#Assédio #Coroa

um velho carroceiro me comeu

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Antologia_Sexual

Olá, amores, meu nome é Yasmin e essa é a primeira vez que vou contar isso. Tenho 19 anos, sou morena, 1,60m, sou magra, seios pequenos e tenho um bumbum até bonitinho.
O que vou contar aconteceu, ou acontece, há cerca de 2 meses, eu e umas amigas estavamos voltando de uma noitada, era por volta das 3:30h da manhã quando ao entrar na minha rua, avistei o seu Antônio, um senhor que cata entulho, a carroça dele estava tombada e todo aquele troço que ele carregava estava espalhado no chão, o namorado da minha amiga parou o carro em frente de casa e enquanto me despedia do pessoal ele foi até o seu Antônio e começou a ajudá-lo com a carroça. Minha amiga e eu começamos a zoar ele, estavamos meio altas da bebida e confesso que fomos maldosas nos comentários, coisa de jovens idiotas. Depois de colocar tudo na carroça, seu Antônio humildemente agradeceu a ajuda e seguiu rua abaixo puxando a carroça, dava pra ver que estava bem pesado, o namorado da minha amiga tentou erguer a carroça e não conseguiu, seu Antônio por outro lado puxou aquele peso todo com uma facilidade impressionante, de novo zoamos o namorado dela.
Quando seu Antônio passou por nós algo me chamou atenção, o velho além de forte, tinha um peitoral e um abdomem todo definido, apesar do rosto já desgastado da idade, o físico do coroa era invejável, ele usava um short de tactel, botas e estava sem camisa, não sei se por estar bebida, mas olhei pro corpo do coroa e imaginei coisas.
Passados alguns dias, eu sempre via seu Antônio passando com aquela carroça de um lado pro outro, mas não dava importância, até que certo dia, meu pai pediu que eu ou minha mãe chamasse o seu Antônio pra recolher um entulho do quintal, meu pai tinha mandado fazer o piso do quintal e tinha ficado muito resto de construção, naquela tarde, seu Antônio passou na frente de casa e minha mãe o chamou, tomei um susto quando dei de cara ele entrando em casa, minha mãe foi mostrar o quintal, ele sempre respeitador e educado olhou tudo e falou...
- dona, posso tirar esse entulho, mas não de uma vez, esses cacos e a areia eu tiro hoje, mas o mato e esses resto de planta eu levo pra outro lugar, então posso tirar amanhã!
Minha mãe não se importando muito concordou. Seu Antônio começou a juntar tudo em sacos e levar pra carroça, do meu quarto eu via pela janela aquele senhor grisalho com o corpo moreno suado, ele enchia os sacos com entulho e levantava aquele peso todo como se fosse nada, convesso que assim como na outra noite, fiquei tentada com a disposição do coroa.
Quando acabou ele foi avisar que já ía embora, minha mãe deu o dinheiro pra ele e antes de sair ele me olhou dos pés a cabeça, eu estava usando um conjuntinho vermelho vinho, apertadinho, marcando meu corpo, só quando ele olhou fixamente pra mim foi que me dei conta que estava sem calcinha e sem sutiã, ele pode ver os bicos dos meus seios e minha bucetinha marcando o tecido.
No outro dia, minha mãe antes de sair pro trabalho me avisou que seu Antônio viria, falou sobre o dinheiro na mesa da sala e falou pra eu pagar ele quando terminasse...
- ah, filha, outra coisa, fica de olho, não deixa ele só andando pela casa!
- ok mãe!
Assim ela saiu e eu voltei a deitar, lá pelas 9h seu Antônio chegou, bateu palma na frente de casa e fui receber ele, dei Bom dia e mandei ele entrar, fui com ele até o quintal e logo ele começou a trabalhar, fiquei na porta olhando e mais uma vez notei o corpo dele, seu Antônio percebeu meu olhar e me deu um sorriso, aquilo me balançou, não sei explicar por que, talvez por estar sozinha com ele, mas minha cabeça começou a imaginar besteiras, fiquei excitada e no impulso me aproximei, queria que ele me olhasse, e funcionou, logo ele puxou assunto, começou a falar sobre a família dele e outras coisas aleatórias, certo momento ele me pediu um copo d'água, fui até a cozinha, peguei um copo e quando me abaixei pra pegar a agua na geladeira senti a encoxada, seu Antônio atrás de mim pressionou a pelvis dele na minha bunda, tomei um susto que quase me fez derrubar o copo, me virei e ele se afastou...
- aqui está sua agua! falei meio nervosa.
