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A Entrega especial – máquina de sexo por engano

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doida por dildo

historia de uma entrega de uma maquina de sexo por engano e ela adorou

A campainha tocou exatamente às duas da tarde, como previsto no rastreamento. Mariana abriu a porta com expectativa, seus pés ainda doendo após o turno duplo no hospital.
Ela havia pedido aquele massageador de pés elétrico de luxo — o modelo Shiatsu Pro 5000 — sonhando com aquelas noites de alívio para suas panturrilhas inchadas.
Na porta estava um homem grande de uniforme azul escuro, boné com um logo que ela não reconhecia, e um grande pacote de madeira ao lado, do tamanho de uma cadeira de escritório, mas mais alto.
"Mariana Souza?"
ele perguntou, consultando um tablet.
"Sou eu," ela respondeu, sorrindo. "O massageador de pés, finalmente!"
O entregador — seu crachá dizia "Carlos"
— fez uma pausa estranha, olhando para o tablet, depois para ela, depois para a caixa. Senhorita Souza, preciso confirmar: o senhor pediu o modelo. 'Pleasure Unit X-9000', correto?
Mariana franziu a testa.
"Não, eu pedi o Shiatsu Pro 5000. Massageador de pés."
Carlos respirou fundo, aquele tipo de respiração que alguém faz antes de entregar más notícias.
Senhorita, o sistema mostra que esta é uma entrega confirmada do X-9000. É um produto de... vamos dizer... uso íntimo especializado.
"O que?" Mariana deu um passo atrás, olhando para a caixa de madeira com olhos diferentes.
Agora ela notava que não havia imagem de pés massageados na embalagem.
Havia apenas um símbolo discreto, circular, que parecia... mecânico.
"Preciso que a senhorita assine o termo de recebimento," Carlos continuou, estendendo o tablet. "É protocolo padrão."
Mariana não tocou no dispositivo. "Não, não, não. Tem algum engano.
Eu pedi uma máquina para massagem nos pés, não... não sei o que é isso que você está dizendo."
Carlos consultou o tablet novamente, sua expressão profissional mas empática. "Senhorita, entendo a confusão. Mas o pedido está registrado em seu CPF. Se a senhorita recusar a entrega, há uma cláusula de penalidade no contrato.
O valor do produto dobrará e será cobrado integralmente, mais taxas de devolução de produto sensível."
Mariana sentiu o estômago revirar. "Dobrar? Mas eu não tenho esse dinheiro! Eu economizei três meses para o massageador de pés!"
"Exatamente," Carlos assentiu. "O valor é similar. Se recusar, serão seis mil reais. Se aceitar, três mil, já quitados."
Mariana olhou para a caixa, depois para o entregador, depois para seu apartamento pequeno atrás dela. Ela não tinha escolha. "Droga. Tá bom.
Eu aceito. Mas como funciona essa... essa coisa?"
Carlos relaxou visivelmente, um sorriso discreto aparecendo. "O X-9000 é o último modelo da linha. Máquina de prazer automatizada. Mas, com todo respeito, senhorita Souza, eu não posso simplesmente entregar e ir embora.
O produto requer... treinamento obrigatório."
"Treinamento?"
"Sim. É um pacote incluso.
Se a senhorita recusar o treinamento básico de uso, haverá uma taxa adicional de quinhentos reais.
e francamente, sem o treinamento, a senhorita pode danificar o equipamento ou... a si mesma."
Mariana cruzou os braços, irritada. "Isso é absurdo. Eu só queria massagear meus pés."
"Com todo respeito," Carlos disse, já começando a desparafusar a caixa de madeira, "o X-9000 é muito mais avançado que qualquer massageador convencional.
A senhorita vai entender."
Ele removeu as tábuas de madeira, revelando... uma máquina. Mas não uma máquina comum. Era um pedestal de metal cromado, com um braço articulado que lembrava um robô industrial, mas mais elegante, mais... orgânico.
Na ponta do braço, havia um sistema de acoplamento onde diferentes "acessórios" poderiam ser conectados.
