#Assédio #Teen #Virgem #Voyeur

Leo o irmãzinho do meu namorado

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lodive0

Depois de uma brincadeira idiota do namorado Vitória se ver sendo obrigada a transar com o irmão mais novo do namorado

Capítulo 1

Vitória ajustou a bolsa no ombro enquanto subia a escada do prédio de Lucas. Vinte anos, uma namorada paciente, um namorado que às vezes parecia ter menos maturidade que o próprio irmão mais novo. Ela suspirou, lembrando da mensagem que ele tinha enviado mais cedo: "Preciso de você hoje. Vou gravar um vídeo novo."

Lucas tinha 25 anos, mas o entusiasmo dele por se tornar famoso na internet muitas vezes beirava o infantil. Ele gravava de tudo — pegadinhas, desafios, reacts. Na opinião dela, a maioria era bem idiota. Mas ela estava ali. Sempre estava.

A porta estava entreaberta. Ela entrou sem bater.

— Lucas?

— Shhh, vem cá.

Ele a puxou para dentro do quarto e fechou a porta. Os olhos dele brilhavam com a excitação de quem acabava de ter uma ideia que considerava genial.

— Tive uma ideia incrível para o canal — ele disse, a voz baixa e rápida. — Vai bombar, Vic. Vai ser o vídeo mais visto do meu canal.

Ela cruzou os braços, já desconfiada. — Qual é a ideia?
— Vou fazer uma pegadinha com o Léo.

— Ah, Lucas — ela suspirou, passando a mão pelo rosto. — Você sabe que o seu irmão fica uma fera quando você mete ele nessas brincadeiras. A última vez ele não falou com você por uma semana.

— Mas essa é muito boa, sério — ele insistiu, os olhos brilhando. — Escuta.

— O que seria?

— A gente vai para a sala, assistir aquele filme novo que ele quer muito ver. Vou comprar pizza, refrigerante... e vou colocar Viagra no copo dele.

Vitória congelou.

— O quê?!

— Calma — ele falou, já rindo da própria ideia. — Só um comprimido, não vai fazer mal. Quando o remédio fizer efeito, a gente começa a se pegar bem do lado dele. O garoto vai ter uma ereção. Vai ser hilário. Imagina a cara dele tentando esconder.

— Lucas, isso é maldade! Você ia gostar se fizessem isso com você? Além disso ele é praticamente uma criança mau é um adolescente isso pode dar problema— ela cruzou os braços, a testa franzida.

— Não vai ser hilário, vai ser constrangedor pra ele. E ele vai descobrir. No final, você vai se sentir mal e eu que vou ter que lidar com o irmão bravo.

— Não vai — ele disse, a voz mais baixa, mais próxima. Os dedos dele encontraram os ombros dela, massageando devagar. — Ele te acha uma gostosa. Você é bonita, ele já falou isso uma vez. Vai ser engraçado, e no final a gente conta, ele ri, todo mundo ri.

Vitória sentiu a mão dele nos ombros, a pressão suave, o jeito como ele sempre conseguia fazê-la ceder. Mas dessa vez ela segurou firme.

— Não, eu não vou participar disso.

Lucas inclinou a cabeça, o olhar mudando. O sorriso ainda estava ali, mas mais macio agora, quase um pedido.

— Vic, eu preciso da sua ajuda. Sério. Você é a única pessoa que pode fazer isso. Você é linda, ele vai prestar atenção em você. Se fosse outra pessoa, não funcionaria.

— Não me elogia pra me convencer.

— Não é elogio, é verdade. — Ele deu um passo à frente, as mãos descendo para os braços dela, afagando a pele. — Você é a pessoa mais bonita que eu conheço. E ele já reparou em você, eu sei. Ele já disse.

Vitória sentiu o calor subir. A mão dele ainda estava nela.

— Não sei, Lucas.

— Vai ser só uma brincadeira. A gente não vai deixar nada acontecer de verdade. Só uma provocação. Depois a gente conta pra ele, ele vai rir.

Ele a puxou para mais perto, o corpo encostando no dela.

— E você pode me ajudar a deixar a cena mais realista. Vou te dar uma camisa, uma calcinha, você fica confortável. Ele vai olhar, vai ficar duro, e a gente vai ter a melhor risada.

Ela não respondeu.

Lucas soltou a mão dela e foi até o armário. Abriu a porta e puxou uma camisa do time de futebol favorito dele — grande, vermelha, do tamanho dele. Ele estendeu a camisa na frente dela.

— Veste isso aqui. E uma calcinha. Só isso. Ele não vai conseguir desviar o olhar.

Vitória olhou para a camisa nas mãos dele. Depois para ele.

Ela sabia que ia se arrepender.

— Por que você não faz um vídeo normal, Lucas? Por que tem que ser assim?

— As pessoas adoram esse tipo de conteúdo. Conteúdo que mexe com o proibido, com a tensão. Eu sei que você não entende, mas isso dá visualização.

— Você quer usar o meu corpo pra ganhar visualização? — a voz dela saiu mais baixa, mais cortante.

