Escravo Familiar: Capítulo 58 (Uma semana no sítio do meu tio Chico - Dia 06)
Na manhã seguinte, o sol começava a subir o céu quente e majestoso, acompanhado de uma brisa fresca que chacoalhava suavemente os topos das árvores que começavam a dar frutos.
Dentro da casa, no andar superior, no quarto localizado no final do corredor, do lado direito, papai e eu estávamos deitados, dormindo um sono leve e calmo. Papai deitado de barriga para cima, roncando baixinho, e eu em cima dele, deitado com a cabeça em cima do seu peito definido e magro, escutando as batidas fortes do seu coração, me ninando como um bebê.
Era por volta das 8:00 da manhã, quando comecei a despertar do sono profundo, me mexendo em cima dele com preguiça e com movimentos suaves. Abri meus olhos e paquerei seu rosto sereno, apresentando uma barba grisalha por fazer, com os lábios entreabertos.
Caramba, papai é um tesão. Por mais que estivesse na terceira idade, no auge de seus 66 anos, o meu senhor permanecia com o corpo firme, com os músculos definidos, pequenos, mas definidos, o que me fazia admirá-lo ainda mais e pensar que gostaria de chegar aos meus 66 anos do mesmo jeito.
Olhei à nossa volta; os lençóis e cobertores da cama estavam todos revirados, a cama estava uma bagunça por termos trocado de posição várias e várias vezes durante a noite. Senti ser reposicionado por meu senhor várias e várias vezes durante a noite; dormimos de conchinha, soltos na cama, com cada um para um lado diferente, viramos de bruços com a perna flexionada, até que, no final da madrugada, papai me puxou para a atual posição em que estávamos, que inclusive era a mais confortável até então.
Estávamos deitados nus na cama, com papai embaixo de mim, de barriga para cima, roncando baixinho, comigo deitado em cima dele, com a cabeça repousada em seu peito magro e definido, escutando as batidas fortes de seu coração, enquanto meus braços enlaçavam sua cintura fina.
Recobertos por um edredom branco para nos manter aquecidos, rodeados de travesseiros de plumas de ganso, enquanto nossas virilhas coladas umas nas outras, com nossos paus se tocando, as coxas roçavam delicadamente enquanto as panturrilhas e nossos pés largos se enroscavam um nos outros, compartilhando a maciez e o calor de nossas peles.
Sorri satisfeito enquanto começava a acariciar seu peito pelado e chupei seu mamilo direito, fazendo-o gemer baixinho. Olhei para cima, observando seu rosto sereno enquanto ele permanecia adormecido, e peguei sua mão esquerda forte, com veias saltadas, e entrelacei meus dedos nos seus. Virei-a com a palma para cima e a levei para meus lábios e depositei um beijo na palma.
Papai mexeu a mão, sentindo um pouco de cócegas, e soltou-se da minha e repousou-a em minhas costas, me abraçando. Com meu corpo já cem por cento desperto, a excitação e a safadeza em mim implantadas começaram a se manifestar, meu coração palpitava forte no peito, e meu pau começava a ficar duro e pulsante, sentindo a pele quente e macia de papai pressionada na minha.
Então, mordendo meu lábio inferior, reposicionei meus braços ao lado da cintura de papai e ergui-me um centímetro. Posicionei bem meu pau duro em cima do seu e comecei a friccionar lentamente, fazendo nossos caralhos ficarem duros como pedra e nossos pelos pubianos aparados se enlaçarem uns nos outros.
Continuei me movimentando e passei a gemer baixinho, olhando fixamente para o rosto de papai. Inclinei-me mais sobre seu corpo, baixando meu rosto no seu, e grudei primeiro a testa na sua, depois o nariz, e finalmente aproximei meus lábios dos seus e dei um beijo molhado neles.
Nesse momento, papai abriu seus olhos sonolentos e sorriu para mim, subindo com suas mãos grandes até minha cabeça careca, segurou-a firme e me deu seu melhor beijo na minha boca, enfiando sua língua quente e molhada dentro dela e buscando a minha para enlaçá-la, fazendo-me sentir seu sabor divino que só a língua grossa de papai tinha.
— Huuuuuuuuuum! Gememos juntos, enquanto nossos corpos se mexiam juntos para cima e para baixo.
Papai passou a me acariciar mais forte, movimentando seus braços e mãos em minhas costas, deixou o beijo mais possessivo. Parei de me mexer em cima dele e desgrudei meus lábios dos seus, fazendo ele me questionar com o olhar. Mordendo meu lábio inferior, olhei safadamente para ele e comecei a erguer somente meu quadril, e baixei-o com toda força, batendo nossos paus, nossas bolas e nossas virilhas de encontro uma com a outra.
PLAFT! PLAFT! PLAFT!
— Hum! Hum! Hum! Ele gemeu e apertou forte minha bunda.
Eu queria gozar daquela maneira, batendo nossas virilhas com força, fazendo com que nossos ovos quase se quebrassem e virassem omeletes, mas papai, gemendo alto, tomou o controle da situação e me fez parar de bater minha virilha na sua, abraçando-me com mais força, com um braço apertou meu tronco de encontro com o dele, e com o outro e a mão, encolheu minhas pernas e fez eu colocá-las uma de cada lado da sua cintura, e nos ergueu novamente.
Ficamos sentados na cama, de frente um para o outro, e ele me deu uma palmada forte com as duas mãos nas nádegas.
PLAFT!!
Fitou-me com luxúria enquanto eu dei uma rebolada em sua virilha com seu caralho duro roçando o vão entre minhas nádegas, enquanto ele me fitava profundamente nos olhos.
Levei minha mão direita para trás da minha bunda nua e segurei seu caralho duro, quente e pulsante, e comecei a alisá-lo, indo para cima e para baixo, com carinho.
Papai gemeu baixinho enquanto eu levava minha bunda mais para trás, encostando no seu caralho duro, deixando-o no vão entre minhas nádegas, e rebolei enquanto pressionava-o de encontro ao vão. Em seguida, puxei seu membro para trás, afastando-o alguns centímetros da minha bunda, e comecei a masturbá-lo lentamente, fazendo-o gemer mais alto e soltar um líquido transparente de pré-gozo, sujando meu cofrinho.
Comecei a ofegar com a excitação e, quando me preparei, levantando minha bunda e segurando seu caralho duro, pronto para enfiá-lo no meu cuzinho arrombado, papai falou baixo, rouco e grosso:
— Não pense nisso, tenho outra ideia para ti!
Tomando as rédeas da situação, ele abraçou-me com força, foi para a ponta da cama comigo em seu colo e desceu suas pernas, erguendo-nos e ficando de pé. Depois caminhou comigo até a porta do quarto, abriu-a e saímos para o corredor, sentindo a brisa fria que invadia a casa.
Atravessou comigo o corredor e foi até o quarto em que meus irmãos dormiam, encostou a mão na maçaneta e a girou, destravando a porta, e entramos no quarto escuro.
Lá dentro, meus irmãos dormiam na mesma cama de casal, semi-nus, com as cobertas os recobrindo. Papai e eu entramos no quarto sem fazermos barulho, e fomos ainda agarrados até a lateral da cama de meus irmãos e, com cuidado, papai colocou-me entre os dois, deitado.
