Nossa filha
Em certa tarde tive que chamar a atenção de minha filha Suzi, fazendo-a lembrar que ela já tinha dezenove anos, um corpo lindo, que era noiva e que não podia mais andar daquele jeito seminua dentro de casa, principalmente na frente do pai. Ela com a maior cara de safada do mundo vira para mim e diz : "Sei, mas quando ele te empurra para dentro da suíte já de pau duro, você não reclama, só geme". Puta, fiquei sem ação. Fui reclamar para Arthur e ele com uma cara de pau maior ainda fala: "Se você topasse ir comigo nas boates liberais onde podemos ver as novinhas metendo, isso não aconteceria". Caralho, fiquei pior ainda, mas pela primeira vez admiti que a ideia não era tão ruim assim. Fui para o quarto e perguntei a Arthur o que ele esperava ver nas tais boates e ele começou a contar o que seus amigos lhe haviam relatados, acabamos metendo gostoso. No primeiro sábado depois daquilo, esperei minha filha sair de casa, coloquei meu vestidinho agarradinho, dei uma olhada no espelho e vi que meu rego estava bem definido, montei no meu sapato de salto e desci a escada, meu marido em pé na sala, ao me ver toda piranha, quase engole o cigarro. Entramos no carro e nos dirigimos ao bairro Moema, que concentra a maioria das boates de swing da cidade, combinando que só olharíamos, mas na porta Arthur falou: "Veja os casais que estão entrando, não passe vontade, eu te amo demais". Antes que eu pudesse falar alguma coisa, o valete abriu a porta do carro e desembarcamos. Realmente, para onde eu olhava, eu só via gente bonita e sensual e assim que sentamos em começou um show, onde um casal começou dançando e acabaram metendo ali naquele plano elevado deixando a mim e a todos excitados. Em minutos um monte de casais dirigiram-se a uma das portas já um abraçando o outro, demos um tempinho e fomos pelo mesmo caminho. Abracei meu marido e entramos no quarto escuro e enquanto eu o beijava, senti várias mãos alisando meu traseiro, uma delícia e ao constatar que Arthur estava de pau duro, saímos dali, andamos um pouco, quando ele me imprensou contra uma parede de treliça e ficamos assistindo uma novinha chupar uma rola enquanto masturbava outra, não tem mulher que resista a isso, puxei meu marido pela mão e saímos procurando uma cabine vazia e acabamos entrando em um dos ambientes coletivos e aí veio o choque, minha filha de joelhos na cama, quicando em cima de uma piroca, enquanto uma mulher chupava o pau de seu noivo, nossa, minha tesão passou na hora, Arthur congelou com os olhos fixos na cara de tarada da filha que quando abriu os olhos parou os movimentos na hora. Puxei o pai abestado, atravessamos o salão, pagamos a conta e nem esperamos o valete trazer o carro, fomos junto com ele ao estacionamento embarcamos e fomos para casa sem trocarmos uma palavra. Já no chuveiro comecei a chorar, minha filhinha estava metendo como uma profissional com um provável desconhecido, passei a temer a reação de Arthur que nem tinha tido coragem de subir, tinha ficado na sala mesmo e resolvi encontra-lo, desci a escada e mais uma surpresa, meu marido estava estatelado na poltrona, minha filha ajoelhada em sua frente com a rola dele na boca. Atônita cheguei ao lado dos dois e meu marido me puxou e invadiu minha boca com sua língua ao mesmo tempo que com outra mão apertava minha nádega. Suzi sem tirar a boca da caceta do pai esticou a mão enfiando-a pela abertura da perna de meu shortinho e com um dedo certeiro iniciou um movimento circular em meu grelo, sem saber como reagir naquela situação inusitada, abri um pouco mais a perna segurei a nuca de meu marido e me entreguei tentando relaxar, sentindo uma tesão louca quando percebi que meu marido estava gozando na boca de nossa princesa e comecei a gemer anunciando que estava por gozar também, foi quando minha filha levantou e encostando seu corpinho tremulo no meu e colamos nossas bocas, enquanto dividíamos a porra que estava na boca de Suzi, gozei em seus braços como uma lésbica. Arthur levantou ainda com o pau duro e nós três nos abraçamos, não dissemos nada e subimos as escadas sem nos largarmos e entramos juntos no chuveiro, só então Suzi acabou de tirar seu vestidinho enquanto eu tirava meu top e meu shortinho, Arthur já estava nuzão e apontou a piroca para nós duas, dei a mão para minha filha, ajoelhamos juntas e pela primeira vez na vida dividi a pica de meu macho com outra mulher, abocanhei o cilindro enquanto ela engolia a cabeçorra e passamos a revezar deixando Arthur fez aquela cara de quem está no céu, quando Suzi quebra o silencio: "Papai, você não teve coragem de me deflorar, mas agora pode ser o primeiro a comer o meu cuzinho". Não acreditei no que acabara de ouvir, mas Arthur sim. Saímos do box molhados como estávamos e nos jogamos na cama. O macho fez com a filha o que adorava fazer comigo, a deixou para a beira da cama, levantou suas pernas e a dobrou sobre o corpo da menina/mulher deixando sua argolinha bem para cima, eu louca de tesão segurei a pica e a coloquei na entradinha do cuzinho rosa de minha filhinha e vi aquele corpo jovem contrair todos os músculos assim que a cabeçorra desapareceu. Já com a buceta completamente babada, retribui a massagem clitoriana a minha filha, enquanto esfregava a minha própria buceta. Com a metade da vara enfiada no cu de nossa filha, meu maridinho tarado gozou gostoso dentro dela. Louca já completamente sem noção, aproveitei a posição de Suzi e montei nela em um sessenta e nove. Em pouco tempo gozamos uma na boca da outra. Desde então já conhecemos vários casais amigos de Suzi e de seu noivo, que tenho dividido com ela a quase um ano.
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