A base tinha controles digitais, uma tela touchscreen, e compartimentos laterais.
"Este é o modelo X-9000," Carlos anunciou com orgulho profissional.
"Melhorias em relação ao X-8000 incluem: velocidade ajustável em vinte níveis, sistema de aquecimento interno, controle de pressão hidráulica, e o novo sistema 'Orgasmo Garantido' que analisa a resposta muscular da usuária em tempo real e ajusta o ritmo para maximização do prazer."
Mariana sentiu o rosto queimar. "Você está brincando."
"Não estou, senhorita. É tecnologia de ponta. A fábrica garante o prazer em noventa e oito por cento das usuárias na primeira utilização."
"Mas eu nunca pedi isso! E eu nunca vi o modelo anterior, nem esse!"
"Perfeitamente compreensível," Carlos disse, já abrindo compartimentos laterais da máquina. "Por isso o treinamento é essencial.
A senhorita precisa entender os acessórios."
Ele começou a tirar do compartimento objetos que faziam Mariana querer entrar embaixo da mesa.
Havia dildos de vários tamanhos — pequenos, médios, grandes, enormes. Alguns realistas, com veias e textura de pele, outros mais abstratos, com curvas estranhas. Havia também acessórios que pareciam línguas, outros que pareciam dedos, e alguns que ela não conseguia identificar.
"Estes são os modelos disponíveis," Carlos explicou profissionalmente, alinhando-os na mesa de centro da sala. "Temos o 'Iniciante', quinze centímetros, três de diâmetro. O 'Padrão', vinte centímetros, quatro de diâmetro.
O 'Avançado', vinte e cinco centímetros, cinco e meio de diâmetro. E o 'Especial', trinta centímetros, seis e meio de diâmetro, com sistema de vibração em quatro eixos."
Mariana engoliu seco, olhando para os objetos. "Eu... eu não preciso disso."
Para o treinamento, a senhorita precisa experimentar pelo menos três modelos," Carlos disse firmemente. "E, crucialmente, precisamos usar os três géis especiais.
Ele tirou três tubos do maleiro.
Gel número um: lubrificante base à base de água, para preparação. Gel número dois: estimulante com aquecimento, para aumentar a sensibilidade. Gel número três: relaxante muscular profundo, para permitir... acomodar... os modelos maiores sem desconforto.
Mariana sentiu as pernas tremerem.
"Você quer que eu use isso... agora? Aqui?"
"O treinamento é parte do pacote, senhorita. E precisa ser feito antes que eu possa confirmar a entrega como completa."
"Mas você está aqui! Na minha sala!"
você vai me ver nua
"Sou um profissional certificado," Carlos garantiu, tirando um crachá adicional do bolso.
"Treinador de produtos íntimos. Já realizei centenas de sessões. A senhorita não precisa sentir vergonha. Todas as compradoras passam por isso. É protocolo."
Mariana olhou para a porta, depois para a máquina, depois para os dildos alinhados. Ela estava encurralada. Se não fizesse, pagaria mais.
Se fizesse... seria a coisa mais humilhante de sua vida. Mas a alternativa financeira era impossível.
"Droga," ela murmurou. "Tá bom. Mas rápido."
"Perfeito," Carlos sorriu, profissional novamente. "Primeiro, a senhorita precisa remover as roupas. O aparelho é sensível — precisa de contato direto com a pele para calibrar corretamente. Roupas podem interferir nos sensores de temperatura e umidade."
"Nu? Completamente?"
"Completamente, senhorita. O X-9000 é um aparelho de precisão."
Mariana sentiu a raiva subir, misturada com uma excitação traiçoeira que ela não queria admitir. Ela tirou a blusa, depois a calça, ficando apenas de calcinha e sutiã. Carlos observava com olhos clínicos, mas ela notou que ele piscou mais devagar quando ela removeu o sutiã, liberando seios médios e firmes com mamilos rosados.
"A calcinha também, senhorita," ele disse, a voz ligeiramente mais rouca.