Ao sentir meu peso, o colchão afundou um pouco, fazendo meus irmãos se mexerem e acordarem. Ao nos verem pelados, sorriram, aproximando-se mais de mim e papai, e nos puxaram para um beijo de língua. Retribuímos os beijos, enlaçando-nos em seus pescoços, e depois nos revezamos entre um irmão e outro. E logo, meu irmão Thiago disse:
— Finalmente chegou nossa vez! Sorriu, abrindo um sorriso lindo, encantador, e puxou primeiro a boca de papai, enfiando a língua dentro dela, beijando-o com força e paixão.
Meu irmão Juan fez o mesmo comigo, e, quando nós paramos, papai se levantou da cama pelado, sem dizer nada, e nós três ficamos sem entender nada. Ainda sorrindo, ele disse:
— Divirtam-se, meninos. Se precisarem de mim, estarei no quarto do tio de vocês, fodendo o cuzão peludo e gostoso dele. Hahahahaha!
Rimos os quatro, e papai saiu pelado de dentro do quarto dos meus irmãos, deixando-me com eles, e se encaminhou para o quarto de titio.
Eu e meus irmãos não perdemos mais tempo, e, assim que papai fechou a porta, voltamos a nos agarrar.
Beijei forte a boca barbada do meu irmão Thiago, enfiando minha língua molhada dentro dela, buscando pela sua. Depois virei-me para meu irmão Juan e o beijei com paixão, deixando nossas salivas se trocarem, enquanto sua barba grande se enroscava na minha, enquanto trocávamos carícias ardentes.
Em seguida, os dois se levantaram na cama e retiraram a única peça de roupa que servia como barreira entre eles. Suas cuecas desceram até seus tornozelos e os dois machos as retiraram pelos pés. Seguraram-nas com as mãos direitas e as levaram para meu rosto, enfiando as partes onde as cabeças de suas picas repousavam, liberando a polução noturna, e as esfregaram em meu rosto, fazendo-me cheirar.
— FSSSSS
— Isso, escravo viado, sinta o cheiro dos seus machos, o cheiro de um homem de verdade. Disse meu irmão Thiago, pressionando e esfregando sua cueca no meu rosto junto ao nosso irmão Juan.
Cheirei, aspirando fundo e forte o delicioso aroma das cuecas usadas pelos meus irmãos gostosos, até os dois retirá-las de meu nariz e arremessá-las no chão do quarto.
Com os dois ainda de pé na cama, eles seguraram em meu queixo, puxando-o para cima, alisando-o com a ponta do dedão enquanto começavam a se masturbar, expondo e voltando a cobrir as cabeças rosadas das irresistíveis rolas que começavam a liberar o líquido seminal.
Aproximaram minha cara delas e, segurando nas bases grossas, bateram-nas nos meus lábios entreabertos, umedecendo-os com os líquidos seminais que começavam a sair das fendas das cabeças rosadas. Enquanto me encaravam de cima para baixo, espalharam o líquido como se passassem gloss em meus lábios e tamparam meu nariz, impedindo que eu respirasse, e com isso minha boca rosada abriu mais para ventilar meus pulmões e dando a oportunidade deles enfiarem juntos as picas duras e grossas para dentro dela até quase invadirem minha garganta, e gemeram alto.
— Hãããããã!!!!
Com isso, os dois se abraçaram, passando as mãos e os braços por trás das costas e agarraram-se pelas cinturas, acariciando-se suavemente para cima e para baixo. Conforme os movimentos se repetiam, as mãos desciam um centímetro a mais até chegarem às nádegas magras e quadradas. Alisaram-nas e depois presenciei eles afastarem-nas com as mãos e levarem as pontas dos dedos indicadores até a entrada dos cuzinhos.
Alisaram as pregas externas, rodando suavemente e lentamente com a ponta dos dedos, e viraram o rosto um de frente para o outro, ofegantes, e se olharam profundamente nos olhos.
Em seguida, com as bocas entreabertas, ofegando e com os corpos explodindo de paixão e excitação, aproximaram as testas, os narizes e, finalmente, os lábios e se beijaram em um baita beijo intenso, bruto, forte, consumando um dos melhores beijos que já havia assistido na minha vida até aquele momento.
As línguas dos dois se entrelaçavam nas bocas, os corpos quentes passavam a suar, fazendo gotas grossas escorrerem corpo abaixo até molharem o lençol da cama, as picas duras em minha boca, e os meus lábios rosados, enquanto eu me esforçava para mamar as duas rolas grossas juntas.
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!
Meu irmão Thiago levou sua mão grande e grossa para minha cabeça careca e segurou-a pelo topo e passou a forçá-la com brutalidade para frente, para me obrigá-la a se expandir e acomodar as duas varas ao mesmo tempo.
Os dois se contorciam, se beijando, e às vezes paravam para me olhar de cima para baixo, com cara de pura dominância, como se dissessem o tempo todo que ali é o meu lugar, mas logo voltavam a se perder nos beijos e amassos.
— Muá muá muá muá muá muá muá...
— GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
De repente, minha cabeça foi puxada um pouco para trás depois de alguns minutos, e as rolas retiradas da minha boca. Em seguida, meu irmão Thiago deu-me um tapinha na cara e me empurrou com a cara no colchão, deixando-me semi de bruços. Foi para trás de mim e esticou minhas pernas, empurrando-me mais para os pés da cama, e abriu minhas nádegas, batendo as duas mãos com força nelas, e abriu-as, expondo meu cuzinho, e, sem cerimônias, caiu de boca, sem dó ou piedade, no meu cuzinho rosado, chupando-o, lambendo-o e sugando-o com tanta força que parecia que ele queria arrancá-lo com a boca.
Vindo para minha frente, meu irmão Juan se arrumou de joelhos na cama, segurando a base grossa da rola, alisou-a para cima e para baixo, expondo a cabeça brilhosa e rosada, e apontou-a para meus lábios, dizendo:
— Abra a boca, putinha! Disse, pressionando meu queixo e puxando-o para baixo.
Com ele segurando firme na base do caralho, empurrou sua deliciosa rola grossa para dentro dela, deslizando suavemente, gemendo alto de olhos fechados, curtindo o molhado e a quentura da minha boca até minha garganta, enquanto deixava sua cabeça pesada pender para trás.
— Hãããããã!!!!!
Já no meu cuzinho rosado, meu irmão Thiago enfiava sua língua áspera o mais fundo que conseguia e a rodava, babando, lavando-o com sua saliva grossa e pegajosa.
Gemendo com os estímulos, balancei minha bunda na sua cara, rebolando, enquanto ele pressionava minhas nádegas envolta do rosto. De repente, senti uma vontade imensa de peidar. Tranquei meu cuzinho e tentei mover a bunda da cara de meu irmão para poder me aliviar, mas o safado, achando que eu só queria provocá-lo ou fugir, me imobilizou e afundou sua cara ainda mais no meu cuzinho.
Na minha boca, meu irmão Juan bombava forte e me segurava com força pela cabeça enquanto sentia minha garganta apertar sua vara, e eu sentia ela queimar com o vai e vem dele entrando e saindo com rapidez.
Levei minhas mãos para a cintura do meu irmão Juan, segurando o peido, e tentei afastá-lo. O safado, achando que só queria que ele parasse, disse:
— Vai fugir não, putinha, papai permitiu que fodessemos você e é o que estamos fazendo, sem recusa, senão apanha!