— Não é usar, é... é incluir você no que eu faço. Eu quero que você esteja comigo nisso. Que a gente construa isso junto. — Ele se aproximou, as mãos nos ombros dela. — Você é a pessoa mais bonita que eu conheço, Vic. E eu sei que as pessoas vão clicar no vídeo por você. Por nós. Por essa química que a gente tem.

— E o Léo? — ela insistiu. — Ele não pediu pra participar disso.

— O Léo vai se divertir. No final, a gente conta que era pegadinha, ele ri, todo mundo ri. Não vai machucar ninguém. — Ele passou a mão no braço dela, um toque lento, persuasivo. — Eu só quero que você confie em mim. Eu sei o que tô fazendo. E você fica tão linda assim... o vídeo vai ser perfeito.

Vitória sentiu o calor subir pelo corpo. A mão dele ainda deslizava pelo braço, subindo até o ombro, e ele a puxou mais para perto, a testa encostando na dela.

— Você confia em mim, não confia?

Ela fechou os olhos por um segundo.

— Confio.

— Então veste a camisa. — ele sussurrou. — Vai ser incrível.

Vitória suspirou e se trocou.

A camisa do time era grande, vermelha, caía até o meio das coxas. O tecido largo escondia os seios, mas marcava a curva dos mamilos quando ela se movia. Por baixo, apenas uma calcinha de algodão que os olhos de Lucas já tinham percorrido antes mesmo dela terminar de vestir.

Os dois foram para a sala.

Lucas preparou o cenário com uma energia quase infantil, os olhos brilhando enquanto escondia câmeras em pontos estratégicos — atrás da estante, no canto da TV, em cima do armário. Queria vários ângulos. Queria capturar cada reação.

A pizza já estava sobre a mesa, ainda quente, e os copos de refrigerante estavam servidos. Lucas pegou um deles, olhou para a garrafa de coca-cola que tinha ao lado, e deixou um comprimido se dissolver no líquido escuro. O sorriso dele era de um moleque travesso.

— Pronto — ele disse. — Agora é só esperar.

O interfone tocou. Léo.

Ele subiu, entrou com o corpo ainda tenso da rua, os olhos percorrendo a sala já arrumada, a pizza na mesa, os refrigerantes esperando. A mãe tinha mandado ele cedo, e ele já estava no clima do filme.

— Ei, galera! — ele entrou, a voz alegre.

E então ele viu Vitória.

O sorriso vacilou. Os olhos dele percorreram o corpo magro dela, a camisa que mal cobria as coxas, os seios empinados sem sutiã marcando o tecido, as pernas nuas à mostra. O cabelo loiro escuro dela caía sobre os ombros, e ela sorriu, um sorriso que não sabia se era confortável ou provocador.

— Oi, Vic — ele disse, a voz mais baixa, quase tímida.

— Oi, Léo — ela respondeu, chamando-o para perto. — Vem, senta aqui do meu lado. A gente vai assistir o filme juntos.

Léo foi. Sentou-se ao lado dela, o corpo rígido como se não soubesse onde colocar as mãos. Ele sentiu o calor do corpo dela, o cheiro do perfume, a proximidade que fazia o sangue subir.

Lucas pegou o copo preparado.

— Aqui, Léo. Toma o seu refrigerante — ele disse, estendendo o copo com um sorriso que só Vitória reconheceu.

O garoto pegou o copo, levou à boca, bebeu um gole.

— Tá bom? — Lucas perguntou, o olhar atento.

— Bom — Léo respondeu, sem desconfiar de nada.

Vitória sentiu o estômago se contrair. O jogo tinha começado.

Lucas puxou Vitória para o colo.

O movimento foi rápido, confiante. As mãos dele encontraram a cintura dela, e ela se acomodou sobre as pernas dele, sentindo o calor do corpo dele contra o dela. Ele inclinou o rosto e a beijou.

A boca de Lucas encontrou a dela com uma fome ensaiada. A língua invadiu a boca de Vitória, deslizando contra a dela num ritmo que parecia projetado para a câmera. Ele beijava como quem sabia que estava sendo filmado, mas a mão dele percorria o corpo dela com uma urgência que ia além da performance.

Os dedos dele deslizaram pela coxa, empurrando a barra da camisa para cima. O tecido vermelho subiu devagar, revelando a pele branca da perna, a curva do quadril, a calcinha de algodão que mal cobria o necessário.

Vitória tentou relaxar, mas o corpo de Léo ao lado a deixava tensa. Ela sentia o calor irradiando dele, a presença silenciosa, a forma como ele tentava não olhar mas não conseguia desviar.

Ela nunca tinha dito em voz alta, mas já tinha pensado no irmão mais novo mais vezes do que gostaria de admitir. Não sabia o que a atraía tanto a personalidade mais tímida e doce, o jeito como ele corava quando ela passava, a aparência mais jovem de menino, o ar de inexperiência que a fazia querer corromper.

