#Incesto #Lésbica #Virgem

Viúva incestuosa e lésbica

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Cláudia

Após oito anos de casamento, tornei-me viúva aos trinta e dois anos de idade. Após colocar as coisas em ordem, ficou claro que eu não precisava trabalhar e que podia usufruir a vida com conforte. Como ponto de partida, resolvi visitar meu irmão que mora no Litoral do Estado de São Paulo que aos trinta anos ainda na época era solteiro. Meu irmão esperou-me no Aeroporto em Guarulhos (Cidade do Interior de São Paulo) e nos colocamos na estrada em direção ao Litoral. No caminho falamos sobre vários assuntos e voltei a sentir aquele tesãozinho por André, mas atribuí a sensação ao fato de estar a mais de um ano sem fazer sexo depois de um casamento morno e a lembrança de nossa ligação fraternal. Ao chegar no apartamento onde passaria dias, me encantei com a vista da Orla e com o imóvel propriamente dito, um apartamento de quarto e sala que André tinha transformado em um grande ambiente com uma pequena cozinha e banheiro separada do ambiente amplo com uma grande cama king em plano mais elevado com um recamei ao pé da cama e em uma das laterais um guarda roupa enorme com espelhos em todas as portas e na cabeceira da cama um janelão de onde se tinha aquela vista fantástica , no plano mais baixo duas poltronas , uma mesa com quatro cadeira e um tapete maravilhoso, era claramente um ambiente montado para sexo. Arrumei minhas coisas na parte do armário que ele havia preparado para mim. Por alguns instantes parei no corredor estreito entre a cama e o armário espelhado vendo o por do sol, quando meu irmãozinho me abraçou por trás, foi a primeira vez depois de muito tempo que senti uma piroca claramente excitada encostar em minha bunda, aquele calafrio percorreu minha coluna e tive a certeza que realizaria minha fantasia de adolescência de dar para meu irmão, mas nesse exato instante ouvimos a campainha, era Lucy uma linda mulher de quem André tinha me falado no caminho, a fama dela para o resto do mundo era de ser lésbica, mas reservadamente frequentava o apartamento. Lucy era aquele tipo de jogadora de basquete, seios médios, cintura fina, quadril largo, cabelo cortado curtinho, braços e pernas fortes e longas, ao toca-la para trocar os beijinhos no rosto senti uma energia formidável naquele corpo. Saímos para fazer um lanche e voltamos para casa só eu e André. Deitamos na única cama disponível, mas por ser enorme, não vimos problema e como de costume eu estava usando um shortinhos de tecido fino bem larguinho e uma camiseta baby Locke para dormir. Estava quase dormindo quando meu irmão estava com os olhos fechados e paradinho usando só sua cueca box encostou seu corpo no meu. Aquele calor interno foi crescendo aos pouco dentro de mim e não resisti, coloquei a mão para trás e acariciei aquele cacete e só então percebi que André não estava dormindo, apenas fingindo e novamente ele encostou seu pau na minha bunda ao mesmo tempo que beijou minha nuca, nossa, vi que voltaria a minha vida sexual comendo o homem que eu queria a muito tempo que por coincidência era meu irmão. Enlouqueci quando ele enfiou uma das mãos por baixo de minha camiseta curtinha e alisou um de meus seios com a palma da mão e gemi gostoso. Por reflexo levei a minha mão livre ao meio de minhas pernas, encontrando minha bucetinha carente completamente molhada e meu grelo armado e levantei uma das pernas enquanto com a outra mão apertei aquele cilindro que já estava com ereção total. Paramos de fingir quando me virei para o macho e trocamos nosso primeiro beijo incestuoso, enquanto eu baixava a cueca dele, ele baixava meu shortinho e ajoelhei com sobre aquele corpo de macho gostoso esfregando em minha racha o cacete ouvindo aquele barulho molhado, arranquei a camiseta, apoiei as duas mãos no peito de meu irmão e desci aos pouquinho deixando as paredes do meu canal anal saborearem aquela penetração que a tanto tempo não acontecia. Antes mesmo de engolir tudo que tinha direito, explodi em um gozo maravilhoso, durante o qual desci até o talo daquela caceta deliciosa. André me fez deitar sobre seu corpo e colocou seu cacete entre nossos abdômen, ejaculando em seguida , lambuzando nossas barrigas deixando-me mais louca ainda, só então ele confessou que tinha usado a última camisinha na noite anterior com "uma amiga", louca de vontade prometi a ele que voltaria a tomar pílula assim que o calendário permitisse, mas meu irmãozinho malandro me virou de costas e cochichou no meu ouvido que tinha outra solução, com voz tremula, confessei que embora casada todo aquele tempo, eu nunca tinha feito sexo anal e ele passou