#Bissexual #Incesto #Teen #Traições

Recebi a Herança do meu sogro, mas, antes a maldição da minha ex esposa.

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Junior Rosa

Aqui se trata do tempo que vivi com minha primeira esposa, e quando ainda pensava em ser feliz ...

Deixa eu me apresentar primeiro, sou o Júnior Rosa, em 95, aos 18, comecei a namorar com uma garota perfeita, maravilhosa, gostosa, exuberante, sexy, talentosa e acima de tudo, me amava da mesma maneira.

Nosso encontro as deu, na praia onde a mãe dela tinha um quiosque, foi amor à primeira vista, ela trabalhando e eu curtindo aquele verão, eu estava acompanhando de amigos e amigas de escola, tinha acabado de jurar bandeira e serviria no quartel, um sonho meu e dos meus pais, ambos militares.

Nos apresentaram, gostei da mãe dela e ela de mim, estava tudo indo muito bem, começamos a conversar que quando percebemos já era muito tarde, e ali mesmo no quiosque, ela com 14, nós rendemos aos beijos, tínhamos combinado com os pais dela que trancariamos o quiosque e esperaríamos o guarda noturno.

Já era 19h e nada do guarda aparecer, e começou a chover, a princípio uma garoa e depois uma torrente, a praia já escura e deserta, nós ali nos beijando ainda, ela mais baixa do que eu, seus seios colados em mim, podia sentir seus bicos duros e pequenos furarem a blusa e o sutiã do biquíni, intumescidos pelo frio e pelo tesão.

Eu descia minha mão entre suas pernas, ela as fechava, apertava sua bunda por cima do short que ela estava, ela se apertava em mim, beijava sua boca, seu pescoço e até o começo do colo de seus seios.

Ela com as mãos em volta da minha cintura, me apertava e após um tempo assim, passou a apertar meu pau por cima da bermuda, e por fim, por dentro, segurando diretamente meu membro, duro e pulsante na mão dela, ela tirou para fora e ficou admirando por algum tempo, ao meu ouvido me disse que nunca tinha feito e nunca tinha visto a não ser dos irmãos, 2 no caso.

Deixei ela segurar por um tempo, e ajudei ela a movimentar numa punheta ritmada, coloquei minha mão dentro de sua roupa, tive uma dificuldade devido ao biquíni ser mais apertado, mas, consegui, e quando a toquei o grelo, e passei no meio de sua racha, ela vibrou.

Não largou meu pau, enquanto ela em mim e eu nela, nos masturbando, até que ela gozou primeiro ficando mole, não se mantendo em pé, segurei ela mais forte e gozei também em sua mão, ficamos assim e voltamos a nos beijar, bem a tempo de ver o guarda chegando de bike e a chuva passando, nos arrumamos e saímos.

Eu tinha um Escort XR3 que tinha acabado de ganhar dos meus pais, a levei para casa, ela me indicando onde morava, chegando com certo receio por nunca ter estado naquela vila, estacionei o carro na esquina e descemos.

A casa dela era de esquina, com dois lotes, e um sobrado em cima dos dois lotes, no lado da esquina, havia o portão que dava acesso tanto ao sobrado quanto ao lote que era uma casa deles, depois o bar/mercearia e depois o segundo lote, onde tinha a casa deles de aluguel.

Entrando no bar e notei que haviam vários homens no local, bebendo, conversando sobre jogo e ouvindo músicas numa jukebox, como ela entrou primeiro senti os olhos deles correndo pelo corpo dela, só agora sob a luz intensa, que a roupa molhada colava em seu corpo, marcando sua silhueta e seus contornos, pude notar que na nossa bolinação acabei deixando o short mais baixo, que aparecia a lateral da calcinha.

Conforme ela passava pelas mesas, os homens mexiam com ela, davam tapa em sua bunda, um até pediu para ela sentar com eles ou no colo dele, não entendi direito, mas, ela foi até o balcão, onde estava seu irmão mais velho, quando ela percebeu que eu tinha ficado para trás, e até pensei em ir embora, ela se virou e voltou e me puxou pela mão.

Me apresentou formalmente ao seu irmão, que logo puxou um copo e me serviu uma cerveja, pude reparar que o olhar dos homens tinha mudado, senti raiva e inveja, quando o irmão dela Ricardo, falou em bom e alto tom, me chamando de cunhado.

Ficamos ali bebendo eu e ele, e sempre que ela se mexia, ficava mais e mais sexy, exalando sensualidade, depois de uns minutos apareceu duas mulheres e meu sogro, já havia descansado e passaria até a madrugada no bar, ele entrou e mandou que ela fosse para dentro, tomasse banho, se trocasse, e mandou eu me despedir dela ali mesmo.