Há algumas semanas, ela o tinha flagrado. A porta do quarto dele estava entreaberta, e ela viu. A mão dele no pau, o ritmo rápido, os olhos fechados. O pau era menor, mas a visão a deixou com um tesão que ela não esperava. Ela ficou parada ali, olhando, sentindo o corpo esquentar, a calcinha molhar.

Agora, ela estava montada no colo do namorado, e pensar no irmão a deixou molhada de novo.

Os dedos de Lucas apertaram a coxa dela, a mão subindo para a cintura, puxando-a contra ele. A camisa subiu completamente, expondo a calcinha branca, o tecido fino que mal cobria a buceta. A luz da sala refletia na umidade que começava a marcar o algodão.

Vitória gemeu na boca de Lucas. Não era só pelo beijo. Era pelo que ela sentia, pelo que pensava, pelo corpo de Léo ali, tão perto, tão vulnerável.

Lucas deslizou a mão para dentro da calcinha, os dedos encontrando a umidade.

— Já tá molhadinha — ele sussurrou contra os lábios dela, alto o suficiente para ser capturado pelo áudio.

Vitória sentiu o corpo de Léo se mexer ao lado. Ele bebeu mais um gole do refrigerante, e ela viu o pomo de Adão dele descer. O remédio já começava a fazer efeito.

Os dedos de Lucas continuaram se movendo, e ela se deixou levar. O corpo de Léo ao lado, o filme passando despercebido, a mão do namorado entre as pernas e a respiração do garoto ficando mais pesada.

Vitória beijava o namorado quando escutou um gemido vindo do mais novo.

Ela virou o rosto para o lado e viu Léo. Ele estava quase pálido, o rosto contraído numa expressão de nervosismo que ela nunca tinha visto nele. As mãos dele cobriam o pau, pressionando o tecido do short como se tentasse esconder a ereção que já era visível, mesmo contida.

— Léo, você tá bem? — ela perguntou, a voz saindo preocupada.

O menino apenas balançou a cabeça para cima e para baixo, mas os olhos dele estavam vidrados em algum ponto distante. A respiração era curta, os ombros subindo e descendo de forma irregular.

— Léo! — ela saiu de cima do namorado e foi até o garoto, ajoelhando-se na frente dele. As mãos dela encontraram os ombros dele, sentindo o tremor que percorria o corpo magro.

— Tá tudo bem, amigão? — Lucas perguntou atrás dela, a voz ainda carregada de riso.

— Para de ser idiota, Lucas! — Vitória virou a cabeça e cravou os olhos no namorado. — Ele tá tremendo! Vai fazer alguma coisa!

— O que você quer que eu faça? Ele tá de pau duro! — Lucas riu de novo, como se aquilo fosse a melhor piada do mundo.

— CALA A BOCA E VAI BUSCAR ÁGUA! SAIA DAQUI!

Lucas obedeceu, o riso ainda escapando enquanto saía da sala. A porta se fechou atrás dele, e o silêncio caiu entre Vitória e Léo.

Ela virou-se para ele novamente.

— Ei, Léo, tá tudo bem. Não precisa ter vergonha.

Os olhos dele desviaram para os seios dela, marcando o tecido fino da camisa. Por um segundo, o olhar ficou preso ali. Depois, ele desviou, corando.

— Respira, tá bom? — a voz dela era macia, calma, como quem fala com um animal assustado. — Só precisa se acalmar.

Ela colocou a mão no peito dele. Sentiu o coração acelerado sob a palma, o calor do corpo dele, a respiração curta que tentava se ajustar ao ritmo que ela guiava.

— Isso… você tá indo bem. Respira comigo.

A mão dela desceu lentamente, acariciando a barriga dele. O tecido da camiseta era fino, e ela sentiu o músculo da barriga dele se contraído sob os dedos. O corpo dele tremeu ao toque.

— Tá tudo bem — ela sussurrou. — Eu vou te ajudar.

Afastou as mãos dele da ereção. O short de futebol marcava o volume, pequeno mas evidente, a cabecinha pressionando o tecido, o pau durinho e ansioso sob a mão dela.

Léo prendeu a respiração.

Vitória sentiu o peso, a textura, o calor que emanava. Seus dedos envolveram o membro por cima do tecido. Ele era menor que o de Lucas, mas isso não importava. A forma como ele se encaixava na mão dela era perfeita.

A respiração do garoto vacilou.

Ela começou a massagear, círculos lentos sobre o tecido. A mão deslizava de cima para baixo, sentindo o pau endurecer mais, se esticar, a cabecinha pressionando o short. A pele sob o tecido estava quente, o sangue pulsando, e Léo gemeu baixo, os olhos se fechando.

— Aqui que tá doendo? — ela perguntou, a voz ainda macia.

Ele balançou a cabeça, sem conseguir falar.

Vitória continuou, os dedos apertando, deslizando, sentindo cada centímetro, cada movimento do pau duro sob o tecido.

O corpo do garoto se arqueou.

— Só confia em mim.

