Tentação familiar 3 & 4
Logo depois voltei pro quarto e fiquei lá assistindo o vídeo. Acabei batendo uma. Mais tarde saí e vi que o meu tio já tinha ido embora. Minha mãe estava no quarto dormindo. Fui até a sala. Havia almofadas pelo chão, estava meio bagunçado. No chão ainda tinha pingos de porra. Voltei pro quarto e acabei dormindo.
Na manhã seguinte acordei e, ao descer, ela estava na cozinha usando um camisão. Dava pra notar que estava sem sutiã. Dei bom dia e ela respondeu. Perguntou que horas eu tinha chegado. Respondi que tarde. Passamos o dia cada um no seu canto, com poucas conversas.
No final da tarde meu pai apareceu. Ficamos na sala conversando os três. Ela agia naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Em certo momento deixei os dois a sós e fui pro quarto. Depois de um tempo voltei e não encontrei ninguém. Achei estranho ele ir embora sem falar comigo.
Foi então que ouvi um estalo alto. Subi e ouvi de novo. O barulho vinha do quarto dela. Me aproximei e ouvi claramente eles fodendo. Tentei abrir a porta, mas estava trancada.
Desci e vi o celular da minha mãe no braço do sofá. Eu sabia a senha. Desbloqueei, abri o WhatsApp e a primeira conversa era com o meu tio. Numa parte ele dizia pra ela dar pro meu pai, que ele estava fazendo pena e só vivia falando dela. Ela ria e respondia que ia dar uma chance, mas que só faria aquilo porque ele estava pedindo. Ou seja: ela estava dando pro meu pai só porque o meu tio mandou.
Olhei a galeria de fotos da conversa deles. Havia várias fotos dela nua mandadas pra ele. Minha mãe era uma puta… e puta submissa do meu tio.
Fechei a conversa, coloquei o celular de volta onde estava e voltei pro quarto. Quarenta minutos depois estava morrendo de fome e desci. Eles já estavam na cozinha. Conversamos enquanto eu comia. Era nítido que meu pai estava leve, aliviado.
Depois que jantei, não demorou e meu pai foi embora. Minha mãe foi pro quarto. Eu fiz o mesmo. Já nem sabia mais se queria que meu pai voltasse com ela. Se acontecesse, ele ia ser corno de novo.
Enquanto pensava nisso, peguei o celular de novo e voltei a assistir o vídeo dela com o meu tio. Fiquei revirando as cenas, a mamada, a gozada na cara, o momento em que ele meteu no cu dela… e quanto mais via, mais eu queria. Comecei a imaginar eu no lugar do meu tio, metendo nela, ouvindo ela gemer do mesmo jeito. O pau ficou duro de novo. Fiquei ali pensando se alguma hora teria chance de acontecer algo entre a gente… se ela, sendo tão puta e submissa, um dia topasse me dar também.
Fiquei com essa ideia martelando na cabeça até pegar no sono.
Parte 4
Na semana seguinte as coisas em casa foram tranquilas. Meu pai não apareceu, nem o meu tio. Foi assim até a sexta.
Na sexta à noite minha mãe saiu. Disse que ia encontrar umas amigas. Estava de vestido preto decotado. Linda… pra não dizer gostosa. Era por volta das nove quando ela saiu. Fiquei em casa jogando. O tempo passou rápido e, por volta das duas da manhã, ela chegou.
Ouvi a porta bater forte e saí pra ver. Ela já estava sentada no sofá tirando o salto. Era nítido que estava bêbada. Fui perguntar se precisava de ajuda. Ela sorriu e disse que estava bem. O cheiro de álcool tomava conta dela. Dava pra ver que os mamilos estavam quase pra fora do vestido.
Ela foi em direção à escada e eu fui junto, ajudando ela a subir. Levei até o quarto e a coloquei sentada na cama. Ela disse que ia tomar banho. Perguntei se queria minha ajuda em mais alguma coisa. Ela sorriu e disse que não.
Saí do quarto, deixando a porta encostada, e fiquei no corredor dando um tempo. Depois de uns cinco minutos abri de novo e vi a luz do banheiro acesa. Ouvi o chuveiro ligado. Fui até a porta do banheiro e olhei.
Ela estava nua embaixo do chuveiro. Caralho, como era gostosa. Meu pau começou a endurecer na hora. Ela se sentou no chão do box e ficou ali. Fiquei pensando no que fazer. Aquela noite podia ser a minha chance.
Saí do quarto e fiquei pensando. Foi quando escutei algo caindo. Voltei e entrei no banheiro perguntando se ela estava bem. Ainda sentada no chão, ela disse que sim e me pediu pra ajudar a levantar. Desliguei o chuveiro e a segurei por trás, levantando ela. A bunda dela encostou em mim. Meu tesão só aumentou.
Fui ajudando ela a sair do box. Peguei a toalha e comecei a enxugar. Comecei pela cabeça. Naquele momento aproveitei pra olhar os seios dela. Os bicos estavam durinhos. Quando desci a toalha pra enxugar os peitos, ela virou de costas pra mim. Enxuguei sem ver, mas pude sentir. Eram macios. Meu pau latejava dentro do short.
Desci a toalha até a barriga. A partir dali ela já começou a querer se enxugar sozinha, mas eu continuei. Toquei na buceta dela por cima da toalha. Meu tesão aumentou ainda mais. Notei que ela se encostou no meu peito e a respiração dela estava ofegante. Meu pau já encoxava ela e ela mexia o quadril sutilmente. Enquanto uma das minhas mãos tocava a bucetinha por cima da toalha, a outra apertava um dos peitos.
Foi aí que ouvi ela sussurrar:
— Me leva pra cama…
Naquele momento não sabia se ia conseguir o que queria ou se aquilo ia parar. Enrolei ela na toalha e fui levando até a cama. Ela se sentou. Com um pouco de medo eu disse:
— Eu já vou…
Quando me virei pra sair, ela falou:
— Filho… dorme aqui.
Aquele pedido foi música pros meus ouvidos.
— Tem certeza, mãe?
Ela puxou o lençol, deitou de costas pra mim e disse:
— Apaga a luz.
Logo em seguida tirou a toalha, deixando à vista a bela bunda. Apaguei a luz. No ato de loucura, antes de deitar ao lado dela, tirei o short. Deitei de barriga pra cima no primeiro momento. Logo ela falou:
— Me abraça, filho…
Senti meu coração disparar. Virei de lado e meu pau encostou na bunda dela. Abracei. Ela já mexeu o quadril, fazendo meu pau ficar entre as pernas dela. Segurou meu braço que a abraçava e, sutilmente, continuou mexendo o quadril contra mim.
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