Mariana fechou os olhos, puxando a calcinha para baixo. Agora estava completamente nua na sua própria sala, na frente de um estranho, com uma máquina sexual no centro e dildos espalhados na mesa.
"Excelente," Carlos disse, aproximando-se. Ele era mais alto que ela, largo nos ombros, e ela sentiu o cheiro de seu desodorante masculino. "Agora, deite no sofá. Pernas abertas. Preciso aplicar os géis."
Mariana deitou, tremendo, suas mãos tentando cobrir sua privacidade, mas ele gentilmente afastou-as. "Sem cobrir, senhorita. Preciso ver o que estou fazendo."
Ela abriu as pernas, hesitante, expondo sua buceta completamente para ele. Estava raspada — ela sempre se depilava — e as dobras internas estavam visíveis, rosadas, e para sua vergonha absoluta, já um pouco molhadas.
"Que xoxota linda a senhorita tem," Carlos comentou, não como assédio, mas como avaliação profissional. "Bem cuidada. Perfeita para o treinamento."
Mariana ficou vermelha até as raízes dos cabelos. "Por favor, não fala assim."
"É avaliação técnica," ele disse, já espalhando o primeiro gel em seus dedos. "O gel número um..."
Ele tocou sua entrada, e Mariana arquejou. Suas mãos eram quentes, firmes, e ele massageou o gel externo primeiro, depois introduziu um dedo, espalhando o lubrificante internamente. Mariana gemeu baixinho, incapaz de conter o som.
"Relaxa," ele orientou. "O gel número dois agora..."
Este era diferente — quando ele aplicou, Mariana sentiu um calor imediato, uma sensação de formigamento que se espalhou por sua vulva, fazendo-a ficar extremamente sensível. Seu clitóris pulsou, endurecendo visivelmente.
"Está sentindo o efeito?" ele perguntou, observando sua reação.
"Sim," ela ofegou. "Queima... mas é bom..."
"Perfeito. Agora o gel número três..."
Este era mais denso, e ele usou dois dedos para aplicar profundamente, massageando suas paredes internas, preparando-a. Mariana estava ofegante agora, seu corpo traindo sua mente, respondendo aos toques.
"Excelente lubrificação natural," Carlos observou, seus dedos saindo brilhantes. "A senhorita está pronta para o primeiro modelo."
Ele pegou o "Iniciante" — o menor, quinze centímetros — e conectou-o ao braço robótico da máquina.
Depois programou a tela touchscreen, ajustando parâmetros. "Vamos começar com modo 'Introdução Suave'. Velocidade três.
Profundidade setenta por cento."
Ele posicionou a ponta do dildo contra sua entrada. "Lembre-se: respire e empurre contra quando sentir pressão. A máquina tem sensor de resistência, mas ajuda se você cooperar."
Mariana assentiu, os olhos fechados, sentindo a ponta de borracha pressionando-a. Então Carlos apertou um botão, e a máquina começou a se mover.
O braço articulado empurrou devagar, entrando em Mariana, e ela gritou — não de dor, mas da sensação estranha de ser penetrada por algo mecânico, frio no início, mas aquecendo rapidamente com seu calor interno. O dildo entrou até a marca de setenta por cento, parou, e começou a se mover em bombeamentos lentos.
"credo," Mariana ofegou, as mãos agarrando o sofá.
"Está funcionando bem?" Carlos perguntou, ajustando mais alguns parâmetros.
A tela mostra que seus músculos estão relaxando. Vou aumentar a velocidade.
Ele girou um dial e a máquina acelerou, metendo mais rápido, cada entrada saindo até quase a ponta, depois voltando fundo.
O som mecânico de engrenagens preenchia a sala, misturado com os gemidos de Mariana e o som úmido de sua excitação.
"Como está?" Carlos perguntou, observando-a.
"É... é bom," ela admitiu, corando intensamente.
"Muito bom..."
"Vou ativar o modo 'G-spot'," ele disse, apertando outro botão.
O ângulo da máquina mudou, o dildo inclinando-se para cima, pressionando contra a parede frontal interna de Mariana. Ela gritou, as costas arqueando. "Ah! uuii, aí!"
