Punheteiro no Posto: Gozando no Mictório Entre o Pai e Filho
No posto da estrada dei mão amiga pro frentista, depois gozei sozinho no mictório bem no meio do pai e do filho que ficou duro me olhando.
O sol da estrada batia pesado no asfalto quente quando eu desci do carro naquele posto isolado no meio do nada. Vinte e oito anos, pele branca, cabelo moreno curto, corpo sarado de quem treina sério e um pouco de pelo no peito, na barriga e descendo em linha até a virilha. Eu não tava só precisando mijar. Tava caçando. Queria o cheiro de homem, o risco, o metal frio do mictório e a adrenalina de quase ser pego.
O banheiro dos homens era simples e fedido. Uma privada no canto e, ocupando quase a parede inteira, um daqueles mictórios grandes de metal, comprido, sem nenhuma divisória. Cabia três homens lado a lado fácil. O cheiro era forte: mijo antigo, desinfetante barato e um fundo de porra seca. Perfeito.
Eu fui direto pro meio. Sempre o meio. Dá mais tesão. Abri o zíper devagar, tirei o pau já meio duro e comecei a mijar. O jato quente bateu no metal e escorreu pelo ralo central. Enquanto o xixi saía, passei a mão no saco, apertando os ovos um contra o outro, sentindo o peso e o calor. A mão subiu pelo pau e eu já comecei a bater devagar, só pra sentir a pele deslizar, gostando da sensação de estar completamente exposto naquele metal aberto, sem nenhuma parede me escondendo.
Foi aí que o frentista entrou.
Uniforme sujo de óleo e gasolina, mãos grossas e rachadas, barba por fazer de uns três dias, uns trinta e poucos. Ele parou no vão da porta quando me viu no meio do mictório com o pau na mão. Os olhos dele desceram na hora e ficaram presos na minha pica. Eu não parei. Continuei batendo mais ostensivo, puxando a pele até a cabeça aparecer toda brilhante de pré-gozo, deixando ele ver as veias saltadas, o pouco de pelo na base e o jeito que o pau latejava na minha mão.
Ele engoliu em seco, olhou pra trás rapidinho e veio parar do meu lado direito, bem perto. Tão perto que eu senti o calor do corpo dele. Tirou o pau sem falar nada. Era grosso, mais escuro que o meu, com a cabeça já meio inchada. Ele começou a mijar, mas o jato saiu fraco e logo parou. A mão dele foi pro próprio pau e ele começou a bater devagar, olhando de canto pro meu.
O barulho das duas mãos molhadas ecoou no banheiro vazio. Eu me virei um pouco pro lado dele, quase encostando o ombro no dele. O cheiro de óleo, suor e pau subiu forte entre a gente.
— Pode pegar — falei baixo, voz grossa.
A mão suja de óleo dele fechou no meu pau sem hesitar. A pele dele era áspera, quente, e ele apertou firme logo na base, puxando a pele pra trás até a cabeça ficar toda descoberta e sensível. Começou a bater com vontade, ritmo rápido e molhado, o polegar passando toda hora na fenda pra espalhar o pré-gozo. Eu soltei um gemido baixo e peguei no dele. Quente, grosso, latejando forte. A pele deslizava fácil porque ele já tava encharcado. Apertei a cabeça dele entre os dedos e bati rápido, sentindo os ovos dele baterem na minha mão.
A gente ficou ali, no meio daquele mictório aberto, um batendo pro outro com força, sem nenhuma parede entre a gente. O som molhado das mãos enchia o banheiro. Eu olhava o pau dele sumindo e aparecendo dentro da minha mão enquanto ele fazia o mesmo com o meu. Ele respirou pesado pelo nariz, olhando pra porta a cada poucos segundos, mas não parava. A mão dele apertava cada vez mais forte, quase dolorido, do jeito que eu gosto.
— Porra… tô perto — ele murmurou, voz embargada.
Eu acelerei a mão nele. Senti o pau dele engrossar ainda mais, as veias pulando contra meus dedos. Ele gozou primeiro. O corpo inteiro tremeu, ele mordeu o lábio inferior com força e jorrou grosso e quente no metal. O primeiro jato foi forte, sujou minha mão e escorreu pelos dedos. O segundo e o terceiro foram mais longos, escorrendo pelo ralo misturado com o mijo antigo. Ele continuou segurando meu pau mesmo depois de esvaziar, a mão ainda tremendo, tentando me fazer gozar também.
Mas eu não gozei. Segurei o tesão de propósito. Tirei a mão dele devagar, meu pau latejando forte, coberto de pré-gozo e um pouco da porra dele que tinha escorrido.
— Depois — falei, voz rouca. — Ainda não.
O frentista respirou fundo, guardou o pau ainda pingando dentro da calça do uniforme, olhou uma última vez pro meu pau duro e saiu rápido, a porta batendo atrás dele. Eu fiquei sozinho de novo, bem no meio do mictório, pau latejando no ar, coberto de porra alheia e do meu próprio líquido. Voltei a bater devagar, curtindo o metal frio na frente da pica, o cheiro forte de porra fresca no ar, mas sem terminar. Tava caçando mais.
A porta abriu de novo.
Entrou um homem e um moleque. O pai era mais velho, uns quarenta e poucos. Forte, corpo de pai: peito largo, barriga um pouco marcada por cima do cinto, braços grossos, pele branca morena, pelo escuro e grosso aparecendo na gola da camisa aberta. O filho era magrinho, alto, todo liso, pele lisa sem pelo nenhum aparente.
