Viado em pica
Desde pequeno, eu tinha consciência de que meu pau era bem maior que de meus coleguinhas e naquela fase de adolescência, eu me sentia todo cheio quando alguém nos banhos após as aulas de educação física ou mesmo no mictórios notava o tamanho de minha caceta, mas por ser muito encabulado e tido como estudioso demais, não fazia muito sucesso com as garotas, vingando-me delas no banheiro de casa, onde me masturbava imaginando fazer com elas mil sacanagens. No segundo ano do ensino médio, já após o primeiro treino de basquete daquele ano, foi minha vez de me admirar com a caceta de Luiz, que era tão grande e grossa quanto a minha e ao ser surpreendido por ele quando estava com os olhos grudados naquele caralhão, sorrimos um para o outro e acabamos criando uma amizade instantânea, falamos muito de nossas colegas gostosas e como as racharíamos no meio com nossas rolas. Poucas semanas depois quando já tínhamos confessado sermos punheteiros e devo confessar, passamos a nutrir algo diferente um pelo outro. Em uma tarde Luiz foi a minha casa para fazermos juntos um trabalho escolar, sentamos lado a lado para operar o computador do meu quarto, não demorou muito para abrirmos alguns filmes de sacanagem e ficarmos ambos de paus duros Luiz escolheu um filminho gay, consequentemente passamos cada um a massagear o próprio caceta, até que Luiz encheu a mão com o meu, sem nos encararmos, fiz o mesmo, sentindo um prazer diferente ao pegar em outra pica e passamos um a punhetar o outro e gozamos juntos, um gemendo mais que o outro. Somos separados ao banheiro e limpamos nossas rolas com papel higiênico e voltamos ao computador, os atores estavam fazendo um sessenta em nove na tela e voltamos a pegar um no pau do outro, o beijo que trocamos ali foi o ponto de partida para nos deitarmos no chão do meu quarto e nos chuparmos com muita volúpia, nem eu nem ele poderíamos imaginar como era gostoso um sessenta e nove até então e gozamos um na boca do outro. Coroamos nossa primeira tarde de sexo com um beijo com nossas bocas ainda cheia de porra. Na manhã seguinte, entramos no banheiro juntos e após constatarmos estarmos sozinhos, trocamos outro demorado e lascivo beijo, saímos de lá ambos de pau duro cada um em direção a sua classe. Não foi preciso combinar, a tarde, quando a caminha tocou, corri para atender a porta com a certeza que era meu parceiro de foda e não me decepcionei. Nos abraçamos cada um segurando a piroca do outro. No meu quarto, caímos os dois na cama já sem camisas, só de bermudas e quase gozo quando meu namorado chupou meus mamilos e o fiz gemer como uma putinha ao chupar os dele. Durante nosso amasso, ficamos inteiramente nus e rolamos para um lado e para o outro fazendo com que hora a minha rola ficasse entre as coxas dele e hora a rola dele ficasse entre minhas roxas, momentos esses que não conseguimos esconder as tremedeiras em nossos corpos, até que não resistindo mais, me coloquei de quatro, abri minhas nádegas com as duas mãos e exibi meu anel virgem para Luiz, ele pincelou meu rego com sua magnifica piroca, não resisti, choraminguei de prazer e ele quis sentir o mesmo, invertemos a posição, minha putinha se contorceu de prazer e implorou para eu arrombar seu cuzinho virgem. Apontei para o buraquinho rosa de Luiz e empurrei, minha menina gritou ao ter o cu invadido e senti a cabeça de minha picar ser moída por aquele cu apertado que levava pica pela primeira vez e gozei ali mesmo na portinha. Não dei tempo para ele lamentar a dor que sentia, deitei na mesma posição anterior louco para tomar no cu e foi minha vez gemer ao sentindo que se uma faca estivesse sendo enfiada em mim, mas aguentei firme, rebolando e gemendo gostoso, recebi jatos de porra quentinha em meu canal com quase meia pica dentro dele. Caímos na cama como um casal de namorados e já completamente desinibidos, trocamos muitos carinhos mesmo com aquela dor no cu que ambos estávamos sentindo. Só levantamos da cama para irmos ao chuveiro ao voltarmos já estávamos com as estacas duras como pedra novamente e meu namorado pediu para eu terminar o trabalho deitando com as costas na cama, levantou as pernas e as segurou com a mão fazendo um "V", não perdoei empurrei com força, vi lágrimas escorrerem por seu rosto, mas não parei enterrei até o talo e enchi o fundo de seu canal com meu sêmen. Preocupados com o horário de meus pais chegarem, vi minha fêmea sair porta afora mancando. No dia seguinte após o treino de basquete, durante o banho, vi nas costas de Luiz a marca de meus dentes e acabei ficando de pau duro na frente de todos os colegas, naquele dia meu pai estava de folga e pedi Luiz não ir a minha casa, mas na tarde seguinte estávamos ambos carente de cu e foi minha vez de sentir aquela piroca gostosa todinha no meu rabinho que a partir de tornou-se viciado em pica.
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Comentários (1)
Bacellar: Muito gostoso esse conto! Pica é alegria! Kkkk
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