Ajudando minha tia com os peitões cheios de leite
A fantasia de todo garoto é uma mulher com peitões. E a minha tia, no final da gravidez, tava com eles maiores ainda... e cheios de leite
Ir à farmácia numa noite fria não era bem como eu planejava passar a sexta-feira. Eu tinha apenas 18 anos e estava louco por alguma coisa com uma garota. Deveria estar com meus amigos num barzinho em busca de uma aventura, mas lá fui eu comprar uma bombinha de leite pra minha tia.
Já no final da gravidez, ela descobriu que o marido estava tendo um caso com uma garota mais nova do trabalho, e fazia uma semana desde que se mudou pra nossa casa, pra passar o final da gravidez e tentar se recuperar da separação, depois de botar o marido pra fora de casa.
Àquela hora da noite, a única farmácia que encontrei a aberta não tinha a tal bombinha, e acabei perdendo a noite de sexta-feira por nada. Quando voltei pra casa, vi a luz da cozinha acesa e encontrei minha tia sentada, tentando tirar um pouco do excesso de leite.
Minha tia era a irmã mais nova da minha mãe e já estava lá pelo oitavo mês de gravidez. E, por ironia do destino, bem no momento em que eu tava doido pra comer uma buceta, tinha em casa uma grávida com os peitões enormes, que volta e meia ficada vazando leite. Claro que isso atiçou todo o meu tesão reprimido por mulheres mais velhas, dos tempos em que passava os fins de semana na casa dela, quando era garoto.
Pra quem estava prestes a ter o segundo filho, a tia Clara estava com uma aparência impressionante. Ela era três anos mais nova que a minha mãe e, aos 38 anos, ainda chamava a atenção por onde passava. Ela sempre teve um corpo cheio, mas com curvas nos lugares certos. Naquela noite ela usava uma calça de pijama folgada e uma blusa branca de mangas compridas.
"O que houve, tia?", perguntei, sentando ao seu lado na mesa da cozinha.
Entre fungadas e irritada, ela respondeu: "Não acredito que tenho que passar por isso sozinha! Não aguento mais esse peito vazando, e aquele meu marido babaca tá lá, curtindo a vida com a amante!"
Fiquei em silêncio, procurando uma resposta. A cozinha estava escura, mas consegui ver que a blusa da minha tia estava úmida na altura dos seios. Devo ter ficado encarando, pois, quando desviei o olhar dos seios dela, nossos olhos se cruzaram por uma fração de segundo. Eu sabia que ela tinha me flagrado olhando.
A tia Clara tinha cerca de 1,57 de altura e, durante a gravidez, ganhou bastante peso, mas parecia que tudo tinha ido para os lugares certos. O quadril e o bumbum dela haviam alargado, mas, o mais surpreendente, seus seios — que já eram grandes — pareciam enormes.
Ela começou a chorar e balbuciou: "E agora estou vazando leite feito uma vaca, porra! Que merda!"
Me estiquei um pouco, o bastante pra alcançar o seu ombro, num abraço que ela logo correspondeu. Então, quando eu puxei a cabeça dela pro meu peito, ela desabou completamente, abraçada comigo e se sentindo meio frágil. Fui acariciando as costas dela e disse, num sussurro: "Você está linda, e o tio Carlos foi um idiota por ter te traído. Você tá melhor sem ele."
Ela limpou a garganta, olhou pra mim e usou as mangas da camisa pra secar os olhos. Deu um sorriso tímido, e eu continuei a acariciar suas costas.
Minha tia e eu nunca tínhamos sido muito próximos, mas eu sinceramente sentia por ela um misto de tesão e quase uma coisa de mãe e filho. Tentei consolá-la e a apertei um pouco mais forte.
"Ai, de novo!", disse ela, recuando.
"Desculpe, o que foi?", perguntei.
"Você não vai querer saber", respondeu ela, com um meio sorriso.
"Não, sério, o que houve?", eu insisti.
"Bem... são os meus... são os meus peitos. Tenho que ficar tirando leite, de tanto que tá saindo, e já passou da hora..."
Fiquei sem saber o que dizer e olhei pra baixo, para os seios inchados dela, vendo que manchas úmidas ainda maiores haviam surgido. Me afastei do nosso longo abraço e senti meu rosto corar.
Com a voz trêmula, disse: "Sinto muito, não queria ficar olhando..."
Ela me interrompeu, olhou para a minha virilha e respondeu com um sorriso de canto: "Relaxa, Beto. Está tudo bem."