"Encontramos o ponto," Carlos sorriu, satisfeito profissionalmente.
Vou deixar por cinco minutos nesse modo.
Os cinco minutos foram uma eternidade de prazer.
Mariana gemia sem parar, as pernas tremendo, seu corpo se contorcendo enquanto a máquina a fodia com precisão robótica, sem cansar, sem errar o ângulo.
Ela sentiu o orgasmo se construindo, uma pressão enorme, até que explodiu, seu corpo convulsionando, a buceta apertando o dildo em espasmos violentos.
"Gozou," Carlos observou, lendo os sensores na tela. "Tempo: seis minutos e quarenta e dois segundos. Excelente tempo para primeira vez."
Mariana estava ofegante, suada, o rosto vermelho. "Isso... isso é normal?"
"É o que a máquina faz," Carlos disse, já desconectando o primeiro acessório. "Mas o treinamento requer três modelos. Vamos ao segundo."
Ele pegou o "Padrão" — vinte centímetros, mais grosso. Mariana arregalou os olhos. "Não cabe!"
"Cabe sim," ele garantiu. "O gel número três preparou você. Confie no processo."
Ele conectou o modelo maior, ajustou a máquina para "Modo Adaptativo", e posicionou. Quando a máquina começou a empurrar, Mariana gritou
— a sensação de esticamento era intensa, quase dolorosa, mas o gel relaxante fazia seu corpo aceitar, abrir-se para o intruso maior.
"Respira," Carlos orientou, uma mão em seu ombro para acalmá-la. "Empurra contra."
Mariana fez o que ele disse, e sentiu o dildo maior deslizar para dentro, preenchendo-a como nunca havia sido preenchida antes.
A máquina começou a se mover, e agora havia uma sensação de plenitude, de ser completamente ocupada, que fazia seus olhos revirarem.
"Está indo bem," Carlos encorajou. "Agora vou ativar o modo 'Rotativo'."
O dildo começou a girar enquanto movia para dentro e fora, criando uma fricção em todas as paredes internas simultaneamente.
Mariana gritou, as unhas cravando no sofá, seu segundo orgasmo chegando rápido e violento, fazendo-a chorar de prazer.
"Dois orgasmos em doze minutos," Carlos anunciou, verificando o relógio.
A senhorita é muito responsiva. Isso é bom.
Ele desconectou o segundo modelo, e Mariana ofegou, sentindo-se vazia de repente, mas sabendo que ainda não acabou.
"Agora o terceiro," Carlos disse, pegando o "Avançado" — 35 centímetros, cinco e meio de diâmetro. Era grosso, muito grosso, a cabeça larga e imponente.
"Não," Mariana protestou fracamente. "É muito grande..."
"É o treinamento," ele disse firmemente. "Precisa completar para eu poder assinar o certificado de entrega."
Ele aplicou mais gel número três, massageando-a com dois dedos, depois três, abrindo-a. Mariana gemia, sentindo-se sendo preparada como nunca antes.
Quando ele conectou o modelo avançado à máquina, ela sentiu o coração acelerar.
Modo Penetração Profunda
Carlos anunciou, ajustando. "Velocidade cinco. Profundidade noventa por cento. Ativar sistema de aquecimento interno."
O dildo estava quente quando tocou sua entrada, quente e impossivelmente grande.
A máquina empurrou, e Mariana gritou, sentindo-se sendo rasgada de forma boa, tão cheia que podia sentir cada veia do brinquedo realista.
Ele entrou, centímetro por centímetro, até que ela jurou que podia sentir na barriga.
Colocou a mão e sentiu ele chegando perto do estômago
"Está tudo dentro," Carlos confirmou, olhando para a tela. "Noventa e dois por cento inserido. Impressionante."
A máquina começou a se mover, e agora cada estocada fazia Mariana ver estrelas.
Era intenso, quase demais, mas seu corpo estava tão sensibilizado pelos dois orgasmos anteriores que ela aceitava, recebia, queria mais.
"Ativando modo 'Finalização'," Carlos disse, e a máquina acelerou, metendo forte e rápido, o som de carne sendo fodida preenchendo a sala.