Eles vieram direto pro mictório grande. O pai parou do meu lado esquerdo, tão perto que o ombro dele quase encostou no meu. O moleque foi pro meu lado direito. Eu fiquei exatamente no meio, como sempre gostava. Três homens no mesmo metal aberto, sem nenhuma divisória, os corpos quase se tocando.
Eu parei de bater na hora. Mas não escondi a rola. Deixei o pau duro pra fora, latejando pesado, a cabeça ainda brilhando de pré-gozo e um pouco da porra do frentista. O pai tirou o dele pra mijar. Era um pau de homem feito, grosso, peludo na base. O moleque também abriu a calça. Eu olhei de canto, rápido e direto. O pau do mlk era fininho, mas grande pra caralho, a cabeça rosada já inchada, e tava completamente duro. Duro de me ver ali no meio com a pica pra fora, latejando sem eu tentar esconder.
O pai quase não mijou. O jato saiu fraco e logo parou. Ele olhou de lado. Viu meu pau duro exposto. Viu que eu não estava escondendo nada. Viu a mancha úmida na cabeça e o jeito que ele latejava. O silêncio ficou pesado por um segundo, só o barulho distante de algum caminhão lá fora.
Aí ele falou. Baixinho, quase no meu ouvido, voz grave e controlada, o hálito quente batendo no meu pescoço:
— Mano, só maneira aí que tô com meu filho aqui.
A frase me acertou em cheio. Ele tinha visto. Ele sabia exatamente o que eu tava fazendo. E falou. Aberto. Do meu lado, no mesmo mictório, com o filho do outro lado, o pau fininho e grande do mlk ainda duro a poucos centímetros de mim.
Meu pau latejou tão forte que eu não aguentei. Eu já tinha parado de bater, a mão só segurando por cima da roupa aberta, mas o corpo descarregou sozinho. A porra subiu quente pela virilha e saiu em jatos fortes, sujando o metal na minha frente. O primeiro jato foi alto, bateu no fundo do mictório. Os outros escorreram pela minha mão, pelo pau e pela calça, quente e grosso. Eu tremi inteiro, segurei a borda mijada do mictório com a mão livre e fechei os olhos por um segundo, o prazer misturado com a adrenalina pura. O barulho molhado foi baixo, mas o pai ouviu. Ou sentiu o cheiro forte que subiu na hora.
Ele olhou de novo e o rosto mudou completamente. Achou que eu tinha gozado de propósito.
— Seu pedófilo de merda… — ele rosnou, voz baixa mas carregada de ódio puro.
Ele guardou o pau rápido e partiu pra cima de mim. A mão grossa dele veio na direção do meu peito. Eu ainda tava com a calça meia aberta, porra escorrendo pela coxa, pau sensível e mole agora. Não teve conversa. Empurrei ele pelo ombro com força e corri pro corredor. O pai veio atrás xingando baixo, mas o moleque ainda tava no mictório. Ele não podia deixar o filho sozinho ali. Isso me deu os segundos que eu precisava.
Saí correndo pro pátio com o coração batendo na boca e a porra escorrendo pela perna dentro da calça. Senti o quente descendo até a canela, a cueca colada e encharcada. Entrei no carro, liguei o motor com a mão tremendo e vazei. No retrovisor vi o pai saindo do banheiro, olhando na minha direção com cara de quem queria me matar, mas já era tarde. Acelerei fundo.
O cheiro de porra dentro do carro ficou insuportável em segundos. A calça colada na pele, a cueca encharcada, o pau ainda sensível batendo no tecido. Eu dirigi com uma mão no pau por cima da roupa, apertando a mancha quente e molhada. A voz do pai não saía da cabeça. “Seu pedófilo de merda.” O fato de eu ter gozado bem na frente do filho dele, no meio daquele mictório aberto, com o pau fininho e grande do mlk duro do meu lado direito.
Parei num trecho isolado da estrada uns quinze minutos depois. Desliguei o motor, abri o zíper de novo, tirei o pau ainda sujo e comecei a bater com raiva e tesão. Lembrei do frentista gozando grosso na minha mão, o cheiro de óleo e porra. Lembrei do pai do meu lado esquerdo, a voz baixa primeiro e depois o ódio soltando a palavra. Lembrei de estar exatamente no meio, do pau do mlk duro a centímetros de mim, de ter estourado sem nem precisar bater enquanto o pai me olhava. Bati rápido, molhado, barulhento, pensando exatamente nisso: nele me chamando de pedófilo e no fato de eu ter gozado na frente do filho dele.
Em pouco tempo o saco encolheu e meu piru começou a pulsar. Enquanto o primeiro jato de leite saía, pensei no pinto fino do mlk e falei pro meu pau num urro:
— Seu pedófilo de merda!
Jorrei forte no volante e no banco, tremendo inteiro, gemendo baixo como um safado completo, a porra escorrendo pelos dedos.
Limpei lambendo a porra que pegava com a mão, mas a calça ficou marcada e o cheiro ficou grudado. Dirigi o resto do caminho com um sorriso sujo no canto da boca. Tinha caçado. Tinha gozado duas vezes. Tinha quase me fodido de verdade. E já tava pensando no próximo posto, no próximo mictório grande de metal, no próximo momento de ficar bem no meio e ver quem parava do lado.
Porque eu adoro isso. O cheiro. O risco. Estar no meio. E a sensação de quase ser pego.
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