#Assédio #Corno #Coroa #Voyeur

A Tentação da Casada ao Alcance do Vizinho: Tesão, Espreita e Pecado

7.6k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
RedDanny

Marquinhas, voyeurismo e traição: casada expõe o corpo para o vizinho tarado enquanto cumpre fantasias virtuais com o ex.

Durante toda a minha vida, sempre tive a sorte de cruzar o caminho de belas namoradas, ficantes inesquecíveis, peguetes ardentes… Eu nunca me achei um homem de beleza padrão, daquele tipo que estampa capa de revista, mas sempre tive o meu charme, o famoso “ajeitadinho”, aquele pretinho básico de responsabilidade que muitas mulheres gostam de ter por perto, de puxar para si e saborear na intimidade. Uma dessas minhas antigas ficantes se chamava Paloma. Nós nos envolvemos muito intensamente durante a nossa adolescência, lá pelos nossos quinze anos de idade. Naquela época, nada de compromisso sério ou rótulos pesados, sabem? A gente só ficava mesmo, curtia a energia um do outro, mas com uma maturidade rara para a idade: tínhamos a responsabilidade e o pacto mútuo de que, se um dos dois resolvesse namorar de verdade, conhecer outra pessoa ou se apaixonar por alguém, o melhor seria abrir o jogo com total sinceridade, para podermos nos afastar da melhor maneira possível, preservando o carinho, a amizade e o respeito construídos.

Só que a Paloma não cumpriu com o combinado. E o pior de tudo foi descobrir que ela já estava namorando havia o maior tempão, vivendo uma farsa dupla, me enganando descaradamente enquanto mantinha o namorado oficial no outro prato da balança. E eu fui descobrir essa trairagem da forma mais escrota possível. Ao comentar despretensiosamente em uma foto postada por ela em uma das redes sociais, o tal namorado corno manso se pronunciou de sola no meu comentário, criando o maior alvoroço virtual. E aí, vocês já sabem, né? Foi aquela discussão homérica, barraco digital generalizado, um ofendendo o outro, ele me xingando de todos os nomes, eu rebatendo e ameaçando ele de quebrar a cara caso nos cruzássemos na rua, até que a briga esfriou e ficou só no gogó. Assim que tive a oportunidade de encontrar a Paloma pessoalmente após o ocorrido, joguei toda a verdade na cara dela. Falei sem papas na língua que ela não merecia mais nem um minuto do meu tempo, que foi uma mentirosa compulsiva e dissimulada, enquanto eu sempre fui um livro aberto, transparente e sincero com ela do primeiro ao último dia. Rompemos ali, de vez, cortando qualquer laço. Ela continuou com o namorado da época.

Quase vinte anos se passaram desde aquele desfecho, um hiato absoluto sem manter nenhum tipo de contato com a Paloma. Até que, de repente, começo a receber notícias de velhos amigos em comum daquela época de colégio: contavam que a Paloma havia se casado justamente com aquele mesmo namorado da confusão, já tinha tido um filho com ele, e, para completar o pacote, estava simplesmente gostosissima, com um corpo de fazer inveja a qualquer menininha de vinte anos. Confesso que fiquei sinceramente feliz com a notícia, aliviado por ver que a vida dela deu certo, que construiu uma família, afinal, apesar de termos nos distanciado daquele jeito torto, eu sempre desejei o melhor para ela.

Enquanto isso, eu seguia a minha rotina de solteiro convicto. Saía quando queria, curtia minhas baladas, noitadas até o amanhecer, paquerava bastante e colecionava affairs sem amarras, vivendo a vida leve de quem não deve satisfação a ninguém. Até que, em um belo dia, recebo uma notificação inesperada na minha rede social: uma nova solicitação de amizade. Quando clico para ver quem é, o meu coração dá um salto no peito. Era ela. A própria Paloma. Fiquei espantado, paralisado por alguns segundos, digerindo a surpresa. Movido por uma curiosidade irracional, resolvi fuçar o perfil dela. O que vi confirmou, com sobras, os boatos dos amigos: ela estava infinitamente mais gostosa do que na juventude. O corpo exibia curvas esculturais, maduras, fartas, unidas àquele rostinho de anjo inocente que ela sempre teve e que nunca saiu da minha memória. Passei o dedo por cada foto, fascinado, sentindo uma onda violenta daquela saudade gostosa dos tempos em que a gente se amassava na adolescência. Mas a indagação latejava na minha mente: o que diabos tinha levado uma mulher casada, com filho e com o mesmo marido de sempre, a vir me procurar e mandar uma solicitação de amizade justamente para mim? A curiosidade foi mais forte do que qualquer resquício de orgulho ou cautela. Aceitei a solicitação e a adicionei de volta, mesmo com aquele pé atrás, lembrando perfeitamente do inferno que foi a nossa última interação nas redes sociais anos atrás.

Não deu dois minutos após eu aceitar o pedido de amizade, e o meu direct apitou com uma mensagem direta:

— Marcelo, é você?

Fiquei estancado na indecisão, ponderando se respondia ou se fingia demência, mas o meu instinto carnal falou mais alto e acabei cedendo ao impulso:

— Oi, Paloma! Sou eu sim. Quanto tempo!

A resposta dela veio quase instantaneamente, carregada de entusiasmo:

— Que bom falar com você! Verdade, muito tempo mesmo! — e vinha acompanhada de vários emojis sorridentes, transbordando alegria.