Me desesperei e comecei a me debater. Meus irmãos ficaram bravos e logo começaram a me dar tapas na cara e na bunda, enquanto afundavam a pica e a língua em meus buracos. E, não conseguindo mais me segurar, comecei a peidar na cara do meu irmão Thiago.
Puuuuummm!!! Puuuuummm!!! Puuuuummm!!!
— Arf! Ele retirou sua cara da minha bunda, enquanto nosso irmão Juan ria dele e da situação.
— A sua bixinha, filha da puta! Ele disse, levantando a cabeça.
— Poderia ter avisado!
Bati com a mão novamente na virilha do meu irmão Juan e ele finalmente retirou seu pau da minha boca, me permitindo recobrar o ar e responder nosso irmão.
— Aaarrtfff! Puxei o ar para meus pulmões e respondi:
— Eu tentei, mas nosso irmão entendeu errado, achando que estava me recusando a chupá-lo.
— Aé bixona, pois agora tu vai apanhar nesse rabo rosado. Disse meu irmão Thiago, levantando a mão grande direita, e logo disparou uma sequência rápida de palmadas na minha bunda.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
— Huuuuuuuuuum! Gemi alto enquanto Juan segurou com as duas mãos atrás da minha cabeça, entrelaçando os dedos, e enfiou novamente a pica na minha boca e passou a socar com força na minha garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…
Minhas lágrimas começaram a escorrer de meus olhos enquanto eu era sufocado pela vara do meu irmão, até ele começar a tremer e gozar, atolando seu pau no fundo da minha garganta e gozar litros de sua porra grossa.
— Ãããããh!!!!!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Huuuuuuuuuum! Gemi sufocando, ficando com a cara vermelha e me debatendo da surra que levava na bunda.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Minha visão começou a ficar embaçada depois de alguns segundos preso com a rola do Juan na minha boca; meus olhos fechavam e abriam, tendo apagões, e a escuridão me chamava. E, quando estava prestes a desmaiar, os dois pararam o que estavam fazendo e me soltaram com tudo.
— Arf Arf Arf Arf Arf Arf, COFF COFF COFF COFF COFF COFF! Aaaaaaaaaaaah!
Apertei os olhos, fazendo mais lágrimas caírem, e contorci minha boca, expressando minha dor.
Meus irmãos saíram de perto de mim por um segundo e depois me puxaram pelos pés, virando-me de barriga para cima na cama.
— Calma, escravinho, respira! Diz meu irmão Juan.
Me estico na cama e depois me levanto. Minha garganta dói e minhas nádegas queimam com o lençol da cama friccionando a pele das minhas nádegas.
Meus irmãos me olham apreensivos e perdem toda a excitação que estavam.
— Droga, o pai vai bater em nós dois se descobrir isso! Diz Juan.
— Se acalmem, não vai acontecer nada com vocês. Vocês foram brutos, mas não ao ponto de uma punição. Fiquem tranquilos, só preciso de um minuto. Eu disse, saindo da cama, levantando-me e indo direto para o banheiro.
Meus irmãos voltaram a se sentar na cama enquanto eu entrava no banheiro. Fui até a pia e abri a torneira, jogando um pouco de água fria no rosto. Apertei meus olhos, passando os dedos, e fechei a torneira.
Retirei a toalha de rosto do gancho na parede ao lado da pia e me sequei. Cuspi a saliva grossa na pia de louça do banheiro e me recompus olhando no espelho.
Em seguida, apaguei a luz, saí do banheiro e voltei para o quarto, olhando para a cama em direção aos meus irmãos, que estavam deitados ainda pelados, mas com as caras preocupadas, apreensivos com o que aconteceria agora.
Para tranquilizá-los, eu disse:
— Podem ficar tranquilos, não irá acontecer nada com vocês dois, mas agora, se vocês ainda quiserem, podemos retornar nossa transa. Papai me entregou a vocês, então se satisfaçam, não quero reclamações depois no meu ouvido.
Meus irmãos arquearam as sobrancelhas de surpresa e bateram com as mãos direita e esquerda no colchão, me pedindo para subir na cama novamente.
Ajoelhei-me no colchão da cama e depois fiquei de quatro aos seus pés, olhando fixamente para os rostos deles com um olhar pidão de putinha pedindo pica.
Os dois olharam-me ofegantes, com as bocas entreabertas, enquanto seus caralhos grossos voltavam a endurecer no meio das pernas, deixando as cabeças rosadas e brilhantes à mostra, convidando minha boca a se aproximar e engoli-las até a base.
Aproximei-me de quatro devagar, enquanto os dois arreganhavam as pernas, permitindo-me a visão dos pares de bolas além dos cuzinhos rosados e peludos, até minha cabeça ficar na altura dos seus paus duros. Fiquei entre os dois na cama, trançando uma perna em uma das pernas dos dois.
Os dois mexeram os corpos, esfregando a canela no meu pau e nas minhas bolas, enquanto eu levava minhas mãos até as picas duras deles. Segurei-as, sentindo o calor e a pulsação do sangue naquelas delícias, e fui me inclinando com os lábios abertos para frente e virei ligeiramente a cabeça para meu irmão Juan, e abocanhei sua rola dura, deixando a cabeça rosada invadir meus lábios e deslizar suavemente até minha garganta.
— Hãããããã! Ele gemeu grosso enquanto segurava minha cabeça com as duas mãos e a empurrava até meus lábios encostarem no seu púbis peludo.
Me segurou naquela posição por vários minutos, enquanto encolhia um pouco a perna que estava no meio das minhas, e levou seu delicioso pé 39 para o meu caralho e bolas e os acariciou.
Gemi baixo, ficando vermelho, sem ar, até ele afrouxar suas mãos na minha cabeça e me permitir respirar normalmente de novo.
— AARRFF!!
Puxei o ar para meus pulmões conforme sua rola deslizava para fora da minha boca. Quando ela saiu, virei-me para o pau do Thiago, que eu segurava, pressionando-a, e me inclinei sobre ele com a boca aberta, escorrendo saliva com o gosto do pau do nosso irmão, e o abocanhei, deixando meus lábios abraçar a cabeça rosada de sua vara, fazendo-o gemer alto e tremer-se todo. Fui descendo lentamente, rodando minha língua macia por todo o corpo da sua pica, até engoli-la até a base.
Meu irmão Thiago gemeu alto quando sua pica se alojou dentro da minha boca e da minha garganta, enquanto sentia a quentura e as pressões que eu fazia com a garganta em seu membro grosso e rijo.
— Huuuuuuuuuum! Caralho, putinha, que garganta gostosa, isso morde meu pau duro com ela. Ele dizia, enquanto revirava os olhos e me segurava com força.
Ficou me segurando ali por minutos; meu rosto começou a ficar vermelho, depois arroxeado com a falta de oxigenação, até eu quase desmaiar.
Logo ele retirou minha boca de sua rola com rapidez e me deu dois tapas na cara.
PLAFT PLAFT
— Ei, sem desmaiar! Ele disse.
Tossi, recobrando o ar: — COFF COFF! — e ele me empurrou para suas bolas peludas.
Enfiei meu nariz nos pelos grossos aparados e puxei uma das bolas com a boca e a suguei com força, fazendo-o se contorcer. Depois repeti o movimento na outra bola e ganhei outro tapa na cara e fui conduzido para as bolas do Juan.