A voz dela era baixa, quase um sopro, mas tinha uma firmeza que fazia Léo prender a respiração. Ele não sabia o que estava acontecendo, não sabia por que o corpo dele tremia, por que o coração batia tão forte que ele conseguia ouvir o sangue nas orelhas. Mas quando os dedos dela encontraram a borda do short e puxaram o tecido para baixo, ele não quis que parasse.

O pau dele ficou livre, exposto sob a luz da sala.

Léo sentiu o ar tocar a pele, o frio do ambiente contrastando com o calor que subia do próprio corpo. A mão de Vitória não se moveu imediatamente. Ela apenas olhou, os olhos percorrendo a extensão do membro, a pele rosada e lisa, a cabecinha já brilhando com uma gota de excitação.

— Ele é tão lindo — ela murmurou, e a voz saiu carregada, como se o corpo dela tivesse sido tomado por um desejo que ela não conseguia mais controlar. — Eu vou cuidar muito bem dele.

O toque veio devagar. O dedo dela percorreu a extensão do pau, acariciando a pele macia, deslizando pela haste como quem explora um território novo. Léo sentiu cada centímetro daquele toque como se fosse a primeira vez que alguém o tocava. Porque era a primeira vez.

Ela era mais velha, experiente. A namorada do irmão. A mulher que ele fantasiava nas noites solitárias, que aparecia nos sonhos molhados que ele tinha vergonha de admitir. E agora ela estava ali, com a mão no pau dele, e ele sentia o corpo tremer de um jeito que nunca tinha sentido antes.

A mão de Vitória apertou o membro, os dedos envolvendo a extensão, sentindo o calor, a pulsação. Ela começou a se mover, movimentos lentos e precisos, subindo e descendo pelo comprimento. A sensação era nova, intensa, avassaladora.

O corpo de Léo se arqueou. Os quadris se moveram em direção à mão dela, o pau se contraindo a cada toque, a respiração saindo em gemidos que ele não conseguia controlar.

— Tá melhor? — ela perguntou, a voz ainda macia.

— Sim — ele respondeu, a voz falhando. — Sim.

Vitória sentia o corpo dela arder, a calcinha grudando na pele molhada, o clitóris pulsando a cada gemido do garoto. Ela nunca tinha sentido aquela fome antes, aquela necessidade de tocar, de explorar, de sentir o corpo jovem e inexperiente responder ao toque dela. Era diferente de Lucas. Era mais puro, mais novo, mais vulnerável.

Ela era a primeira. A primeira mulher a tocar aquele corpo. A primeira a ver aquele pau endurecer, a primeira a ouvir aqueles gemidos.

E ela queria mais.

A mão dela acelerou o ritmo, os dedos apertando, deslizando mais rápido. Léo gemeu mais alto, o corpo se arqueando, a respiração falhando. Ele nunca tinha sentido nada tão bom.

— Que porra é essa?

A voz de Lucas cortou o ar.

Vitória levantou os olhos. Ele estava parado na porta, o copo d'água na mão, os olhos fixos na mão dela no pau do irmão.

— O que você tá fazendo?

— Consertando sua merda — ela respondeu, a voz fria, sem parar o movimento.

Léo congelou. O corpo ficou rígido, os olhos arregalados, mas ele não se moveu. A mão de Vitória continuava em seu pau, e a sensação era tão boa que ele não conseguia pedir para ela parar.

— Batendo punheta para esse moleque? — Lucas perguntou, a voz indignada, os olhos fixos na mão dela no pau do irmão.

— Sim, Lucas — ela respondeu, a voz fria, sem desviar o olhar do garoto. — Porque a ideia de dar Viagra para ele foi sua. Agora cala a boca, ou você sai, ou só senta e assiste.

Ela não olhou para ele. Não se importava se ele ficava ou não. Tudo o que importava era o garoto ali, ofegante e trêmulo, com o corpo entregue. A fome crescia e não havia nada que pudesse fazê-la parar.

Léo sentiu a respiração falhar quando ela inclinou o rosto, os lábios tão perto que ele sentiu o ar quente escorrer pela pele sensível.

— Tá gostoso? — a voz dela era doce, quase maternal, como uma professora que quer ensinar o aluno a gostar daquilo que está aprendendo. E então ela assoprou.

O sopro foi quente, lento, e atingiu a pele como uma promessa. Léo gemeu, os olhos se fechando.

— Sim — a voz dele saiu trêmula, frágil.

— Que bom. — a mão dela apertou a base do pau, firme e ao mesmo tempo carinhosa. — Quero que você goste muito.

Ela inclinou a cabeça e lambeu a cabecinha.

A língua quente deslizou pela pele macia, lenta, como quem prova algo precioso. Léo gemeu alto, jogando a cabeça para trás, os dedos se enterrando no sofá. O som escapou sem controle, molhado, desesperado.

O pau dele era menor, mais fino, a pele mais lisa e rosada, sem veias saltadas. Cabia inteiro na boca dela com facilidade, e isso tornava tudo mais intenso. Vitória sentiu o membro deslizar pela língua, preenchendo a boca sem esforço, a cabecinha tocando o fundo da garganta num ritmo que ela controlava.