Continuei, puxando assunto com leveza:

— Soube que casou, teve filho… Fico muito contente vendo que a sua vida deu certo, que você construiu sua família.

Ficamos conversando ali, naquela troca constante de mensagens, durante o resto do dia inteiro. Ela me atualizou sobre os rumos da sua vida, perguntou detalhadamente sobre a minha, quis saber se eu já tinha filhos, se já havia amarrado o bode e casado… Respondi a tudo com franqueza. Só fomos encerrar a conversa bem tarde da noite, desejando um ao outro uma excelente e revigorante noite de sono.

No dia seguinte, em plena jornada de trabalho, o celular vibra na minha mesa. Era uma mensagem dela:

— Boa tarde, preto lindo!

Sorri de canto de boca e respondi no mesmo tom, bem mais solto e íntimo:

— Oi, minha linda! Como você está por aí?

Ela respondeu num piscar de olhos:

— A conversa de ontem foi tão boa, fluiu tanto, que eu acabei ficando com saudade de você. Estou atrapalhando o seu serviço?

Digitei rapidamente, sem pensar duas vezes:

— De maneira alguma, meu amor. Pode mandar mensagem à vontade que eu respondo sempre.

E assim passamos o resto do expediente inteiro trocando figurinhas, sussurros virtuais em forma de texto. Quando larguei o serviço e cheguei em casa, a conversa não parou um minuto. A noite foi avançando, as horas correndo, e o teor dos nossos diálogos começou a subir de tom, esquentando perigosamente, recheado de revelações picantes, confabulações íntimas e confissões que há muito tempo estavam guardadas.

Paloma me perguntou sem rodeios como estava a minha vida sexual, e, logo em seguida, abriu o jogo sobre a dela, confessando que as coisas em casa não estavam nada bem, muito pelo contrário. Revelou, com um tom de frustração misturado com mágoa, que o casamento dela estava em frangalhos, uma verdadeira crise profunda. Contou que, após o nascimento do filho, o marido simplesmente virou as costas, perdeu o tesão, não a procurava mais na cama, deixando-a abandonada no próprio casamento. Para piorar a situação, ela descobriu traições dele, pegando flagrantes de conversas quentes com outras mulheres no WhatsApp e em redes sociais. Foi esse baque emocional que a despertou para uma drástica reviravolta: ela decidiu que precisava se cuidar, resgatar a própria autoestima porque estava se achando horrível, desleixada diante do espelho. E foi aí que ela mergulhou de cabeça na academia, focada em um único objetivo: transformar o próprio corpo em uma máquina de pecado, virando uma tremenda gostosa para humilhar quem a esnobou.

Aproveitando a brecha perfeita deixada por ela, joguei verde para colher maduro: perguntei se ela tinha conseguido alcançar o resultado tão desejado com todo esse suor na academia.

Eis que, sem me dar tempo de respirar, ela me manda uma foto atualíssima de como estava naquele exato momento. Ela aparecia recostada no sofá da sala, vestindo apenas uma camisola curta, extremamente curta, caindo exatamente até a metade das coxas. E que coxas, meus amigos... Um par de pernas carnudas, torneadas, daquelas capazes de fazer qualquer mulher morder os lábios de inveja e qualquer homem perder a sanidade mental. Ela estava simplesmente deslumbrante, transbordando uma gostosura absurda.

Comecei a suar frio instantaneamente diante daquela tela. O meu corpo reagiu com violência, um calor danado subindo pela espinha, porque eu lembrava muito bem que, na nossa adolescência, nós nunca chegávamos a transar de fato — eram apenas beijos urgentes, abraços apertados, amassos extremamente picantes com aquelas mãozinhadas bobas por dentro da roupa que nos deixavam à beira da loucura. Fiquei absolutamente tonto, trêmulo e excitado com a potência daquela imagem. Vendo que eu demorei a responder porque tinha ficado completamente mudo, sem reação diante de tanta fartura explícita, ela mandou uma provocação em forma de pergunta:

— Não gostou do que viu, é?

Engoli a seco e respondi:

— Claro que eu gostei, porra! Você está gostosíssima, inacreditável!

Ela adorou o meu elogio cru, e continuamos a conversa a todo vapor, mas os meus olhos não conseguiam mais desviar dos mínimos detalhes daquela foto. Analisei cada centímetro da posição em que ela estava sentada. A forma como as pernas abriam ligeiramente acentuava o volume e a maciez das coxas, e eu pude perceber claramente que a camisola, por ser absurdamente curta, estava deixando o rabo dela inteirinho para fora do estofado, roçando direto no tecido do sofá. Pelo ângulo em que a foto havia sido tirada de frente, eu não conseguia ver a totalidade da bunda dela, mas a minha mente fértil deduzia com precisão cirúrgica: eu tinha a absoluta certeza de que, se estivesse posicionado no ângulo oposto ao da foto, vendo-a de costas ou de lado, eu contemplaria aquela bunda empinada, redonda e carnuda completamente nua e exposta para quem quisesse ver.

Foi aí que, olhando com ainda mais malícia para o cenário ao fundo da foto, notei uma varanda aberta e a estrutura de uma casa vizinha bem próxima. Instigado pela safadeza, perguntei a ela se costumava ficar daquele jeito à vontade dentro de casa:

— Fico sim, e daí? — respondeu ela sem pudor.

