#Gay #Teen #Virgem #Voyeur

Vigiando o matagal

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Alberto

Quando eu era adolescente, nos fundos de minha casa havia um matagal, no centro dele uma clareira e picadas que eu conhecia bem, pois por aqueles caminhos diminuíam muito a distancia entre minha casa e minha escola. Em um fim de tarde quando eu voltava de uma aula de educação física que era feita no contra turno, enquanto caminhava pela picada, ouvi um gritinho estranho vindo da direção da clareira, parei e logo ouvi outra gritinho daqueles, entrei no mato e me aproximei com cuidado, foi quando vi o Sr. Oliveira, um policial militar, marido de uma enfermeira que morava em uma casa do início de minha rua comendo o cu do Marquinho, meu vizinho de muro, um molecão alto, branco, forte , boa pinta que já tinha até namorado minha irmã. Na posição em que fiquei, eu podia ouvir tudo e ver a expressão de prazer de Marquinho enquanto tomava na bunda e as caretas que ele fazia sempre que o Sr. Oliveira puxava e enfiava com força. Não resisti puxei meu pauzinho proporcional ao meu corpo, pois sou franzino e magrinho e passei a me masturbar nervosamente, quando ouvi o Sr. Oliveira perguntar: "Tá gostando Marquinho". Sem olhar para trás com aquela cara de satisfação o veadinho responde: "Está uma delícia, você mete tão gostoso... Aí, isso, mete com força, arromba meu cuzinho". Puta ao ouvir aquelas palavras gozei pela primeira vez assistindo a uma foda, temendo ser descoberto, me movimentei com cuidado e voltei à trilha entrando em meu quintal. De dentro da cozinha vi os dois saírem do matagal como se nada tivesse acontecido. Não comentei nada com ninguém e bati muita punheta lembrando daquelas cenas. Passados alguns dias, eu estava estudando na mesa da cozinha de frente para a porta, quando vi O Marquinho entrar na trilha do matagal e minutos depois o Sr. Oliveira, imediatamente fui atrás pelo meio do mato e assim que cheguei à borda da clareira vir o jovem ajoelhado, com a metade da pica do Oliveira na boca, nossa era uma coisa enorme e grossa, lembro ter pensado, como pode uma trolha daquela caber em um cuzinho, mas logo o veadinho ficou de quatro como dias atrás estivera, Oliveira ajoelhou atrás dele segurou a cintura do adolescente e puxou, novamente aquele gritinho e aquelas caretas tesudas e o que parecia impossível eu vi acontecer, aquele cacete enorme sumiu todinho no rabo do passiva enquanto ele se contorcia todo com aquela cara de quem estava para explodir e ouço a voz de ex namorado de minha irmã implorando: "Daquele jeito que eu gosto, vai ..." O comedor puxou o cacete todo para fora e enfiou até o talo seguidamente três ou quatro vezes em cada uma dela o empalado produziu aquele som tesudo. Gozei como um louco naquela masturbação nervosa e novamente antes de ser notado voltei para casa. Passaram-se várias semanas eu sempre vigiando a trilha, mas eles não passaram. Soube que a enfermeira tinha deixado a casa e Oliveira continuou morando lá sozinho. Uma certa noite sonhei que estava no lugar de Marquinho e Oliveira bombava forte no meu cuzinho e acordei todo melado e por mais que eu tentasse esquecer o sonho não conseguia. Eu já estava no segundo colegial, ainda magrinho e pequenininho já com o pintinho do tamanho que tenho hoje, em uma noite quente, fui a um aniversário a poucas quadras de casa e já passava da meia noite quando entrei na rua de casa trançando as pernas, pois tinha bebido todas, quando vi o Oliveira no portão da casa dele e o cumprimentei, ele percebeu meu estado lastimável me perguntou se eu não queria tomar um café forte para não chegar tão ruim em casa, aceitei e me joguei no sofá da sala da casa dele, enquanto esperava o café, veio aquela vontade irresistível de vomitar e corri para o banheiro, dobrando-me sobre o vaso sanitário e vomitei tudo que tinha direito, inclusive na minha camiseta. Oliveira sugeriu que eu tomasse um banho e ali ainda ajoelhado, tirei a camiseta, o tênis, minha calça e finalmente com dificuldade a cueca. Ao tentar levantar, dei uma balançada, sendo amparado pelos braços do policial que já estava aposentado, mas ainda era um macho forte e senti aquela piroca encostar na minha bunda e meu corpo inteiro tremeu e naquele instante fui traído por meus reflexos, jogando a bunda para trás ouvi: "Vou tirar meu shorts para não me molhar". Eu já estava com as duas mãos espalmadas nos