#Bissexual #Corno #Traições #Voyeur

Fora da Rota, Dentro da Cama - PARTE 7

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Lopedrinhofm

Bruno estava com a expressão séria, já imaginei uma nova demissão, mas ele começou:
- Você me desrespeitou muito ontem, fazendo a Camila me ligar e a Luana dar em cima de mim
- Desculpa, isso não vai se repetir, mas você há de concordar comigo que uma pessoa perfeita demais deve esconder algumas coisas, eu desconfiei
- Não sou perfeito, mas traição é uma coisa que eu não cometo, nem a Camila, tudo que estamos fazendo até agora tem sido bem conversado entre ela e eu
- Eu admiro que vocês tenham esse diálogo tão aberto, se a Luana descobre que eu to ficando com a Camila... ela me mata
- A Luana vai descobrir, cedo ou tarde vai ter algum vacilo de mensagem, foto, vídeo, por isso era bom ela saber
- Ela não vai aceitar, a Luana e eu estamos nos apegando pra valer dessa vez
- Mas eu não quero que depois ela apareça por aqui xingando a Camila, resolve isso antes que nos dê problema!
- Certo... vou ver um jeito de falar com ela
- Tudo bem, por hoje você está dispensado, a Camila e eu vamos ter que sair, a loja vai estar fechada hoje, só vou terminar algumas coisas
- Aconteceu alguma coisa?
- Não exatamente... a Sabrina não vendeu a casa e o carro a tempo, nós vamos lá ver como estão as coisas, levar o carro dela pra um rapaz que o Felipe indicou, e deixar as chaves com um corretor
- Querem ajuda em algo?
- Não... eu precisava fazer uns receituários, mas quando eu chegar eu faço
- E se eu levar a Camila?
- Você tá querendo é comer ela, né?
- To... mas você podia passar na minha casa também, a Luana está sozinha
- Sem a Camila saber não rola
- Então fala com ela agora... vê se ela deixa
Bruno ligou pra Camila na mesma hora e pôs no auto falante:
- Amor? O que acha de ir com o Kaique?
- Seria... interessante, mas por que?
- Assim eu terminaria os receituários e teria a tarde toda livre
- E o que ia fazer durante a tarde?
- O Kaique me ofereceu uma troca... ele sai com você, e eu com a Luana, estou pedindo sua opinião antes de aceitar...
- É desconfortável pra mim... mas eu aceito, é uma troca justa
- Não vai gerar briga entre nós?
- Não... hoje não, mas depois conversamos melhor sobre novas trocas assim, essa eu vou deixar passar.
Eles conversaram mais um pouco, e ao invés de estar excitado eu estava entristecido, eu ofereci a Luana "por educação", não era pra eles terem aceitado, agora eu tinha que falar com Luana que estaria sozinho com a Camila na casa da Sabrina o dia inteiro... e isso poderia gerar uma discussão enorme.
Peguei o celular com as mãos suando e antes que eu digitasse qualquer mensagem Bruno disse:
- Fala nada não... finge estar trabalhando, a Luana gosta muito de você, vou mentir pra ela só dessa vez, vou falar que aceito ficar com ela, que vou mentir pra vocês que vou visitar um cliente, e falo que você ficou aqui e que hoje tem muitas entregas
Eu concordei... seria melhor assim, fui buscar a Camila e fomos rapidamente para a casa da Sabrina, quando entramos, Camila olhou em volta e disse:
- Eu jamais trocaria uma estabilidade dessas pra viver a loucura que ela está fazendo...
- A Sabrina gosta deles né... ela foi viver o que sempre quis, fora que o Felipe pode dar do bom e do melhor pra ela, essa casa deve ser nada pra ela
- Esse é o problema de quem é acostumado a ter tudo de mão beijada... o Bruno e eu estamos lutando tanto pra comprar nossa casa
- Espera... a casa de vocês é alugada? Eu pensei que fosse de vocês
- Sim... é alugada, eu pensei até em falar com a Sabrina e irmos pagando essa pra ela, mas ela não aceitaria, acho que ela quer vender por um valor muito alto
- E a casa do Felipe?