— Não suporto ficar cheia de trapos pesados dentro da minha própria casa, gosto de andar leve, solta, com a brisa batendo e bem à vontade.

— Ainda mais estando com esse corpo todo gostoso desse jeito... Se bobear, você deve parar o trânsito — provoquei.

— Que nada! Na academia ninguém ousa mexer comigo de verdade, mas no caminho o que mais tem é marmanjo e coroa tarado que não aguenta ver um par de pernas torneadas passando na rua e já começa a secar e assobiar. Isso me tira do sério, me dá um ódio mortal!

Eu conhecia a Paloma como a palma da minha mão. Sabia perfeitamente que ela sempre teve uma ojeriza mortal por coroas e homens mais velhos, sendo cheia de frescuras e nojentices para certas coisas. Eu tinha certeza absoluta de que, todas as vezes que esses velhos tarados ousavam mexer com ela na rua, ela fechava o semblante com cara de nojo e soltava alguma resposta cortante e malcriada para cima deles.

— Até eu no lugar deles não aguentaria e mexeria com você gostoso também — brinquei, arrancando uma risada digital dela.

Continuei instigando o assunto:

— Mas me diz uma coisa... aí na sua vizinhança ninguém ousa secar você ou dar uma cantada?

— Não, aqui é tranquilo. Todo mundo conhece meu marido e respeita meus pais — respondeu ela, embora na mensagem escrita eu não tenha sentido firmeza nenhuma, parecendo que ela estava escondendo o ouro.

— Eu duvido muito que não tenha ninguém de olho! Impossível uma mulher com esse corpo passar batido! — falei, desafiando a resposta dela, cutucando para ver até onde ia a verdade.

Foi então que, cedendo à minha insistência e parecendo um pouco receosa, ela confessou:

— Só tem um traste desgraçado aqui na vizinhança que ninguém suporta. Meu marido já peitou ele e discutiu várias vezes porque pegou esse infeliz com os olhos grudados aqui para dentro de casa, me secando justamente nos momentos em que eu estava mais à vontade.

— Sério mesmo? Caralho, como foi essa história? — perguntei, salivando de expectativa pelo relato picante.

— É um coroa abestalhado que mora na casa bem aqui da frente. As casas são praticamente coladas, coladas mesmo, e a varanda dele tem visão direta. Ele fica plantado ali olhando para cá. Teve um dia que o Cezar [o marido dela] estava em casa de bobeira e flagrou o maldito com os olhos arregalados me comendo com os olhos enquanto eu andava pela sala só de calcinha e sutiã. Foi uma discussão danada, quase saíram na porrada.

— Caralho! Imagino o tamanho do fogo que esse coroa ficou... Com certeza absoluta ele não conseguiu pregar o olho à noite inteira com essa imagem gravada na cabeça — brinquei, apimentando a situação.

— Para com isso, Marcelo! Pelo amor de Deus, eu odeio aquele coroa nojento, ele é totalmente insuportável!

Não sosseguei e continuei cavando:

— Mas espere aí... ele só flagrou você daquela vez de calcinha e sutiã?

Ela demorou alguns minutos para responder, fazendo um suspense delicioso, até que soltou a bomba:

— Não... — digitou ela, fazendo a minha imaginação disparar.

Eu já estava pegando fogo de curiosidade, querendo saber qual havia sido o outro nível de flagra:

— Conta logo, o que aconteceu?

— Eu estava saindo do banheiro tarde da noite, de banho tomado. Meu quarto fica exatamente em frente a uma parte da laje da casa dele. A minha janela estava aberta para ventilar e eu tinha acabado de esquecer a toalha em cima da cama. Olhei de relance para fora, na penumbra, e achei que não tinha ninguém na maldita laje. Quando me aproximei da cama, completamente nua, sem um fio de tecido no corpo, dou de cara com aquele coroa cravado bem na beirada da laje me olhando fixamente, com os olhos brilhando de tesão, me devorando inteirinha enquanto eu estava totalmente nua na luz do quarto. Levei o maior susto da minha vida, peguei a toalha correndo com o coração disparado e fechei a janela com tanta força e violência que quase estilhacei o vidro.

— Meu santo Deus do céu! Quer dizer que o infeliz teve o privilégio de ver você inteiramente nua, com cada detalhe do seu corpo exposto para ele? Que sorte inacreditável a desse maluco! Juro por Deus que eu queria estar no lugar dele agora mesmo — provoquei, rindo para que o clima não ficasse tenso.

Ela deu boas risadas do outro lado da tela, mas fez questão de ressaltar que odiava aquele sujeito com todas as forças, chamando-o de tarado descarado. Contou que a própria esposa havia largado dele e ido embora, muito provavelmente porque o homem era completamente lelé da cuca, maluco varrido. Enfim, ficou descendo a lenha, esculhambando o vizinho coroa sem dó nem piedade.

Ainda pilhado com a cena, perguntei:

— Mas me diz uma coisa: ao menos esse coroa é um homem bonito, apresentável?

— Que bonito o quê, Marcelo?! De onde você tirou isso?! O cara é horripilante, todo esquisito, mal-encarado, e ainda carrega na frente uma barriga enorme de chopp, parecendo uma gestante de nove meses!

Nós rimos muito daquela descrição hilária, e, aproveitando o embalo, pedi para ela me mandar uma foto tirada dali de dentro para eu ter a exata noção da distância, da proximidade das casas e do campo de visão privilegiado que aquele tarado tinha da casa dela. Pedi também que ela me mandasse uma foto do tal “Fafá”, que era o apelido pelo qual o infeliz era conhecido na vizinhança.

