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Ciúmes de Filho: Acasalando com o papai! Pt. 5

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GarotosDosPapais72

Eu e o Arthur ficamos sozinhos com nossos pais dilf, e o resultado foi muito pegajoso... Pt. 5

[Cap. 5]

Anoiteceu e o papai e o Augusto pagaram pizza pro jantar. Eu tentava a todo custo ficar a sós com o papai, mas sentia que ele estava me evitando desde quando nos beijamos de língua no meu quarto. E droga, será que estraguei tudo? Ou não, porque ele ainda olhava pra mim com um sorriso bobo, só não queria conversar comigo, eu acho. E como poderia? O Arthur estava me seguindo pra toda parte, e não que tivesse muito pra aonde ir. Nosso apartamento tinha apenas 2 quartos, o banheiro, sala, cozinha e a sacada. Então passei um bom tempo jogando com o Arthur na TV da sala enquanto a pizza chegava.
Papai e Augusto saíram da cozinha e foram pro quarto, acho que conversar ou buscar alguma coisa. Só sei que fiquei sozinho com o tarado do Arthur do meu lado, jogando.
“Ei Felipe, posso perguntar uma coisa?”
“Vá em frente”
“Se eu dormisse aqui hoje, você transava comigo?”
Eu quase deixei o controle cair ouvindo ele falar aquilo em voz alta.
“Porra garoto, a gente não vai transar! E você não vai dormir aqui, só tem duas camas. E você não iria dormir com meu pai!” me apressei falando baixinho pros nossos pais não ouvirem do quarto.
Não era atoa que nossos pais achavam que o Arthur e eu estávamos namorando, ele não para de se jogar pra cima de mim. Moleque atrevido, se não fosse meu pai, quem sabe eu até desse uma chance. Porque caralho, ele era tão bonito quanto o seu pai Augusto. Eu nem podia acreditar que estava com três homens deliciosos aqui em casa. Quem sabe se eu não fosse tão ciumento, poderia até pensar em dividir o papai com eles.
“Qual é mano, somos quase irmãos! A gente se ver quase todo final de semana. E eu quero me divertir” ele passou a mão no meu pau e apertou meu saco. Eu fiquei sem jeito, e pausei o jogo.
“Eu não posso fazer isso, não com o papai por perto” falei baixinho sentindo ele apertar meu pau de novo. Eu o conhecia há tanto tempo, e mesmo que já tivesse feito boquete com primo e colegas da faculdade, eu estou me segurando pra foder pela primeira vez com o papai, e o Arthur não seria exceção, mesmo que as vezes não conseguisse segurar meu tesão. Que porra.
“A gente convida ele pra transar também..."
“Então seu pai ia vim junto? Aposto que aquela bunda deliciosa dele é uma delícia quando está de 4 levando vara” provoquei. Já que ele gostava tanto de falar do meu pai, eu ia falar do dele. Mas sua reação não foi bem o que eu esperava:
“Sabe, você falando desse jeito, eu até que gostei da ideia. Nós 4 fodendo gostoso, aposto que a cama ia até quebrar” foi quando ele se aproximou pra tentar me beijar, e eu atordoado demais para virar o rosto, só deixei ele enfiar a língua na minha boca.
Porra, o moleque sabia como me provocar. Por um momento eu até gostei de beijar ele, porque me lembrava o papai quando nos beijamos no quarto. Só que quando eu achava que não podia piorar, o Augusto apareceu na sala, junto do papai.
“Meninos?”
“Mmhm-- porra!” eu me afastei do Arthur, mas já era tarde, eles tinham visto tudo. “Pai, eu posso explicar! Não é o que parece!”
Mas o papai desviou o olhar, porque foi como se eu tivesse mentido pra ele quando disse que não gostava do Arthur desse jeito.
“A pizza chegou. Você quer descer comigo pra buscar, Felipe?” o Augusto perguntou pra mim, mas eu não respondi.
Foi quando o papai chamou o Arthur pra descer com ele e pegar a pizza, que eu vi ele saindo pela porta sem olhar pra mim. Então lá estava eu sozinho mais uma vez com o Augusto, que logo sentou no meu lado no sofá.