- Eu acho que ele já vendeu, não falou nada com a gente, mas se aqui eu acho caro, imagina lá
- É... mas não custa nada perguntar, mas vocês se mudariam pra cá? Agora que conseguiram a loja...
- Eu mudaria... essa loucura da Zona Leste tá acabando comigo, espera aí, a Sabrina tá me ligando.
Camila atendeu a Sabrina e mostrou algumas coisas da casa por vídeo, tinha alguns móveis, poucos, Sabrina disse:
- Esses eletrodomésticos e talheres, coloca no carro e pode levar tudo pra você
Camila arregalou os olhos para mim como quem dizia: "Que carro, se viemos de moto?"
Por fim, acabamos pedindo um Lalamove para levar as coisas que a Sabrina deu pra ela, foi engraçado ter que passar por isso, meus planos de transar com a Camila estava quase indo pro ralo pois não tínhamos tempo, nem cama... se bem que eu não me importo de foder em pé, mas o corretor chegou rápido, deixamos as chaves explicando para ele tudo que a Sabrina pediu, peguei o carro da Sabrina e fui até o endereço que tínhamos, chamei um uber de volta apenas para pegar a moto, com medo dela ter sido roubada pois deixei na calçada, mas estava lá, nessa altura tínhamos resolvido tudo, mas não tínhamos fodido ainda... eu tinha um dinheiro comigo que dava para um motel, mas Luana sabia desse dinheiro e certamente tinha planos pra ele, foi quando o meu celular e o de Camila vibrou, era o mesmo vídeo... a rola de Bruno na cara da Luana com ela pelada chupando, Camila assistiu ali na calçada, sorrindo, enquanto o ciúmes batia forte em mim, ela me olhou e disse:
- Tá com ciúmes?
- Não... quer dizer, sim... é estranho, não consigo aceitar ser corno
- É apenas uma troca entre amigos
- Não sei... às vezes me bate umas inseguranças me comparando com o Bruno, e se a Luana gostar mais dele?
- A grama do vizinho sempre é mais verde. O Bruno é todo inseguro com você também, isso é besteira, não se apega nisso
- Ele é inseguro comigo? Não parece
- É sim... ele fica triste quando eu dou pra você, diz que você fode com vontade, que você me domina muito, fora outras coisas
- E agora, pra onde nós vamos? Se formos pra sua casa, até chegarmos o Bruno já está lá
- Pera aí, a Sabrina tá me ligando de novo.
Camila atendeu no ouvido dessa vez, me olhou com um sorriso malicioso, quando desligou disse:
- Temos um lugar perfeito, vamos lá na casa do Felipe.
- Fazer o que lá?
- O Felipe deixou a chave em um mercadinho na rua da casa dele, nós vamos lá apenas para pegar um chuveiro...
Fomos sorrindo, pegamos a chave e entramos, a casa estamos totalmente vazia, dando para ouvir os ecos de nossos passos, Camila ligou por vídeo para Sabrina:
- Qual dos chuveiros? Todos os banheiros ainda estão com chuveiro.
- Os dos banheiros pode deixar, ele já vendeu a casa, não faz sentido tirar, mas lá embaixo, no quintal dos fundos tem um quartinho, ele guardava algumas ferramentas lá, ficou um chuveiro, o comprador não quis, pode pegar, se tiver mais alguma coisa lá, pode levar também
Camila e eu descemos, abrimos o quartinho e todas as prateleiras estavam vazias, só havia mesmo uma caixa grande de um chuveiro top, Camila pegou com brilho nos olhos.
- Nossa... eu sempre quis ter um chuveiro assim, olha isso!
Eu me aproximei para ver, envolvendo minha mão em sua cintura, Camila se virou e me beijou, eu tirei minha camisa ali mesmo, mas ela me puxou pela mão me levando para dentro da casa, e no meio de mais beijos nós nos despíamos procurando o lugar ideal para não foder no chão gelado, o tesão estava grande, subimos as escadas nus, largando as roupas na parte de baixo, nós paramos no corredor, onde dava menos ecos, e havia um tapete, que nos serviria como cama, eu pedi que Camila ficasse de quatro, abri sua bunda para chupá-la mas ela reclamou:
- Fode logo, to morrendo de vontade.
