Filhinha puta
Acordo meio bêbado e vejo minha filha Andreia quase nua ela tem só 15 anos e tem a buceta inchada devido a sua condição mental ela não sabe o que acontece mas eu sei que ela gosta quando eu toco na xota dela e quando eu coloco a minha rola no cu dela.
— Você esqueceu de desligar o ferro de passar, não esqueceu?
Aquela pergunta, dita com a voz rouca de quem acabara de despertar de um torpor alcoólico, flutuou pelo quarto como uma névoa densa, totalmente desconectada do calor úmido que emanava dos lençóis amarrotados. O ferro de passar era um detalhe insignificante, um resquício de uma rotina doméstica que já não fazia sentido naquele espaço onde o tempo parecia ter congelado. A casa, com suas paredes descascadas e o cheiro de mofo impregnado nas cortinas pesadas, servia apenas como um casulo para silêncios profundos e segredos que nunca chegariam à calçada da rua.
Eu olhei para Andreia, que sorria com aquela ingenuidade que só quem não compreende a malícia do mundo consegue carregar. Ela não entendia as palavras, mas entendia o ritmo do meu corpo sobre o dela. Meus dedos, ainda trêmulos pelo álcool, deslizaram pela pele macia, buscando a xota dela, que pulsava com uma urgência natural. A buceta estava quente, inchada e pronta, reagindo ao toque como se fosse um órgão independente, movido por um instinto que ultrapassava qualquer barreira de consciência ou razão.
Lentamente, eu me posicionei, sentindo a pressão do desejo que subia como uma maré. A rola latejava, exigindo a entrada, e eu não precisei de esforço para encontrar o caminho. Deslizei com cuidado, sentindo a resistência mínima antes de mergulhar profundamente no cu dela, onde o aperto era quase doloroso de tão perfeito. Andreia soltou um gemido abafado, um som que não era de protesto, mas de um reconhecimento sensorial, como se aquele preenchimento fosse a única coisa real em seu mundo de névoas.
O ritmo tornou-se frenético, um movimento visceral que ignorava qualquer noção de tempo ou espaço. A rola mergulhava e saía, deslizando pela carne úmida do cu dela, enquanto a pica latejava em cada estocada, buscando o fundo daquele aperto quente e acolhedor. Andreia arqueava as costas, os olhos perdidos em algum ponto do teto, reagindo apenas ao atrito bruto da pele contra a pele. Era um encontro de carnes brutas, onde a única linguagem possível era o som do impacto e a respiração ofegante que preenchia os vãos do quarto.
Enquanto eu me enterrava nela, minha mão desceu para explorar a buceta, que estava escorrendo, lubrificando tudo com um desejo que ela nem sabia nomear. Meus dedos encontraram a xota inchada, apertando-a com força enquanto eu acelerava as estocadas. A sensação era de que o mundo lá fora havia sido deletado; não existia rua, não existia vizinhança, apenas aquele microcosmo de prazer egoísta onde eu era o único deus e ela a minha oferenda mais pura.
Senti a pressão subir, um formigamento elétrico que partia da base da espinha e se concentrava na ponta do meu membro. O aperto do cu dela tornou-se quase insuportável, sugando cada centímetro da minha carne. Eu não conseguia mais conter o espasmo; o corpo inteiro tensionou, os músculos das pernas tremeram e, num solavanco final e profundo, a gozada veio como uma explosão, inundando o interior dela com um calor denso e viscoso.
Fiquei ali, imóvel por alguns segundos, sentindo o pulsar do meu próprio coração contra as costas dela. O silêncio retornou, mas agora estava carregado com o cheiro de sêmen e suor. Andreia soltou um suspiro longo, um som pequeno e satisfeito, como se tivesse acabado de acordar de um sonho profundo. Ela não questionava a natureza do ato, nem a moralidade do que acontecia entre as quatro paredes daquele quarto; para ela, aquilo era apenas mais uma sensação, um calor que preenchia o vazio da sua mente.
O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pelo som da respiração pesada, mas meus dedos ainda não haviam desistido da exploração. Enquanto meu corpo relaxava da descarga, minha mão continuava a massagear a xota dela, sentindo a textura úmida e quente que insistia em pulsar sob a pele. A buceta de Andreia parecia vibrar, reagindo a cada toque residual, como se o corpo dela estivesse tentando processar a intensidade do que acabara de acontecer. Eu a observava de soslaio, vendo como ela se aninhava nos lençóis, completamente alheia à complexidade do pecado, focada apenas no formigamento que ainda percorria sua intimidade.
Lentamente, retirei a rola do cu dela, sentindo o vácuo se romper com um som úmido e discreto. O fluido da gozada começou a escorrer, misturando-se ao suor e à lubrificação natural, criando uma trilha viscosa que marcava a pele alva de suas coxas. Olhei para aquele rastro de sêmen e senti uma satisfação primitiva; era a marca da minha posse, o selo de um segredo que nos mantinha unidos em um pacto invisível. A pica ainda latejava levemente, cansada, mas satisfeita por ter encontrado aquele aperto tão perfeito e acolhedor.
Andreia virou o rosto para mim, os olhos nublados, e soltou um risinho bobo, movendo a bacia instintivamente contra a minha mão, buscando mais daquele estímulo na xota. Ela não sabia nomear o desejo, mas seu corpo era um mapa preciso de necessidades básicas. Para ela, aquele calor era como o sol da manhã: algo que simplesmente existia e que trazia conforto. Eu sorri, sentindo a ternura distorcida de quem domina completamente a vontade do outro, e deslizei a mão para cima, acariciando seu rosto com a mesma delicadeza com que explorei suas profundezas.