“Olha, eu e o Fernando aprovamos vocês ficarem juntos, mas--"
“Já falei que não gosto dele desse jeito”
“Então é só sexo?”
“O quê?!”
“Eu também já fui jovem, Felipe. E tá tudo bem querer transar com meu filho”
“Olha, se eu contar um segredo, você promete não contar pro meu pai?”
“Fernando e eu somos amigos de longa data, mas se você precisa que eu guarde segredo. Vai ser nosso segredinho, eu prometo” e ele piscou pra mim falando com uma voz sexual, mas tentei ignorar suas segundas intenções comigo, porque desde quando voltamos pro apartamento, ele já estava querendo algo.
Mas foda-se, eu sabia que podia confiar no Augusto. Porque eu precisava de alguém para confessar meus sentimentos e desejos sexuais. E pela naturalidade que ele tratava o sexo, a ponto de apoiar eu transar com seu filho, eu só decidi abrir o jogo pra ele, ali mesmo na sala, enquanto meu pai e o Arthur não voltavam.
“Eu amo meu pai, e não apenas como filho, eu queria poder dizer pra ele tudo o que eu sinto. Mas eu não consegui, e acabei beijando ele na boca, bem antes de você e o Arthur abrirem a porta do quarto. E eu acho que... acho que quero transar com meu próprio pai... porque sou louco por homens mais velhos, e ele é tão perfeito que... porra, eu estou com medo d-- mmmhhm!”
Porra, o Augusto enfiou a língua na minha boca quando me beijou com força. Eu não sabia se devia afastar ele, porque pra variar, ele era tão gostoso quanto meu pai. Eu estava com tanto tesão acumulado, eu sabia que não devia, mas eu só beijei ele de volta, abrindo mais a boca para nos lamber fundo de língua.
“Mmhhm...”
“Mmmhhm...”
Caralho mano, eu beijei ele com tanta agressividade, foi como beijar meu pai, e ele estava tão animado que nossas bocas começaram a escorrer saliva pelos cantos, enquanto a gente se chupava de língua. E acho que eu estava ficando de pau duro. Mas por ironia, a maçaneta da porta da frente fez barulho e eu sabia que era meu coroa.
“Mmhhm-- é o p-papai” falei separando nossas bocas, vendo que ficou uma trilha de saliva dos meus lábios pros dele. Só sei que me levantei do sofá rápido demais para o papai não desconfiar minha proximidade com seu amigo Augusto.
O Arthur e o papai colocaram as pizzas em cima do balcão da cozinha, e eu rapidamente fui até o papai que estava ao lado do Arthur.
“Pai, precisamos conversar” segurei sua mão, e pela primeira vez depois do nosso beijo, senti que o papai estava me olhando com mais atenção agora.
“Pode ser outra hora, filho? O Arthur e eu conversamos no caminho pra cá, e ele deu a ideia de assistirmos um daqueles filmes de ação que você gosta”
Eu olhei pro Arthur e ele me encarou com um sorriso travesso no rosto. Daquele jeito, só faltava ele dizer que ia dormir aqui hoje.
“E papai...” dessa vez o Arthur foi em direção ao pai dele “Convenci o sr. Nando a dormir aqui hoje, e ele disse sim. Tudo bem pro senhor, né? Não temos compromisso amanhã cedo”
Então o Augusto olhou pro meu pai, e depois pro seu filho de novo, aprovando a ideia.
Era só o que me faltava. Dormir no mesmo lugar com 3 homens que eu tinha acabado de beijar na boca, e de língua. Não ia me surpreender se a gente acabasse transando até a cama quebrar igual tinha dito o Arthur.

[...]

Teríamos feito o mini cinema na sala, mas o Arthur tinha um jeito de convencer meu pai que todos só aceitaram ir pro quarto. A cama do papai era bem espaçosa, e o Arthur estava escolhendo o filme quando vi o Augusto começar a tirar a camisa e ficar só de short curto. Eu tentei não encarar muito, mas ele estava com tesão nos olhos. O papai viu o amigo mais a vontade e também tirou a camisa, ficando também de short. O Arthur foi mais além e ficou só de cueca, dando a desculpa que estava muito calor, porque porra, estava ficando quente mesmo, e eu sabia que não ia aguentar 30 minutos de filme até minha pica ficar dura.
