#Gay #Teen #Virgem #Voyeur

Flagrei os garotos no banheiro

2.3k palavras | 6 | 4.68 | 👁️
MorenoVigia

Meu nome é Marcos e sou vigia de um colégio aqui de BH. Sou o tipo de porteiro que as famílias, os professores e as crianças sempre gostam e cumprimentam, mas nos meus vários anos de trabalho, já presenciei muitas coisas. Quando se colocam adolescentes com hormônios pra conviver no mesmo local, quase o dia inteiro, qualquer coisa pode acontecer. Tenho muitas histórias para contar, meninos com meninos, meninas com meninas, meninos e meninas, em dois, três, quatro...
Mas a história de hoje é sobre dois meninos, e começa muito muito antes do que eu testemunhei de fato, ela é sobre Joaquim e Bernardo.

Joaquim e Bernardo eram alunos do terceiro ano do fundamental, estudavam lá desde bebês, mas só os conheci quando fui promovido de zelador à vigia. Joaquim era um menino de cabelos pretos cacheados e a pele bem branca, um pouco mais alto, mais forte, esportivo, tinha pernas grossas vindas do futsal, tagarela mas muito respeitoso. Bernardo já era mais fechado, simpático, magricelinho e um palmo menor que Joaquim, com um cabelo loiro que os pais insistiam em deixar quase raspado, e eram amigos desde o infantil. Mas o que todos da escola percebiam, mas não comentavam, era que eles eram definitivamente homossexuais. Se você já trabalhou em escola, você começa a perceber quem é e quem não é, os meninos gays e as meninas lésbicas demonstram isso inconscientemente desde crianças, e era o caso dos meninos inseparáveis.

Passaram-se alguns anos, Joaquim e Bernardo já estavam no quinto ano, que é uma grande fase de descobertas, para a maioria, são os primeiros pentelhos, os primeiros cheiros, as primeiras ereções e as primeiras atrações. Lembro que os alunos do quinto ano tinham aulas sobre puberdade, nada muito invasivo ou explícito, somente o necessário para que não surtassem com o tanto de coisas acontecendo aos seus corpos. Às vezes, eles vinham me contar as atualizações super empolgados "Seu Marcos, eu tenho pelo no suvaco!" Ou "Sabia que minhas pernas tem pelos agora?" e coisas do tipo. Foi nessa época que, em um certo dia, estava na sala das câmeras, onde ficava quase o dia inteiro, lá eu tinha quatro monitores, cada um mostrando 8 câmeras diferentes, então olhei de relance e vi Joaquim e Bernardo, subindo em uma escada que levava para o depósito. Aquela era uma área que não passava quase ninguém, e que as crianças e adolescentes iam normalmente para mexerem no celular sem serem pegas, venderem bakugans (estava na moda na época) e cartinhas pokémon, ou aquelas pulseiras que as meninas faziam, mas também os maiores usavam para outros comportamentos.

Não era a primeira vez que os meninos iam ali, mas normalmente eu fazia vista grossa pois eles raramente davam problema, mas nesse dia o diretor estava na escola, então tinha que demonstrar serviço. Subi para o segundo andar e fui em direção a pequena escadaria no final do corredor, ela subia em formato de L, e assim que virei o segundo lance os encontrei. Joaquim e Bernardo estavam sentados, meio de frente um pro outro, joelhos se encostando, Joaquim com uma mão no joelho de Bernardo e Bernardo segurando o cotovelo de Joaquim, os dois estavam se beijando no que parecia um selinho bem desengonçado. Bernardo notou minha presença e separou o beijo, e nenhum dos dois falaou nada, eu não queria reprimí-los, então só disse:
– Para sala meninos, por favor.
E então desci como se nada tivesse acontecido. Não queria e nem iria dedurá-los, não foi a primeira vez que presenciei algo assim e sei como algumas famílias podem reagir, então guardei aquilo pra mim, mas com a dúvida: será que fazem isso há muito tempo? Será que toda vez que subiam no depósito, era pra isso? Guardei essas dúvidas comigo, enquanto assistia, no fim do dia, os meninos indo embora me olhando com medo no olhar, achando que havia contado alguma coisa. Nas semanas seguintes, pareceram perceber que eu havia mantido segredo e voltaram a falar comigo amigavelmente.

Então pulamos para o oitavo ano, a "idade das barracas" como eu e alguns funcionários da escola costumamos chamar, já que os meninos passam quase o dia inteiro de pau duro. Joaquim e Bernardo estavam mais próximos do que nunca, e mais gays do que já eram anos atrás. Já havia presenciado os dois de pau duro, como quase todos os meninos do oitavo ano, inclusive na presença um do outro. Os garotos tem soluções criativas pra esconder isso, Bernardo comprou um moletom uns três tamanhos maiores, que tampava a sua região intíma, já Joaquim recorreu a um método que hoje em dia descobri se chamar "aquendar", onde se põe o pau para baixo do saco, mas mesmo assim, as ereções de Joaquim eram perceptíveis, talvez ele fosse dotado, sorte do Bernardo, suponho.