Sem hesitar, ela me mandou as imagens. Olhando a foto da fachada e das janelas, constatei imediatamente que o vizinho realmente desfrutava de um camarote VIP para a intimidade da casa dela. Ele estava praticamente dentro da sala e do quarto dela caso as portas da varanda e as janelas ficassem abertas sem cortinas grossas bloqueando a visão. Em seguida, ela me enviou a foto do cidadão. Olhei para a tela e comprovei o que ela dizia: o sujeito era totalmente desprovido de qualquer beleza estética, ostentando uma barriga descomunal, um semblante completamente lunático, com uma cara de tarado inveterado que combinava perfeitamente com a fama de louco da rua.

Reunindo todas aquelas informações e imagens provocantes na minha mente, a minha cabeça começou a maquinar as maiores maldades e fantasias mais perversas possíveis: — Já pensou você dando para o Fafá? — joguei a provocação para ela, rindo mentalmente.

— Tá repreendido! Eu prefiro a morte, nem em pesadelo eu transaria com aquele traste asqueroso.

— Mas e se ele fosse o único homem sobrevivente na face da Terra inteira? — escrevi, recheando a mensagem com vários emojis de gargalhada.

— A humanidade inteira chegaria ao fim absoluto, porque eu prefiro extinguir a raça humana a deixar aquele desgraçado me tocar!

Eu dei boas gargalhadas como resposta, e ela riu junto, entrando na brincadeira. Continuamos conversando sobre diversos assuntos do dia a dia, até que, num momento de calmaria, ela soltou uma frase que mexeu comigo:

— Eu ainda gosto muito de você, sabia? Nunca te esqueci de verdade.

— Também nuca te esqueci. Respondi pensando várias coisas.

Eu nunca havia gostado daquele marido escroto dela; por mim, eu poderia muito bem me aproveitar daquela situação de crise, chamá-la para sair, comê-la com força e colocar um par de chifres bem gigante na cabeça daquele infeliz que teve a audácia de me ameaçar anos atrás. Mas fomos levando tudo na base da punheta mental, alimentando aquela fogueira de desejos e vontades ardentes exclusivamente através do WhatsApp. Os dias se passavam numa velocidade vertiginosa, e as nossas conversas só esquentavam. Ela só me mandava mensagem quando estava totalmente sozinha em casa, ou durante as brechas em que o filho pequeno estava na creche, ou então altas horas da madrugada, quando a criança finalmente pegava no sono e a casa mergulhava no silêncio. Até que, em uma tarde ensolarada, ela me manda fotos simplesmente devastadoras: estava fazendo bronzeamento de fita isolante. Mandou duas fotos, uma de frente e outra de costas.

Que monumento de mulher! Ela estava praticamente nua, exibindo um rabo maravilhoso, gigante, redondinho, lisinho, com a marquinha daquela fita minúscula já sendo parcialmente retirada, revelando o contraste perfeito da pele tostada pelo sol. Fiquei completamente louco com aquelas imagens, o sangue subiu para a cabeça de forma violenta. Mas um pensamento maluco começou a martelar na minha cabeça: unindo as peças que ela mesma havia me dado nos dias anteriores — a proximidade absurda da casa do vizinho, o fato de ela detestar o cara, e o infeliz ficar montando campana na laje secando ela o tempo todo —, me veio uma dúvida perversa sobre o que o Fafá faria se a visse daquele jeito.

Resolvi cutucar a ferida:

— Que gostosa do caralho, meu Deus! Agora me diz: já pensou o Fafá na laje bem agora, te vendo desse jeito com essa marquinha?

— Não fale uma porra dessas nem de brincadeira! Ah, por que você tinha que tocar no nome desse traste logo agora? — falou ela, pegando ar imediatamente, irritada.

Levei na esportiva, brinquei para acalmar os ânimos, e logo ela relaxou, voltando a rir comigo. Dali em diante, as nossas conversas mergulharam de vez na putaria pura. Durante vários dias seguidos, como o marido precisava viajar constantemente a trabalho, ela ficava sozinha o dia todo. Mandava mensagens até o sol raiar, recheadas de fotos usando calcinhas microscópicas, até culminar no envio de nudes explícitos, exibindo sem pudor nenhum aquele corpo monumental. Era um espetáculo obsceno: peitos durinhos, mamilos empinados, uma bunda enorme e redonda, além da bucetinha perfeitamente desenhada, tudo contrastando com a marquinha de sol sensualíssima. Eu me masturbava furiosamente olhando para aquelas imagens, e o detalhe mais doentio e excitante é que, em todas as situações que criávamos, eu fazia questão de citar o nome do vizinho Fafá. Eu inventava cenários onde ele a via completamente nua da laje, imaginava o coroa se masturbando loucamente babando por ela, fantasiando se ele batesse na porta dela com qualquer desculpa esfarrapada só para comê-la com força.

Todas essas sugestões eram repudiadas de imediato por ela com xingamentos, mas eu falava tanto o nome do maldito que ela própria começou a incorporar a brincadeira: algumas vezes, no meio das conversas do nada, ela me mandava um toque: “Quem tava agora há pouco aqui olhando para cá igual a um tarado foi o traste”. E eu imediatamente emendava com uma provocação sugerindo algo altamente pecaminoso entre ela e o vizinho. Eu ria da situação, ela me repreendia fingindo muita raiva, mas acabava cedendo e rindo gostoso da putaria.