Fiquei ali, parado por alguns minutos, vendo-a entrar em um estado de torpor sonolento. O quarto, agora mergulhado em uma penumbra alaranjada, parecia observar a cena com a complacência de quem já viu aquilo acontecer inúmeras vezes. A rotina daquela casa era feita de silêncios ensaiados e gestos ocultos, onde a normalidade era apenas uma máscara para esconder a natureza bruta dos nossos encontros. Eu sabia que, assim que ela pegasse no sono, eu teria que me levantar e limpar os vestígios daquela entrega, para que o mundo exterior nunca suspeitasse da verdade.
"Quem é que manda aqui, hein?" perguntei em um sussurro, enquanto minha mão voltava a descer com possessividade. A resposta não veio em palavras, mas no modo como ela arqueou a bacia, oferecendo a buceta aberta e ainda pulsante, como se o corpo dela fosse um convite mudo que eu não podia ignorar. A xota dela estava tão saturada de lubrificação que cada deslize do meu dedo provocava um som úmido, um estalido carnal que ecoava no silêncio do quarto. Era um ciclo vicioso; a satisfação da gozada anterior não era o fim, mas apenas o prelúdio para uma nova fome, uma necessidade de sentir a pele dela colada à minha.
Ainda sentia o resquício do sêmen escorrendo pelo cu dela, misturando-se ao suor, criando uma nata viscosa que deslizava pelas nádegas. Aquela mistura de fluidos era o combustível que reacendia a pica, que começava a endurecer novamente, impulsionada pela visão daquela vulnerabilidade absoluta. Eu não conseguia me afastar; a textura daquela carne jovem e maleável era como um ímã, puxando-me de volta para o centro do prazer. A rola, agora recuperando seu volume, buscava novamente a entrada apertada, ansiosa para mergulhar mais uma vez naquele calor sufocante.
Com um movimento lento e deliberado, usei a palma da mão para empurrar a massa de carne da buceta, sentindo a maciez extrema daquela região que parecia vibrar sob meu toque. Andreia soltou um suspiro longo, fechando os olhos, entregue a um ritmo que ela não compreendia, mas que seu organismo aceitava como a única verdade possível. Eu a observei por um instante, admirando a curva de seus quadris e a forma como a pele branca contrastava com a vermelhidão do estímulo. Não havia pressa, apenas a vontade de prolongar aquela sensação de domínio total, onde cada centímetro dela pertencia ao meu desejo.
Lembrei-me, por um breve flash, de quando ela era menor e o mundo parecia mais simples, antes de eu descobrir que a ingenuidade dela era a moldura perfeita para as minhas fantasias. A deficiência mental de Andreia era a minha maior aliada; ela não questionava a moralidade, não buscava consensos e não conhecia a vergonha. Para ela, o prazer era apenas um calor que subia pelo ventre e terminava em espasmos, e eu era o único arquiteto capaz de construir esse caminho. Essa percepção me fez apertar a xota dela com mais força, sentindo-a estremecer, um pequeno choque elétrico que percorreu ambos.
Posicionei-me novamente, sentindo a ponta da rola tocar a entrada do cu, que ainda estava dilatado e quente. A sensação de deslizar para dentro daquela carne úmida era a única coisa que importava agora. Com um impulso firme, enterrei-me nela mais uma vez, sentindo o aperto familiar envolver meu membro como se o corpo dela estivesse tentando me sugar para dentro de si. O gemido que escapou dos lábios de Andreia foi abafado contra o travesseiro, mas a vibração de seu prazer era palpável, fundindo-se ao meu próprio ritmo frenético.
"Quem é que manda na xota da Andreia?" sussurrei, sentindo a voz vibrar contra a nuca dela. A pergunta era retórica, mas a resposta veio no modo como ela apertou as coxas contra o meu quadril, como se quisesse me ancorar dentro daquele calor. Minha pica, agora totalmente rígida, não aceitava a pausa; ela exigia a profundidade, buscando cada milímetro daquela parede rosada e úmida. A cada estocada, o som do impacto da carne era como um metrônomo carnal, marcando o ritmo de uma posse que não admitia contestações.
"Olha só como a xota da Andreia gosta do papai," eu sussurrei, sentindo a lubrificação escorrer pelos meus dedos enquanto a pica, agora em seu ápice de rigidez, martelava a entrada do cu. A buceta dela estava tão inchada que parecia pulsar no ritmo do meu próprio coração, um órgão vivo que clamava por mais, mesmo sem saber o porquê. A cada estocada profunda, a rola deslizava por aquela nata de sêmen e suor, criando um som úmido, um estalido rítmico que preenchia o quarto como se fosse a única música que importasse naquele mundo.
Gozo dentro do cuzinho dela outra vez, sentindo a pica latejar com a força da descarga, enquanto a rola se enterra no ponto mais profundo daquela carne quente e apertada. A gozada é densa, inundando o cu de Andreia com um calor que a faz estremecer, um espasmo involuntário que aperta meu membro como se quisesse sugar cada gota do meu sêmen. Enquanto isso, minha mão não descansa, explorando a xota que continua pulsando, a buceta inchada e escorrendo, reagindo ao prazer bruto com uma luxúria instintiva que ela nem consegue nomear.
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Comentários (1)
Vitoli: Ficou muito bom, entendi a intenção
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