Mas foda-se, éramos todos homens e já nos vimos sem roupa a manhã toda na praia. Então eu só tirei a camisa também e quando vi que o papai tinha sido o primeiro a se sentar na cama, eu me apressei e sentei bem ao seu lado, colado com ele. Eu não podia deixar o tarado do Arthur se aproveitar dele de novo. Mas aquele pervertido nem pediu permissão quando deitou entre as pernas do meu pai. O papai só achou graça da atitude do garoto. Enquanto isso o Augusto ficou do meu lado, e então o filme começou com a gente comendo a pizza. Mas eu queria mesmo era tá comendo o meu pai com meu pau na sua bunda.
Se passou alguns minutos de filme, e o Arthur sempre tinha algo pra comentar que fazia meu pai rir. E enquanto ele estava deitado no meu pai, eu tinha nossos dois pais sem camisa do meu lado, com aquele cheiro masculino forte exalando no ar e eu tentando não prestar muita atenção na perna do Augusto sobre a minha, porque pra variar, ele também era peludo e másculo igual meu pai, e eu não sabia se podia resistir até o final da noite com ele me tocando indiscretamente assim.
Mas daí eu percebi que o pervertido do Arthur estava se dando muito bem com meu pai desde quando voltaram da praia juntos no carro. Eu estava fodido de ciúmes, e quando vi o papai com as mãos no peito daquele garoto, foi o ápice pra mim.
“Hmm?” papai viu que eu peguei na sua mão e trouxe pra ficar em cima do meu colo. Entrelacei nossos dedos e voltei a prestar atenção no filme, mas eu sabia que o papai estava me encarando.
Meu coração acelerou de novo, papai sempre causava isso em mim. E foi quando o Arthur apoiou um braço na minha coxa, o Augusto com a perna sobre a minha, e o papai de mãos dadas comigo em cima da minha virilha.
Puta merda! Estávamos literalmente prestes a fazer uma suruba se continuasse daquele jeito! Eu sabia que os 3 estavam dando sinais pra gente se jogar na cama e começar a ter uma foda brutal entre pais e filhos. Só que mesmo assim eu esperei mais, porque senti que o papai ainda não tirava os olhos de mim. E eu enfim olhei pra ele.
“Ei amor” papai murmurou pra mim.
Mas eu não respondi, porque minha rola estava ficando dura. Ele era tão lindo, e a gente só ignorou o filme que ficamos nos vendo como se tivéssemos muito o que falar, mas não podia porque o Augusto e Arthur estavam ali. Então eu apertei sua mão mais forte, e esperei... quando então o beijei na boca. Sem me importar do Augusto ter visto.
E mano, foi tão bom. O barulho do filme não me incomodou, eu estava com o coração a mil enquanto beijava o papai na boca, e sentia ele beijando de volta com força, até ele abrir mais a boca e deixar eu enfiar minha língua dentro.
“Mmhm...” eu chupei sua língua na minha, e nos beijamos mais forte, com o barulho das nossas chupadas ficando altas demais para os outros dois ignorarem.
Caralho mano, aquilo significava que o papai também me queria, assim como eu quero ele? Porque sua mão que estava na minha, foi parar no meu pau e ele apertou minha ereção por cima do short. Eu sabia que não apenas o Augusto, mas o Arthur tinha visto também, porque minha piroca estava fazendo um volume muito grande pra cima.
“Ei sr. Nando, eu também quero um beijo...” ouvir o tarado do Arthur falar, mas eu não soltei a boca do meu pai, e só continuei beijando ele de língua com mais intensidade agora, tanto que dava pra ver nossas línguas se chupando e caindo saliva de tão molhado que estavam nossas bocas.
Foda-se que mais alguém estava com a mão no meu pau, eu só queria saber do meu pai. Só que quando eu sentir 3 mãos na minha pica e bolas, eu sabia que o Arthur e Augusto iriam participar da minha primeira foda com meu pai. E caralho mano, algum deles desceu meu short e eu fiquei totalmente pelado agora. Aposto que tinha sido o Arthur, mas que se dane, foi gostoso quando ouvir o Augusto dizer com tesão na voz:
“Filho, você não devia chupar o pau de outro homem sem pedir permissão antes”
“Mmmhhm...” papai deve ter ouvido, que devagar se separou da minha boca.