Ele bebeu tudo em dois goles, levantou o copo pedindo mais e enchi novamente, enquanto bebia ele me olhava diretamente nos olhos, sem querer baixei a vista pro peito e pra barriga dele, o abdômen forte tinha uma penugem que descia a partir do umbigo e sumia no cós do short, percebendo meu olhar ele colocou o copo de lado e agradeceu, ao passar por mim ele deu um tapa na minha bunda, tomei outro susto e pensei, que velho ousado, eu apenas sorri sem graça e fiquei alí olhando ele trabalhar, quando estava no último saco peguei o dinheiro e dei pra ele, caminhamos até a porta e antes de chegar na porta da frente ele encheu a mão com a minha bunda...
- que isso, seu Antônio? falei com raiva.
- relaxa, guria, eu vi vc me olhando, sei que vc tá afim!
Ele foi falando e apalpando minha bunda, eu fui andando pra trás tentando tirar a mão dele de mim até que encostei na parede, ele encostou em mim com aquele corpo suado e na hora tentei empurrar ele, as mãos dele agarraram minha bunda e ele cravou o rosto no meu pescoço, aquele velho suado tava me agarrando, me deu um certo nojo daquele cheiro de suor mas quando a barba dele roçou meu pescoço eu me arrepiei toda, minhas pernas ficaram todas eriçadas e senti o volume no short dele pressionando minha buceta, não resisti àquela investida e deixei ele me bolinar, logo as mãos dele entraram pelo meu shortinho agarrando minha bunda, os dedos grossos dele entraram pelo rego até tocarem meu ânus, sem perceber eu tava gemendo na mão do velho....
- isso putinha, tá gostoso né?! disse ele com uma voz de tarado.
Mais uma vez tentei me desvencilhar dele...
- me solta, seu velho tarado! falei me afastando dele, ele me olhou com um sorriso cínico, me pegou pelo braço me puxando pra ele...
- eu sei que vc tá muito afim de levar umas pirocadas, mas eu tenho que ir embora, senão eu ía comer essa sua bunda até vc gozar!
- cala a boca e vai embora, seu tarado!
Seu Antônio saiu rindo, pegou o saco que tava na porta e antes de sair me olhou e disse...
- eu moro no barraco atrás do campinho, passa lá comigo depois, vou dar um trato em vc, putinha!
Eu fechei a porta com força, no resto do dia eu não parei de pensar naquilo, em como ele foi abusado e em como surpreendentemente eu fiquei excitada com aquela ousadia dele, a noite eu fui pra faculdade, no ponto de ônibus vi o campo do bairro e nos fundos do campo tava o barraco do seu Antônio, com a carroça parada na frente, por alguma razão eu só pensava nas palavras dele me falando pra ir ao barraco dele, quando a aula terminou, tomei o ônibus pra casa e quando desci olhei de novo pro campinho, lá estava seu Antônio, sentado na frente do barraco, a luz acesa na frente iluminava pouco, o entorno era todo escuro, o campinho era um breu total, caminhei na direção de casa sem tirar os olhos do campinho e eis que minha cabeça começa a lembrar dele me assediando, não sei como nem por que, mas dei meia volta e fui pelo lado do campinho, uma trilha escura que dava ao lado da casa do velho Antônio, quando cheguei perto ouvi ele dizer...
- sabia que vc viria, guria!
Olhei pra ele sem saber o que dizer, ele levantou da cadeira e veio até mim, pegou na minha mão e foi me puxando pra dentro, a casa era bem pobrezinha, tinha uma cama com um colchão velho, uma cômoda antiga, roupas espalhadas e uma pia, quando entrei ele logo foi agarrando minha bunda, eu estava de calça jeans e uma blusa de alça, quando dei por mim o velho já estava mamando meus peitinhos enquando abria minha calça, não consegui esboçar reação nenhuma, só deixei ele fazer o que queria comigo, logo minhas calças estavam no chão, minha calcinha no meio das minhas coxas e o velho abaixado beijando a testa da minha buceta, ele forçou abrindo minhas pernas e então senti a boca dele chupando minha bucetinha....
- que linda xerequinha, vc tem!
Eu só olhava pra baixo e via ele passar aquela língua grossa em mim, com os dedos na minha buceta enquanto a outra mão apertava minha bunda e tocava meu cuzinho, em uma última dedada o dedo dele saiu melado...
- a putinha tá prontinha pra levar pica!