Mariana gritou, não conseguindo mais conter-se, um orgasmo enorme, profundo, violento a tomando, seu corpo convulsionando, espasmos que pareciam não ter fim enquanto a máquina continuava, implacável, até que ela implorou: "Para! Para! Não aguento!"
Carlos desligou a máquina, e o dildo parou, ainda profundamente alojado dentro dela. Ele o retirou manualmente, devagar, e Mariana ofegou, sentindo a ausência, a sensação de vazio depois de tanta plenitude.
"Treinamento completo," ele anunciou, assinando digitalmente o tablet. "A senhorita agora está certificada para operar o X-9000."
Mariana deitada no sofá, nua, ofegante, suada, sua buceta vermelha e pulsando, escorrendo uma porrinha branca
olhou para ele. "Eu... eu realmente precisava disso?"
"O treinamento? Sim. Mas agora a senhorita pode usar sozinha," Carlos sorriu, guardando os equipamentos.
"A máquina tem modos automáticos, programas de exercício diário, e um aplicativo que sincroniza com seu celular."
Ele estendeu o tablet para ela assinar o recebimento final. Mariana assinou com mão trêmula, ainda sentindo o fantasma dos dildos dentro dela.
"Ah, mais uma coisa," Carlos disse, já na porta. "O X-9000 tem um modo especial chamado 'Dupla Penetração Simulada'. Requer o acessório 'Especial' que mostrei — o de 38 cm só que anal
— usado junto com o 'Avançado' anal. Quando a senhorita estiver pronta para o nível avançado, é só ligar para suporte técnico.
Meu número está no manual."
Ele piscou, sorrindo, e saiu, deixando Mariana sozinha com sua máquina, sua buceta latejando de prazer, e a certeza de que, apesar de tudo, aquele era o melhor "massageador" que ela poderia ter pedido.

A Visita da Irmã - O Incidente

Uma semana depois do treinamento, Mariana havia se tornado uma verdadeira expert na máquina X-9000.
Ela usava todos os dias, às vezes duas vezes ao dia, explorando os diferentes modos e acessórios.
Sua buceta estava mais sensível do que nunca, e ela descobriu que conseguia gozar em questão de minutos com a precisão robótica.
Naquela sexta-feira, ela saiu cedo para trabalhar, esquecendo completamente que havia dito à irmã mais nova, Luísa, que podia passar em casa para pegar um livro que havia emprestado.
Luísa uma garota linda, morena, curiosa, e trouxe consigo sua melhor amiga, Carla
— uma loira alta de pernas longas que sempre se metia em confusões.
As duas chegaram às dez da manhã, usando a chave reserva que Mariana tinha dado à irmã.
Ao entrarem no apartamento, Luísa imediatamente notou a máquina no centro da sala, agora descoberta, e elas veem aquilo.
"Que é isso?" Carla perguntou, se aproximando, tocando o braço articulado de metal.
Luísa reconheceu o formato. Ela tinha visto algo similar em um site adulto uma vez.
Credo Carla uma daquelas máquinas de foder."
"As duas começaram a rir, nervosas e excitadas. Carla abriu os compartimentos laterais que Mariana havia deixado destrancados após o uso da noite anterior.
Os dildos estavam todos lá, alinhados e enormes, prontos pra ser usados.
"Ela tem uma coleção inteira!" Carla exclamou, pegando o modelo "Iniciante", depois o "Avançado", seus olhos arregalando quando pegou o "Especial"
— o monstro de 38 cm. "Nossa, Luísa, sua irmã é maluca!"
"Ou muito corajosa," Luísa riu, já tirando a blusa.
"Vamos experimentar? Ela não vai saber. Ela só volta às seis."
Carla hesitou por um segundo, mas a curiosidade venceu. Em minutos, as duas estavam completamente nuas na sala de Mariana, rindo como adolescentes em um segredo proibido, tocando os acessórios da máquina.
"Como funciona?" Carla perguntou, examinando o painel touchscreen.