Caralho, nossas bocas estavam cheias de trilhas de saliva e baba, e eu comecei a respirar mais forte porque sentir uma boca na minha rola, só pra ver o pervertido do Arthur me chupando na frente dos nossos pais.
“Tudo bem pra você Fernando?” o Augusto falou pro meu pai, como se desse a entender que ele precisava pedir permissão ao meu pai pra fazer o que iria fazer.
“Sim Augusto... você pode”
Então o Augusto desceu para mamar na minha pica junto do seu filho. E depois que o Arthur tirou minha piroca da boca, seu pai rapidamente engoliu meu pau enorme e começou a me mamar com força. Porra, eu estava pirando naquele boquete de pai e filho na minha pica dura e toda babada que quase esqueci de quem realmente importava pra mim ali.
“Aahh... pai! Eu quero o senhor... Aah caralho... tá chupando muito forte!”
Puta que pariu, esses putos sabiam como chupar numa piroca, e eu abrir mais as pernas enquanto eles devoravam minha rola com a boca. Mas eu queria o papai me chupando também, e eu olhei pra ele desesperado pra que me chupasse gostoso na pica. Mas daí o Arthur e Augusto pararam de me mamar e eu vi que os dois estavam se beijando de língua na minha frente e do meu pai.
Puta que pariu! Eu nunca achei que depois do meu pai, fosse ser tão gostoso ver outro pai e seu filho se lambendo na boca com tanta força. Eu consegui ver suas línguas entrando dentro da boca do outro e esses putos safados pareciam que eram acostumados a isso, porque eles iam fundo pra porra.
“Ei Felipe, olha pra mim...”
“Sim, pai...”
“Você quer foder o papai no cu? Porque eu quero sentar em você desde quando... nos beijamos”
Puta merda, se eu soubesse antes, teríamos fodido naquela hora! Minha piroca dura começou a babar pela cabeça do pau e eu nunca achei que fosse ouvir meu pai falar putaria assim, ainda mais na frente de outros caras. Mas que se foda, eu nem esperei ele vim pra cima do meu pau, que só fiz ele deitar de um lado da cama, e fiquei entre suas pernas pronto pra foder com a piroca na entrada do seu cu de macho peludo e delicioso. Eu tinha fantasiado tanto com o dia que ia trepar com o gostoso do meu próprio pai, que nem acreditava que teria o Augusto e Arthur pra testemunhar.
E como se eles imitassem a gente, eu vi o Augusto deitar do lado da cama e o Arthur se posicionando pra meter no próprio pai, enquanto cuspia na própria pica pra lubrificar. Foda-se, nossos pais iam ter o rabo arrombado e lotado de porra grossa esta noite.
“Ei Felipe...” eu estava pra meter no papai quando ouvi o Arthur me chamar, ainda com sua piroca dura prestes a meter no pai “Eu te falei que íamos transar, num falei?” e não sei porquê, mas ele me deu um beijo rápido na boca, e depois voltou sua atenção pro seu pai que parecia sedento pela piroca do próprio filho. Aquele puto safado.
Eu vi o Arthur começar a meter no Augusto e eu fiz igual no papai, mas antes de eu enfiar mais fundo pra foder pra valer, papai falou algo pra mim como se achasse que o Arthur fosse meu namorado, e eu respondi baixinho:
“Eu só quero o senhor como meu namorado, papai” e então enfiei a piroca no seu cu, e ele gemeu quando começamos a transar.
E puta que pariu mano, minha piroca estava toda babada quando comecei a foder meu pai, eu meti a rola no seu cu e eu sabia que o tarado do Arthur estava fazendo igual no Augusto, porque o Augusto era um puto safado que gemia alto toda vez que seu filho empurrava fundo.
“Aaahh isso filho! M-Mete mais fundo! Aaahh porra! Aahh!”
“Tá gostando pai? Seu puto safado! Oohh sim! Que delícia! Ooho!"