Um dia nesse ano, em Maio, se me lembro bem, a turma dos meninos tinha educação física. Todos os garotos da turma se trocavam no banheiro, e depois que todos saíam que Bernardo e Joaquim entravam pra se trocar, por alguma razão que nunca soube. Mas nesse dia, dez minutos depois da aula começar, vi pela câmera Bernardo e Joaquim indo para o banheiro de novo, achei que tinham esquecido alguma coisa ou algo do tipo, então ignorei, mas demorou um bom tempo pra voltarem, pensei então "devem estar matando aula" e fui para o banheiro atrás deles. O banheiro da escola era em formato de T, o corredor principal, de um lado cabines e do outro mictórios, e no fim do corredor uma área com bancos e armários para os meninos se trocarem. E lá eu encontrei os meninos, não notaram minha presença, ou talvez estavam muito acalorados para se importar.

As luzes do vestiário estavam apagadas, talvez pra que desse tempo de se esconderem, mas dava pra ver nitidamente pela luz das cabines. Joaquim estava com o short abaixado ate os joelhos, uma cueca box azul claro que marcava muito sua bunda trabalhada no futsal. Ele prensava Bernardo contra a parede enquanto chupava os seus mamilos e pescoço e segurava a cintura fina do garoto loiro, que tentava controlar seus gemidos. Bernardo estava apalpando o que parecia ser um grande volume de Joaquim, grosso, cabeçudo e com uma poça de baba marcada. Os dois ali a poucos metros de mim, bastava uma coçada na garganta e eu interrompia tudo, mas estragar um momento tão lindo desses? Saí lentamente de perto e coloquei uma placa na porta de entrada o banheiro "Interditado para limpeza" assim ninguém entraria, e voltei para assistir. No que voltei, Bernardo deu um beijo molhado em Joaquim, que já estava sem camisa também e foi se agachando lentamente, lambendo seu peitoral e umbigo, até morder seu volume por cima da cueca, adolescentes imitando coisas que veem na internet, devia ser a primeira vez dos dois, e eles nem sabiam que eu assistia tudo, com meu pau duro também, apalpei minha própria ereção, mas não queria fazer nada que produzisse o minímo barulho, queria ver até onde eles chegariam.

Bernardo abaixou a cueca azul de Joaquim e revelou o que eu sempre imaginei: ele era dotado. Seu pênis devia ter 18-19cm, mas o que surpreendia era a grossura, que a mão de Bernardo mal se fechava em volta, ele tinha um saco com bolas pesadas e fartas e pelos aparados. Bernardo foi lambendo aos poucos, arrancando suspiros de Joaquim enquanto descia seu próprio short e cueca. O pênis de Bernardo não era nada mal também, entre 16-17cm, mas mais fino, comparado ao rojão que ele estava prestes a engolir, era um pau acima da média. Joaquil se deliciava com as lambidas e beijos, mas foi quando Bernardo engoliu sua cabeça e sugou que ele quase berrou, achei que seria visto com o movimento de cabeça que ele fez e cheguei a me esconder, mas estava seguro. Bernardo chupava como um verdadeiro bezerro, para uma primeira vez, não sei como estava conseguindo engolir aquilo sem engasgar. Toda vez que Bernardo tirava o pau de Joaquim da boca, ele empurrava seus quadris pra frente, implorando por mais. Eles ficaram assim por uns 5 minutos, até que Joaquim disse:
– Vira e encosta na parede.
Bernardo obedeceu de prontidão, e levantou e se apoiou com os braços na parede, me escondi de novo para que ele não me visse. Joaquim, com o mastro em riste, abaixou o resto do short e cueca do loirinho, revelando uma bunda branca, redonda e lisinha por baixo do tecido. O maior se agachou atrás do menor, e abriu suas bandas, como queria poder ter aquela visão, mas o ângulo não permitia, só poderia imaginar como devia ser rosinha aquele buraco virgem. Joaquim então caiu de boca, o que arrancou gemidos manhosos de Bernardo, ele chupava, lambia e mordia aquele cu até então intocado com uma sede que deixaria qualquer um de pernas bambas.