Luísa leu as instruções rápidas que Mariana tinha deixado anotadas em um post-it.
"Parece fácil. Escolhe o acessório, conecta aqui, programa o modo..."
Elas começaram com o modelo "Padrão", vinte centímetros. Luísa foi primeiro, deitando no sofá, abrindo as pernas enquanto Carla operava os controles, rindo histericamente enquanto a máquina começava a se mover, penetrando Luísa, que gemia entre risos e prazer.
"oohhh uui, isso é estranho e bom ao mesmo tempo!" Luísa gritou, as pernas tremendo.
Depois foi a vez de Carla. Ela escolheu o modelo "Avançado", querendo mostrar coragem. A máquina a fodeu por quinze minutos, ambas rindo e gritando, alternando entre vergonha e êxtase, até que Carla gozou violentamente, sujando o sofá de Mariana.
"Vamos tentar o maior!" Luísa desafiou, pegando o "Especial", o monstro de trinta oito cm e seis e meio de diâmetro.
"Deve ser impossível!"
"Nem pensar na buceta," Carla disse, mas seus olhos brilhavam com uma ideia perigosa. "Mas talvez... no outro lugar? É mais fácil, né?"
Luísa arregalou os olhos. "Carla, você é louca!"
"É só experimentar," a loira riu, já se posicionando de quatro no chão, a bunda empinada, as coxas abertas. "Liga a máquina. Modo lento."
Luísa conectou o monstro ao braço articulado, seu coração batendo forte. Ela aplicou gel lubrificante generosamente no acessório e no ânus de Carla, que gemeu com a sensação dos dedos da amiga.
"Pronta?" Luísa perguntou, segurando o controle.
"Vai," Carla ofegou.
Luísa ligou a máquina no modo mais lento possível. O braço articulado moveu-se, posicionando a cabeça enorme contra a entrada anal de Carla.
A loira gemeu, sentindo a pressão.
"Mais," ela pediu, curiosa.
Luísa aumentou um pouco. A máquina empurrou, e a cabeça do dildo entrou no ânus de Carla, esticando-a imensamente. A loira gritou, mas da sensação de plenitude extrema.
"olha isso, tá entrando!" Luísa exclamou, fascinada.
E entrou mesmo. Centímetro por centímetro, o dildo de trinta centímetros foi desaparecendo no cu de Carla, que gemia e ria ao mesmo tempo, sentindo-se sendo invadida de forma que nunca imaginara possível.
Quando a máquina parou, trinta centímetros de borracha grossa estavam completamente alojados no ânus da loira, apenas a base visível entre suas nádegas.
"Carla, você conseguiu!" Luísa riu, impressionada. "Tudo dentro!"
"É... é incrível," Carla ofegou, rebolando levemente. "Tão cheia... vou deixar um pouco..."
Mas quando ela tentou parar a máquina, algo deu errado. Ela apertou o botão de parada de emergência, mas o dildo não saiu. Quando a máquina tentou retrair, o vácuo criado pela pressão interna e a musculatura anal de Carla contraída pelo espasmo fizeram o brinquedo ficar preso.
"Luísa!" Carla gritou, tentando se levantar, mas o peso da máquina e o tamanho do objeto dentro dela a impediam. "Não sai! Está preso!"
Luísa tentou puxar manualmente, mas o dildo não movia. Estava completamente preso no cu de Carla, que agora sentia pânico misturado com desconforto.
"aiii, o que fazemos?" Luísa choramingou, tentando desligar a máquina, mas o sistema travou
— um recurso de segurança que impedía remoção brusca durante uso anal, mas que agora se tornara uma prisão.
Foi nesse momento exato que Mariana abriu a porta.
Ela havia esquecido o celular e voltado para buscar.
Ao entrar, seu cérebro levou segundos para processar a cena: duas mulheres nuas em sua sala, uma delas
— sua irmã — de pé em pânico, e outra — uma desconhecida — de quatro no chão, com o maior dildo da coleção enfiado até a base em seu ânus, a máquina apitando em modo de erro.
"O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?" Mariana gritou, deixando cair a bolsa.