Caralho, eles eram barulhentos pra porra, e eu pensei em ir mais rápido no rabo do meu pai só pra fazê-lo gritar também, só que eu ele não tirava os olhos de mim, e eu me agarrei nele com força e nos beijamos de novo enquanto eu o fodia no rabo, empurrando minha piroca fundo no seu cu.
“Mmmhhmm!!!”
“Mmmhhhm!” puta que pariu, eu estava numa posição de acasalamento comendo o rabo do gostoso do meu pai!
Eu meti naquele cu mais rápido, forte, destruindo ele por completo enquanto minha língua afundava dentro da sua boca! O papai era peludo do jeito que eu gosto, aquele corpo musculoso de macho de meia idade me deixava puto de tesão! Eu continuei fodendo e fodendo, as vezes cuspindo na sua boca enquanto sentia minha piroca enorme entrando fundo naquele rabo apertado pra um caralho! Minha virilha estava até batendo contra a bunda do papai, e eu nem aí se ele ia ficar manco depois da nossa foda! Eu só meti e meti, várias e várias vezes.
O Augusto e Arthur estavam fodendo na mesma posição que a gente, mas fazendo bem mais barulho porque diferente de mim e do papai, eles não estavam se chupando de língua! Mas eu senti que eles tinham mudado de posição, e o Augusto ficou de 4 com seu filho atolando a pica no seu rabo, e ele gemendo igual um puto de esquina!
“Aahh... aaahh... Arthur mais d-devagar filho! Aahh! Aaaahh!!”
“Aguenta minha pica, pai! Seu p-putinho safado... eu sei que você gosta de quando eu enfio f-fundo no seu rabo! Oohh sim! Isso! Toma! Toma no cu, seu puto! Aaahh!!!”
Porra, o Arthur meteu e meteu, trepando gostoso com seu pai de 4, que acabou caindo de cara no travesseiro babando enquanto o Arthur erguia sua bunda e continuava estuprando seu cu com brutalidade, fazendo aquele barulho alto de sexo. Foi foda porque ele estava tratando o pai como o puto que era.
Eu estava metendo fundo no meu pai igual o Arthur no dele, e eu não queria largar sua boca, eu tinha que provar ele por inteiro, do cu a boca! Só que ele estava sendo brutalmente fodido no rabo, e acabou largando minha boca, e eu finalmente ouvir ele gemendo com o corpo todo suado, e o rosto mais molhado ainda, de suor e saliva.
“Aaahh! F-Felipe! Aahh! Aaahhh...”
“Pai! Oohh porra! Seu cu é uma delícia! Eu sempre... aaahh! Sempre quis foder esse seu rabo guloso! Caralho, o senhor tá engolindo toda a minha piroca!”
“F-Filho... aahh! Aaaahhh... Aaahh... Aaahhh... Sua r-rola... aaahh-- Nnnggh!!!”
Mas o puto gostoso do meu pai cerrou os dentes pela pressão que eu fiz no seu rabo, atolando fundo minha rola no seu cu guloso e ele revirar os olhos sentindo a cabeça da minha pica na sua barriga! Meu pai parecia um puto levando pica, e mano, eu nunca tinha visto ele assim, e foi gostoso pra um cacete! Os gemidos do Augusto e do meu pai ecoaram pelo quarto, e eu vi de lado o Arthur olhando pra gente enquanto ele não parava de maltratar o rabo do próprio pai.
O tarado do Arthur sorriu safado pra mim, e eu vi o Augusto vindo de encontro com meu pai e beijá-lo na boca, que meu pai o agarrou e ficaram se chupando de língua com gemidos abafados.
O barulho de sexo era alto, a cama estava rangendo, e o calor era demais! Nossos corpos suados e pegajosos, comigo e o Arthur fodendo com força nossos pais putos e gostosos levando pirocada no cu.
“Felipe, vem cá...” vi o Arthur me agarrando e me beijando de língua, enquanto nossos pais faziam o mesmo.
“Mmmhhhmm!”
“Mmmhhmm...”
“Mmmhm... Mmhhm...”
“P-Porra! Mmmhhm...” estava demais pra mim, era minha primeira vez fazendo sexo anal com um macho, e ele era o meu pai! Eu já tinha feito e recebido alguns boquetes antes, mas nada comparado com o rabo guloso e apertado do meu próprio pai!