a esfregar a cabeça da caceta em meu rego e falou com uma voz quente no meu ouvido que uma bundinha linda como a minha não podia ficar sem experimentar um prazer anal e encostou a pica bem na minha argola que piscava involuntariamente a todo instante e cometi a loucura de levantar um dos joelhos e André ainda de ladinho levantou minha nádega com uma das mãos e aparentemente com o pau mais duro que anteriormente empurrou, assim que meu esfíncter foi abruptamente esticado, meinha reação foi fugir da penetração, mas meu irmão empurrou nosso corpos de forma a me deixar com a barriga no colchão, com a macho em cima de mim. O fodedor habilidoso conseguiu manter a cabeça dentro do meu rabinho virgem. Choramingando só consegui pedir para ele ser delicado e aos pouco tentei relaxar sentindo cada centímetro da penetração tentei transferir minha atenção para meus punhos que tentavam agarrar o lençol aquela dor indescritível transformou-se repentinamente em um gozo avassalador levando-me a crer naquele instante no que sempre tinha ouvido falar, que as grandes dores podem ser fonte de prazer e estrebuchei embaixo do macho naquele que estava sendo meu mais profundo e prolongado gozo, durante o qual meu irmãozinho acabou de me arrombar enfiando sua pica até o todinha em meu cuzinho. Tornei-me imediatamente fã do sexo anal, lamentando não tê-lo praticado até então. Demorei a controlar os espasmos musculares que nunca tinham sido tão fortes, ouvindo os elogios de André que também tinha gozado dentro de meu buraquinho durante meu gozo e que eu nem tinha percebido. Passei a piscar o cuzinho, deliciando-me com a piroca dentro dele e que começava a amolecer, graças ao que meu André me avisou que fazendo aquilo acabaria por endurecer e passei a contrair meu canal anal com mais força achando deliciosa aquela dorzinha e logo ele estava bombando gostoso novamente. Como uma louca pedi para meter com mais força e mais e mais até que explodi novamente tendo dessa vez uma incrível convulsão orgástica ajudada pelo dedo de meu fodedor que esfregava meu grelo em um ritmo alucinante que fez com que André depositasse bem lá no fundo mais de sua semente. Dormimos como dois anjinhos. Pela manhã, acordei com um selinho e ao abrir os olhos, vi Lucy com uma vitamina de mamão e leite na mão, por alguns segundo fiquei embaraçada por estar nua, mas logo vendo o brilho no olhar dela ao examinando os detalhes no meu corpo, passei a me sentir a gostosa que sempre soube que sou. Enquanto eu tomava a vitamina, Lucy me aconselhou a ir ao banheiro e me esforçar para esvaziar o intestino, enfiar a mangueirinha do chuveiro no rabo e deixar a agua escorrer até ficar limpinha e voltar para a cama para ela colocar uma pomada cicatrizante para evitar sequelas. A caminho do banheiro conclui que meu irmão tinha contado a ela o que tinha acontecido e me senti a própria vagabunda, mas eu estava adorando aquilo, fiz o que devia e voltei nuazinha para cama como ela tinha orientado e assumi a posição de quatro para receber o aplicador da pomada no rabo. Lucy fez questão de colocar um pouco de pomada no dedo e dispensou o uso do aplicador e senti aquele dedo emplastado escorregar entre minha argola ardida e por puro reflexo rebolei devagarinho, o que fez Lucy perder a cabeça e com o dedo em riste passou a esfrega-lo em minha buceta, mesmo não tendo até então tido qualquer relação lésbica resolvi assumir toda minha tendencia a puta e me entreguei. Ajoelhei na cama, Lucy que estava sentada atrás de mim, sem tirar o dedo do meu cu deu a volta no meu corpo postando-se ajoelhada na minha frente , voltando a massagear meu grelo com a outra e mão. Louca de tesão, arranquei a camiseta dela, deixando-a só de bermuda encostamos nossos peitos, o que aumento minha tesão e imediatamente gozei com os dedos de Lucy em meus buracos. Imaginando que ela voltaria a colocar pomada em meu cuzinho vi a lésbica tirar a bermuda junto com a calcinha e em breve instante pude ver que ela tinha motivos para ser lésbica, seu grelão até parecia um pintinho e deixei que ela entrasse no meio de minhas pernas e passasse a esfregar aquele bucetão na minha bucetinha e amei aquele grelo duro como um pauzinho passando em minha racha, a gostosa abriu os lábios de minha buceta completamente molhada com os dedos em forquilha e passou a esfregar seu pintinho dentro de minha bucetinha deixando-nos desesperadas para gozar e explodimos aos gritos juntas. Enquanto tomávamos banho meu irmão que estava trabalhando ligou para o celular de Lucy. Ouvi ela começar uma conversa cheia de sacanagem dizendo: "Sua irmã é uma delícia".

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