Ela deslizou a boca por toda a extensão, sentindo cada centímetro da pele macia contra os lábios, o calor do pau duro que pulsava na língua. Cada movimento fazia o corpo do garoto tremer, os quadris se arqueando em direção à boca dela, os dedos apertando o sofá.

Ela provou o gosto dele, a excitação escorrendo pela língua, e sentiu a própria buceta pulsar, a calcinha encharcada, o clitóris latejando a cada gemido que escapava da boca do garoto. Ela estava encharcada, o corpo ardendo com uma fome que não tinha nome, uma vontade de devorar aquele garoto por inteiro.

Ela o chupava com vontade, a língua deslizando, a boca sugando, o ritmo aumentando. O corpo de Léo se arqueava, os gemidos ficando mais altos, mais desesperados.

Ele nunca tinha sentido nada igual. A boca quente, a língua macia, a sensação de ser completamente envolvido por aquele prazer novo, avassalador, que vinha da mulher mais velha que ele sempre desejou em silêncio. Vitória sentia a respiração dele falhar, o corpo tenso, e sabia que ele estava perto. Ela queria sentir cada gota, cada suspiro daquele garoto que se entregava inteiro a ela pela primeira vez.

O orgasmo veio curto e seco.

O corpo de Léo tremeu, os ombros se contraindo, os dedos se enterrando no sofá. O pau pulou na boca de Vitória, e ela sentiu o líquido quente escorrer pela língua, o gosto novo, jovem, inexperiente, doce um pouquinho salgado. Ela sugou forte, a boca envolvendo a cabecinha com uma sucção que fez o corpo do garoto se arquear. Os dedos dela massageavam as bolas dele, sentindo a contração, a entrega. Os olhos dela encontraram os dele, e por um momento, houve uma conexão silenciosa, a primeira vez deles juntos. A primeira vez que alguém o tocava assim. A primeira vez que ele gozava na boca de alguém.

Ela soltou o pau devagar, a língua deslizando pela pele pela última vez, e sorriu para ele. O sorriso era doce, orgulhoso, como uma professora que vê o aluno acertar a resposta.

— Você fez muito bem — ela disse, a voz macia. — Estou orgulhosa de você.

O olhar de Léo ainda estava perdido, o peito subindo e descendo, a respiração ofegante. Ele parecia flutuar, como se o corpo ainda não tivesse voltado para o chão.

O momento foi quebrado pela voz de Lucas.

— Puta merda, não acredito que você fez isso mesmo. — Ele estava sentado na poltrona, os olhos fixos nela, a voz misturando descrença e algo mais. — Você chupou o meu irmão.

Vitória virou o rosto para ele. Os olhos dela estavam calmos, mas havia um brilho neles, um desafio. Ela olhou para o colo dele e viu a ereção marcando a calça. Ele estava excitado. Mesmo indignado, ele tinha gostado.

— É — ela disse, a voz calma, quase provocadora. — E eu vou fazer muito mais do que só chupar ele.

— O quê? — Lucas arregalou os olhos, mas não se moveu. Não fez nada para impedir.

Vitória se levantou na frente de Léo. Os dedos dela encontraram a barra da camisa vermelha, o tecido que ainda a cobria. Ela começou a levantar devagar, puxando o tecido para cima, revelando a barriga lisa, a pele branca, a curva dos quadris.

A camisa subiu mais. Os seios dela ficaram livres.

Ela se orgulhava dos seios — não eram muito grandes, mas não eram pequenos. Preenchiam perfeitamente um sutiã, tinham o peso certo, a forma redonda. Os mamilos já estavam duros, rosados, apontando para Léo como um convite.

— Meu Deus — Léo gemeu, os olhos percorrendo o corpo nu dela, os seios perfeitos, os mamilos duros, a pele branca brilhando sob a luz da sala. Ele nunca tinha visto uma mulher nua assim, tão perto, tão real.

Vitória sorriu. Os dedos dela encontraram a borda da calcinha, o tecido fino que ainda a cobria. Ela a abaixou devagar, sentindo o ar tocar a pele molhada, a buceta úmida e quente. A calcinha deslizou pelas pernas, caiu no chão.

Ela ficou completamente nua na frente do garoto.

O corpo de Léo tremia, a respiração curta. A ereção que tinha acabado de gozar já começava a se erguer de novo.

Vitória deu um passo à frente, o corpo quente contra o dele, os seios roçando o peito dele, a boca perto da orelha dele.

— A primeira vez de um menino com uma mulher — ela sussurrou — tem que ser inesquecível.

Vitória subiu no colo dele.

As pernas dela se abriram, os joelhos apoiados no sofá, o corpo quente e molhado descendo devagar em direção ao pau pequeno e rosado que ainda pulsava da primeira vez. A buceta dela encontrou a cabecinha, pressionou, e ela sentiu a entrada ser preenchida lentamente.

