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Natasha e o Irmão: O Bilhete que a Fez Fantasiar com o Pau do Irmão

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Natasha

No dia seguinte, acordei com o corpo deliciosamente dolorido. Ainda sentia o pau do meu pai dentro de mim, a bocetinha sensível e um pouco inchada. Meu pai já tinha saído para trabalhar, mas a casa estava vazia. Meu irmão ainda estava na escola. Eu não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido. O tesão voltou forte.

Decidi assistir um dos filmes novos que tinha encontrado. Escolhi **“Segredo Entre Irmãos”**. Antes mesmo de colocar o DVD no aparelho, abri a capa para tirar o disco e um bilhete pequeno caiu no meu colo.

Peguei o papel com as mãos tremendo. Era a letra do meu irmão:

“Sei que você está assistindo meus filmes, principalmente ‘Perdendo a Virgindade com o Pai’. Só não sei se sozinha ou com a companhia do pai. Reparo no jeito que você provoca o papai, esfregando a bunda nele e usando aquelas roupas curtas. Você era muito inocente, nunca passou na sua cabeça que tinha que devolver na ordem. Eu deixo os DVDs bem alinhados na capa, e quando vejo um fora do lugar, sei que você pegou. E o que mais sai do lugar é o de ‘Perdendo a Virgindade com o Papai’.”

Senti o rosto queimar de vergonha intensa. Meu coração acelerou tanto que parecia que ia sair do peito. *Meu Deus, como eu fui inocente…* pensei, mortificada. Todo esse tempo meu irmão sabia de tudo. Ele via quando eu provocava nosso pai, quando eu me esfregava nele, quando eu usava aquelas roupas. Uma onda de humilhação misturada com um tesão proibido me invadiu. Minhas mãos tremiam, a bocetinha latejava ainda mais forte, molhando a calcinha. Eu me sentia exposta, descoberta, mas ao mesmo tempo excitada com a ideia de que meu irmão estava observando tudo e queria o mesmo tratamento.

Coloquei o bilhete de lado, apertei o play e comecei a me tocar devagar, imaginando o que viria pela frente.

O filme começou com a primeira cena na sala de casa. A irmã estava assistindo TV quando o irmão chegava por trás, levantava o shortinho dela e enfiava o pau direto na boceta, fodendo ela em pé enquanto ela se apoiava no sofá, gemendo e tentando fazer silêncio.

A segunda cena era na piscina de casa durante o dia. Os dois aproveitavam que os pais tinham saído. Ela de biquíni, ele tirava a parte de baixo e a comia na borda da piscina, a água batendo nos corpos deles, ela rebolando enquanto ele metia fundo.

A terceira cena era na cozinha. Ela estava preparando algo quando o irmão chegava por trás, levantava a mini saia dela e enfiava o pau direto na boceta, fodendo ela em pé enquanto ela se apoiava na pia, gemendo e tentando fazer silêncio.

A quarta cena era no carro, estacionado em um lugar deserto. Ela cavalgava o irmão no banco do motorista, os vidros embaçados, rebolando com força enquanto ele chupava seus seios.

Enquanto via as cenas, eu me masturbava cada vez mais rápido. Gozei muito assistindo o filme. O corpo inteiro tremia, eu esguichei um pouco no sofá, gemendo alto o nome do meu irmão sem querer.

Já que meu irmão queria ser provocado, eu entrei na brincadeira. Peguei o bilhete e escrevi no verso:

“Qual das cenas você quer refazer comigo?”

Naquela noite, quando encostei a bunda nele de propósito na cozinha, ele sussurrou no meu ouvido:

— Cena 3 do filme “Irmã Safada”.

Era o sinal de que ele tinha lido o bilhete. Eu custei a dormir imaginando o que tinha naquela cena.

Depois desse dia, passei a dar a ele o mesmo tratamento que dava ao meu pai.

Acordei cedo, o corpo ainda quente da noite anterior. Meu irmão tinha saído para a escola e meus pais para o trabalho. A casa estava vazia de novo. O bilhete dele não saía da minha cabeça. Eu ouvia a voz dele sussurrando no meu ouvido: “Cena 3 do filme Irmã Safada”. Eu precisava ver o que era.

Fui até o quarto do meu irmão, peguei o DVD e voltei para a sala. Coloquei o disco no aparelho e avancei direto para a cena 3. Meu coração batia forte enquanto a tela acendia.

A cena era no quarto do irmão. A irmã safada entrava devagar no quarto escuro, fechava a porta e se aproximava da cama. Ele estava dormindo de barriga para cima, só de cueca. Ela subia na cama devagar, puxava a cueca para baixo e colocava o pau dele na boca, acordando ele com um oral gostoso. Ele gemia surpreso, segurava o cabelo dela enquanto ela chupava com vontade, babando no pau duro. Depois ela tirava a calcinha, sentava no pau dele e cavalgava devagar, gemendo baixinho “acorda, irmão… quero você dentro de mim”.

Eu estava hipnotizada. Sentei no sofá, abri as pernas e comecei a me masturbar assistindo a cena várias vezes. Enfiei dois dedos, depois três, imaginando meu irmão acordando comigo chupando ele. Gozei gemendo o nome dele, o corpo tremendo, imaginando a porra dele na minha boca.

Depois de gozar, fiquei olhando para o teto, respirando pesada. Eu tinha entendido perfeitamente o que meu irmão queria.

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