Cheirei-as, sentindo o seu odor masculino, e sentindo seus pelos grossos cutucarem meu nariz. O cheiro de testosterona quente do meu irmão só me deixava ainda mais assanhado e com vontade de nunca mais sair dali.
Continuei cheirando, enquanto os dois resolveram voltar a se pegar na cama, se beijando e se amassando, passando a mão às vezes na minha careca, afundando meu rosto nas bolas fartas do Juan, até que, sem aviso, puxaram um pouco a minha cabeça para cima e ergueram as pernas para cima, expondo os deliciosos cus peludos e suados, e enfiaram minha cara primeiro na do meu irmão Juan.
Sua bunda magra e branca possuía os pelos anais pretos e grossos; estavam suados e tinham um odor gostoso de cu de macho limpo. Comecei aspirando profundamente o odor irresistível, me embriagando, até colocar minha língua para fora e lamber sua rosquinha deflorada por nosso irmão e papai.
Meu irmão passou a gemer mais alto e a rebolar na minha boca, sem parar de beijar nosso irmão Thiago de língua. Ele pegava minha cabeça com os dedos longos e conduzia minhas lambidas e chupadas, esfregando minha cara em seu cu para cima e para baixo, melecando, marcando seu território anal com seu suor pegajoso e quente em minha face.
— Huuuuuuuuuum!
Em seguida, depois de chupar muito o cu do Juan, sugando forte, beijando e fazendo barulho de sucção até ele quase gozar, fui empurrado para o cuzão tesudo do nosso irmão Thiago.
Seu cuzão cabeludo piscava, convidando-me a lambê-lo, e eu enfiei minha cara naquele cuzão gostoso, sentindo seu cheiro forte e enfiando a ponta da minha língua no olho do seu cu.
Rodei-a suavemente na parte externa, fazendo-o se contorcer, babando bastante para facilitar a introdução de meus dedos ávidos por sentir a quentura e textura daquela rosca machuda.
Meu irmão se contorcia na minha boca, relaxando suas poucas pregas, e aproveitei para enfiar um, depois dois, em seguida três dedos dentro dele, e os rodei suavemente, sentindo sua mucosa rosada, e os movimentei para dentro e para fora.
Logo os retirei de dentro dele e voltei a beijar a pele de seu cu, subindo em direção às coxas, passando pela panturrilha, até agarrar com a boca a melhor parte do seu corpo, seus pezões imensos, 44, largos, que me fascinavam desde criança.
Comecei cheirando, sentindo o cheiro salgado de um chulé fraco das solas até os dedos, depois os engoli, chupando dedo por dedo, dos dois pés. Quando parei, ele os levou até meu pau e os esfregou nele, lambuzando-o com minha saliva, e ficou me punhetando com eles, esfregando as solas no corpo e depois na cabeça, me fazendo sentir fisgadas prazerosas.
— Huuuuuuuuuum! Gemi baixo, olhando para os dois que me fitavam deitados.
Quando estava satisfeito, saí do seu pezão e fui para os do nosso irmão, e fiz o mesmo ritual: passei-os em meu rosto, sentindo seu chulé, e depois fui descendo com eles pelo meu corpo até chegar no meu cacete duro e esfregá-los, friccionando para frente e para trás, os fodendo, até o meu líquido seminal escorrer pelos seus pés.
Logo em seguida, ele os levantou e enfiou-os na minha boca, fazendo-me limpá-los. Labi e chupei cada centímetro dos seus pés e os soltei em seguida, debruçando-me em cima do seu corpo.
Meu irmão Juan me beijou na boca, enfiando sua língua dentro da minha boca, e me deu um beijão de tirar o fôlego.
Logo fui colocado deitado no colchão por ele, e virado de bruços. Em seguida, ele puxou minha bunda para cima, abrindo minhas nádegas, e, olhando para meu cu, enfiou sua língua molhada nele, lambuzando bastante com sua saliva e me tirando gemidos altos.
— Huuuuuuuuuum!
Sua língua rodava, entrava e saía de dentro de mim várias vezes, até ele afastar minhas pernas e entrar dentro delas ajoelhado, segurar seu pau pela base e pincelar meu cuzinho para cima e para baixo, depois apontar a cabeça na entrada e me penetrar suavemente, fazendo cada centímetro do seu pau deslizar para dentro do meu cu.
— Huuuuuuuuuum! Gemi.
— Toma, pinto, irmãozinho, sinta seu irmão rasta te comer igual a uma putinha! Ele disse, afundando seu cacete duro sem parar dentro de mim, até seu saco bater nas minhas nádegas.
— Huuuuuuuuuum!!
Ele ficou um minuto parado dentro de mim, sentindo meu cuzinho mordiscar seu cacete atolado na minha bunda, suspirando baixo, beijando delicadamente meu pescoço enquanto rebolava lento e esfregava seus pés nos meus até meu cu parar de piscar.
Quando eu relaxei de vez meu cu, ele começou a subir e descer seu quadril em cima de mim, fazendo seu caralho duro entrar e sair lentamente do meu cu, tirando-me gemidos de prazer.
PLOC, PLOC, PLOC...
— Huuuuuuuuuum! Ããããã!
— Isso, irmãozinho, geme gostoso na rola do seu irmão rasta, geme! Ele me dizia, subindo e descendo, rebolando cada vez que afundava o pau dentro do meu cu deflorado.
Seus movimentos começaram a aumentar a velocidade, e aumentamos nossos gemidos.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Hãããããã! Hãããããã! Hãããããã!!
A cama chacoalhava com força com as metidas fortes do meu irmão no meu cu guloso. Nós gemíamos alto, agarrados, enquanto nossas peles quentes e suadas se grudavam e friccionavam com força. Sua cintura batia forte na minha, junto à sua virilha peluda, e o nosso orgasmo veio com violência, com ele cravando seu caralho duro e grosso no fundo do meu cuzão e jorrando sua porra grossa, me inundando de prazer.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Aaaaaaaaaaaah! Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Nossos corpos tremeram com violência e ele desabou sobre mim, me abraçando forte enquanto arfava em desespero.
— ARF, ARF, ARF, AEF, ARF, ARF...
Aos poucos seu corpo foi recobrando o fôlego e ele saiu de cima de mim com o pau mole, e rolou para o lado, deixando meu cuzão aberto, vazando sua porra grossa de dentro.
Nosso irmão Thiago ainda estava em ponto de bala, nos observando, somente alisando seu caralho duro, esperando por sua vez, e, assim que o Juan caiu ao meu lado, ele subiu em cima de mim, segurando seu pau duro.
Usou a porra do nosso irmão que escorria de dentro de mim para lubrificar seu pau, e bateu com a cabeça da rola na entrada do meu cu. Alinhou-a na entrada e começou a forçar para entrar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi alto, sentindo meu cu arder com a invasão, enquanto ele afundou seu caralho grosso até suas bolas baterem nas minhas nádegas, se deitou em cima de mim, grudando seus lábios no meu ouvido, e pediu:
— Você se lembra do nosso mantra?
— Huuuuuuuuuum! Siiimmm! Respondi.