Joaquim então se levantou, deu um beijo longo em Bernardo mais uma vez e disse:
– Você vai precisar respirar e ficar tranquilo tá? Eu vou com calma.
Bernardo só assentiu e manteve a posição, devia estar desejando isso há meses. Joaquim cuspiu na cabeça do seu grande pau três vezes, e pincelou no cu de Bernardo. Ele então forçou entrada, Bernardo segurou seus gemidos e seu rosto ficou vermelho, conforme a rola ia entrando lentamente com mais e mais cuspes de Joaquim, o loiro ia respirando fundo e mexendo a cabeçan quando Joaquim encostou suas bolas fartas e cheias de porra na bunda de Bernardo, ele beijou o pescoço do agora desvirginado e esperou ele recuperar o fôlego. Eu estava quase gozando sem tocar no meu pau. Joaquim começou a se mexer lentamente, Bernardo gemia e gemia baixinho de forma manhosa, quando Joaquim acelerou, acho que atingiu o ponto G de Bernardo, que soltou um semi grito. O maior tampou sua boca e disse:
– Se quiser que eu pare, morde meu dedo.
Bernardo assentiu, mas ele jamais morderia, ele queria aquilo mais que tudo. Aquela paixão infantil boba dos beijos na escada que agora tirava completamente sua inocência. Joaquim metia cada vez mais forte naquele cu apertado que perdia aos poucos suas pregas graças ao seu pau enorme. Joaquim então anunciou ao pé do ouvido de Bernardo:
– Vou gozar.
Nisso Joaquim começou a punhetar Bernardo enquanto metia, de uma forma desengonçada, mas boa para um iniciante. Joaquim socou até o talo enquanto gemia forte, anunciando seu orgasmo. O de Bernardo veio logo depois, despejando a mão de Joaquim. Os dois arfavam e sorriam, felizes com sua conquista, foi aí que decidi sair antes que me notassem. Devagar e sem fazer barulho, tirei a placa e voltei para o pátio.

Lá estava o professor de educação física, que me perguntou onde estavam os meninos, que sumiram praticamente a aula inteira. Prontamente respondi:
– É que o Bernardo teve uma crise de ansiedade e ficou muito nervoso, o Joaquim foi ajudar ele a se acalmar.
Nessa mesma hora os dois saíam do banheiro, já vestidos e lavados. A pele pálida de Bernardo completamente vermelha, o que de certa forma tornava minha mentira convincente. O professor foi até Bernardo, e talvez yenha sentido o cheiro de porra que emanava dos dois.
– Tá melhor, Bê?
Bernardo sem entender, mas completando a mentira, disse:
– Tô sim, já tá passando.
– Beleza, voltem pra quadra quando tiver 100%.
E saiu. Os meninos me olharam com um olhar confuso, mas de cúmplicidade. Eles jamais saberiam que eu sei do segredo deles, mas que está guardado comigo até hoje.

Comentários (6)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Abcd: Droga, enviei o cometário anterior antes de terminar de digitar. *** e por ser incomum, as escolas não proibiam seu uso. Sério, conto bem escrito mesmo, mas é uma sucessão de coisas sem sentido, tipo o vigia sair da sala onde ele trabalha pra ir no vestiário ver os alunos que estão demorando lá dentro, sendo que o professor estava lá por perto... Na próxima se atenta a esses detalhes.

    Responder↴ • uid:7xbyrjaoic
  • Abcd: Conto bem escrito, mas completamente fake. Na época que o conto se passa era incomum criança/adolescente ter celular e a internet não era nem um terço do que é hoje, e por ser incomum as escolas não pronitam

    Responder↴ • uid:7xbyrjaoic
    • Abcd: ***Postei sem querer antes de terminar de escrever *** E por ser incomum as escolas não proibiam de usar, então não faz sentido alunos entrando em depósito pra mexer em celular escondido... E depois, vigiar os alunos é trabalho dos professores/coordenadores, nem tem lógica dois alunos evidentemente gays que só andavam juntos em uma época que preconceito era 200x pior, sumirem e o vigia notar, mas os professores não... Aí o vigia sai da sala dele pra ir no vestiário ver os alunos que já estavam lá há um tempão, sendo que o professor de educação física está por ali...

      • uid:7xbyrjaoic
  • MorenoVigia: Me avisem se querem mais relatos, tenho de todos os tipos. Até mais um dos garotos da historia

    Responder↴ • uid:bemlq4ked2
  • Velhomarobo: Parabéns és um grande homem. Soubeste guardar grande segredo. Era um macho assim que soubesse guardar segredo para tirar a virgindade do meu cuzinho.

    Responder↴ • uid:10vbt85yj3ey
  • NãoExatamenteGuardado: bem legal não ter interrompido, é a diferença entre homens de verdade e o mar de demônios incubus luxuriosos que se vê por aqui.

    Responder↴ • uid:1cmkgju07uju