O barulho das chupadas junto das nossas picas fodendo eles, foi demais pra mim! Eu estava suando tanto, a piroca tão dura, e eu só fiquei lá, batendo a pica no meu pai, maltratando seu rabo, prestes a gozar dentro do seu cu! Nós fizemos sexo sem camisinha, porra! Era sexo no pelo, e eu não podia está com mais tesão de ter sido com meu pai!
Caralho, ficamos mais um tempo trepando como animais, acasalando com nossos pais, e pelas pirocadas que o Arthur e eu estávamos metendo neles e seus gemidos altos de cachorro no cio, eu sabia que eles também iam gozar!
“Vai pai, goza pra mim seu puto! Aaahh sim! Isso, porra!”
“Aaahh! Aaahh! Arthur-- nnngggh!!”
O gostoso do Augusto estava todo mole do lado do meu pai, que também não parava de fazer caras e bocas sempre que eu penetrava forte e fundo, moldando seu cu no formato da minha pica enorme e grossa de macho! E caralho mano, só homem sabe a sensação deliciosa do leite vindo, e eu estava pra gozar, ia encher o rabo destruído do meu pai com porra quente! Mas foda-se, eu precisava dele tanto!
“Aahh... Aahhh Felipe... g-goza no papai, filho! Aaahh você tá me arrombando-- aaahhh! Aaahhh!”
“Pai! P-Porra, quero te encher com meu l-leite quente e grosso! Oohho caralho!” então eu voltei a deitar sobre ele, e foi quando eu vi do nosso lado que o Augusto também estava deitado com o filho lhe agarrando forte por trás, metendo nele sem parar, e eu sabia que o moleque também ia encher o pai de porra!
Éramos dois filhos tarados pelos pais putos, num sexo incestuoso e gostoso que somente a família poderia entender o quão delicioso e certo era toda essa foda suada! Foda-se qualquer um, eu amava o puto do meu pai e estava para encher ele!
“Caralho, pai! Tô gozando no seu cu!” eu urrei feito macho apertando ele com tanta força que deve ter ficado marca, eu senti meu corpo tremendo, e minhas bolas apertaram enquanto jorrava todo o leite pela ponta do meu pau, só pra ir direto no fundo do cu do papai! Eu só ouvia o papai gemendo feito animal sendo fodido, enquanto ele gozava entre nós dois com seu pau delicioso que eu pretendia chupar qualquer dia.
O Arthur estava babando no pai, com o próprio gozo enchendo ele!
Mano, nós 4 gememos tão alto com nosso leite vindo junto, e o cheiro de sexo e macho suado impregnou o quarto fechado! Parecia a porra de uma cena de filme pornô gay! Eu tinha gozado no meu pai, eu comi ele no rabo, destruir seu cu o arrombando e enchendo sua barriga com minha porra quente!
Eu não poderia está mais satisfeito.
“Aah... p-pai... aahh...” o Arthur gemia abafado e cansado por cima do pai, respirando cansado igual a mim por ter gozado tão forte.
Nossos pais estavam bem mais destruídos, parecia que a alma tinha saído dos seus corpos porque eles só respiravam exaustos com o rosto acabado e corpo mole. Puta que pariu, eu queria poder foder meu pai de novo, mas eu estava tão cansado, e ele mais destruído ainda. Tanto que ficamos uns 15 minutos recuperando as forças, apenas deitados juntos na cama molhada e quarto quente com cheiro de sexo.
Eu sorrir realizado pro meu pai, e o beijei na boca, lento e suave, completamente apaixonado por ele. A gente viu que o Arthur e Augusto estavam nos encarando, e eu fiquei tímido por está demonstrando tanto carinho após o sexo pro meu pai.
“P-Podem continuar, finjam que nem estamos aqui” o Augusto falou cansado, e o Arthur pareceu bem animado me vendo ser carinhoso com meu pai.
Algo me dizia que o Augusto e Arthur estavam gostando bastante de assistir, mas eles ainda não faziam ideia do que eu faria pelo meu coroa só pra tê-lo como meu homem. E isso eu teria que contar mais pra frente.

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