— Então recite enquanto te fodo!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuuuuuuuuum! O pau do Ti é legal, o pau do Ti é chocante, eu quero o pau do Ti! Eu recitava enquanto meu irmão me comia com toda a sua força.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuuuuuuuuum! Isso, minha putinha!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Suas metidas ficaram cada vez mais fortes e mais descontroladas, até ele cravar bem fundo dentro de mim e gozar, fazendo o resto da porra do nosso irmão esguichar para fora do meu cu, e ele depositar seu leite grosso de macho no lugar.
— Huuuuuuuuuum! PLOC! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Gozei novamente junto com ele e desfalecemos na cama.
Arf Arf Arf Arf Arf Arf...
Alguns minutos depois, nós três levantamos. Depois que tivemos fôlego o suficiente para ficarmos de pé, nos levantamos os três juntos e nos encaminhamos para o banheiro do quarto. Entramos e fomos direto para o chuveiro.
Ligamos a água na temperatura morna e tomamos um banho demorado, nos segurando uns nos outros para manter o equilíbrio. Logo após o banho, eles começaram a se trocar, enquanto eu saí do quarto correndo para o meu e o de papai.
Entrei no quarto e fui para o banheiro escovar meus dentes, tirar o bafo de rola, cu e porra da boca. Aproveitei e fiz minhas necessidades, depois voltei para o quarto e coloquei minhas roupas. Em seguida, saí do quarto e desci as escadas para o andar térreo da casa do sítio, e fui esperar por meus machos na cozinha.
No andar de cima, no quarto do meu tio Chico, meu pai e meu tio se agarravam pelados na cama, deitados de lado, com papai deitado atrás de titio, apontando seu caralho duro no buraquinho rosado do seu irmão, e começava a lentamente o penetrar.
Segurando seu caralho pela base e expondo a cabeça rosada, papai apontou seu caralho duro para o cuzinho rosado de titio e começou a pressionar suavemente enquanto segurava no quadril de titio para mantê-lo parado. Cuspiu na mão e passou uma porção do cuspe no seu caralho duro e outra no cuzinho de seu irmão, empurrando um pouco para dentro dele com a ajuda dos dedos.
Depois passou seu braço por debaixo do pescoço do meu tio e se grudou ao corpo dele. Com a mão esquerda, ajeitou a cabeça do pau na entrada do cu do seu irmão e começou a pressionar.
— Hã hã hã! Meu tio gemeu baixo, gaguejando, enquanto papai abria caminho devagar, com pequenas investidas em seu cuzão peludo, e o abraçava com força, imobilizando-o.
— Você gosta da minha rola dentro de você, né, Chico? Fala que gosta, puta! Muá.
Papai beijou o pescoço dele enquanto levava sua mão ao pau do seu irmão duro e o punhetava lentamente, para distraí-lo da invasão em seu cuzão de macho.
— Sim, meu irmão, adoro ser sua esposinha, sua fêmea, sua puta. Come meu cu, come!
— Isso pede pica, pede! Huuuuuuuuuum!
Meu pai socava seu pau fundo dentro do cuzão do seu irmão e passou a se movimentar cada vez mais rápido dentro dele, gemendo e suspirando cada vez que meu tio mordia seu pau com o cuzinho.
A cama se balançava com o poder da foda dos dois, rangendo as molas; o quarto ganhava o odor do sexo bruto e do amor de dois irmãos que se deliciavam um no outro.
— Huuuuuuuuuum!
— Ãããããh!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Tum tum tum tum tum...
Conforme papai fodia sem pena o cuzão guloso de titio, ele o fez erguer a perna direita, deixando seu cuzão maduro com um acesso melhor para papai atolar fundo seu caralho.
Papai então socou, socou sem pena, satisfazendo-se ardentemente no cuzão tesudo de meu tio, trocando palavras de amor entre irmãos e deixando o cuzão gostoso de titio ardido.
— Te amo, querido irmão! Disse papai, socando fundo no cuzão de titio.
— Também te amo, irmão! Respondeu titio. E juntos aumentaram o ritmo do sexo, indo para cima e para baixo, se esfregando no colchão com violência, até que os dois gozaram juntos, se melando e refrescando a ardência anal de titio.
— Hãããããã
— Hããããã
— Aaaaaaaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Tremeram com a violência do orgasmo e deixaram-se amolecer por inteiro na cama, abraçados.
Minutos depois, os dois se encaminharam para o chuveiro, tomaram um banho juntos, com muita troca de carícias e beijos. Trocaram-se e saíram do quarto, sorrindo, satisfeitos com o sexo.
Desceram juntos a escada e vieram para a cozinha, onde eu estava.
— Filhote já está tomando café? Disse-me papai.
— Sim, papai! Respondi enquanto papai se sentava ao meu lado e meu tio ia para o fogão refazer o café preto.
— Cadê seus irmãos? Ele me perguntou.
— Lá em cima! Respondi.
— Está tudo bem? Ele questionou-me.
— Sim, papai! Sem problemas!
— Que bom, querido! O que temos para fazer hoje, Chico? Perguntou papai para meu tio.
— Ai, irmão, sinceramente, tô a fim de fazer nada hoje não, quero relaxar. Que tal irmos para o lago? Tem um lago aqui no sítio que nunca levei vocês para ver por ser bem afastado. Eu tenho alguns patos lá, podemos nadar com eles hoje, o que acham?
— Huuuuuuuuuum! Gostei! Respondi por papai.
Papai sorriu para mim e disse:
— Está bem, vamos esperar somente os dois preguiçosos lá em cima descerem para tomar café e depois vamos explorar esse lago.
No quarto onde meus irmãos estavam, acontecia outra coisa: os dois recolocavam as roupas, ajeitando suas rolas moles nas cuecas, e recolocavam as bermudas largas e as camisetas de mangas curtas. Calçaram um chinelo nos pés e trocaram mais alguns beijos de língua, acariciando-se.
Se afastaram depois de alguns minutos com as rolas já meias bombas e se recomporam. Minutos depois, foram para a porta do quarto, abrindo-a, e saíram do quarto caminhando pelo corredor. Desceram as escadas do andar superior da casa e vieram para a sala de jantar, onde eu, papai e titio estávamos sentados tomando nosso café da manhã.
Papai os olhou assim que apareceram na entrada da sala de jantar integrada, e os saudou:
— Bom dia, garotos. Finalmente as raparigas resolveram sair da cama! Dormiram bem e fizeram amor gostoso?
— Que isso, pai, não precisa falar desse jeito! E sim, dormimos como anjos e fodemos como grandes amantes. Respondeu meu irmão Thiago, para papai.
— É assim que eu gosto. Sentem que seu tio vai passar nossos afazeres do dia.
— Sim, senhor! Disseram e foram até mim, beijaram minha cabeça careca e depois deram um beijo de bom dia em titio, depois em papai.
— Nossa, como vocês estão amorosos essa manhã! Falou papai para eles.
Eles apenas riram e se sentaram nas cadeiras ao lado do nosso tio.
— Bom, senhores, hoje nosso dia será regado de distrações. Eu estava conversando com o Familiar e com o pai de vocês, meninos, de hoje darmos uma pausa com a organização do sítio, como estamos fazendo, e hoje quero levá-los para relaxar. Tem um lago aqui no sítio, um pouco afastado, com patos, e um viveiro para eles. Estava querendo levá-los para tomarmos um banho nesse lago e aproveitar o dia por lá. O que acham? Disse meu tio aos meus irmãos.