"Mariana!" Luísa exclamou, o rosto vermelho de vergonha. "A gente... a gente só estava olhando... e aí..."
"Está preso!" Carla gritou, o rosto contorcido entre dor e humilhação. "Não sai! Que faço, não sai!"
Mariana se aproximou, vendo a situação grave.
O dildo estava realmente preso, a base pressionada contra o ânus de Carla, que estava levemente roxo de tanto esticamento.
"Como vocês conseguiram fazer isso?" Mariana perguntou, horrorizada e estranhamente excitada ao mesmo tempo. "Esse modelo é para uso vaginal, não anal! É muito grande!"
o técnico ia me ensinar usar o grande ainda.
"A gente não sabia!" Luísa chorou. "O que fazemos? Hospital?"
"Não!" Carla gritou. "Não posso ir ao hospital assim! Meus pais vão saber!"
Mariana respirou fundo. Ela lembrou do cartão que Carlos havia deixado. "Espera. o técnico.
Ele deu um número para emergências."
Ela pegou o celular, encontrou o contato "Carlos - Suporte X-9000", e ligou em vídeo.
Carlos atendeu em segundos, já em seu uniforme azul. "Senhorita Souza? Problemas técnicos?"
"Carlos!" Mariana exclamou, virando a câmera para mostrar a cena. "Minha irmã e a amiga dela... elas usaram a máquina... e agora está preso!
O modelo 'Especial', no... no lugar errado!"
Carlos observou a tela, seu rosto profissional mascarando o espanto. Ele viu Carla de quatro, o dildo enorme saindo de seu ânus, a base visível, a máquina apitando.
"Entendo," ele disse, a voz calma. "Isso é um acidente de uso indevido.
O modelo 'Especial' tem um sistema de vácuo de segurança para uso vaginal. Quando usado analmente, pode criar pressão negativa e ficar preso pela sucção interna."
"Como tira?" Carla gritou, o rosto molhado de lágrimas.
"Preciso ensinar um procedimento de emergência," Carlos disse.
"Mas primeiro, preciso verificar o estado. Senhorita Souza, pode aproximar o celular? Preciso ver a... inserção."
Mariana aproximou o celular, mostrando em detalhe o dildo grosso preso no ânus de Carla.
A pele ao redor estava esticada ao máximo, rosada, pulsando.
"Ok," Carlos analisou.
"O problema é que o músculo está contraído e seco. Para liberar, precisamos relaxar a área e criar lubrificação interna suficiente para quebrar o vácuo."
"Como?" Mariana perguntou.
"Há um protocolo," Carlos explicou, sua voz ficando mais grave.
"As assistentes — sua irmã e a senhorita Souza — precisarão realizar estimulação manual e oral na usuária. Chupar a vagina dela até ela produzir fluidos suficientes. Quando ela gozar
— e é importante que seja um orgasmo com squirting
— a contração anal vai se sincronizar com a vaginal, e o fluido da ejaculação feminina, aplicado externamente, vai lubrificar a base e quebrar o vácuo."
Luísa arregalou os olhos. "Você quer que eu... que a gente... chupe ela?"
"É o único método não-invasivo," Carlos confirmou.
"Alternativa é ir ao pronto-socorro e explicar como uma máquina sexual ficou presa no ânus.
O procedimento leva cerca de vinte minutos. Preciso orientar passo a passo."
Mariana olhou para Luísa, depois para Carla, que estava em posição vulnerável, o corpo trêmulo. "Tá bom," ela disse. "O que fazemos?"
"Primeiro," Carlos instruiu, "a usuária precisa ficar confortável. Deite ela de costas, pernas abertas, joelhos dobrados.
O dildo vai ficar para cima, estranho, mas é necessário."
Mariana e Luísa ajudaram Carla a se deitar, cuidadosamente, o dildo enorme ainda saindo de seu ânus apontando para o teto, ridículo e erótico ao mesmo tempo. A loira estava vermelha de vergonha, mas seu corpo traía excitação — seus seios estavam eretos, e sua buceta, visível agora, estava brilhante de umidade.