A intensidade subiu tanto que começamos a trocar nudes em formato de vídeo e fotos ainda mais pesados. Eu mandava vídeos do meu cacete latejando, me masturbando seco na cama, e ela retribuía com vídeos dos seios fartos, tomando banho e ensaboando aquele rabão empinado, esfregando a bucetinha gostosa, e até mandando fotos de quatro, abrindo os glúteos para mostrar aquele buraquinho do cu perfeito — que eu tinha certeza absoluta de que o marido bundão nunca tinha comido — junto com a xavasca rosada e desenhada. Em um desses momentos de ápice do tesão, exigi que ela me mandasse uma foto específica com uma legenda bem canalha: “Esse rabo é seu, Fafá”.

Ela travou e recusou na hora:

— Tudo menos isso! Pode me pedir qualquer coisa neste mundo, menos mencionar esse desgraçado, eu falo o seu nome, mas o dele não! — implorou, numa tentativa desesperada de me fazer desistir daquela ideia fixa.

Mas eu não dei trégua, continuei insistindo com mais força:

— Que besteira do caralho! Só estamos eu e você aqui no nosso mundinho, vamos aproveitar, porra! Fala, tô te pedindo com carinho — continuei insistindo, fazendo o estilo chato e manhoso.

Para tentar se livrar da minha insistência, ela mandou uma foto em modo de visualização única, e lá estava a legenda escrita por ela própria: “Esse rabo é seu, Marcelo”. Ela havia colocado o meu nome para fugir do outro. Respondi seco que daquela forma não servia, que tinha que ser com o nome do Fafá. Depois de muita insistência da minha parte, testando a paciência e o limite dela, ela cedeu e mandou outra foto de visualização única. Quando abri, para o meu delírio completo, lá estava a legenda: “Esse rabo é todo seu, Fafá”. Eu nem tinha pedido a palavra “todo” na frase, foi um acréscimo dela por pura vontade própria, traída pelo subconsciente e pelo tesão acumulado. Aquilo me deu uma onda de tesão tão violenta que fiquei estatelado na cama por uns cinco minutos inteiros me masturbando freneticamente, pensando nela oferecendo aquele rabo magnífico de bandeja justamente para o coroa tarado que ela fingia tanto odiar.

— Tá vendo só como no fundo você queria falar isso? — brinquei com ela, entupindo a mensagem de gargalhadas.

— Não fode! Eu odiei ter escrito isso. Só fiz porque você ficou enchendo o meu saco e insistindo até não poder mais.

— Hmm... sei, confessa vai — respondi em tom totalmente irônico.

Continuamos conversando putarias sem freio. Nos dias seguintes, em praticamente todas as fotos que ela mandava, eu exigia que viesse com legendas absurdas citando o Fafá: “Chupe essa bucetinha, Fafá”, “Coma essa bucetinha gostosa, Fafá!”, “Chupa esses peitos durinhos, Fafá”, “Come esse cuzinho apertado, Fafá”. E todas essas frases vinham acompanhadas de closes escandalosos do cuzinho, da xavasca e dos peitos deliciosos dela. Percebi claramente que ela já havia se acostumado a brincar com o nome do coroa, e o pior é que o vizinho tarado provavelmente não tinha a menor noção de que, todos os dias, nós comentávamos o nome dele na cama, e que a vizinha metida que sempre o tratou com tanto ranço estava ali, mandando fotos explícitas do próprio rabo e da xaninha, fingindo oferecer aquele corpo suculento para ele saborear. Aquela dinâmica insana estava me deixando completamente alucinado de excitação. A minha pica ficava dura que nem aço a cada nova foto e a cada legenda pornográfica que ela enviava.

Até que fui além: insisti com todas as forças para que ela me mandasse um áudio, uma mensagem de voz real falando aquelas mesmas frases safadas. Na hora em que sugeri isso, ela pirou de vez, surtou. Negou com veemência, disse que jamais falaria aquilo em voz alta, perguntando se eu tinha perdido o juízo de vez. Repetia que até aceitaria mandar com o meu nome, mas com o do vizinho jamais, porque aquilo já cruzava a linha do absurdo. Eu insisti, implorei, gastei lábia, dizendo que era só uma brincadeira íntima entre nós dois. Depois de muito empurrar a corda, consegui vencer a resistência dela, e ela me mandou aquele áudio fatídico que me catapultou direto para o ápice de um transe incontrolável: “Coma meu cuzinho, Fafá”.

Foi o meu limite. Ouvi aquilo e gozei instantaneamente, espirrando porra por toda a minha mão. Ela falou com aquela voz sussurrada, manhosa e de safada inveterada que parecia transbordar um desejo reprimido gigantesco; parecia que ela estava louca por aquilo, precisando apenas de um empurrãozinho moral para a fantasia virar realidade na cabeça dela. Ouvi aquele áudio umas cinco vezes seguidas, trêmulo.

— Viu só como não doeu porra nenhuma? No fundo, era exatamente isso que você queria falar, sua safada — provoquei, adotando um tom de diabinho, querendo plantar aquela semente de vez na cabeça dela.