Eu não tinha percebido antes, mas a combinação de tesão e peito vazando leite da minha tia pressionado contra mim havia me deixado de pau duro. Podia sentir minha ereção contra o tecido da calça jeans. Fiquei paralisado de constrangimento; não ousei ajeitá-lo por medo de chamar ainda mais atenção pra minha "situação", pensando que ela talvez não tivesse notado.
Minha tia limpou o rosto nas mangas novamente, respirou fundo e disse: "Pelo menos ainda consigo despertar o interesse de alguém."
Senti meu rosto esquentar ao perceber que ela tinha mesmo visto minha ereção através do jeans. Engasguei com as palavras e soltei um lamentável: "Sinto muito, tia..."
Ela sorriu e disse: "Você não tem motivo nenhum pra pedir desculpas, querido."
Eu queria muito sair correndo pro meu quarto, quem sabe bater uma bela punheta com a imagem dos peitões dela, mas não conseguia me levantar. Imagino que meu pau ficaria bem na cara dela, e minha indisfarçável ereção.
Ela riu do meu embaraço, apontou pros seios e disse: "Esses dois aqui produzem leite que é uma beleza! Falando nisso, preciso trocar de blusa e de sutiã."
Me senti um pouco mais à vontade, por ela não se importar com o sobrinho de pau duro, e disse sorrindo: "Tudo bem, não me importo."
A tia Clara sorriu e se inclinou sobre a mesa, na minha direção, e não pude deixar de notar como os seios dela eram lindos; parecia até que ela estava exibindo eles pra mim. Ela disse que se lembrava de como era ser jovem e de como queria ter de novo a minha idade.
"Não sei nem por que guardo todo esse maldito leite. Continuo tirando, mas o pediatra disse que pode ser útil, se a lactação não durar muito, depois que o bebê nascer, especialmente se ele não pegar o peito de jeito nenhum".
Olhei pra ela e disse: "Vai ficar tudo bem, tia."
Ela me pegou de surpresa ao se inclinar bruscamente na minha direção e me abraçar. Seus peitões enormes pressionando contra o meu corpo fizeram meu pau reagir de novo.
A tia Clara olhou pra mim e perguntou: "Podia me fazer um favor? Preciso tirar leite, e sem a bombinha eu me atrapalho toda. Queria saber se você podia me ajudar."
Olhei pros peitos dela e depois sorri, dizendo que ficaria feliz em ajudar. Por sorte minha mãe estava dormindo e não saberia de nada daquilo. Quando a tia Clara puxou a blusa, eu virei o rosto; ela disse que tudo bem, e ao olhar de novo, o sutiã estava sobre a mesa, e bem diante de mim os seus enormes seios.
Eram de um branco pálido e do tamanho de melões. Veias azuis grossas cobriam seus seios, todas parecendo convergir para as grandes aréolas castanhas. No centro de cada uma, havia um mamilo grosso e ereto. Meu pau estava agora totalmente ereto e pulsando dentro da calça.
Eu estava excitado, apesar de relativamente relaxado, considerando a situação. Após alguns segundos, a tia Clara estendeu a mão e ligou a bombinha.
Ela continuou se ajeitando e soltou um suspiro de frustração: "Essa bomba maldita já não funciona mais!"
"Qual é o problema?", perguntei.
A tia Clara olhou pra mim e disse: "Desculpe, Beto, é que estou tão frustrada e meus peitos estão tão sensíveis. Simplesmente não consigo fazer essa bomba extrair o leite."
Ela me pediu pra pegar uma tigela no armário, e assim que lhe entreguei, ela colocou diante do seio e começou a apertar o mamilo, fazendo o leite sair. Enquanto fazia isso, fiquei hipnotizado pelos seios dela.
Ela segurava o seio direito com a mão direita e, com a esquerda, começou a manipular o mamilo. Quase imediatamente, o leite jorrou do seio para a tigela. Fiquei tonto com a cena, e de repente estava salivando, enquanto segurava a tigela.
Ela soltou um suspiro profundo e disse: "Ah... isso já está melhor."
Dei uma risadinha nervosa e, na mesma hora, um jato de leite atingiu minha mão. Não sabia o que fazer. Lá estava eu, ao lado da minha tia enquanto ela esvaziava os seios.
Ela olhou pra mim com um ar de desculpas, depois deixou o seio cair e segurou a minha mão. Puxou-a em direção à boca e lambeu o leite da minha mão.