"Luísa," Carlos ordenou pela tela, "você começa. Aproxime-se da vagina dela.
Use a língua no clitóris. Mariana, você massageia os seios dela. A estimulação dupla acelera a produção de fluidos."
Luísa hesitou, mas a urgência da situação venceu. Ela se deitou entre as pernas de Carla, sua primeira vez com outra mulher, e estendeu a língua timidamente, tocando o clitóris da amiga.
"Ah!" Carla gemeu, o corpo arqueando.
"Mais firme," Carlos orientou, observando pela câmera. "Chupa o clitóris. Enfia dois dedos na vagina dela. Encontra o ponto G."
Luísa obedeceu, chupando o clitóris de Carla enquanto enfiava os dedos, procurando o ponto que fazia a amiga gemer mais alto.
Mariana massageava os seios de Carla, puxando os mamilos, observando a cena com uma mistura de irmã preocupada e voyeur excitada.
"Mariana," Carlos disse, "troca com sua irmã. Agora você chupa, ela massageia por dentro."
Elas trocaram posições. Mariana, mais experiente, mergulhou a língua profundamente na buceta de Carla, chupando com vontade, sentindo o gosto da amiga desconhecida.
Luísa enfiou três dedos na vagina de Carla, metendo com força, sentindo a parede interna onde o dildo preso criava uma protuberância estranha.
"Está funcionando," Carlos observou. "Vejo que ela está molhando. Continuem. Agora, Mariana, foca no clitóris. Luísa, pressione o ponto G com força. Ela precisa gozar com squirt."
As duas irmãs trabalharam em sincronia, uma chupando, outra dedilhando, enquanto Carla gemia sem parar, o corpo contorcendo-se, o prazer misturado com a estranheza de ter um dildo gigante preso no cu.
Ela estava perto, muito perto.
"Não para," Carla gritou. "Não para! Vou... vou..."
"Quando vier," Carlos instruiu rapidamente, "Mariana, você segura a base do dildo. Luísa, você fica pronta para aplicar o fluido na base assim que ela ejacular."
Carla explodiu. Um jato de fluido claro saiu de sua buceta, um squirt violento que atingiu o peito de Luísa. Mariana segurou a base do dildo, sentindo as contrações anais de Carla sincronizadas com as vaginais.
"Agora!" Carlos ordenou. "Aplique o fluido na base!"
Luísa usou as mãos, espalhando o squirt de Carla ao redor da base do dildo, lubrificando a pele esticada, quebrando o vácuo. Mariana puxou suavemente, girando, e sentiu o dildo ceder.
"Está saindo!" ela exclamou.
E saiu. Devagar, centímetro por centímetro, o monstro de trinta e oito centímetros deslizou para fora do ânus de Carla, que gritou de alívio e uma sensação estranha de vazio.
Quando a cabeça finalmente saiu, houve um som de "plop" e Carla ofegou, seu ânus vermelho e pulsando, mas livre.
"Procedimento completo," Carlos anunciou, alívio em sua voz. "Recomendo que ela tome um banho morno e não trepe... digamos... uma semana.
E por favor, leiam o manual. O modelo 'Especial' é claramente marcado como 'não para uso anal'."
precisa de treino anal. Muitos gel.

Carla estava deitada no chão, ofegante, suada, o corpo trêmulo, mas sorrindo fracamente. "ufa... isso foi... intenso."
Luísa olhou para as mãos molhadas, depois para Mariana, e as duas irmãs começaram a rir, alívio e vergonha misturados.
"Obrigada, Carlos," Mariana disse para a tela.
"Desculpe o transtorno."
"É meu trabalho," ele respondeu, um brilho nos olhos. "Mas talvez... da próxima vez... eu pessoalmente supervisione qualquer uso de modelos avançados.
Posso fazer visitas domiciliares."
Ele desligou, e as três mulheres ficaram ali, nuas, rindo e se olhando, sabendo que nunca mais seriam as mesmas — e que a máquina X-9000 agora tinha histórias suficientes para uma vida inteira.

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