Nos despedimos no portão com um beijo longo, e vi seu irmão chegando, dei um tchau e antes de entrar no carro, vi o irmão dela segurar na sua cintura e entrarem no portão, fiquei ainda um tempo estacionado, e notei que a mãe dela também desceu e entrou no bar, tinham umas 10 pessoas lá dentro quando meu sogro abaixou a porta.

Achei estranho, mas, me retirei, já era tarde, meus pais estariam preocupados e achei que era um amor de verão, mas, ainda queria ve-la mais e mais, tanto que no dia seguinte, fui tentar encontrá-la no quiosque, ela não estava trabalhando e sim na areia, tomando sol.

Consegui encontrá-la, deitada, com uma biquíni lindo, meio cavado, mas, bem comportado, que deixava sua racha bem exposta, seu capô de Fusca visível e lindo, e pela idade e por eu já ter sentido com meus dedos, sem pêlos ainda.

Ficamos ali conversando, entramos na água, e foi maravilhoso, mais uma tarde e começo de noite com ela, pedi ela oficialmente em namoro, que foi aceito, mas, com a condição de não atrapalhar os estudos dela e não fazer nada que a desabonasse perante a sociedade, dei minha palavra, mas, isto não evitaria os toques e beijos mais safados entre as gente.

Comecei meu serviço militar, quarentena, quartel, serviço de guarda e estudo, no aniversário dela de 17 anos, casamos, véu e grinalda, cerimônia militar, tudo que a minha princesa merecia, ela tinha inclusive conquistado os meus pais, coisa rara, devido ao local em que ela morava.

Nossa lua de mel foi dada pelo meu tio, de quinta a domingo em Campos de Jordão, bem no centrinho, quarto de frente, cama de casal, piscina aquecida, massagem…um paraíso para um casal.

Nossa primeira noite de amor, foi fantástica, vestida com uma lingerie linda e sexy, carnes duras, com sua pele escura, para um tom mais negro, deixava a calcinha em muita evidência, só que ela pediu que a gente começasse nossa relação no chuveiro, percebi que poderia ser devido a sua virgindade, que ela teria medo de sangrar e passar vergonha, tentei acalma-la, mas, ela rebolando seguiu em direção ao chuveiro.

Ela abriu e entrou de lingerie e tudo, se molhando, depois percebi que nunca a tinha visto inteiramente nua em momento algum, e ali, também não, ela me puxou pelo braço, e começamos a nos beijar, finalmente fui tirando suas peças, sutiã primeiro, água correndo em seu corpo, depois sua calcinha e pude ver em toda sua extensão aquele linda buceta.

Cai de boca, chupei e lambi, enquanto ela enfiava os dedos em meus cabelos, quando ela parecia que iria gozar, me puxou, me deu um beijo mais gostoso possível, segurou em meu pau, e colocou entre suas pernas, onde em um único movimento a penetrei, primeiro lentamente, mas, ela mesma começou a se mexer, chocando sua vulva contra meu pau, cada vez mais forte e fundo dentro dela.

Por fim, gozou e estremeceu, estava em orgasmo, eu gozei também, ela não me deixou olhar para baixo, provavelmente para não ver o sangue que deve ter saído dela, se lavou, me lavou e saiu… ligou a banheira de espuma e entrou me convidando, e ali depois de um tempo, metemos novamente, ela de quatro e eu metendo nela.

Ela me pedia para ser mais forte e até mais violento, pediu que puxasse seu cabelo, e assim eu fiz e tentei por em seu cuzinho, em um rápido movimento, senti entrar sem esforço e quando ela percebeu puxou a bunda e com a mão tirou, deu um grito de dor e ficou tensa, sem me olhar… quando me olhou, tava com cara de choro e assustada, pedi mil desculpas, e brochei na hora.

Saímos do chuveiro e durante os dias restantes não rolou sexo, me senti muito mal, e descontei tudo levando ela para comprar e passear.

Voltamos e tínhamos combinado que moraríamos em um dos apartamentos da minha família, mas, em preferiu que fossemos morar com os pais dela, então ficamos assim, eu ficava no quartel durante a semana e fim de semana passava com ela nos pais, resolvemos de vez irmos morar lá, o que desagradou minha família e acabamos rompendo.

Agora com idade, minha esposa começou a ficar também no bar, e ganhava seu dinheiro, ficava até a hora que o pai assumia, era assim o acordo,

Em 99 aconteceu uma coisa que mudou minha vida, um amigo meu de infância, foi me procurar na minha casa, depois que falou com meus pais, a gente se afastou e nunca contei para eles o porque, deveria ter contato, ele estava preso por tráfico de drogas, mas, era boa pinta e musculoso, quando ele foi lá a primeira vez, nada perguntou, só ficou bebendo e se divertindo.