Senti meu coração disparar e meu pau ficar mais duro. Meio sem pensar nas palavras, soltei rapidamente: "Qual é o gosto?"
"Por que não prova?"
A tia Clara mergulhou o dedo na tigela, tirou de lá e o levou aos meus lábios. Me inclinei lentamente, estendi a língua e tomei coragem de lamber.
"Nossa, é tão doce", eu disse.
Ela riu e disse: "É ainda melhor quentinho."
"Quentinho?", perguntei.
A tia Clara segurou o seio direito com as mãos e o ergueu em direção à boca. Inclinou levemente a cabeça e começou a chupar o mamilo. Enquanto fazia isso, soltou um gemido baixo.
Ela disse: "Detesto desperdiçar." Deixou o seio pesado cair e perguntou: "Quer provar quentinho?"
Apenas balancei a cabeça afirmativamente enquanto me ajeitava, apoiado nos dois joelhos. Minha boca parecia estar perfeitamente alinhada com os mamilos dela, que estavam inchados. Ela colocou gentilmente a mão na nuca e guiou minha boca até o seio esquerdo.
Quando o mamilo deslizou para dentro da minha boca, senti o seu corpo estremecer e ela disse: "Seja gentil; esse aqui tá superinchado e muito cheio."
Comecei a chupar delicadamente e, pra minha alegria, um jato de leite quente inundou minha boca. Engoli e continuei chupando. Senti meu pau vazando líquido pré-seminal dentro da calça jeans. Olhei pra cima, pra tia Clara; ela estava com a cabeça inclinada para trás e gemia baixinho. Sua mão esquerda estava na nuca, e eu sentia ela puxar a minha boca pra mais fundo em seu seio. A mão direita puxava o mamilo do outro seio, e o leite começava a vazar.
Eu sentia tantas emoções que não sabia o que fazer; então, continuei sugando e engolindo seu leite, enquanto ela gemia e suspirava. A tia Clara se contorceu toda e disse: "Ah... isso é gostoso, Beto! Você vai fazer a titia gozar se continuar assim."
Fiquei em choque com as palavras dela. Parecia que eu estava sonhando. Comecei a sugar com mais força, e ela me puxou ainda mais pra perto. Segurando a minha mão, ela colocou sobre o outro seio, e eu instintivamente o apertei. Com os dedos, eu apertei o mamilo, como ela havia feito, e observei o leite espirrar. Um pouco escorreu pela minha mão e pingou sobre o seio dela.
Com a mão agora livre, a tia Clara soltou o laço que prendia a calça do pijama, baixando um pouco e deslizou a mão sem cerimônia para dentro. Senti as pernas dela se abrirem levemente e ela abaixou um pouco mais, revelando a buceta peluda. Olhei pra baixo e vi a mão dela esfregando a buceta enquanto eu mamava em seus seios.
Eu me esforçava pra sugar os peitos enormes dela e, ao mesmo tempo, tentar observá-la brincando com a buceta. Não conseguia ver muita coisa, mas consegui vislumbrar a farta pelugem pubiana dela. Podia ouvir o som da mão dela se movendo em meio aos próprios fluidos enquanto massageava o clitóris.
Ela começou a estremecer e sussurrou no meu ouvido: "Isso, chupa os meus peitos, querido!"
Eu me alternava entre um e outro, mamando em cada seio feito um bebê. Com um puxão final na minha nuca, ela parecia ter gozado, enquanto eu sugava com toda a força, fazendo uma intensa sucção no seu mamilo. O seu quadril se ergueu da cadeira e as pernas dela apertaram a própria mão.
Ela gemeu: "Ah... você está me fazendo gozar!", enquanto explodia em um orgasmo.
A tia Clara puxou minha cabeça contra o peito dela e eu fiquei sem ar. Eu estava de pé sobre ela agora, enquanto o leite inundava minha boca. À medida que os espasmos dela diminuíam lentamente, seu corpo relaxou de novo na cadeira, e eu me sentei diante dela novamente. Ela afrouxou a mão que segurava a minha cabeça.
Respirei fundo e limpei a boca com a mão. Minha tia olhou pra mim e sorriu, dizendo: "Obrigada, Beto. Eu precisava disso..."
Ainda sob o impacto daquela sensação, eu deixei escapar: "Isso foi incrível, tia."