— Eu mesma não! Foi a primeira e absolutamente a última vez na sua vida que você me pede uma loucura dessas, não ouse me pedir mais nada desse tipo — disparou ela, encerrando o assunto de vez com uma dose de falsa severidade.

Apesar de todas as relutâncias iniciais, nos dias seguintes eu voltei a tocar no assunto, e todas as vezes acabei sendo atendido, pois ela já havia se acostumado com aquela dinâmica perversa. Durante as nossas conversas quentes, falávamos constantemente sobre nos encontrarmos para transar de verdade, e eu sempre entrava na pilha de provocar dizendo que chamaria o Fafá para participar da nossa foda. Ela sempre negava veementemente, dizendo que queria apenas a mim, mas eu rebatia afirmando que só iria se fosse eu e o Fafá juntos, e que, caso ela aceitasse, ela me deixaria comer a bucetinha ou o cuzinho dela, enquanto o Fafá comia o outro buraco.

Ela começou a responder às minhas provocações de forma ambígua:

— Você comendo o meu cuzinho e o outro na minha bucetinha... — dizia ela, ainda sem coragem de pronunciar o nome do vizinho em voz alta, mas já permitindo que a mente vagasse e se rendesse àquela possibilidade pecaminosa.

Com o passar do tempo, comecei a maquinar de verdade, bolando planos arquitetados nos mínimos detalhes para que o Fafá tivesse a oportunidade real de comê-la. Aquilo já tinha virado a minha grande meta, a minha obsessão secreta. Paloma já estava muito mais solta e entregue quando falávamos do Fafá, e, em vez de xingar, passou a comentar sobre ele com naturalidade:

— Com aquela barriga de chopp, ele nem deve conseguir ver o próprio pau mais — soltava ela, rindo.

Ou então:

— Com todo aquele peso, aquele coroa desmantelado não iria aguentar o tranco comigo na cama.

Percebi nitidamente que ela já estava completamente aberta a esse fetiche pesado, e que, no fundo, se a situação saísse do controle e acontecesse, ela iria adorar cada segundo. Todas as vezes que ela me mandava fotos do corpo — fosse o bronzeado renovado após mais uma sessão de fita isolante, fotos de calcinha fio-dental ou de camisola curta sem nada por baixo, exibindo as curvas da lingerie colada —, eu jogava a real:

— Deixa a janela do quarto aberta para o Fafá delirar e comer você com os olhos!

Ela negava de imediato, fingindo indignação:

— Nem fodendo! Ele vai pensar que tô dando ousadia para ele! Mas sabíamos muito bem que era exatamente isso que ela secretamente queria.

Até que, em uma noite quente, ela me mandou uma foto de como estava em casa: vestindo uma camisola absurdamente curta e transparente, deixando à mostra um micro fio-dental cavado. Ela estava simplesmente belíssima, um pecado em forma de mulher. Fiquei completamente louco com aquela imagem e comecei a implorar, suplicando para ela abrir a janela do quarto, fingir total esquecimento e deixar o vizinho Fafá aproveitar a vista privilegiada.

Depois de muita insistência, ela cedeu:

— Como nós vamos fazer essa loucura? Não quero de jeito nenhum que ele pense que estou dando liberdade fácil para ele!

Expliquei que eu também queria muito ver a reação do desgraçado, e combinamos que ela posicionaria o celular gravando em um ponto estratégico do quarto, com uma visão ampla do cômodo e que pegasse exatamente a direção da casa do vizinho, bem na laje onde ele costumava ficar à espreita.

Executamos o plano com precisão cirúrgica. Ela vestiu uma roupa normal, posicionou o celular no modo de gravação e o deixou apoiado e abriu o janelão do quarto, ainda não havia ninguém na laje. Foi até o banheiro para trocar de roupa. Ela entrou no banheiro, despiu-se de tudo, ficando apenas com a micro lingerie e vestindo aquela camisola transparente por cima. Ao sair do banheiro e pisar no quarto, percebeu que o desafeto já estava lá, postado na espreita. Senti que ela ficou meio sem jeito, com as pernas tremendo levemente diante da adrenalina. Ao vê-la naqueles trajes sumários, Fafá não acreditou no que os olhos viam: aproximou ainda mais o rosto, projetou o corpo para a frente na beirada da laje para enxergar cada centímetro daquele corpo, com os olhos arregalados, sem piscar por um segundo sequer. Paloma começou a caminhar de um lado para o outro pelo quarto, desfilando, e até aquele momento ele a havia visto de frente e de perfil, com as curvas perfeitamente torneadas e turbinadas pela academia. Até que ela deu um giro repentino e ficou de costas para ele, revelando aquele rabo imenso, com a micro calcinha totalmente socada em seu rego, deixando a bunda praticamente nua e exposta para o tarado. Fafá olhava com os olhos saltando da face, passou a mão pela cabeça e começou a apertar o próprio pau por cima da bermuda, delirando de tesão com as curvas maravilhosas de Paloma escancaradas para ele. Até que, de repente, Paloma deu um passo rápido e fechou a cortina com violência, encerrando o espetáculo particular para o vizinho. Ela correu imediatamente para o celular, parou a gravação e me mandou o vídeo em seguida.

Quando abri o arquivo e assisti à cena, fiquei tão louco quanto o Fafá. Bati uma punheta furiosa, com o sangue fervendo. Paloma estava maravilhosa na gravação, seminua, e com certeza a noite daquele coroa foi inesquecível.