O pau dele entrou nela com uma facilidade que a surpreendeu. Não precisava de ajustes, não precisava de esforço. Ele era menor, mais fino, e deslizou para dentro como se tivesse sido feito para aquele corpo, para aquele momento. A sensação era completamente diferente de tudo que ela já tinha experimentado. Não era a imposição de um pau grande, era o encaixe perfeito, o preenchimento exato. A cabeça do pau roçava as paredes internas, a haste se acomodava dentro dela como se sempre tivesse pertencido ali.

Ela gemeu, a cabeça jogada para trás, o corpo tremendo. Só a entrada já a fez sentir um aperto profundo, um calafrio que subiu da buceta para o ventre, espalhando calor por todo o corpo. Ela nunca tinha sentido nada assim. Nem com Lucas, nem com nenhum outro. Era como se aquele pau pequeno tivesse encontrado o ponto exato que os outros nunca tinham tocado.

— Aaaa, porra — ela gemeu, a voz falhando. — Isso é maravilhoso.

Léo sentiu o corpo dela se mover sobre o dele, a buceta quente descendo até a base do pau. A sensação era completamente nova, avassaladora. A pele molhada e quente envolvendo o membro, o aperto macio que se contraía a cada movimento. Ele nunca tinha sentido uma buceta. Nunca tinha tocado uma. Nunca imaginou que seria tão quente, tão molhada, tão apertada.

O corpo dele tremia, a respiração presa, os olhos arregalados. Cada centímetro do pau dele estava sendo tocado, acariciado, abraçado por aquela carne molhada que se movia em volta dele. Era macio, escorregadio, e ao mesmo tempo firme, como se a buceta tivesse vida própria, apertando e soltando num ritmo que ele não conhecia.

Vitória pegou as mãos dele, guiando-as até os seios dela.

— Aperta eles — ela sussurrou, a voz ofegante. — Assim.

As mãos de Léo encontraram os seios dela, os dedos macios envolvendo a pele. Eles cabiam perfeitamente nas mãos dele, como se tivessem sido feitos para serem tocados por ele. As palmas dele cobriam toda a extensão, os polegares encontrando os mamilos já duros. Ele apertou, sentindo a maciez, o calor, a forma como os seios se moldavam aos dedos dele. Era a primeira vez que ele tocava seios de verdade, que sentia a pele macia e quente sob as mãos, a forma como o corpo dela respondia ao toque.

O toque das mãos de Léo era diferente do de Lucas. Os dedos de Léo eram mais finos, a pele mais macia. Não havia a aspereza das mãos que trabalhavam, não havia a pressão bruta de quem já estava acostumado. Havia hesitação, descoberta, e isso excitava Vitória mais do que qualquer toque experiente.

Cada apertar das mãos dele nos seios dela fazia a buceta se contrair em volta do pau dele. Ela sentia os mamilos sensíveis pressionados contra as palmas macias, o calor se espalhando pelo peito, descendo para o ventre, aumentando a umidade que escorria pelo pau dele.

— Aaaa, sim — ela gemia, os quadris se movendo num ritmo lento, cavalgando o pau dele. — Sim, assim.

A buceta deslizava no pau pequeno, subindo e descendo, molhada e quente. O corpo de Léo tremia, os gemidos escapando sem controle. Ele sentia a buceta apertar o pau dele a cada movimento, a umidade escorrendo, a pele quente roçando a dele. Os seios de Vitória balançavam no ritmo da cavalgada, os mamilos roçando as palmas das mãos dele.

Léo apertava os seios, sentindo o peso, a forma, a pele macia deslizando entre os dedos. A cabeça dele estava vazia, o corpo funcionando por instinto, os olhos fixos na mulher que montava nele. A cena era tão surreal que ele achou que ia acordar a qualquer momento.

Mas o corpo quente, a buceta molhada, os seios macios nas mãos, e o som dos gemidos dela que preenchia a sala, tudo era real.

E a sensação de estar dentro de uma mulher pela primeira vez, de sentir o corpo quente e molhado se mover em volta do pau dele, era tão intensa que ele sentia o orgasmo subir, o corpo se contrair, a respiração falhar.

— Não goza ainda — Vitória sussurrou, os olhos fixos nos dele. — Aguenta.

O corpo de Léo tremeu. A respiração falhou. Ele segurou, os olhos fechados, a mão apertando os seios dela.

Ele não sabia quanto tempo ia aguentar. Só sabia que queria que aquilo nunca acabasse.

— Vic, eu não aguento... eu... aaaa... eu — Léo gemeu, a voz falhando, o pedido escapando num fio de ar desesperado. O corpo tremia, os dedos apertando os seios dela com uma força que ele nem sabia que tinha. O pau pulsava dentro da buceta quente, e cada movimento do corpo dela o levava mais perto do limite.

Pela primeira vez, Lucas ficou calado.

Sentado na poltrona, o pau na mão, os dedos deslizando num ritmo que ele mesmo não controlava. A calça estava aberta, o membro duro e latejante exposto. A mão dele subia e descia, a pele deslizando, a cabecinha rosada aparecendo e sumindo entre os dedos a cada movimento.