Na segunda vez, começou a criar confiança no meu sogro, na minha esposa e até no meu cunhado, no fim de semana, era só eu e minha esposa, saíamos para o cinema e passeio, entra vamos em casa e transavamos, era uma gozada e ela ia se lavar e voltava, comíamos um lanche e íamos dormir.

Um dia fazendo a barba de manhã, notei alguns remédios para relaxamento muscular e calmantes, achei que deveria ser dela para aguentar o som que vinha do bar a noite, deixei para lá.

Nesta semana que deveria estar de serviço, peguei umas semanas de bônus, por um serviço extra, então informado somente a noite voltei, estacionei longe de casa, em uma área coberta e fui a pé, ao chegar no bar, entrei pelo portão lateral ao invés de passar pela frente do bar, queria fazer um surpresa para minha esposa, era dia dela no bar.

Mas, já perto do portal ouvi que a voz que vinha do balcão era do meu cunhado, e não dela, entrei pelo portão e fui em direção a minha casa nós fundos, passei por trás do bar, e pelo corredor que dá na minha garagem, comecei a ouvir barulhos na janela do meu quarto que dava para a garagem, voltei e subi para a casa de cima, lá dentro tem aquelas escadas em caracol.

Desci por ela, ela dá na minha área de serviço, mas pontas dos pés, chegando passando pelo meu banheiro, já conseguia ver meu quarto, era tipo, sala e quarto juntos, só com um muro de 1.50 dividindo, e lá estava minha esposa de quatro, sendo comida por este meu amigo… ele metia nela com força, dava tapas na bunda e socos nas costelas dela, que o barulho era alto, e ela gritava pedindo para ele meter tudo, que queria pica de verdade, que desde o primeiro dia queria sentir o pau dele dentro dela, arrombando com gosto, porque tinha que ficar mentindo para mim, que nem me sentia.

Falou que tava gozando e que era para ele gozar no cu dela, que ela sempre gostou e dava desde nova o cuzinho, que no bar ela era o tira gosto do homens pela grana certa, mas, para ele, ela daria de graça, ela falava isto enquanto ele metia em seu cu, ficava revezando entre buceta e cu.

Ele a xingava de vagabunda, perguntando se era sempre que alguém comia ela, ela arfando falando que sim, que teve que esconder de mim que já era arrombada desde quando namorávamos, que o primeiro foi o próprio irmão, que a fez beber e meteu nela.

Que quando eu estava em casa, colocava remédios na minhas bebidas e comidas, que quando eu dormia ela ia dar para alguém, ia de saia ou vestido, sem calcinha, ficava se exibindo, dançava com um e outro, escolhi o cara, o irmão recebia o pagamento entrava em nossa garagem, ficava de quatro e se deixava penetrar, deixava gozar dentro, e se tivesse outro fazia a mesma coisa, confirmou enquanto era socada e entrava em êxtase que já teve 4 metendo nela, um após o outro, os quatro eram meus amigos do quartel.

Ele me chamou de corno e informou que ia gozar, ela falou que queira ver o rosto dele gozando, tirou o pau dele, virou de barriga para cima, e pediu para ele meter no cu dela assim, para arrombar mais, porque eu não notaria mesmo, e ela queria ver o sorriso dele enquanto jorrava sua porra no cu dela.

E assim ele fez, ficou metendo até gozar, encheu o cu dela de porra, e ela fechou as pernas em volta do corpo dela…. A está hora, eu já tinha batido uma, e quando olho para o meu lado, lá estava o irmão mais novo dela, também olhando para eles e para mim em silêncio.

Enquanto eles continuavam lá, abraçados, ela resolveu chupar ele, ele em pé em cima da cama, ela ajoelhada no colchão, pensei que ela teria nojo, porra, cu, sei lá….mas, não, ela abriu a boca e começou a limpar a porra do pau dele, para minha surpresa estava sem cheiro e nem sinal de fezes… ela tinha limpado antes imaginei.

Ela lá chupando ele, o pau dele voltando a crescer, o meu também, meu cunhadinho ao meu lado, como ela tinha a altura da minha barriga, e desci minha mão até seu pintinho, estava durinho, dei uma mexida e ele tocou o meu, foi o suficiente para que eu encostasse sua boca em mim e fizesse me chupar, e o menino tinha prática…. Me chupava o tronco do pau, a cabeça e meu saco, tinha muita prática mesmo, gozei, e ele para minha surpresa engoliu, sem derramar uma gota.