— Marcelo, que loucura insana foi essa que nós fizemos? — escreveu ela, visivelmente receosa.

— Loucura nenhuma, delícia pura! Foi bom demais ver você provocando aquele tarado.

— Não, e se esse louco grava tudo, espalha e me coloca na internet? — falou com pânico nos olhos da exposição.

— Relaxa, porra! Ele não faria nunca uma burrada dessas, sabendo que você pode dar queixa na delegacia e mandar ele direto para a cadeia — tentei acalmar os medos dela.

— Mesmo assim, fiquei com muito medo, juro que não vou fazer isso de novo.

Apesar de demonstrar esse temor superficial, ela deixava claro em cada palavra o quanto havia ficado extremamente excitada com a situação. No dia seguinte, insistia pedindo para repetir a dose. Tentei convencê-la de que seria totalmente seguro, que ele jamais ousaria gravar, e, como ela também estava pegando fogo por dentro com a lembrança do dia anterior, acabou cedendo. Mas dessa vez o plano foi mais longe: ela ficaria apenas de lingerie, sem a camisola por cima. Pedido feito, prontamente atendido. Usamos exatamente a mesma estratégia do dia anterior, posicionando o celular no mesmo ângulo. O coroa já estava a postos na laje. Paloma começou a caminhar pelo quarto com uma sensualidade calculada, fingindo total distração, como se não percebesse a presença do vizinho. Com aquele rabão empinado, rebolando gostosamente, ela enlouqueceu o homem: o coroa enfiou a mão por dentro do short e começou a se masturbar freneticamente ali mesmo, olhando vidrado para cada movimento. Paloma, sentindo-se mais solta e confiante, permitiu que o show durasse muito mais tempo do que no dia anterior, culminando em se deitar de bruços na cama, o que fez o vizinho acelerar ainda mais os movimentos desesperados da mão entre as pernas. Até que ela se levantou lentamente e fechou as cortinas, me enviando o vídeo logo depois. Confesso que assisti a essa gravação umas três vezes seguidas num estado de transe completo, com o tesão no talo, punhetando minha pica de forma voraz até quase gozar.

— Marcelo, nós somos dois loucos varridos! — disse ela em êxtase total com o poder da provocação que havia acabado de executar.

— Que loucura mais gostosa da porra, isso sim! Você deixou o coroa completamente fora de si, com certeza ele gozou duro na bermuda pensando em você.

Ela, incrédula:

— Meu Deus do céu, que insanidade... — mas continuava radiante e profundamente excitada com tudo o que acabara de vivenciar.

Na tarde do dia seguinte, deparo-me com uma mensagem dela no WhatsApp:

— Tá podendo falar agora?

Estranhei o tom sério com que ela iniciou a conversa e respondi prontamente:

— Posso sim, pode falar, meu amor. O que houve? — respondi já sobressaltado e com o coração apertado, receoso do que poderia ser.

— Olha, você não vai acreditar no que aconteceu agora há pouco na rua.

— O quê? Fala logo, tô maluco de expectativa! — digitei.

— O Fafá me viu saindo de casa indo para a academia, parou bem na minha calçada na minha frente com aquela cara de tarado dele, cravando os olhos na minha buceta que estava marcadíssima e dividida pela legging justa. Fechei a cara no mesmo segundo, fecharia o tempo se ele abrisse a boca, e desviei dele pisando firme.

— Caralho! O coroa ficou completamente transtornado e louco com o que viu na sua frente — respondi, soltando gargalhadas na mensagem.

Ela rebateu, séria:

— Isso é sério, Marcelo! E se esse louco resolver fazer alguma coisa pior comigo na rua? — falou ela, assustada de verdade.

— Ele não vai ter culhão para fazer porra nenhuma. Não vai querer arrumar problema direto com o seu marido — argumentei, tentando baixar a bola e aliviar a tensão dela.

E, aproveitando o embalo, continuei a instigação:

— Mas pensa bem: já que hoje ele teve a ousadia de parar na sua frente e secar sua xavasca, amanhã você vai provocá-lo ainda mais. Vai deixar ele te ver completamente nuazinha na laje.

— De jeito nenhum, não vou fazer isso nem fodendo! — disparou Paloma, recusando-se de imediato a voltar a provocá-lo daquela maneira.

— Vai sim, caralho! Você vai adorar, eu sei muito bem que no fundo você gosta desse perigo — provoquei, já com a expectativa nas alturas para a chegada da noite do dia seguinte.

Durante a noite inteira, argumentei e acertei com a Paloma como seria. Ela estava irredutível, batendo o pé que não faria aquilo de forma alguma, com medo de perder o controle.

— Vamos provocar esse tarado de uma vez por todas, Loma! Ele não vai te tocar, a laje dele é distante, fica só na imaginação dele.

— Não quero que ele me veja dessa forma nua de novo, é perigoso demais.

— Vamos provocar ele só mais essa vez, vai. Eu sei perfeitamente que você está amando ver as reações do seu vizinho se deliciando com o seu corpo... — sussurrei nos textos.

Ela soltou uma risada abafada, já amolecendo o coração, quebrando a resistência aos poucos e começando a se encorajar para realizar mais aquela insanidade.

Combinamos todos os detalhes da nova investida: ela ficaria apenas com a camisola fina, sem absolutamente nada por baixo, completamente nua sob aquele tecido transparente e provocante. Tudo estava rigorosamente planejado, com a estratégia traçada e o celular de Paloma perfeitamente posicionado no suporte, com a gravação ligada capturando cada segundo daquela encenação pecaminosa.