Enquanto eu estava diante da minha tia, olhando pros seios dela e pro fio de leite que escorria por cada um, eu estava tonto de tesão. Ela olhou pra minha virilha e riu baixinho, dizendo: "Já que foi tão bonzinho, deixa eu te retribuir um pouco!"
A tia Clara se inclinou para a frente e, com as duas mãos, desabotoou meu cinto e minha calça jeans. Antes mesmo que eu percebesse o que estava acontecendo, minha calça e minha cueca foram puxadas para baixo, expondo meu pau duro. Ela olhou pra mim e sorriu, dizendo: "Nossa, tô vendo que isso teve o mesmo efeito em você também!"
Meu pau duro feito pedra pulsava e eu instintivamente levei a mão até ele. Mas a tia Clara segurou meus dois pulsos e sussurrou: "Apenas relaxe e deixa comigo."
Deixei minhas mãos caírem ao lado do corpo e, sem hesitar, e ela começou a lamber a cabeça inchada do meu pau. Ela se afastou e um fio de líquido pré-seminal se esticou do meu pau até os lábios dela. Então, com um sorriso malicioso ela disse: "Parece que não sou a única que precisa ser ordenhada."
Eu estava prestes a explodir enquanto ela começava a chupar o meu pau. Uma mão massageava meus testículos enquanto ela trabalhava a boca subindo e descendo pelo meu pau, indo cada vez mais fundo. Meus joelhos fraquejaram e eu tremia, me apoiando nos ombros dela.
Com a mão livre, ela puxou o mamilo inchado do seio direito e observei mais leite respingar suavemente em seu colo. Aquilo estava se tornando intenso demais pra suportar.
Senti meus testículos se contraírem e minhas pernas tremerem ainda mais.
"Tia, eu vou... eu vou gozar!", gemi.
Eu esperava que ela diminuísse o ritmo, mas, em vez disso, ela soltou meu pau babado da boca e, com as duas mãos, começou a masturbá-lo em um ritmo frenético. Olhei pra ela e vi que parecia fascinada pelo meu pau, enquanto eu observava seus peitos enormes balançando.
"Estou gozando", eu gemi.
"Você provou do meu, agora é a minha vez de provar do seu."
A tia Clara voltou a engolir o meu pau, bem na hora em que o primeiro jato de esperma saiu, enchendo a sua boca. Jato após jato de esperma continuaram a sair, e ela parecia não se cansar de engolir cada gota. Eu nunca tinha gozado com tanta força ou em tanta quantidade. Meus testículos e meu pau pulsavam a cada jato.
Quando o restante de esperma começou a sair, a tia Clara colocou a cabeça do meu pau na boca e chupou mais um pouco. Ela girou a língua ao redor da cabeça do meu pau e voltou a chupar enquanto olhava pra mim, dizendo: "Ah... o seu leite também é doce e quentinho."
Satisfeita e lambendo em volta da boca com a ponta da língua, ela subiu o zíper do meu jeans e acariciou meu pau por cima da calça. Ela rapidamente limpou o meu gozo, que restava em volta da boca, e subiu a calça do pijama, levantou-se e me abraçou.
Eu podia sentir os seios dela pressionados contra mim. Ela sorriu, me deu um selinho de leve e disse: "Isso foi muito bom... Mas acho que vai ser difícil dormir essa noite!"
Não sei há quanto tempo a tia Clara já tava sem transar, mas dizem que na gravidez o tesão das mulheres aumenta, até o ponto em que elas ficam doidas por um pau. Isso explicaria muita coisa aquela noite.
Eu disse que fiquei feliz em ajudar, e fomos pelo corredor escuro até o quarto dela. Quando me virei pra dar boa noite, ela me agarrou e me beijou; dessa vez, por mais tempo. Eu sentia o gosto do meu próprio esperma na sua boca, até que aquela língua veio em busca da minha. Aquele definitivamente não era um beijo de tia e sobrinho.
Enquanto eu sentia a sua mão apertando a minha bunda, a tia Clara sussurrou no meu ouvido: "Acho que a sua mãe tem sono pesado, né?"
"Acho que sim...", eu respondi.
Ela então me puxou pro seu quarto e, realmente, aquela noite nem eu nem ela dormimos. Depois eu conto como foi.
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Comentários (2)
Putinha: Top 1 contos desse site. 5 estrelas👌👌👌👌👌👌👌
Responder↴ • uid:se29ucu27teAlguém2: O melhor que li hoje, escreve bem demais 🔥
• uid:81rkspwqr9