Meti meu pau dentro dela, a bucetinha encharcada, quente, Camila jogava o corpo contra mim, os estalos ecoavam ligeiramente, depois de alguns minutos eu me deitei no chão, ela segurou seu pau e guiou até sua buceta, e começou a sentar com força, Camila jogou o cabelo para trás num movimento rápido com a cabeça, me olhou nos olhos e disse de modo bem safado:
- Eu amo sentar em você!
Eu apertei a bunda dela com muita vontade, e naquela hora eu percebi que estava entrando num momento perigoso, eu estava me apaixonando por Camila, não falei nada, continuei ali, aproveitando aquele bucetinha deliciosa, foi quando Camila se deu conta:
- Meu celular! Ficou lá embaixo, precisamos gravar pro Bruno.
Descemos as escadas pelados, pegamos o celular dela e gravamos o melhor pornô caseiro que você pode imaginar.
Quando terminamos, estávamos cansados, ofegantes, suados, e resolvemos tomar um banho, não havia toalha para se secar, não tinha um rodo para puxar a água, mas não nos importávamos, afinal, quem iria usar a casa naquele dia?
Tomamos um banho e ficamos pelados nos fundos para secar mais rápido tomando um sol, estávamos sem nenhum pudor, peguei meu celular apenas para ver as mensagens e pra minha surpresa tinha mensagem do Felipe, olhei em volta e vi câmeras e alguns lugares, eu nem tinha percebido, será que ele tinha visto? Abri seu áudio com a mão tremendo, coloquei no ouvido para poupar a Camila de qualquer constrangimento.
"Kaique, estou tentando ligar pro Bruno mas ele não atende e nem respondeu minhas mensagens, se por acaso você vê-lo, pede pra ele me retornar"
Respondi aliviado, mas ainda cismado se as câmeras tinham nos pegado, Camila e eu nos olhávamos pelados e riamos, com desejo, e começamos a nos beijar como quem queria começar de novo, até nos assustarmos com a campainha tocando, me vesti apressadamente e fui atender, pensei que pudesse ser o dono do mercadinho, ou alguém que não soubesse que o Felipe havia ido embora. Quando abri o portão vi uma moça bonita, cacheada...
- Oi?!
- Oi... eu me chamo Marina, você é amigo do Felipe?
- Não exatamente, mas conheço ele, ele se mudou...
- Eu sei... eu preciso falar com ele, o rapaz do mercado me disse que te encontraria aqui, você pode só dar um recado a ele?
- Posso...
- Diz pra ele que eu perdi o número dele, pra ele me mandar mensagem, ele deve ter meu número, fala que ele vai ser pai
- Pai? O Felipe... você?
- Não... não sou eu que estou grávida dele, ainda bem! Ele vai saber quem é
Só balancei a cabeça concordando, e assim que eu entrei liguei imediatamente pro Felipe, Camila me olhou e disse:
- O que aconteceu que você tá com essa cara?
- Acho que tem alguém querendo estragar o trisal do Felipe.
Felipe me atendeu:
- Oi
- Felipe? Você tá sozinho?
- Sim, to na rua
- Veio uma moça aqui te procurar, se chama Marina
- O que ela queria?
- Ela pediu pra você entrar em contato com ela que ela perdeu seu número, disse que você vai ser pai
- Pai? De novo essa história? Espera... não era o Bruno que estava na minha casa?
- É uma longa história... o Bruno está na minha casa, mas isso é o menos importante agora, ela disse que o filho não é dela, é de outra pessoa
- Não pode ser... tá bom... tá bom, eu vou resolver isso, obrigado
Desligou rapidamente, Camila e eu nos olhávamos processando aquela informação, ajeitamos tudo que precisávamos e fomos embora, quando chegamos Bruno já havia chegado em casa, contamos para ele e ele respirando fundo disse:
- Isso é mais uma invenção da Marina, ela já mentiu sobre isso uma vez, ela não pode ver o Felipe feliz, quer ver que ela vai fazer ele voltar pro Brasil só pra uma porra de um teste de dna?
Eu fui pra casa preocupado com isso, mas quando entrei, Luana me esperava de calcinha e sutiã, deitada, com um sorriso malicioso, assim que ela me viu ela disse:
- Meu corninho chegou!