Ele tentava não olhar, mas os olhos traíam. Cada vez que Vitória gemia, a mão dele apertava mais forte. Cada vez que via o irmão tremer, o corpo se contraía. Os sentimentos se misturavam, intensos como um fogo que queimava por dentro — indignação, ciúme, vergonha, tesão.

Ele devia parar. Devia gritar com ela, puxá-la de cima do irmão, acabar com aquilo de uma vez. Mas a mão continuava se movendo, os dedos deslizando no ritmo, o polegar pressionando a cabecinha a cada volta.

Era uma humilhação que ele mesmo se impunha, mas não conseguia parar.

Vitória sentiu o garoto tremer sob ela, o pau pulsando dentro da buceta, a respiração cortada. Os olhos fechados, a testa suada, o corpo tenso. Ela sabia que ele estava no limite.

— Pede para gozar — ela sussurrou, a voz baixa, os dedos encontrando o próprio grelinho. Os círculos lentos, a pressão exata, enquanto ela ainda se movia sobre o pau pequeno. — Pede para mim.

— Por favor, Vitória — a voz de Léo era um fio de ar, quase um soluço, os olhos ainda fechados, o corpo todo contraído. — Por favor, deixa eu gozar.

O orgasmo veio primeiro nela. O corpo de Vitória se contraiu como uma onda, a buceta apertando o pau dele, o líquido quente escorrendo, molhando ainda mais o membro. E ele seguiu logo atrás, o corpo se arqueando, os dedos se enterrando nos seios dela, a boca aberta num gemido seco que não tinha forma.

— Aaaa, sim — ele gemeu, o corpo relaxando, o pau pulsando dentro dela os últimos espasmos.

Vitória ficou parada sobre ele, sentindo a respiração dos dois se acalmarem, o corpo dele ainda dentro dela. Ela inclinou a cabeça, beijou a testa suada de Léo, como um prêmio, uma benção.

Na poltrona, Lucas apertou o pau, os dedos acelerando. A mão subia e descia, o ritmo intenso, os olhos fixos na cena que ainda queimava na sua frente. O orgasmo veio rápido, violento, o esperma escorrendo pelos dedos enquanto ele gemia baixo, o corpo tenso. O líquido escorreu pela mão, molhou a calça, pingou no chão.

O silêncio voltou.

Apenas as respirações ofegantes dos três preenchiam a sala. O ar estava pesado, quente, carregado de um cheiro que misturava sexo e suor.

Vitória ainda sentia o pau de Léo dentro dela, o membro pequeno e duro, pulsando. Ela rebolou lentamente, os quadris descrevendo círculos sobre o colo do garoto, sentindo o pau se mover dentro da buceta molhada. Um gemido baixo escapou dos lábios dela.

— Hhmmm... aaa... hhmm...

A voz era um fio de ar, um prazer que ainda não tinha se dissipado. O corpo dela se movia num ritmo lento, preguiçoso, como se quisesse prolongar a sensação.

Ela sentiu o pau de Léo endurecer novamente.

A ereção dele não tinha diminuído. O Viagra ainda fazia efeito, o corpo jovem respondendo ao estímulo sem pausa. Diferente de Lucas, que precisava de um tempo para se recuperar, Léo já estava pronto de novo. A cabecinha roçava o fundo da buceta dela a cada movimento, e ele gemeu, os olhos ainda fechados.

— Quer fazer de novo? — ela perguntou, a voz macia, os dedos deslizando pelos cabelos dele.

— Quero, sim.

A resposta veio rápida, sem hesitação.

Vitória sorriu. Ela se levantou devagar, sentindo o pau escorregar para fora com um som molhado. Virou-se de costas para ele, ajoelhando-se no sofá, a bunda empinada na direção do garoto. A posição era exposta, vulnerável, e ela adorava a forma como Léo a olhava, os olhos percorrendo o arco das costas, a curva dos quadris, a buceta ainda molhada, brilhando sob a luz.

Ela não precisou falar nada. Léo entendeu por instinto.

O garoto se ajoelhou atrás dela, as mãos encontrando a cintura fina. O pau pequeno e duro deslizou entre as nádegas, encontrou a entrada molhada, e entrou devagar.

Ela sentiu o calor do corpo dele encostar no dela, a respiração quente na nuca. As mãos dele apertaram os quadris dela, os dedos cavando na pele, firmes, inexperientes, cheios de desejo.

Ele começou a se mover, o pau deslizando dentro da buceta, o ritmo ainda desajeitado, mas cheio de vontade. Os quadris dele batiam contra a bunda dela, o som molhado da penetração preenchendo o silêncio.

— Isso... — ela sussurrou, os olhos fechados. — Isso, Léo.

Ele gemeu, acelerando o ritmo. A mão dele apertou a cintura dela, puxando-a contra ele a cada estocada. A respiração curta e quente na nuca, as coxas batendo nas dela, a mão que apertava a pele, a forma como o corpo jovem se entregava ao movimento.