— Tá bom, tio, como o senhor achar melhor! Disse meu irmão Juan.
— Ótimo, então tomem o café, porque ficaremos lá pelo menos até a hora do almoço, e acho que assarei carne para nós. Quando voltarmos, almoçaremos na área externa hoje!
— Ok! Disseram meus irmãos e todos nós voltamos a tomar nosso café.
Titio voltou a se levantar da mesa junto ao papai, e juntos foram buscar pães, requeijão, manteiga, sucos, café e bolachas para tomarmos nosso café. Ajudei-os a organizar a mesa, e logo estávamos sentados, comendo e batendo um papo leve.
Aproveitei para mandar mensagem para minha mãe, avisando que tudo estava bem e que faltava pouco para nosso retorno para casa. Mamãe disse que estava morrendo de saudades e que não via a hora de voltarmos para casa.
Tomei meu café e esperei até sairmos para o lago, sentado na mesa, observando titio e papai organizar tudo, enquanto meus irmãos foram para a sala de estar aguardarem ser convocados para sairmos.
Papai passou um pano molhado na mesa logo após titio recolher todo o resto do café da manhã e começar a lavar a louça. Depois de passar o pano na mesa, foi ajudar meu tio com a louça, secando e guardando nos armários da cozinha.
Depois de tudo pronto, nós três nos juntamos aos meus irmãos na sala de estar e nos conduzimos para o lado exterior da casa.
Encostamos a porta da sala e fomos rumo ao lago, que ficava sentido esquerdo do sítio, saindo da sala de estar da casa.
Papai e titio jogavam conversa fora, enquanto eu e meus irmãos corríamos na frente, nos empurrando. Às vezes nos esbarrávamos de propósito para causar discórdias e acabávamos trocando tapas e socos de brincadeira.
Andamos por dez minutos até que chegamos a uma área regada de árvores, dessas que limitavam o final do sítio. Nessa área tinha um grande lago de água límpida e pura, e uma bica de pedra que funcionava perfeitamente, purificando a água do lago.
Do nosso lado esquerdo havia um piquete para patos imenso, com vários patos que meu tio criava. Fiquei encantado com alguns dos animais; meu tio tinha uma grande variedade de espécies com colorações distintas, patos do preto ao branco, passando por amarelos, mesclados em branco, preto e vermelho, alguns de penugem azuladas e esverdeadas, e alguns que pareciam que tinham sido pintados com tintas por humanos, em tons de roxo e rosa.
Meu tio andou por trás de nós junto ao papai, ainda conversando, e se dirigiu até a porteira do piquete, feito de tijolos e telas de proteção. Destrancaram as telas, abrindo a porteira lateral, e permitiram que os patos saíssem rumo ao lago.
Fiquei encantado com o andar rebolado que eles tinham, com as pisadas desajeitadas e o rabinho balançando de um lado para o outro enquanto andavam. Sorri destraidamente e comecei a imitá-los, indo para o final da fila que eles formavam, indo em direção ao lago.
Meus irmãos deram gargalhadas me assistindo imitá-los até a beirada do lago. Meu andar era com a bunda empinada, braços colados na lateral do corpo, com as mãos esticadas junto aos dedos grudados, simbolizando penas, e as pernas um pouco abertas, andando como se tivesse com nadadeiras de mergulho.
Meus irmãos se deliciavam rindo bastante da cena, e faziam meu pai e meu tio me observarem enquanto conversavam.
— Hahahaha! Olha o patinho Escravinho, que fofo! Esse patinho maior vai sentar na pica daqui a pouco se continuar imitando os patos. Disse meu irmão Juan.
Sorri acompanhando os patos até a água, mas não entrei na água; fiquei na beirada olhando eles nadarem. Eles flutuavam calmamente, batendo as patinhas, mergulhavam de cabeça, deixando as cloacas à mostra junto ao rabinho fino.
Olhei para elas, ficando excitado, e depois me virei para meus irmãos para observá-los, e ambos estavam segurando os paus duros por cima da bermuda, olhando fixamente para as cloacas dos patos.
Papai e titio só nos observavam, continuando a conversa, e resolvi que era hora da ação. Comecei a tirar minhas roupas e as deixei amontoadas no gramado, um pouco distante das bordas do lago, e comecei a entrar no lago, enquanto todos me observavam.
A água estava fresca por conta do sol quente que refletia sobre ela, deixando-me confortável para poder nadar.
Pulei da borda do lago, entrando de cabeça na água, e meu pai e titio gritaram:
— Cuidado com a cabeça, escravinho, o lago não é tão fundo para um mergulho de cabeça!
Tarde demais, quando bati na água, minha cabeça encostou no fundo, não com uma batida forte, mas que me fez eu me desesperar e bater o peito no chão do lago.
Droga! Pensei comigo: não sabia que essa bosta era tão rasa. Debati-me um pouco para recolocar os pés no chão e me ergui.
— Que droga! Gritei, jogando a cabeça para cima e levantando um jato de água.
Meus irmãos correram para dentro da água para saber se eu estava bem, me tocaram e olharam de vários ângulos para saber se não tinha nenhum machucado e se não estava sangrando.
Me desvencilhei rápido deles, dizendo que estava tudo bem, e voltei a nadar. Mergulhei sentado dessa vez e depois me estiquei para frente com a barriga para baixo, e enfiei um pouco da cabeça embaixo da água.
Procurei pelos patos e observei as patinhas baterem embaixo d'água e as cloacas molhadas rebolarem de um lado para o outro.
Dei impulso para frente com leveza até chegar a um deles, e o segurei pela bunda, ávido por sanar minha putinha interior e matar a curiosidade de sentir a textura de uma cloaca de pato.
O pato começou a bater as asas e a tentar se desvencilhar de mim, mas o segurei com força, levantei a cabeça de dentro da água com a cloaca dele levantada em direção à minha boca, e levei seu rabo para cima até enfiar minha língua dentro do seu cuzinho.
O pato começou a bater as asas louco, espanando água em todas as direções, se debatendo enquanto eu socava fundo minha língua dentro dele.
Meus irmãos, papai e titio, assistiam a tudo, comemorando, gritando. Em seguida, meus irmãos vieram até mim e o pato e me ajudaram a contê-lo.
Minha língua estava sendo apertada pela cloaca, com o pato tentando expulsá-la de dentro dele, me dando ainda mais tesão. Levei minha mão direita até meu pau duro e comecei a me masturbar enquanto lambia o pato.
— Huuuuuuuuuum!
Meus irmãos me agarraram pela cintura e sarraram minha bunda nua com os paus duros dentro das calças e me auxiliaram, retirando o pato da minha mão e boca.
— Vire-se para nós, escravinho! Disse meu irmão Juan.
Virei-me para eles enquanto eles seguravam o pato, que tentava se soltar com a cloaca virada para mim.
— Agora, enquanto nós seguramos, você fode o cuzinho dele. Disse meu irmão Thiago.
Apontei novamente meu pau duro para a cloaca do pato, bati com a glande na entrada da cloaca e comecei a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi, sentindo a resistência da cloaca se expandindo gradativamente, acomodando meu pau.
O pato tentava se soltar e meus irmãos o empurravam de encontro com minha virilha até ele encostar nos meus pelos aparados. Depois, sem eu precisar fazer os movimentos, meus irmãos começaram a foder o pato no meu pau.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
— Hããã! Hãããããã! Hãããããã!