Diferente dos dias anteriores, no entanto, algo mudou assim que ela entrou no quarto. A janela já estava totalmente aberta, e uma sombra sutil parecia se mover na penumbra da laje vizinha, embora ela ainda não tivesse certeza absoluta de quem ou o que estava ali. Ali mesmo, no meio do quarto, sem hesitar um segundo sequer, ela despiu o restante da roupa que restava, ficando de costas para a janela aberta e oferecendo de imediato aquela visão absolutamente magnifica do seu rabo, perfeitamente emoldurado pela marquinha impecável do bronzeamento. Foi exatamente nesse instante que tivemos a certeza palpável de que o Fafá já estava espreitando nas sombras. Ao se deparar de súbito com a imagem daquele rabo nu e reluzente, o coroa perdeu o juízo: ele literalmente se empurrou para a frente no muro baixo de sua laje, projetando o corpo para a frente perigosamente, aproximando-se o máximo possível da janela do quarto de Paloma.

Lenta e deliberadamente, Paloma pegou a camisola transparente que estava pendurada na beirada da cadeira e apenas a jogou displicentemente sobre o corpo, um gesto puramente teatral que não escondia absolutamente nada — era como se estivesse completamente vestida ou totalmente nua, o efeito visual era o mesmo. O seu corpo nu exibia-se às claras, revelando cada detalhe minucioso e suculento: o destaque absoluto para as marquinhas douradas do bronze, aquele bundão gigantesco e empinado, e a bucetinha raspada e desenhada logo abaixo. Ela começou a caminhar de um lado para o outro no quarto, desfilando com uma lentidão calculada, aproximando-se cada vez mais da janela, escancarando uma visão ainda mais detalhada e privilegiada do seu corpo para o coroa babão.

Vendo aquilo, o vizinho perdeu o controle de vez: puxou a pica que já estava latejando de tesão para fora da bermuda, expondo o pau duro ali mesmo, ao ar livre, e começou a se masturbar furiosamente. Paloma fingia com maestria absoluta que não estava percebendo nada, agindo como se não houvesse nenhum tarado ali a comendo com os olhos e batendo punheta na sua frente. O coroa fazia verdadeiras acrobacias e estripulias em cima daquele muro da laje; parecia que ia despencar dali a qualquer momento de tanta empolgação, arriscando o próprio pescoço só para conseguir ficar alguns centímetros mais próximo daquela deusa que se exibia para ele. Paloma provocava como nunca antes na vida, fingindo a todo momento estar procurando algo perdido pelo quarto: ela se abaixava lentamente, empinando aquele bundão escultural para cima para procurar um objeto imaginário, e o velho, ao ver aquela carne balançando diante de seus olhos, acelerava as batidas da punheta com uma fúria animalesca.

Aquilo já havia se transformado no sonho mais molhado e inacreditável da vida do Fafá. E, para o delírio dele, Paloma parecia disposta a prolongar o suplício, fazendo com que o show daquela noite durasse muito mais do que nos dias anteriores. Quando parecia que o espetáculo já estava chegando ao fim, ela deu o bote final: colocou os joelhos sobre a colchão da cama, arqueou as costas e ficou de quatro, fingindo procurar um travesseiro escorregado na cabeceira. Como a camisola era absurdamente curta e totalmente translúcida, e ela estava completamente nua por baixo, o coroa recebeu de bandeja uma imagem celestial que ele jamais conseguiria apagar da memória pelo resto de sua vida: aquele cuzinho perfeitamente fechado e a bucetinha raspada e rosada escancarados, totalmente expostos e implorando para serem devorados.

Paloma sustentou aquela posição de quatro por uns vinte segundos eternos, o tempo exato para fazer o Fafá perder a cabeça de vez, disparar os movimentos da mão na pica em uma velocidade insana e gozar loucamente no ar, soltando um gemido alto, estrangulado, que ecoou pela madrugada e espirrou jarros grossos de esperma quente que caíram direto na calçada da rua abaixo. O gemido de gozo do Fafá foi tão alto e descontrolado que fez Paloma se assustar de verdade; de forma totalmente involuntária, ela virou o rosto na direção dele e deu de cara com o vizinho estatelado no muro, segurando o próprio pênis latejante com a cabeça inteiramente melada de gala branca. Ela ficou estaticamente paralisada por alguns segundos encarando aquela cena pornográfica ao vivo, vendo o pau do coroa escorrendo sêmen, antes de dar um salto para trás e correr para fechar a cortina com violência, encerrando de vez uma das noites mais memoráveis e depravadas daquele tarado.

O que começou como uma simples troca de mensagens e joguinhos virtuais está prestes a cruzar a linha do proibido de vez. Com a xavasca pegando fogo e o marido fora, a decisão da Paloma de se expor na janela abriu portas que não podem mais ser fechadas

Até onde uma casada solitária e um ex cheio de malícia podem ir quando o limite entre o fetiche e a realidade finalmente se rompe?

Não perca o próximo capítulo dessa história eletrizante para descobrir o que vai acontecer quando o voyeurismo virar toque.

👉 Acompanhe a continuação da leitura pelo link abaixo:

https://reddanny.substack.com/p/a-tentacao-da-casada-ao-alcance-do?r=8w739m

Continua...

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos