Filha grávida
Naquele sábado durante o almoço, Suzi minha princesinha entrou na sala de mão dada com um rapaz apresentando-o a mim como Arthur e anunciou que ambos queriam falar comigo, puta que pariu, na hora já imaginei o que era. Caralho eu estava certo, o corninho tinha engravidado minha filha. Fiquei puto, mas sabia que isso aconteceria mais dias ou menos dias, minha menininha aos dezesseis anos era muito gostosa e a macharada vivia correndo atrás dela. Me controlei, ouvi as desculpas dos dois e fiquei sabendo que o menino continuaria trabalhando e eles iriam morar em um apartamento próximo, eles estavam mais estruturados que eu quando casei, concordei com tudo mas pedi para ela passassar aquele último fim de semana em casa. Minha mulher que é enfermeira, tinha plantão naquela noite e ficamos em casa apenas eu e a gravidinha. Logo que a mãe saiu, deitamos os dois no sofá como já tínhamos feito muitas vezes, só que naquela noite pedi para ela me contar como tinham sido as coisas e ela passou a me contar como tinha sido com todos os detalhes com o nítido propósito de me enlouquecer. Encerrando a narrativa com os olhos cheios de lágrimas disse: "Como eu gostaria que tivesse sido você papai". Excitadíssimo, não me contive e trocamos nosso primeiro beijo incestuoso, delicioso, com gosto de pecado. Encostei minha piroca que estava explodindo na bundinha gostosa de minha menina e ela colocando a mão para trás, segurou com força e senti sua mão tremendo de emoção ou tesão e voltamos a nos beijar. Levei minha mão à aqueles seios durinhos e logo estava mamando neles ouvindo os gemidos que não parecia daquela menina e sim de uma mulher tesuda e a vi levantar e me puxar pela mão à minha cama. Quando chegamos lá, Suzi já estava nuazinha e arrancou minha roupa com os olhos fixos no meu pau, ajoelhou e abocanhou minha caceta movimentando a cabeça como uma profissional, o que me fez perder completamente o sentimento de culpa e quando ela cochichou no meu ouvido que era minha para usa-la como eu quisesse e sempre que quisesse, a joguei na cama. abri suas pernas e chupei aquela bucetinha deliciosa fazendo-a gozar em minha boca, perguntei se Arthur já a tinha chupado daquele jeito, ela respondeu que ele só lhe tinha penetrado a buceta. Resolvi mostrar a ela que seu pai poderia lhe dar muito mais prazer que aquele moleque e a virei de costas invadindo seu cuzinho com minha língua. A adolescente choramingando de tesão implorou: "Arromba meu cuzinho papai, guardei minhas pregas para você". Fiquei louco e encostei meu pau naquele rabinho que eu tinha deixado todo babado e forcei o botão, mas resvalou. Suzi se ajeitou de joelhos na cama e eu em pé atrás dela, segurei firme aquele quadril delicioso, admirando aquele corpinho em forma de violão, puxei o corpo dela ao mesmo tempo que empurrei o meu e senti meu pau ser esmagado por aquele cuzinho apertadinho no exato momento que a delícia gritou, mas aguentou firme arranhando o lençol da cama com as unhas de todos os dedos, Suzi olhou para trás com os olhinhos cheios de lágrimas e disse: "Fode papai, fode meu cuzinho". Puta nunca meti com tanto prazer esquecendo completamente que era a primeira vez que aquele rabo levava ferro, passei a meter violentamente até que meu amorzinho gemeu de modo diferente, só então percebi que ela estava com a mão na buceta e estava gozando na rola do pai e enchi aquele rabinho com o leite de macho e minha filhinha provando que é uma fodedora tão boa quanto a mãe rebolou enquanto eu uivava de prazer. Tomamos um banho juntos e Suzi me avisou que estava com a rosca muito ardida e que não conseguiria ser enrabada novamente naquela noite e se arreganhou ainda embaixo do chuveiro eu a levantei no ar fazendo a gostosa abraçar minha cintura com suas pernas e penetrei sua bucetinha e enquanto metia forte ela me fez jurar que sempre que desse eu comeria seu cuzinho.
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