azulejos do box quando senti o primeiro jato de agua do chuveiro e o abraço gostoso do Oliveira envolvendo meu corpo e aquela piroca bem no meu rego, arrebitei pronto para ser empalado e cada pincelada de piroca que eu sentia era um novo arrepio na alma, aquele fogo produzido pela álcool se dissipou e foi substituído pelo fogo do sexo. O sedutor experiente deve ter notado que eu era virgem, pois forçou meu corpo e eu ajoelhei vendo a minha frente aquela cacete lindo, não perdoei, meti o que deu na boca e suguei com tanto vontade que ouvi um gemido de dor do macho, o que aumentou meu tesão e enquanto chupava forte e com gosto levei minha mão a meu pinto e passei a me masturbar, ejaculando no exato momento que senti os jatos de esperma em minha boca, enquanto ouvia o rugido do comedor. Acabamos de tomar o banho, tomei o café, vesti minha cueca, calça e tênis e sai na rua com a camisa na mão. Entrei sorrateiramente em minha casa e na manhã seguinte entrei no novamente no chuveiro sentindo os sintomas de uma ressaca brava, que não foi o suficiente para impedir uma punheta deliciosa, lembrando daquela mangueira que eu tinha chupado. Passei o sábado mal e no domingo logo depois do almoço, fiquei plantado no portão de casa, quando vi aquele cinquentão de porte atlético dobrar a esquina, caminhar e entrar em casa, não sem antes olhar por alguns segundos em minha direção como se estivesse me convidando. Com o coração batendo na boca, fui ate a casa dele, encontrando a porta aberta, entrei e a tranquei a porta com a chave que estava nela e ao entrar no quarto vi meu macho nuzão com a piroca apontando para o teto, sorrindo para mim. Me despi deitei sobre ele e sem trocarmos uma só palavra, Oliveira forçou meu corpo e eu desci, abocanhando novamente aquela piroca dura, até que ele me puxou e colocou na minha mão um tubo de gel, emplastei a pica com carinho, ajoelhei sobre o ventre de meu macho e dirigi a cabeçorra na direção do meu anel. Só naquele instante , por breve segundos quando a coisa grossa encostou em cuzinho virgem, senti um medinho, mas eu queria muito sentir o prazer. Não posso negar que assim que a cabeça entrou quase me arrependi, pois a dor me fez perder o folego e logo meu canal anal parecia estar pegando fogo e só tinha entrado a cabeça e percebi que não teria coragem para descer mais naquela estaca e pedi para mudar de posição. De quatro com meu enrabador em pé ao lado da cama, recebi novamente o cabeção que entrou na minha argola fazendo estragos e para o deleite de Oliveira, choraminguei : "Aí isso dói muito. Seu pau é muito grosso para o meu cuzinho, vai devagarinho, senão eu não vou aguentar". Oliveira alisou minhas costas e disse: "Não é minha pica que é grossa, é seu cuzinho que é apertado, relaxa que vou colocar só mais um pouquinho". O safado colocou pressão enquanto seu pau era moído pelo meu cuzinho apertado, me arrombava centímetro por centímetro enquanto eu tentava segurar o choro, sem colocar a mão no pau, tive o maior orgasmo que tinha experimentado até então e o empalador aproveitou para colocar bem mais de sua tora dentro do meu canal e gozou gostoso pedindo para eu rebolar, o que nem era preciso pois eu já estava fazendo por puro instinto enquanto recebia aquele leitinho lá dentro. Tomamos um banho, voltamos para a cama e naquela troca de carinhos meu macho chupou meus mamilos, enlouqueci, deitei com a barriga do colchão e pedi: "Vai me arrebenta logo, mete esse pirocão todinho em mim. O empalador me puxou para a beira da cama, deixando a parte de cima do meu corpo dobrado sobre o colchão e meu bumbum na dobra do colchão bem para cima e enfiou, vi mil estrelinhas, agarrei o lençol e aguentei firme até sentir seus ovos encostarem em mim e passei a sofrer aquelas cabeçadas lá no fundão forcei a bunda para trás e para cima enquanto rebolava me masturbava, foi a primeira vez que gozamos juntinho em uma sinfonia de gemidos. Por meses eu entrava sorrateiramente pela cozinha na casa de Oliveira. até que em uma das tardes implorei: "Tira tudo e enfia até o talo, como você fazia com o Marquinho". Nossa que delícia que descobri...

Comentários (2)

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  • Velhomarobo: Adoro teus contos, quando leio faço sempre uma punheta sonhando estar no teu lugar

    Responder↴ • uid:10vbt85yj3ey
  • Coroa: Que putinho safado e esfomeado por rola.

    Responder↴ • uid:8el47rzwxpd