#Incesto #Teen #Trans #Virgem

O nascimento de Júlia após ser comida pelo pai

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Julio/julia

Me chamo Júlia tenho 14anos e vou conta como eu nasci
Eu estava deitado na cama, sozinho em casa, mexendo no celular como um idiota. Comecei só de zoeira, brincando com aqueles apps de montagem e edição. Fui ajustando o rosto, suavizando as feições, alongando o cabelo, colocando um batom... Quando vi, tinha criado uma versão minha como mulher. Ficou tão real que eu não conseguia parar de olhar. Julia. Eu me chamei de Julia na cabeça enquanto salvava a foto.Deixei o celular aberto na cama e fui pegar uma cerveja na cozinha. Quando voltei, meu pai estava parado no quarto, com o celular na mão.— Isso é de brincadeira mesmo? Porque eu sempre desconfiei de você, Júlio.Fiquei vermelho e abri o jogo:— Não é só brincadeira, pai... Eu me sinto mulher. Sempre me senti. Julia. Eu quero ser a Julia.Ele deu um meio sorriso e falou rouco:— Se você ficar igualzinho a essa foto... vai ficar muito bonita. Gostosa pra caralho. Se bobear... até eu te comeria.Eu não soube o que responder. Só fiquei ali, olhando para ele, sentindo o coração bater tão forte que parecia que ia sair do peito.Uns dias depois, meu pai chegou com uma sacola e me deu a roupa idêntica à da foto — top preto justo, saia jeans curta, meia-calça e uma peruca castanha perfeita — junto com maquiagem.— Quero ver a Julia de verdade. Vai vestir e se maquiar.Me arrumei no quarto, nervoso. Quando saí, ele levantou, veio perto e pediu:— Dá uma voltinha pra mim.Obedeci. Quando fiquei de costas, senti a mão grande dele passar devagar pela minha bunda, apertando de leve. Levei um susto e soltei um gemidinho.— Pai! Ele sorriu.— Só testando... Tá macia pra caralho. Você realmente virou uma garota gostosa.Então ele se aproximou mais e perguntou, voz rouca:— Me responde uma coisa, Julia... Você já deu essa bundinha pra alguém? Ou vou ser o primeiro?— N-não... Nunca dei pra ninguém, pai. Você... você seria o primeiro.Ele me puxou e me deu um beijo forte, dominador. Depois mandou eu ajoelhar. Abri a calça dele e levei um susto com o tamanho, mas comecei a chupar, primeiro com dificuldade, depois pegando o jeito.Ele me puxou pra cima, me beijou de novo e ordenou:— Agora fica de quatro.Minhas pernas estavam bambas, mas obedeci. Fui pro sofá, de quatro, saia levantada. Senti a língua dele no meu cuzinho virgem e aquilo me deixou louca — meu corpo tremendo, piscando sem parar.Depois ele posicionou o pau e enfiou tudo devagar. Fiquei quieta, sentindo a dor forte no começo. Ele esperou, acariciando minhas costas. Aos poucos começou a meter, devagar. A dor foi virando um prazer quente e intenso.Depois de bombar por uns cinco minutos, ele gozou forte, enchendo meu cu de porra quente. Eu tremia inteira, gemendo baixinho, completamente entregue.Quando ele saiu de dentro de mim, me virou devagar e me deu um beijo mais calmo na testa.— Bem-vinda ao mundo, Julia.Aquele foi o dia em que Júlio morreu de verdade... e Júlia nasceu.

Comentários (1)

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  • Futchamp: Caralho que delícia de conto , já ouvi falar sobre isso , acontece muito por ai rsrs T futchamp111 papais

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