— Isso mesmo, irmãozinho, mostra para essa putinha quem é que manda.
— Hãããããã! Hãããããã!
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
A cloaca quente e apertada fazia eu ter um prazer extremo; meu orgasmo vinha com total força e intensidade e, querendo entupir o pato de porra, não avisei que iria gozar e simplesmente segurei nas mãos dos meus irmãos, parando-as e cravei fundo dentro do pato e gozei.
— Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Quaaaaaaac! O pato grasnou alto enquanto eu despejava cada gota de porra dentro dele, tremendo com o gozo.
Logo após gozar, meus irmãos tiraram o pato com calma do meu pau. Eu me agachei dentro d'água e lavei meu pau com a água, retirando um pouco das penas que tinham grudado na minha pele, junto ao gozo.
Meus irmãos soltaram o pato na água, e olhamos para meu tio e papai na beirada.
— Qual a sensação, escravinho? Perguntou papai da borda.
— Intenso, quente e apertado! Eu disse.
— É assim que é bom! Ele disse para mim.
— E vocês quatro não vão experimentar? Eu disse pulando dentro do lago.
Meu pai olhou para meu tio, e meus irmãos retiraram as roupas já encharcadas e jogaram no gramado. Voltei-me para papai e titio, e eles começaram a retirar suas roupas, dobraram-nas e colocaram-nas bem afastadas do lago para não molhar, pegaram a minha e colocaram junto, enquanto as de meus irmãos, molhadas, ficaram na beira do lago.
Os dois começaram a entrar no lago, molhando primeiro os pés e as mãos para sentir a temperatura da água, e depois entraram com calma, afundando as pernas, depois a bunda, o tronco, até mergulharem.
Os patos vieram mais para perto de nós e começaram a nadar por perto. Meu pai e meu tio pegaram um e foram até o pedalinho que flutuava na água.
Subiram os dois com os patos em mãos e se sentaram um atrás do outro, deixando um espaço para os patos.
O pedalinho era para casal, o que comportava os dois com tranquilidade. Sentaram-se com eles em mãos e levantaram-nos com as cloacas voltadas para eles até a boca, colocaram a língua para fora e começaram a lamber as cloacas dos patos enquanto se masturbavam.
— Huuuuuuuuuum!
Assim como o pato que eu fodi, os deles fizeram a mesma coisa, se debateram enquanto estavam sendo chupados e lambidos, mas, quando eles os seguraram e os levaram com as cloacas voltadas para os seus cacetes, os patos se aquietaram.
Papai e titio posicionaram as cloacas nas cabeças das rolas grossas e rosadas e começaram a forçar os patos para baixo, deixando as deliciosas rolas deslizarem para dentro até às bolas.
Os patos voltaram a se agitar, mas os dois os contiveram, segurando-os com força, imobilizando-os, e logo começaram a subir e descer os patos em seus caralhos, gemendo alto e se contorcendo de prazer, sentindo as cloacas apertarem com força seus caralhos.
— Hããããã! Hãããããã! Hãããããã!!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Vou gozar, porra, vou gozaaaarrrr! Titio gritou, afundando o pato no seu cacete duro, e gozou fartamente dentro dele.
— Aaaaaaah!!!!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Papai gozou no mesmo instante que ele, sem verbalizar nada, só gemendo e gozando fundo no pato.
— Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Os dois tremeram e ofegaram enquanto se seguravam no pedalinho. Depois soltaram os patos no lago e desceram do pedalinho, vieram nadando até a borda do lago e saíram de dentro, jogando-se no gramado.
Já meus irmãos resolveram que não iriam ficar só olhando, e cada um pegou um pato ao seu lado, e dentro da água se masturbaram, expuseram as cabeças das rolas rosadas e apontaram para as cloacas dos patos e forçaram.
— Hãããããã! Gemeram em desespero.
— Isso é melhor que buceta ou cu de mulher e viado! Disse meu irmão Juan.
Os dois foram sumindo com os cacetes duros dentro dos patos até encostarem seus púbis nos rabinhos deles, e logo começaram a movimentá-los para frente e para trás, fazendo os patos deslizarem pelas picas deles.
Vupt, vupt, vupt...
Aos poucos os movimentos foram aumentando, e os dois utilizaram os patos como um masturbador, segurando somente com uma mão e movimentaram os patos com rapidez no pau, até gozarem.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
— Huuuuuuuuuum.
— Huuuuuuuuuuum.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Retiram os patos dos paus duros, ainda tremendo, com o gozo ainda vazando das picas, e os derrubaram no lago, e caíram sentados na água, ofegando.
— Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf...
Instantes depois, todos nós nos levantamos sem dizer nada, recolhemos nossas coisas e voltamos para a casa do sítio.
Entramos e fomos logo para o chuveiro, tomamos um banho rápido morno, eu e meus irmãos em um banheiro juntos no banheiro social da casa, enquanto papai e titio no banheiro da suíte do meu tio Chico.
Nos trocamos, colocando uma roupa limpa, e levamos as roupas sujas e molhadas para a lavanderia. Depois nos reunimos na área de churrasqueira; nosso almoço precisava começar a ser feito.
Papai e titio foram para a pia e o fogão e começaram a preparar nosso almoço; hoje era dia de comer lasanha. Meu tio pegou os ingredientes no armário ao lado do fogão: a massa de pastel, molho de tomate. Depois foi até a geladeira, pegou requeijão, queijo, a carne moída temperada e presunto. Levou tudo para a bancada e depois pegou um refratário de vidro no armário embaixo da ilha.
Papai aproveitou para ir aquecendo o forno a lenha, colocou um pouco de madeiras e galhos que havia dentro de um cesto ao lado do forno e acendeu um fósforo, soltando-o em seguida nos galhos secos.
Arrumou a lenha bonitinha dentro do compartimento e fechou a porta, e abriu o compartimento do forno para meu tio colocar a lasanha daqui a alguns minutos.
Meu tio continuava a montar a lasanha, revezando as camadas de massa, molho, carne moída, presunto e queijo. Depois, polvilhou queijo ralado na última camada de queijo e levou para o forno, que já estava aquecido.
Enquanto a lasanha assava, papai e titio foram fazer o arroz e a salada para acompanhar e um suco. Eu e meus irmãos fomos arrumar a mesa de madeira da área em que estávamos, colocamos os pratos, os copos, os talheres, e depois nos sentamos para esperar a comida sair.
Por volta das 13:30, meu tio Chico retirou a lasanha do fogo borbulhando e colocou-a em cima da mesa. Nós nos reunimos à volta dela, famintos depois de tanto exercício, e devoramos a lasanha junto ao arroz fresquinho e branco, com a jarra de suco de manga.
Logo após o almoço, papai e titio arrumaram a cozinha, e, como era de lei, tiraríamos uma preguiça depois do almoço na sala, assistindo à televisão.
Entramos e fomos direto para os sofás, ligamos a televisão e deitamos. Os sofás são imensos, então cabiam nós cinco confortavelmente.
Aproveitei que estávamos todos tranquilos e fui me comunicar com mamãe. Mandei mensagem para ela dizendo que estava tudo bem e que estava me cuidando. Perguntei como ela estava e disse que faltava pouco para retornarmos para casa.
