda, o que me deu mais tesão.

Seu relato me deixou excitado e louco para prová-lo, mas me contive.

A moça ao seu lado parecia que também tinha se excitado; dava para ver seus mamilos duros na camiseta branca, e ela se esfregava no corpo dele, mordendo os lábios.

Saí da sala e fui para o banheiro, bati uma lembrando do relato, sujando-me todo, depois limpei-me e saí do banheiro. Fui para a cozinha, fiz meu prato de comida e sentei à mesa para poder almoçar.

Aos poucos, meus familiares foram fazendo seus pratos, servindo-se da comida e se sentando em volta da mesa.

Papai e meu irmão Thiago também participaram. Durante o almoço, nós conversávamos sobre o tempo que minha mãe e seu primo não se viam.

Conversaram sobre os outros primos, tios, tias, quem havia morrido, se ainda tinham contato com familiares mais distantes e se pretendiam voltar para a cidade natal.

Minha mãe é pernambucana e tem familiares tanto aqui em São Paulo quanto em Pernambuco.

Depois do almoço, meu pai continuou a conversar com o Gilvan. Eu fiquei sentado ao colo de papai e participava do acordo que eles faziam.

— Então, Gilvan, você pode transar como quiser com o escravo, porém precisa me devolvê-lo como te entreguei. Não pode castigá-lo sem minha permissão, e normalmente agora, quem faz as punições tanto dele quanto de membros que infrigem as regras é meu filho Thiago.

Então peço que tenha cuidado, já tive muitos problemas com outros membros da família, que solicitavam o uso e depois faziam atrocidades com ele, o que fez com que perdessem seus direitos de uso.

— Entendo, João! Não se preocupe, não sou fã de brutalidade, não sinto prazer em espancar alguém durante o sexo, então não tem com o que se preocupar.

— Que bom. Ah, uma coisa: uma das regras é que o escravo não pode fazer sexo somente com mulheres. Por exemplo, no seu caso, você terá que participar do sexo a todo momento, caso sua acompanhante queira transar com ele. Você não poderá deixá-los transando e cair fora, entende? Ele só pode transar com mulheres acompanhado de outro macho da família.

— Claro, seu João, sem problemas. Mas me tire uma dúvida: não tem restrições sobre posições sexuais que posso ou não fazer com ele, práticas sexuais que sou proibido de fazer, tem? O Gilvan perguntou:
— Ter, tem, olha, sem minha supervisão, não permito práticas brutas, como fisting anal. Já fizeram nele e deu um B.O da porra; o bichinho teve até que reconstruir o cu por conta disso. Então não introduza nenhum objeto de grande calibre ou uma parte de seu corpo que irá causar danos grandes nele, porque senão você será punido e posteriormente banido sem direito de usufruir dele no futuro.

— Entendi. Nesse caso, então, não terei problemas; eu não curto essas coisas.

— Então não tem com o que se preocupar, mas não se esqueça: se ele der qualquer problema, conte-me. Normalmente eu deixo o macho que está fodendo ele dar um castigo nele, mas primeiro, antes de fazer, tem que me comunicar.

— Ok! A partir de que horas posso levá-lo? E a que horas tenho que te devolver? O Gilvan perguntou.

— Bom, você pode pegá-lo hoje a hora que você quiser. Comunique-me o horário e estipulo depois o prazo da devolução. Ah, quando você estiver com ele, se caso ele apresentar cansaço e você, junto com a sua acompanhante, não tiverem finalizado, vocês podem prolongar a excitação dele. Filho, vai um pouquinho para frente para eu poder mostrar para eles.

Fui um pouco para frente no colo de papai, e papai deslizou o dedo pela minha coleira até chegar no botão de hormônios, dobrou o pedaço da coleira expondo o botão e mostrou para o Gilvan.

— Está vendo esse botão?

— Sim! Respondeu Gilvan.

— Então, se você apertá-lo, irá disparar uma dose de hormônio sexual na corrente sanguínea do escravo. Esse hormônio é forte, então causa um pouco de descontrole no escravo, deixando-o louco para dar o cu se estiver com um macho, mas, se estiver na presença de uma mulher, também pode ativar o lado ativo dele, e a mulher poderá sentir prazeres ainda maiores.

— Uau, que interessante! Mas depois ele volta ao normal ou fica loucão para sempre? Ele perguntou.

— Ele volta ao normal depois que consegue atingir o orgasmo, porém os orgasmos são intensos e muito prolongados. Tenha cuidado.

— Ok, irei tomar! Mas alguma coisa? O Gilvan perguntou.

— Huuuuuuuuuum! Acho que não. Se você seguir isso, vai se dar bem. Ah, lembrei: o escravo NÃO pode dormir fora de casa mais. Eu deixava, mas não me sinto seguro fazendo isso, então tem que me devolver na hora estipulada, ok?

— Então está certo, daqui a pouco eu o levarei e te entregarei no horário que combinarmos, mas isso vemos mais tarde. O Gilvan disse, dando um tapinha no ombro de papai.

— Tudo bem! Vamos atrás de um doce dengoso de papai; papai precisa de glicose. Ele disse, dando um tapinha na minha bunda e levantando-se comigo no colo.

Papai levou-me até a mesa que minha mãe tinha na sala de jantar. Em cima estavam vários refratários de vidro com várias sobremesas distintas, bolos de chocolate e limão, torta de banana, torta de maçã, musse de maracujá, musse de morango, refrigerante e sucos de abacaxi e limão.

Papai colocou-me no chão para ficar com as mãos livres e comecei a pegar uma pequena fatia de cada e um suco de limão que amo. Papai se espantou com o prato e disse:

— Vai ter que dividir com o papai isso aí, seu guloso.

— Nada disso, é tudo meu! Respondi.

— Não, não, vai dividir sim, vem cá. Ele pulou em mim, agarrando-me e roubando uma colherada dos doces do meu prato.

— Ah, papai vai derrubar! Seu feio.

Ele, rindo, me agarrou e me pegou no colo novamente. Segurei, equilibrando como dava, o prato de doces e um copo de refrigerante, e voltamos para o quintal, onde estavam reunidos minha mãe e nossos familiares.

Sentamos em uma cadeira e eu e papai comemos o prato de doces, ele invadindo meu prato a contragosto meu, e eu brigando com ele por conta disso.

À tarde, depois de comermos nossos doces, meus familiares voltaram a conversar; mamãe e seu primo relembravam momentos da infância, dando risadas.

Por volta das 15:00, o Gilvan veio até mim e meu pai. Estávamos interagindo com minha irmã e o namorado dela, conversando sobre o futuro e os planos deles com relação a casamento e filhos.

Descobri que minha irmã pretendia ter pelo menos dois filhos com diferenças de idades muito grandes entre eles. Quando o Gilvan se aproximou, papai já entendeu o que ele queria.

— Já está pronto para usufruir do meu filhote? Perguntou papai.

— Sim, estava conversando com minha acompanhante, e às 17:00 vamos embora, e queríamos já levá-lo conosco. Tudo bem para o senhor? O Gilvan disse, sorrindo.

— Claro, nesse caso você terá no máximo até as 22:00 para me devolvê-lo em segurança. Aproveite-o bastante, mas nunca se esqueça de cuidar dele, ok?

— Sim, senhor João! Então, daqui a pouco venho buscá-lo.

— Ok, Gilvan, nesse caso vou levá-lo para se trocar e se preparar. Quer que ele use alguma roupa especial? Papai perguntou, aproximando-me mais do seu corpo, e enlaçando minha cintura e beijando meu pescoço.

— Não tem necessidade, arrume-o como ele ou o senhor quiser; o que nos interessa é ele pelado.

— Sem problemas, então. Bebê do papai, acho melhor você começar a se aprontar para não atrasar. Tome um novo banho caprichado e se arrume; daqui a pouco você estará saindo daqui.

— Tudo bem, meu senhor pai!

Saí do colo de papai e fui em direção à nossa casa, passando por dentro da casa de mamãe e descendo novamente as escadas que davam acesso a ambas as casas.

Desci o primeiro e o segundo lance, depois subi o primeiro lance de escadas da nossa casa. Fui direto para meu quarto.

Escolhi uma roupa mais formal, continuei com a calça jeans azul, mas troquei a camiseta branca por uma preta com desenhos de caveira.

Peguei uma calcinha na gaveta e fui para o banheiro. Ao passar pelo quarto do meu irmão, eu o vi pelado, deitado na cama, batendo uma punheta de olhos fechados e gemendo baixinho.

— Ãããããh! Papai, isso me fode! Assim! Meu irmão falava se masturbando de pernas arreganhadas enquanto dedava seu cuzinho rosado e peludinho.

Aquela cena me excitou, mas não podia fazer nada a não ser continuar a minha tarefa.

Segurei firme minhas roupas nos braços e fui para o banheiro social tomar meu banho.

Entrei no banheiro e tranquei a porta, retirei minhas roupas e coloquei no cesto de roupas sujas, pendurei as que eu ia usar no aparador e abri o box de vidro.

Entrei, fechando a porta logo em seguida, abri o chuveiro e deixei que a água morna caísse um pouco. Em seguida, entrei de baixo, me molhando.

Peguei um pouco do xampu na prateleira do box e passei na minha careca, esfreguei, retirando o suor, deixando a água escorrer pelo meu corpo nu até a água escorrer pelo ralo.

Depois, com o sabonete, fiz fricção nas mãos e comecei a me ensaboar. Passando pelo pescoço, axilas, umbigo, púbis, no meu pau, fazendo uma massagem leve no corpo dele, e depois expondo a cabeça, ensaboei, deslizando as mãos para baixo, toquei meu saco, lavando minhas bolas.

Ficcionei mais um pouco do sabonete nas palmas das mãos e, depois, levei-a para minhas nádegas, abrindo-as com as pontas dos dedos indicadores com sabão. Esfreguei meu cuzinho piscante. Logo o enxaguando com a água que caía do chuveiro no meu corpo.

Virando-me novamente para a prateleira do box, peguei novamente o sabonete e repeti os movimentos. Ficcionei o sabonete nas palmas das mãos e, com a espuma, passei nos meus pés largos, erguendo-os e lavando dedo por dedo, dorso e solas.

Depois enxaguei bem meu corpo e desliguei o chuveiro. Peguei a toalha no aparador e me sequei, saindo de dentro do box.

Depois de seco, coloquei a roupa que havia separado: a calcinha, a calça jeans azul e a camiseta de manga curta preta com o desenho de caveira.

Em seguida, abri a porta e fui para meu quarto. Ao passar pelo quarto do meu irmão Thiago, vi que ele dormia nu, todo gozado. Seu peito descia e subia calmo, em uma respiração profunda; seus pezões deliciosos estavam cruzados um em cima do outro, enquanto seus braços recobriam os olhos fechados.

Olhando-o, fez com que meu pau acordasse, e a vontade de esfregá-lo em seus pezões era imensa, mas não podia fazer isso agora, então saí logo dali antes que cometesse uma besteira e fui para meu quarto.

Passei um perfume fresco com notas de limão e peguei minha identidade no guarda-roupas. Depois saí do meu quarto correndo com o celular nas mãos, de volta para casa da mamãe.

Subi novamente as escadas e, quando entrei na casa, meu pai já estava ficando bravo.
— Caralho, João Pedro, que demora da porra. Achei que você não voltaria mais. Você viu a hora? Papai esbravejou.

Peguei meu celular e vi a hora, 17:30. Porra, estava atrasado. O combinado era sairmos daqui às 17:00.

— Desculpe-me, acho que acabei me perdendo no banho. Não acontecerá de novo.

— Tudo bem, não fiquem nervosos! Disse o Gilvan: — Mas precisamos ir, coração. Tchau, prima, até mais. Ele disse para minha mãe.

— Tchau, Gilvan! Até mais. Respondeu mamãe.

— Tchau, seu João, até mais tarde. Vou devolvê-lo em segurança.

— Tchau, Gilvan. Cuidem-se e cuidem muito bem do meu bombom.

— Tá bom, não se preocupe. Disse o Gilvan, rindo do meu apelido carinhoso.

— Tchau, amor do papai, até mais tarde. Pegou sua identidade?

— Claro, meu senhor papai! Não se preocupe, eu já sou adulto, relaxa.

— Eu sei, mas você sempre será meu bebê!

Papai puxou-me para um beijo, dando-me uma bitoca, e depois nós três subimos as escadas da casa da minha mãe, que dava acesso à rua de trás.

Fechei o portão, trancando o cadeado, e entramos no carro do Gilvan, ele e a acompanhante nos bancos da frente, e eu no de trás. Logo ele deu partida e fomos afoitos para nossa mais nova aventura.

Na estrada, ele dirigia rápido, acelerando o máximo que o carro conseguia, e ultrapassava carro atrás de carro, doido.

— Saíam da frente, porra, eu quero chegar logo! Ele falava alto, buzinando o carro.

Biiii! Biiii!

Eu estava no banco traseiro do carro, rezando para que nada de ruim acontecesse. A acompanhante dele, ao seu lado, segurava no painel do carro com uma cara de horror e ofegando.

E a viagem, que era para durar cerca de uma hora, durou trinta e cinco minutos. Fomos parar em um motel, uma cidade depois da minha. Ele embicou o carro na entrada e entrou, subindo a rampa para a recepção de carros.

Abaixou o vidro do carro e falou para a recepcionista:

— Uma suíte para três! Metade da noite.

— Certo, o senhor quer a comum ou a Premium? Senhor? A atendente perguntou.

— Pode ser a Premium, moça! O Gilvan respondeu.

— Ficou 200,00, senhor!

Ele tirou a carteira do bolso e tirou duas notas de cem.

— Aqui, moça!

— Seu cartão de entrada do quarto e esse do estacionamento. Tenham uma boa noite!

A moça liberou a chave do quarto e a entrada de carros. O Gilvan entrou no estacionamento e logo saímos do carro.

Ele segurou na mão da sua acompanhante e nos conduziu para o quarto.

Entramos já nos beijando; ele revezava entre minha boca e a da Carol, enfiando sua língua quente dentro delas, gemendo. Começamos a tirar nossas roupas, ficando totalmente nus, e, afoitos, nos encaminhamos para a cama redonda vermelha no meio do quarto.

Caímos nela, nos acariciando, nos beijando; eu do lado esquerdo, o Gilvan no meio e Carol no lado direito. Nossas mãos deslizavam loucas pelos nossos corpos, nossas bocas se revezavam em beijos ardentes e quentes.

— Nunca havia antes beijado outro homem; essa vai ser minha primeira vez! O Gilvan disse e me puxou para um beijo avassalador, enfiando sua língua quente e molhada dentro da minha boca.

Chupei sua língua e beijei muito seus lábios, e logo já fui descendo pelo seu corpo, beijando seu pescoço, enquanto Carol beijava sua boca.

Fui descendo, beijei e mordisquei seus mamilos, tirando gemidos roucos e graves de sua boca. Labi sua barriga de chopp lisinha, enfiando minha língua em seu umbigo.

— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu.

Depois fui descendo para sua virilha. Cheirei-a, sentindo seu odor amadeirado de sabonete e suor.

— Fssssssssssssss!

E a lambi, secando as gotas espessas de suor que escorriam. Logo emendei no seu cacete duro, lambendo da base até a cabeça e depois o chupando até meu nariz bater em sua virilha.

— Aaaaaaah, caralho! Que boquinha gostosa, isso chupa! Huuuuuuuuuum! Ele dizia, parando de beijar a Carol e voltando no mesmo instante.

Eu deslizava minha boca pela sua pica grossa, cabeçuda, me engasgando, sentindo o gosto divino de pica de macho que eu tanto gosto.

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub

Desci e subi minha cabeça chupando seu cacete inúmeras vezes, depois desci com a língua até suas bolas e as coloquei na boca, sugando.

— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu. E passei a sugar mais forte.

Já Carol colocou-o para chupar sua buceta, subindo na cara dele, e ficou de joelhos em cima da cama, com as pernas em volta da sua cabeça, e sentou na sua boca, enfiando sua buceta raspada e seu cu no nariz dele.

— Hãããããããã!! Ela gemia, rebolando, passando as mãos pelo corpo, apertando seus seios grandes e duros.

Já eu, saí das suas bolas e, fazendo ele dobrar um pouco as pernas, levantei seu saco, permitindo que eu tivesse acesso ao seu cuzinho de macho. Abri com as mãos as polpas de sua bunda e soquei minha língua quente e molhada dentro do seu cuzinho rosado de macho.

— Huuuuuuuuuum!! Ele gemeu abafado e fechou as pernas em volta da minha cabeça, fazendo eu me sufocar em seu cu.

Continuei lambendo, chupando e cheirando seu cuzão gostoso de macho. Depois de alguns minutos, ele me soltou e desci pelas suas pernas, beijando e chupando até chegar nos seus pezões.

Já a Carol, saiu do seu rosto e, deslizando rápido pelo corpo dele com a bunda, foi até seu pau, masturbou-o por um instante e levantou um pouco o quadril, apontando a cabeça na entrada de sua buceta, e sentou.

— Huuuuuuuuuum! Quando ele já estava todo dentro, ela começou a quicar.
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Ela gemia.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

A pele dos dois se chocava constantemente, rápido com as quicadas rápidas e fortes dela.

Já eu me acabava em seus pezões 40, morenos, lambendo-os pelo dorso, cheirando suas solas com chulé quente, e me acabando em uma punheta sem fim.

Enquanto eu chupava seus pés, eu os assistia foderem. Ele bombava forte e os dois gemiam altos juntos. Ele enfiava um dedo em sua boca, provocando-a, batia em suas nádegas e me dava pequenos chutes na boca. Minutos se passaram e só escutei um gemido alto, e a Carol explodindo em um squirt violento que fez com que ele tomasse um banho de gozo e sujasse toda a cama.

— Ãããããhhh!!!!

Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Era tanta porra que voava para todos os lados, que acabei gozando junto, assistindo, chupando os dedos do pé dele.

Logo ela desabou em cima dele e ele gozou fundo dentro dela, deixando que o gozo vazasse pela sua buceta.

Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Os dois davam tiros e mais tiros de porras que faziam o colchão molhar e empossar.

Logo ela saiu de cima dele e ele, ainda de pau duro, olhou para mim em seus pés e chamou com o dedo para subir.

Fui em direção a ele de quatro na cama, sentei-me na sua barriga, na poça de porra, e, virando-me para o armarinho do lado da cama, abri sua gaveta e peguei uma camisinha e um sachê de lubrificante.

Abri a camisinha e a desenrolei no seu pau. Abri o sachê de lubrificante e espalhei uma parte sobre o preservativo e outra no meu cuzinho.

Posicionei o pau dele na entrada e sentei com calma, deixando seu pau grosso abrir caminho lentamente.

— Huuuuuuuuuum!

Carol nos observava e, com o pezão, o Gilvan fez sinal para que ela os chupasse.

Virei-me um pouco olhando para ela enquanto sentia o pau grosso dele no meu rabo, e a vi se abaixando e colocando seu dedão na boca.

Ele gemia baixo, segurando na minha cintura, e deu um tapa na minha bunda branca, pedindo:

— Quica, viado! Quica com esse cuzinho apertado, arrombado!

Coloquei minhas mãos no seu peitoral de paizão e comecei a quicar, gemendo alto.

— Ãããããh!! Ãããããh!! Ãããããh!!

— Isso, viado, geme! Geme para mim, viado!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Ãããh Ããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh

Seu saco batia rápido nas minhas nádegas, eu gemia alto sentindo o orgasmo vindo, até que gozei junto dele.

— Ããããh caralhooooo! Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Caí em cima dele, ofegante, e coloquei meu mamilo em sua boca.

Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Ele chupou por um tempo e depois nós três mudamos de posição.

Deitei na cama de pau duro, e a Carol sentou-se em cima de mim, fazendo eu penetrá-la.

— Huuuuuuuuuum!

Ela se inclinou para frente, fazendo seu seio ir direto para minha boca. Eu coloquei um dos mamilos na boca e comecei a sugar.

FSSSS!

Em seguida, o Gilvan veio para o meio das minhas pernas e, para trás de Carol, segurou na base do seu cacete duro e apontou a cabeça para o cuzinho dela e o penetrou, fazendo-a gemer.

— Ãããããh!!

Deslizou até seu saco bater na bunda dela e, fazendo um sinal para mim com a boca, "vamos", começamos a fodê-la juntos.

— Hãããããã

— Hãããããã

— Hãããããã

Gemiamos nós três nos movimentando.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....

Eu sentia o pau do Gilvan friccionar no meu, o que dava ainda mais tesão. Nós três nos acabávamos gemendo alto e nos perdendo dentro um do outro, até que quase gozamos.

Olhando para mim, o Gilvan parou de bombar. Eu parei, olhando para ele, como se dissesse: "O que foi?". Ele pegou meu pau, retirou-o de dentro da buceta da Carol e o direcionou para seu cu, junto ao dele. Fiz uma cara de "devemos" e ele balançou a cabeça afirmativamente, então começamos a penetrar.

— Aaaaaaah! A Carol gritou.

Seguramos-a firme e juntos começamos a foder seu cuzinho.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Ãããããh! Caralho, meu cu, seus filhos da puta! Nunca tinha feito dupla penetração anal; isso dói. Ããããã, Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã...