Assim, sem eu falar nada, ele me virou de costas pra ele e me abraçou, senti ele abaixar a calça e o pau duro encostar na minha bunda, instintivamente empinei a bunda e o pau deslizou por entre minhas pernas tocando minha buceta, quando olhei pra baixo vi a cabeça aparecer logo abaixo da minha buceta, não era muito grosso mas era comprida, ele ajeitou a cabecinha e empurrou, deslizando macio pra dentro da minha grutinha, ele segurou pelos meus braços e então começou a meter com força e rápido, parecia que não trepava há muito tempo, senti os pelos dele na minha bunda, aquilo acendeu meu tesão como eu nunca tinha sentido antes, eu me empinei o máximo que pude recebendo as pirocadas dele, foi assim por vários minutos até que ele foi me empurrando pra cama, apoiei os joelhos no colchão e ele me empurrou fazendo eu ficar de quatro, agora minha bundinha morena tava arrebitadinha, ele abaixou e caiu de boca na minha buceta e quando a língua dele passou no meu cu soltei um gemido....
- gosta de tomar nesse cuzinho, putinha?
O velho chupou meu cu, dedou minha buceta que já tava toda melada e então tornou a meter, comecei a gemer baixinho e vendo minha excitação, o velho enfiou um dedo no meu cu, senti um ardor gostoso e já tava empurrando a bunda contra as estocadas dele, foi então que sem aviso ele tirou da minha buceta e enfiou de uma vez no meu cu, quase vi estrelas, pois ele meteu e foi logo bombando, a cada metida o pau ía mais fundo no meu reto, quando os pelos dele encostaram na minha bunda percebi que ele tava até o talo cravado em mim, o vai e vem começou e eu gemi de dor e prazer, o velho parecia um animal no cio, ele começou a dar tapas na minha bunda me chamando de putinha e que agora eu era dele, comcei a gozar no pau do velho Antônio como nunca nenhum namorado meu tinha me feito gozar, em certo momento ele acelerou e começou a gozar, senti os jatos quentes inundarem meu cu, quase desmaiei de dor na ultima estocada, o velho enfiou fundo me fazendo arrear na cama.
Depois de gozar ele ficou alí em cima de mim com o pau cravado no meu cu, quando ele levantou, ele pegou minhas roupas e jogou em cima de mim...
- pronto, putinha, se veste e pode ir pra casa!
Confesso que aquilo me deu um ódio, ele tinha acabado de me comer e tava simplesmente mandando eu ir embora, me vesti me sentindo suja, quando fui sair da casa dele, ele me pegou pelo braço e falou sério...
- amanhã vc passa aqui de novo!
Não respondi nada, apenas puxei meu braço e saí andando pela escuridão do campinho, fui pra casa com a calcinha toda melada de porra, em casa fui tomar um banho e me lavar, quando deitei lembrei da experiência e pra minha surpresa me bateu um tesão louco, bati uma siririca dolorida pensando naquele velho maltrapilho, gozei forte e dormi.
No dia seguinte, fui pra aula e ao sair me bateu uma ansiedade, sabia que teria que passar na frente do campinho de novo, ao descer do ônibus lá estava seu Antônio, no mesmo lugar sentado na cadeira mechendo em alguma coisa, como se estivesse sob um controle mental fui andando pela mesma trilha, ele me olhou chegando e não disse nada, eu passei por ele e fui entrando no barraco já desabotoando minha calça, quando abaixei ele já encostou em mim e foi empurrando a pica na minha buceta que já tava toda encharcada, transamos de novo, com ele comendo minha buceta e depois meu cu, gozei como uma gata no cio com a piroca do velho no meu rabo e repetindo o ritual da noite anterior, ele catou minhas roupas e me mandou ir embora.
Fiquei viciada em dar pra ele, tenho levado pica dele quase todos os dias após chegar da faculdade, minha mãe até estranhou o por que eu tava chegando mais tarde do que o habitual, falei que o horário do ônibus tinha mudado e ela aceitou, assim eu estou, sendo a cadela do velho carroceiro, e pra piorar, eu tô gamada naquela pica, não sei explicar mas a forma como ele me trata mes faz sentir excitada ao mesmo tempo que me indigna, parece surreal pensar que alguém possa simplesmente ter uma espécie de poder, mas na verdade o velho Antônio sabe como comer uma fêmea e apesar de achar isso uma loucura, não sinto vontade de parar.
Bom, gente, é isso, agradeço por lerem e espero que não me rotulem.
Beijos!

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Comentários (2)

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  • Bronquinha: Essa Yasmin deve ser gostosa, toda iasmim que conheço é filé linda e jovem !

    Responder↴ • uid:znpnup2k6xf
  • Dudu safado: Deve ter um cuzinho bem gostoso essa putinha

    Responder↴ • uid:g2owq4hz4rq