- Corninho o caralho, me respeita!
- Vem! Vem ver o que seu chefinho fez com sua mulher
- Pode parar, não me trata que nem corno manso não
Fui tirando a roupa, meu pau estava duraço, comecei a chupar a buceta dela, estava inchada, ela gemia se esfregando em mim, quando a penetrei parecia que tudo estava mais sensível, ela arfou me arranhando nas costas e disse:
- Aiiii, issoo, fooode, hmmm, o Bruno fodeu tão gostoso! Quer saber como foi?
- Conta aí - meu coração batia forte, eu estava enciumado, mas estava sentindo um tesão absurdo naquele momento, um conflito comigo mesmo
- Aaaaah, ele... ele... hmmm, ele me fodeu com vontade! Que rola gostosa! Aiii... ele pôs na ponta cama e... e meteu tanto, foi difícil aguentar ele sozinha, ele apertou meu pescoço e fodeu com força!
- Ele apertou seu pescoço? Vou falar com ele!
- Fala... aiii, fala que eu ameei, hummm
- Ele te agrediu e você gostou?
- Ele não agrediu... ele só, aiii, ele só me tratou como uma putinha, hmmmm
- Era pra ele ter te tratado bem!
- Ele me tratou bem, aiiii, melhor tratamento impossível!
A buceta da Luana melava meu pau, ela estava com muita vontade, trocamos de posição, ela começou a cavalgar me contando detalhadamente o que Bruno fez com ela, eu parei aos poucos de sentir ciúmes e comecei a imaginar, foi quando ela pegou o celular me mostrando um vídeo dela sentando naquela pica... eu virei um animal, a agarrei e a fodi com todas as minhas forças, gozei fartamente, ficamos ali deitados, ofegantes, cansados, tomamos um banho assim que recuperamos um pouco de energia, a noite foi comum... no dia seguinte, saí para trabalhar, mas no meio do caminho fui cercado por duas motos, apontaram uma arma pra mim e me roubaram:
- Perdeu! Perdeu! Passa a moto, caralho! Vai filho da puta!
Entreguei a moto e o capacete, por sorte não roubaram mais nada, saíram rapidamente, naquela adrenalina eu não sabia o que fazer, só saí dali o mais rápido possível, caminhei até um comércio mais próximo e liguei pro Bruno, ele me encontrou, me levou até a delegacia pra fazer B.O, mas minha moto não tinha seguro, seria muita sorte recuperá-la, Bruno me deu folga para eu ficar tranquilo naquele dia, Luana e eu ficamos mal, pensativos, um vazio no peito, e assim continuou por quase 1 semana sem trabalhar, e sem notícias da moto, eu não podia ficar sem trabalhar... Bruno me pagava mesmo assim, mas eu precisava resolver, então ele me chamou na gráfica para conversarmos, eu fui...
- Kaique, como está suas condições para comprar uma moto?
- Sinceramente eu to com nome sujo, uma usada os caras querem dinheiro à vista e eu não tenho agora
- Se eu tirar uma no meu nome, você paga certinho?
- Não era uma dívida que eu queria ter agora, nem me estabilizei, mas pago sim, não posso ficar sem trabalhar
- Vamos lá na concessionária
Fomos... escolhemos uma moto comum, até melhor do que a que eu tinha, aprovaram tudo e pediram entrada, Bruno e eu não tínhamos o valor, não era algo tão exorbitante, mas é aquela coisa, a loja dele estava num novo começo, ele tinha dívidas altas, pensávamos no que fazer, Bruno cogitou pegar um empréstimo no banco, mas me olhou e disse:
- Você acha melhor um empréstimo ou eu falo com o Felipe? Com o Felipe não tem juros...
- Já to devendo o Felipe, acho que o ideal é empréstimo mesmo
- Eu falo que é pra mim... pode deixar
Bruno ligou, ligou e ligou, e nada do Felipe atender, foi então que ele decidiu fazer um empréstimo no banco, assinou todos os papéis necessários, para minha surpresa liberaram a moto na mesma hora, eu estava feliz com isso, agradeci muito o Bruno, saindo da concessionária ele me disse:
- A primeira é dia 20 do mês que vem
- Beleza, vai dar certo
Fomos pra gráfica, ele no carro dele, e eu na moto, comecei a fazer as entregas outra vez, no final do expediente, Camila estava lá, ela me olhou sorrindo e disse:
- Não vai me levar pra dar uma volta na nova moto?
- Vamos!
Camila e eu demos uma volta pelo bairro, não cortei de giro, não empinei, não fiz nada, mas foi eu virar a esquina, recebi ordem de parada de uma viatura, parei a moto, e os policiais trataram Camila e eu como dois idiotas, apontando a arma, tomando a chave e mandando nós dois encostarmos na parede, fizeram aquelas perguntas normais, e as mais escrotas possíveis, me revistaram e revistaram a Camila, na Camila o policial passou muito a mão, até em cima da sua buceta pela calça, Camila nunca tinha passado por isso, o policial batia a mão em várias partes e sempre voltava na buceta, umas três vezes foi assim, minha raiva subia, mas me mantive firme, eles me liberaram ao ver que estava tudo certo, me desculpei com Camila embora não tivesse controle sobre isso, e ela timidamente só pediu para voltar para a loja.
Quando entramos, Bruno estava conversando no telefone com Felipe, a conversa estava séria, Camila e eu fomos pros fundos e ela ainda envergonhada por ter sido assediada conversava comigo sobre o enquadro que tomamos, aos poucos começamos a rir da situação, foi quando Bruno veio falar com a gente.
Bruno: O Felipe tá fodido
Camila: O que aconteceu?
Bruno: Esse negócio dele sair fodendo todo mundo... lembra que ele tava com uma Julia?
Camila: Lembro
Eu: Quem é Julia?
Bruno: Ex-namorada dele
Eu: Porra, quantas ex ele tem?
Camila: Que eu saiba, quatro
Bruno: Enfim... parece que antes dele ir pros Estados Unidos, a Júlia pediu uma despedida... ele aceitou, e agora ela tá dizendo que tá grávida
Camila: Mas ela não tava noiva?
Bruno: Tava, mas não deu certo... o Felipe foi o único que ela se relacionou nos últimos tempos
Camila: Puta que pariu... e a Sabrina?
Bruno: Ela entendeu... foi antes dela decidir ir embora com eles, ela não tinha nada haver...
Camila: A Sabrina precisa ser estudada, se fosse eu estava surtada! Ele vai vir fazer o teste de DNA?
Bruno: Ele disse que vai fazer... mas que nem precisa, que confia na Julia, só vai fazer pra ter certeza, disse que vai vir em alguns meses, até lá vai dar todo suporte pra ela
Camila: Espero que isso não estrague o que eles estão vivendo
Bruno: Também espero...
Nesse clima pesado, fechamos a loja, fui embora pra casa e quando cheguei, Luana estava toda arrumada.
- Oi amor... vamos dar uma voltinha na nova moto?
Olhei... Luana estava com shortinho curto, um top curtinho, bem piranha, mas bem gostosa! Saímos, depois de algumas voltas chegamos em casa e fodemos loucamente, jantamos e passamos a noite bem, até que deitamos para dormir e Luana se deitou em meu peito...
- Você gostou de eu ter ficado com o Bruno?
- Eu senti ciúmes pra falar a verdade
- Eu percebi... mas eu gostei muito de ficar com ele, eu... queria ter algo fixo...
- Não to preparado pra isso, principalmente com meu chefe, ele te foder e eu ter que ver ele depois não é legal
- Pensa com carinho...
- Vamos ver
Luana foi percorrendo a mão na minha barriga até descer pro meu pau, ela tirou pra fora e começou a me punhetar, estava gostoso, mas ela não saia disso, até pegar o celular e colocar um vídeo de gangbang, enquanto assistíamos ela me punhetava e dizia baixinho:
- Meu fetiche é isso... ser arrombada desse jeito por um monte de homens
- Para com isso... isso é coisa de vagabunda
- Eu gosto de ser vagabunda... me sentir desejada, vai falar que você não gostaria de uma suruba dessas
- Gostaria, mas não com minha mulher
- Ciumento... tá... não vou insistir nisso
- Você nem aguenta rola nesse cuzinho e tá querendo gangbang
- Não aguento mesmo... mas numa dessas aqui a dor faz parte do prazer
- Para com essa conversa, Luana! Porra... me respeita
Luana mordeu minha orelha e disse baixinho:
- Você quer é que eu me comporte igual a Camila, né? Você é louco pela mulher do seu chefe, mas você gosta de ter uma putinha igual eu.
Ela sussurrando isso, o vídeo, e me punhetando, acabou me dando um tesão do caralho, ela colocou o celular de lado sem tirar do vídeo, deixando o barulho, os gemidos rolando, subiu na minha rola, apontou na entrada do cuzinho e começou a forçar, ela me olhava nos olhos e dizia:
- A Camila pode ser gostosa, mas ela é comportada demais pra você, aiii, você quer uma puta pra foder, não quer? Então me faz de puta!
Eu abri suas nádegas enquanto ela tentava descer, Luana encaixou o cuzinho com dor, mas continuou descendo, colocou as mãos no meu peito e disse:
- Eu só to pedindo rola, e você tá me negando! Deixa vai... deixa eu dar a bucetinha pro seu chefe, o cuzinho é só seu, aiiii
- Não vai dar pra ninguém!
Luana afundou o cu até a base do meu pau, parou para relaxar enquanto se tremia levemente e disse:
- Por favor, amor... deixa? Eu quero tanto... aiii...
Comecei a me mover devagar no cuzinho dela, estava quase me convencendo pelo tesão, mas relutando.
- Não porra. Seja fiel a mim! Quando rolar uma troca você dá pra ele, não sou otário pra ser corno manso.
Luana começou a rebolar o cuzinho na minha pica, abaixou enterrando o rosto do meu lado e gemia baixinho, um gemido de dor, e disse:
- Aiii meu cuzinho... por favor... por favor... deixa?
- Só mais uma vez!
Ela se ergueu e começou a quicar com força, ela suava e olhava para cima tentando aguentar mas continuava sentando rápido.
- Vou te convencer a ser meu corninho!
- Para!
- Melhor pedir, do que trair, igual você tá fazendo...
Ela disse isso e continuou quicando.
- Do que você tá falando?
- Você pode apagar os vídeos que faz... mas esqueceu de apagar algumas conversas, eu já sei que você tá fodendo a Camila, eu vi mensagem entre vocês, aiiii
- E por que não me falou nada?
- Hmmmm, aiiii, aiii, não tinha pra que falar... - Luana pegou em meu queijo, se inclinou e olhou nos meus olhos - mas eu não vou perder pra ela, fode meu cu com vontade!
Comecei a foder com força, arrombando ela com muita vontade! Luana se entregou completamente, não demorou muito pra eu encher seu cu de porra, ela se deitou de bruços e o cu fazia barulhinhos com o esperma, enquanto isso fui ao banheiro pegar papel pra limpá-la, ela se empinou enquanto eu limpava seu cuzinho olhando o estrago feito, Luana se rebolava enquanto eu passava o papel e dizia:
- Você já comeu o cuzinho dela assim?
- Assim ainda não
- Filho da puta! Tá me fazendo de corna e não quer autorizar eu a dar pro chefinho
- Para com isso... arruma outro, menos o Bruno
- Posso mesmo?
- Pode... desde que não seja esses nóias que você se envolvia
- Vou arrumar um bem bonito, pode deixar
- Não traz pra minha cama! Faz favor.
Ela só sorriu, e eu fiquei pensando se estava fazendo a coisa certa, parte de mim não queria o Bruno, outra parte não queria qualquer outra pessoa, mas Luana já sabia da Camila esse tempo todo e não disse nada... então achei justo ela transar com alguém da sua escolha.
No dia seguinte fui trabalhar e não tinha luz na loja... Bruno estava louco tentando entender o que estava acontecendo, Camila acabou indo embora pois não tinha nada que ela pudesse fazer, Bruno e eu começamos a procurar algum fio solto, cheiro de queimado ou problemas na caixa de energia, ele ligou na companhia de energia e informaram que um técnico iria no mesmo dia, então ficamos ali, esperando, foi quando eu acabei decidindo contar pra ele que Luana sabia da Camila e que me pediu pra ter alguém fixo pra ela.
- Eu topo tranquilamente, acho que sabemos separar bem o profissional dessas coisas
- Eu tenho ciúmes pra caralho... não fiquei confortável te vendo no dia que você comeu ela
- No começo eu ficava do mesmo jeito quando você comia a Camila, agora que eu to me acostumando...
- Eu acho estranho... ficar com a Camila
- Por que? Não está bom?
- Está ótimo, mas é que... você tem loja, tem carro, uma casa da hora, fora que você é... é... dotado, o que a Camila viu em mim?
- É o gosto de ter alguém diferente, você é confiável, e transa bem, bens materiais eu posso dar, mas o sexo não tem nada haver com o tamanho da rola, ela gosta de ter alguém diferente
- Já a Luana ficou o tempo todo falando de você... do seu... do seu tamanho
- Ela gostou né? É bom ser dotado por isso, a parte ruim é o anal
- Como assim?
- As meninas reclamam no anal, não aguentam muito, só quem me aguentou tranquilo foi a Sabrina e o Pedro
- O Pedro... caralho, ele tá acostumado né? O Felipe é roludo pra porra...
- É, o Felipe tem uma pica gostosa demais!
- Qual foi? Tá de viadagem?
- Vai falar que você não acha?
- Não, porra, vou achar homem gostoso?
- Tu vive olhando pra minha pica!
- Na hora da suruba não tem como não ver, mas falar que o Felipe tem pica gostosa é muita viadagem
- Viadagem ou não eu acho o Felipe um cara atraente, e ele ser roludo é da hora, combina com o estilo dele
- É... nessa parte eu concordo, ele é um cara da hora, a presença dele impõe masculinidade
- É... a Camila ficou louca com ele
- Você não ficou com ciúmes?
- Com ele não... eu sinceramente amei ver a Camila sendo destruída por aquela rola
- Tu gosta de ver rola né? Caralho, Bruno, não esperava isso de você
- Opa... calma... acho bonito sim, mas não sou passivinho não, gostei mesmo foi do cuzinho do Pedro
- Ele foi gostoso mesmo, nunca pensei que foderia um homem
- Eu também... mas pensando bem, não é tão ruim assim
- Quem sabe quando o Felipe voltar, ele não dá o cuzinho pra gente
- Acho difícil... mas to com uma vontade enorme de comer um homem
- Vish! A conversa tá piorando cada vez mais
Bruno me olhou fixamente e perguntou sem nenhuma vergonha:
- Não quer provar minha rola não?
- Sai fora! Vem com viadagem não, para com isso.
Meu pau endureceu, mas eu mantinha a pose e sentia minha respiração ficando pesada.
Bruno se levantou e disse firme:
- Você olha pra minha rola com vontade, dá pra ver sua boca enchendo de água! Vai negar?
- O Bruno, vai tomar no seu cu, porra! Tá me tirando? Eu vou embora.
- Você não vai a lugar nenhum!
Bruno começou a abrir a calça, eu deveria ter levantado, mas travei, rapidamente ele botou o pau pra fora, dando algumas punhetadas e veio na minha direção.
- Você não gosta de olhar? Olha aqui! Olha minha rola.
Fiquei olhando fixamente, desviei o olhar com vergonha mas logo voltei a olhar.
- Guarda essa porra, a gente vai brigar
- Vou guardar sim, na sua boquinha
Bruno veio devagar apontando a pica na minha cara, eu ainda sem muita reação virei o rosto, meus punhos se fechavam, mas Bruno não parou, bateu a cabeça do pau na minha bochecha e eu senti o melado na minha pele.
- Caralho, que nojo! Tira essa porra daqui.
- Se você não tivesse gostando já tinha levantado da cadeira, agora abre a boquinha e mama vai...
Eu me virei, encarando aquela cabeça enorme de frente... olhei pro Bruno... depois pro pau, e abri a boca sem jeito, comecei a chupá-lo, em uns três segundos eu tirei a boca...
- Chega! Não to gostando dessa viadagem!
- Tá sim...