Fodemos ela loucamente, destruindo sua buceta de puta. Ela gemia alto, urrando feito louca no nosso pau, enquanto nossos paus se friccionavam um no outro dentro dela.

— Ããããã! Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Gozamos novamente e desabamos, desfalecidos na cama.

Ofegando, esperamos deitados na cama, nossos corpos descansarem.

Virei-me de bruços e ele também. Ele aproximou-se mais de mim e me deu alguns beijos na boca.

— Carol! Falou ele.

— Sim, Gil?

— Você pode chupar nossos cus? Ele pediu para ela.

— Claro, senhor! Ela disse e foi para a bunda dele.

Abriu as nádegas e enfiou a boca no cuzinho rosado dele.

— Ãããããh! Ele gemeu: — Enfia a língua, Carol! Ele pediu, empinando-se para ela.

Carol enfiou a língua no seu cuzinho rosado e ele começou a rebolar na sua boca, gemendo.

— Ãããããh!

Sufocou-a no seu cu várias vezes e começou a peidar na cara dela.

PUUUUUMMM!

— Ãããããh!

PUUUUUMMM!

— Ãããããh!

Depois bateu com a cara dela no seu cu e fez sinal para que ela fosse para o meu cu.

Ela abriu minhas nádegas e socou o seu nariz lá dentro e aspirou fundo!

FSSSS!

Comecei a rebolar na sua cara e segurei-a, forçando sua cara de encontro com meu cu, e comecei a rebolar e a peidar.

— Huuuuuuuuuum.

PUUUUUMMM! PUUUUUMMM!

Um tempo depois ela se afastou e veio para nossa cara.

Ela estava com o rosto rosado e suado. O Gilvan colocou-a de quatro na cama, e nós dois nos revezamos, chupando e lambendo o seu cuzinho.

E, assim como nós dois, ela começou a peidar em nossos rostos.

— PUUUUUMMM! PUUUUUMMM!

— Hãããããã!

Depois de nós três gozados e suados, nos levantamos e fomos para o chuveiro, tomamos um banho nós três juntos, e depois caímos na hidromassagem.

Ficamos lá bebendo suco e champanhe, champanhe para eles e suco para mim, que não bebo bebida alcoólica, aproveitando para descansar o corpo na água morna e cheirosa dos sais de banho.

Um tempo depois, saímos do banheiro secos, nos trocamos e pedimos algo para comer.

Já era tarde e o tempo estava se esgotando; tínhamos que agilizar. Então nós recolhemos nossas coisas e fomos para a garagem. Entramos dentro do carro e passamos na recepção do motel. O Gilvan pagou nossa conta e logo fomos embora.

Chegamos na minha casa; já era o horário limite que papai tinha dado para me devolver. Na volta acabamos pegando chuva, o que fez atrasar um pouco para chegarmos, mas tudo acabou dando certo.
— Olha só, no horário como combinamos, e aí curtiram bastante? Perguntou papai.

— Com certeza, João. Respondeu o Gilvan.

— Que bom, a putinha deu trabalho?

— Que nada, foi bem tranquilo e ela é bem resistente, não precisamos do hormônio da coleira.

— Que bom, acho que é porque há muitos meses que o bichinho vem fodendo, que já acostumou.

— Sim, com certeza é isso.

— Bom, estamos devolvendo-o e precisamos ir, estamos exaustos. Obrigado pela experiência e quero no futuro mais.

— Tudo bem, vamos nos falando, então! Até mais.

— Até mais, tchau, putinha! Eles falaram em uníssono e entraram de volta no carro, saindo logo em seguida.

Eu e papai fomos para dentro, fui direto para a cama do papai e ele veio atrás.

Tirei toda a minha roupa, deixando só a coleira, e me deitei na cama, me cobrindo. Avisei mamãe que havia chegado e me agarrei a papai.

Ficamos conversando até tarde sobre nosso dia e depois acabamos dormindo agarrados.

Comentários (1)

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  • Charlie: Sou viúvo e faz uns anos que descobri que meu casal de filhos estava transando, como já tinham idade pra isso eu não queria me meter mas conversei com os dois. No começo era estranho acordar com os ruidos da cama deles de madrugada, eu tinha 39 anos e ela 20. Passei a ter desejo por ela mas ñ achei que teria chance, pensei que ela não sabia mas uma noite ela aparece no meu quarto e me permitiu sentir o mesmo calor que o irmão dela sentia.

    Responder↴ • uid:7gx5x6ic