Vitória sentiu o prazer subir de novo.
•••
Vitória e Léo fizeram sexo a tarde inteira.

O sol entrou pela janela, atravessou a sala, subiu até o teto, e desceu lentamente enquanto os corpos se moviam no sofá. Léo aprendeu rápido. Cada gemido dela era um incentivo, cada contração da buceta em volta do pau era uma lição. Ele a fodeu de todas as posições que conseguiu, até que a energia do corpo jovem finalmente se esgotou.

Vitória estava deitada no sofá, o peito subindo e descendo, os olhos semicerrados, a pele ainda quente. Os dedos ainda tremiam levemente. Cada parte do corpo doía de um jeito bom, e ela sentia o gosto do próprio suor nos lábios.

Léo estava caído ao lado, desmaiado, o corpo mole, a respiração pesada. O Viagra tinha finalmente cedido, o cansaço vencendo o remédio. Ele tinha transado até não aguentar mais, tinha enchido a buceta dela com tanto gozo que escorria pelas coxas quando ela se mexia.

Lucas estava em pé ao lado do sofá, nu, o pau ainda molhado do próprio gozo que ele derramara minutos antes, masturbando-se enquanto assistia. A voz dele saiu seca, cansada, cheia de algo que ela não sabia nomear.

— Você não tem nada para dizer para mim?

Vitória se sentou devagar. O corpo reclamou, o músculos tensos, a buceta ainda pulsando. Ela olhou para ele, os olhos calmos.

— O que você quer que eu diga?

— Não sei — ele respondeu, a voz mais baixa. — Qualquer coisa. Você basicamente abusou do meu irmão menor de idade.

Vitória riu. A risada escapou curta, sincera.

— Essa foi uma boa piada. — Ela se inclinou para frente, os olhos fixos nele. — Você que deu Viagra escondido para ele. Você que armou a cena. Você que queria filmar ele de pau duro passando vergonha. E eu que sou abusadora? Ele queria, eu queria, a gente fez amor. A idade dele não significa nada ele não adianta ter um falso moralismo.

A palavra "amor" pairou no ar, estranha e nova.

Lucas ficou em silêncio. A mão dele soltou o pau.

— Tá, porra — ele disse, a voz mais baixa. — Você estragou meu vídeo. Agora o que eu faço?

Vitória pegou a calcinha do chão, o tecido fino ainda molhado. Vestiu devagar, sentindo o tecido frio tocar a pele quente.

— Vende.

— O quê?

— Vende o vídeo — ela disse, a voz firme, enquanto se levantava.

O corpo nu ainda estava à mostra, os seios balançando enquanto ela alcançava a camisa vermelha e vestia devagar, o tecido cobrindo a pele, a barra caindo até as coxas.

— Tem um monte de pervertido pedo que pagaria bem para ver esse conteúdo.

Lucas arregalou os olhos, a boca entreaberta.

— Você tá falando sério?

— Sim. Você ia ganhar muito mais do que com um vídeo bobo esperando monetização.

Ele ficou em silêncio por um momento, processando.

— E onde é que eu iria vender esse vídeo?

Vitória parou, a camisa ainda desalinhada. Virou-se lentamente para ele, os olhos calmos, um sorriso pequeno e cúmplice nos lábios.

— Você sabe muito bem onde encontrar gente que quer comprar esse tipo de conteúdo. Você mesmo está em grupos de pedo, eu sei que você assistir.

Lucas corou. O rosto ficou vermelho, os olhos desviaram para o chão. Ela não precisava insistir. O silêncio dele era a confirmação.

Vitória foi até Léo, que estava despertando devagar. O corpo do garoto ainda mole, os olhos pesados, o sorriso surgindo quando sentiu o toque dela.

Ela inclinou-se e beijou a testa dele. O beijo foi macio, demorado, como quem promete algo.

— Ei, amor — ela sussurrou. — Vou ter que sair agora. Mas amanhã eu volto para a gente fazer mais sexo.

Léo abriu os olhos, a visão ainda turva. Um sorriso pequeno, quase tímido, se formou nos lábios.

Lucas observava os dois, a mão ainda no pau mole, os dedos relaxados.

— Você vai fazer isso de novo? — a voz dele era um misto de choque e algo mais algo que ele mesmo não sabia nomear.

— Sim — ela respondeu, sem olhar para ele.

Ela pegou o short que vestia para ir embora, puxou pelas pernas, ajeitou o cabelo com os dedos.

A porta se fechou atrás dela com um clique suave.

Os dois irmãos ficaram em silêncio. A sala ainda estava cheia do cheiro de sexo, do suor dos corpos, da presença dela que parecia ter ficado suspensa no ar.

Lucas se sentou na poltrona, a cabeça entre as mãos. Léo ainda estava deitado no sofá, o corpo nu, os olhos fixos no teto, um sorriso bobo no rosto.

E o dia seguinte parecia tão distante e tão próximo ao mesmo tempo.

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