Bruno pegou em meu rosto me voltando para sua pica, guiou até minha boca e eu comecei a chupá-lo, aos poucos eu já conseguia colocar mais na boca, não cheguei nem na metade, ele deu algumas bombadas mas eu senti uma ânsia, então ele parou deixando que eu ditasse o ritmo, comecei a lambê-lo com uma certa vontade, até que criei coragem para segurar sua rola, e entre as chupadas eu o punhetava, Bruno gemia, me olhando nos olhos, eu tirei meu pau pra fora e comecei a me punhetar enquanto o chupava, estava uma delícia.
Bruno pegou minha mão me ajudando a levantar, virou meu corpo e disse:
- Vamos ver se você aguenta rola!
Eu me voltei rapidamente.
- Não mano... a mamada beleza, mas dar o cu é muita viadagem
Bruno me agarrou pela cintura, nossos corpos se colaram, pau com pau, eu respirei fundo e senti meu corpo estremecer, ele sussurrou no meu ouvido baixinho:
- Ninguém vai saber que você deu pro seu chefe, agora empina esse rabinho
Me virei obedecendo totalmente submisso a ele, Bruno passou o pau no meu cu... era estranho, eu sabia que iria sofrer, mas o desejava, tentei dar o cu do jeito mais hétero possível, não empinei, e evitava rebolar, mas quando ele foi entrando, doeu, inclinei o corpo pra frente e ele travou meus braços.
- Não faz isso mano... tá doendo
- Você acostuma! Não gosta de comer minha mulher? Vai gostar de me dar também
- Não porra... aiii... aiiiii caraaaalho
Bruno entrou, não enfiou tudo, mas me prendia enquanto metia um vai e vem lento, meu cu doía muito, mas eu não conseguia me mover para sair dele, ele estava me arrombando aos poucos, e disse:
- Relaxa... se você não relaxar vai doer mais
Tentei relaxar, e depois de longos minutos que mais pareciam tortura, comecei a sentir um prazer diferente de todos que já senti na vida... estava gostoso, Bruno metia cada vez mais rápido e enfiava mais da sua rola, depois de muito tempo ele conseguiu socar tudo, e com força, filmou para me mostrar como judiava do meu cu, até jorrar dentro, eu fiquei ali ofegante, com o cuzinho cheio de porra, corri no banheiro e não parava de soltar o leite dele de dentro de mim, tinha um pouco de sangue, mas eu estava sorrindo sozinho por ter aguentado o Bruno, quando saí do banheiro ele me disse:
- Caralho, que cuzinho gostoso!
- Não acostuma não, nunca mais vou fazer isso...
- Vai sim, você gostou
- Essa porra deixou um vazio aqui... aii...
- Disfarça hein?! Ninguém pode saber
- Porra... to todo dolorido
Bruno ria, com ar de quem tinha feito um bom trabalho, eu não queria ficar pra trás então soltei:
- Você podia me mamar também, retribuir o que eu fiz
- Tira essa porra pra fora!
Me surpreendi, não esperava que ele fosse aceitar, meu pau endureceu na hora, Bruno se ajoelhou em minha frente e me chupou, depois de alguns minutos eu já sentia vontade de gozar mas falei:
- Dá o cuzinho pra mim?
- Não... a fêmea aqui é você!
- Tá de tiração? Fêmea?
Bruno riu e voltou a chupar, depois de alguns minutos gozei em sua boca, ele engoliu tudo, depois se sentou de volta na cadeira dele, tranquilo, como se nada tivesse acontecido.
- Que porra foi essa de me chamar de fêmea?
Bruno olhou de canto de olho e disse:
- Relaxa... não vamos discutir por isso
O técnico chegou na hora e constatou que o problema vinha do poste, e só seria resolvido em umas 48h, então fomos embora, em casa eu sentia meu cu arrombado, disfarcei ao máximo para Luana não descobrir, ela veio com o celular e disse:
- Achei meu comedor.

O QUE ESTÃO ACHANDO DESSA SAGA? COMO IMAGINAM OS PERSOAGENS? VOU RESPONDER TODOS OS COMENTÁRIOS

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Vidanacabana-: Saudades da Sabrina. Em vez de ele deixar só o Bruno comer a Luana ele foi liberar pra outro

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