Depois me desgrudei do celular e curti uma preguiça abraçado ao corpo do meu dono, do meu papai, sentindo seu cheiro que me confortava.
Um tempo depois meus machos cochilaram no sofá e só foram acordar por volta das 15:00, se espreguiçando e levantando.
Os quatro se levantaram bocejando, com meu dono me retirando de seu colo. Olharam no relógio, que apontava 15:10.
— Acho melhor irmos colocar os bichos para dentro, tá na hora de colocarmos a comida dos patos, depois resolvemos o que faremos em seguida. Disse titio e saiu da sala, indo para o lado de fora da casa.
Nós quatro saímos atrás dele, jogando as almofadas em cima do sofá que estavam em nossos colos.
Acompanhamos o meu tio para fora da casa e voltamos para o viveiro dos patos.
A porteira ainda estava aberta, e os patos se dividiam em uma parte dentro do viveiro e outra no lago. Meu tio veio na frente de nós e foi até o lago e conduziu os patos que flutuavam na água para a beirada, depois os espantou para saírem de dentro da água e os conduziu até o viveiro.
Entramos juntos a eles e fechamos a porteira. Os patos se dividiram, indo para os blocos com ração que meu tio deixava junto com água. Comeram até se fartarem, depois se organizaram para deitar nos troncos baixos de árvore que meu tio tinha colocado para eles passarem as noites.
Meu tio pegou a ração e a despejou nos reservatórios, ligou a torneira no reservatório de água para encher, e depois em uma reserva de água que era utilizada para os patos tomarem banhos.
Limpamos o chão com uma vassoura, retirando as penas e os cocôs que tinham, e logo em seguida o tesão bateu novamente.
Nossos paus dentro das calças estavam ficando tão duros que chegavam a incomodar dentro das calças.
Nós nos olhamos, pegando em nossos caralhos duros por cima de nossas bermudas, trocando olhares de tesão, de comunicação sem palavras, e depois olhamos para os patos e patas que circulavam à nossa volta.
Nossos membros rijos nas calças doíam e imploravam para serem libertos. Puxamos os cós das bermudas junto às cuecas e descemos nossas vestes até nossos tornozelos, em seguida as retiramos pelos pés.
Seguramos nossos paus duros, punhetando-os para aquecê-los para os próximos atos que se aproximavam, expondo as cabeças rosadas e voltando a recobri-las com as peles de nossos prepúcios.
Nossa excitação era tamanha que salivávamos olhando os patos.
Nós nos agachamos em silêncio no chão e pegamos cada um um pato, de cores diferentes, e erguemos-os com as cloacas voltadas para nós até nossas bocas, e, sem pudor, metemos nossas línguas bem molhadas nos cuzinhos redondos dos patos, enfiando o mais fundo que conseguíamos chegar com a língua.
— Huuuuuuuuuum! Gememos juntos, enquanto os patos em nossas mãos começavam a se debater, abrindo as asas e as agitando com força para tentar se soltarem de nós.
Enfiávamos nossas línguas bem fundo em seus buracos e logo começamos a movimentá-las para dentro e para fora, rodando a ponta no lado exterior das cloacas, deixando-as completamente babadas, prontas para destruirmos com nossas rolas grossas.
Inclinei o pato para frente, permitindo que eu observasse com detalhes a cloaca do pato, e o abaixei até meu pau duro.
À minha volta, meus irmãos, meu pai e meu tio faziam os mesmos movimentos, e estávamos todos com os patos prontos para penetrar. Voltamos a nos olhar e afundamos sem pressa os patos em nossos membros rijos, sentindo-os deslizar com uma certa dificuldade por causa de uma baixa lubrificação, até nossos paus desaparecerem dentro deles.
— Hããããã! Gememos alto, jogando nossas cabeças para trás, e esperamos um minuto, sentindo as cloacas apertarem forte nossos paus.
Suspirando, com nossos corações batendo forte no peito, e em seguida, começamos a movimentar os patos, subindo e descendo lentamente, sentindo a quentura, o ardor das cloacas, gemendo e rebolando livremente.
— Hãããããã! Hãããããã! Hãããããã! Hãããããã! Hãããããã!
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
Os patos subiam e desciam em nossos membros, e nossos corpos quentes passavam a suar com o exercício. O céu começava a perder a cor forte, ficando branco pelas nuvens que flutuavam acima de nossas cabeças.
E nós só nos entregamos ao prazer extremo da nossa foda, e fodemos os patos sem dó, cada vez mais rápidos, até chegar a um movimento de punheta brutal, e sentirmos nossos paus pulsarem fortes, e com violência demos jantadas com nossas porras fortes dentro das cloacas dos patos.
— Ãããããh! Aaaaaaaaaaaah! Ããããã!!!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!
Nossos corações batiam com força no peito depois que gozamos até a última gota de porra que tínhamos em nossos sacos. Retiramos os patos de nossos paus com cuidado e os repousamos de volta ao chão. Eles correram para se juntarem aos outros, e nós recolhemos nossas coisas e saímos de dentro do viveiro. Titio trancou a portinha e voltamos andando para casa.
Andamos por alguns minutos, enquanto a escuridão do céu se aproximava cada vez mais. Nos aproximamos da casa e fomos até a porta, abrimos e fomos direto para o banheiro do térreo.
Entramos acendendo a luz e fomos para o box. Ligamos o chuveiro em temperatura quente e só prestei atenção que estava tremendo com o frio quando a água quente bateu em minha pele.
Nós nos esprememos debaixo do chuveiro e tomamos nossos banhos, revezando-nos. Nos ensaboamos e nos enxaguamos, sem trocar qualquer palavra, já que não tínhamos mais forças nem para isso.
Depois de nós banhados, desligamos o chuveiro e nos secamos. Saímos pelados de dentro do banheiro e subimos para o andar de cima, sem antes deixarmos nossas roupas sujas nos cestos.
Nós nos separamos quando chegamos ao andar de cima e cada um foi para seu quarto se trocar.
Meia hora depois, voltamos a descer as escadas para o andar térreo e saímos para a área de churrasqueira. Era hora de recolocar nossas energias de novo no corpo.
Titio e papai voltaram a pegar a comida que havia sobrado do almoço, reesquentaram a lasanha, refizeram somente a salada e pegaram um refrigerante para tomarmos.
Quando a comida estava quente, sentamo-nos à mesa e devoramos nosso jantar. Em seguida, voltei a me comunicar com minha mãe e desejei boa noite para ela.
Depois da janta, voltamos para dentro de casa e fomos para o sofá. Deitamos, ligando a televisão, e papai, meu tio e meus irmãos assistiram ao jornal sequenciado da novela.
Por volta das 22:30, nossos corpos exaustos nos obrigaram a ir para a cama, então desligamos a televisão e subimos para os quartos. Nos despedimos no corredor e entramos cada um em seu quarto, e, claro, eu e papai fomos direto para o banheiro escovar nossos dentes.
Fizemos xixi juntos, dividindo a privada, e depois fomos deitar. Puxamos a colcha da cama junto aos cobertores estirados e entramos debaixo, nos agarramos de roupa com papai atrás de mim e esperamos nossos corpos aquecerem.
Depois aos poucos, nossos corpos cansados se aqueceram e caímos em sono profundo, enquanto lá fora as cigarras cantavam.
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