Ele ainda apoiou as mãos nos pés, ficando totalmente de quatro e pude ver que ali já não tinha pregas, mesmo com meu pau meio mole, enfiei nele, segurando seu pintinho e masturbando ele, vi que saia o líquido, que ainda não era sêmen, caiu na minha mão e passei na boca dele… gozei novamente bem na hora que ouço ela dando o último grito, porque ele já metia com ela de pernas levantadas, ele dizendo que iria engravidar ela e eu teria que criar o filho dele como se fosse meu… e ela concordando já em orgasmo…

E ficaram deitados nus, ele acendeu um baseado e encheu o ambiente daquela fumaça, acabaram dormindo juntos e sujos.

Enquanto eu olhava para meu cunhado, que parecia estar muito feliz, aí notei que ele não usava cueca e sim um calcinha fio dental, ele me pediu um beijo na boca e eu dei, chupei sua língua com meu gosto ainda nela.

Pedi para ele segredo e ele falou que era só eu dar um dinheiro para ele, concordei e falei que ele não me tinha visto, que ele concordou também, voltei pelas escadas e saindo voltei ao carro, a porta do bar já estava fechada, do jeito que sempre ficava, fui dormir no carro.

Fui acordado pelo barulho do caminhão do lixo, saí com o carro e fui em direção a outro bairro tomar um café em uma padaria de uns conhecidos, cheguei em casa às 10h, imaginando que daria tempo do meu amigo sair da minha cama, chegando lá, me surpreendi com ambas tomando tomando café, com um papinho que ele tinha chegado pouco tempo antes me procurando, mal sabia ele que eu tinha visto tudo.

Tomei novamente café com eles e os deixei ali conversando normalmente, para ir tomar um banho, ao entrar no banheiro, me deparei com a calcinha dela, pendurada no registro do chuveiro, ainda molhada e duas toalhas úmidas, então tinha acabado de tomar banho, e não a muito tempo.

Peguei a calcinha dela, cheirei, estava limpa, sem o aroma de sexo que imaginei, enrolei ela no meu pau e comecei a bater uma, lembrei da noite passada, e meu pensamento foi até meu cunhado com a calcinha enfiada, não sei o que se passou exatamente pela minha cabeça, vesti a calcinha dela, coube e mim, apertando meu pau, terminei enfiando ela na minha bunda… gozei sentindo o pano roçar meu cu, meu pau escapava da parte da frente da calcinha, melei o chão.

Fiquei me olhando no espelho de corpo inteiro do banheiro, gostei de me ver, gostei da sensação, peguei o sabonete, que escorregou, ao me abaixar, senti o pano entrando mais ainda, realmente, a sensação foi fantástica, olhando pelo reflexo, pude ver um ou dois flash, me assustei, retirei a calcinha muito rápido que acabei partindo a lateral.

Terminando meu banho, passei com a toalha úmida que estava no banheiro para o quarto, e me troquei, voltei e ficamos conversando até a hora do café da tarde, avisei a ela em algum momento que estaria uns dias em casa, e vi o semblante de ambas se alterar.

A noite fomos ao bar, e bebemos algumas cervejas, nos despedimos e eu e ela entramos, com minhas folgas ela também tirou folgas do bar, forçadamente pela minha sogra e sogro, meu cunhado mais velho que não gostou, teria que trabalhar o dobro para compensar.

Naquela noite com cervejas na cabeça, entramos em casa e já fomos nos tocando, ela abaixou meu bermuda, mesmo com meu pau cheirando a mijo, me chupou, me lambeu, mas ela não abaixou minha cueca e eu por outro lado, deixei ela nua, virei ela de costas, e não percebi que estávamos na porta da frente, enquanto metia nela, a rua ainda estava movimentada, ela gemia, o que chamou a atenção de uns homens que estavam no bar, pude vê-los nos olhando, mas, ela por estar de quatro, com a cabeça totalmente abaixada não, gozei… levantei e virei ela de costas para a rua, enquanto a beijava, abria suas nádegas, puxei ela para dentro e bati a porta…

Fomos dormir nus, ela com minha porra na buceta e eu descoberto, quando sinto uma boca me chupando, não poderia ser ela, olho e era meu cunhadinho novamente, peguei em seu pintinho, conforme ele ia me chupando, ia também puxando minhas pernas para fora da cama, quando eu estava somente com minhas costas na cama, ele cruzou um perna minha sobre a outra, percebi que ele queria que eu virasse de bunda para cima, facilitei, ficando de quatro, ele abriu minha bunda, cuspido em meu cuzinho virgem e colocou sua piroquinha em mim, por ser pequena, foi tranquilo, mas, bem excitante, já dentro de mim, bombou umas 7 vezes e gozou.

Me lambeu o cu e depois saiu do quarto, tão silenciosamente quanto entrou, agora era eu e ela cheios de porra, adormeci…..

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