#Assédio #Gay #Sado #Teen

Diário de um cativo- Final!

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Cativo

🔞🔞❤️‍🔥❤️‍🔥 aum conto de muita dominação forçada e sadismo, se não aguenta não leia, mas se ler curta, comente e goze muito!! 🔞🔞❤️‍🔥❤️‍🔥

E era assim que ele gostava, meus engasgos massageavam seu membro e ele gemia grosso de prazer demorando mais para sair e me sufocando ainda mais, mas eu permanecia submisso, pois confiava no meu dono e não ia arriscar perder o que acabei de conquistar: o acesso ao seu corpo.
•••

Essa semana fiz 15 anos e ele trouxe um bolo lindo para mim todo rosinha decorado com ossinhos. Fizemos amor gostoso e ele me permitiu gozar várias vezes. Sem contar que ganhei várias lingeries novas.

Nosso relacionamento tinha melhorado muito nos últimos meses, ele estava mais carinhoso apesar da dominação não diminuir, mas nas últimas semanas algo estava estranho, eu fui castigado várias vezes sem nem saber o motivo e isso me entristecia.

Hoje eu fiz tudo com a maior atenção pra não deixar passar nenhum detalhe, depois de me cuidar vesti apenas uma regata dele que mal cobria os bicos dos meus peitos como ele gosta e deixa meu bumbum volumoso bem exposto.

Ele chegou transtornado já me puxando pelos cabelos que já cobriam meu bumbum e me deu a maior surra com o destruidor que ele ainda não tinha usado nessa casa.

Fiquei jogado no chão da sala até que me arrastei pro banheiro da sala e tomei um banho quente que ardeu como o inferno e chorei como a muito tempo não chorava abraçado as minhas pernas, não entendia o que estava acontecendo.

Enrolado na toalha sentei encolhido no canto da sala soluçando baixo com medo de apanhar novamente. Ele saiu do nosso quarto e logo seu olhar me encontrou.

- Venha aqui, viadinho!

Sua voz era dura e agressiva como no começo e eu tremia mais de medo do quê de frio, mas não me mexi. Permaneci de cabeça baixa agarrado as minhas pernas.

- Eu mandei você vir! - ele gritou me agarrando pelos cabelos molhados.

- Eu quero meu Preto, não quero esse monstro de volta!

Gritei agarrando-me as suas pernas e me arrependendo em seguida, pois ele andava transtornado esses dias, mas diferente do que pensei ele me soltou e foi pro quarto voltando em seguida com o frasco do óleo na mão.

Fui pego no colo e colocado no sofá, suas mãos deslizaram pelo meu corpo cheio de hematomas antigos alguns amarelados, outros esverdeados e outros novos roxos e avermelhados.

Em silêncio cuidou de cada parte do meu corpo, enxugou meus cabelos e me vestiu com outra regata sua limpa e me levou pra nossa cama.

- Eu não vou pedir desculpas por isso porque eu estava precisando extravasar ou eu ia enlouquecer, mas vou tentar maneirar um pouco.

Ainda fungando me sentei em seu colo acariciando sua barba como ele gosta, suas mãos agarraram meus peitos que escapavam pelas laterais da sua regata fazendo o leite esguichar e logo sua boca sugou com força cada um deles.

Fui jogado de bruços na cama e penetrado no seco, gritei sabendo que ninguém ouviria e sem defesa fui violado até suas bolas se esvaziarem dentro de mim, mas ele permaneceu travado lá dentro até que seu coração se acalmou em minhas costas.

- Me conta o que está acontecendo, Preto. Você não me quer mais? Tá querendo se livrar de mim?

Eu já estava chorando de novo quando senti seus braços me envolverem num abraço apertado e sua boca distribuir beijos de minha nuca até meu ombro.

- Isso nunca vai acontecer, minha branquinha! Ter você comigo é o motivo de eu não ter perdido o controle ainda. Você sempre vai me pertencer!

- Então conversa comigo, por favor! A sua distância está me machucando mais do que as surras que você tem me dado.

Depois de um longo suspiro ele contou que seu pai havia enlouquecido depois que minha tia foi embora, estava devendo dinheiro por conta de jogo e que até a menina ele tinha usado para pagar uma parte das dívidas e que ela estava acabada.

Sem contar que estava no pé dele exigindo que fizesse serviços além do que ele era capaz por dia para pagar algumas dívidas também.

E para piorar ele queria vender as terras e ir embora fugindo dos credores, mas a nossa casa ficava nessas terras. Agora eu entendi o motivo dele estar assim, se ele vendesse tudo além de ficarmos sem a nossa casa os credores ainda viriam atrás de nós.

Virei meu corpo devagar me desencaixando dele e deitei sobre seu corpo alisando sua barba.

- E o que você está pensando em fazer? Eu faço o que precisar pra te ajudar.

- Eu ainda não sei, mas vou tentar não descontar isso em você.

Os meses que seguiram foram conturbados, mas apesar da raiva ele cumpriu o que prometeu, apenas o sexo ficava ainda mais bruto o que me deixava molinho no outro dia.

Esse fim de semana foi bem conturbado, ele brigou com o pai por telefone e se recusou a trabalhar no domingo de novo. Aproveitei e fiz tudo o que ele gosta de comer, fiz uma massagem nele e finalizei com um banho relaxante bem quente.

Depois beijei seu corpo inteiro como ele gosta e fizemos muito sexo, no início foi bruto, mas depois acalmou um pouco e ele me deixou gozar.

Durante a semana o acordei como sempre chupando e massageando suas bolas peludas enquanto bebia seu leite quentinho depois tomávamos café da manhã e mesmo sério ele não recusava meus carinhos.

Na sexta-feira fiz todas as minhas obrigações, cuidei de mim do meu cabelo e me preparei para recebê-lo no fim da tarde já que hoje ele não viria almoçar em casa.

Meu corpo ainda tinha marcas da sua violência, mas mesmo assim vesti um macacão arrastão preto que ganhei dele no meu aniversário. Os círculos vazados faziam um efeito bonito na minha pele pálida meus peitinhos pontudos saiam por eles, pensei em deixar meu pintinho saindo por um deles também mas desisti.

A pedra vermelha do plug que havia colocado apenas com saliva brilhava enterrada no meu bumbum avantajado salientando minha cintura fina que ele amava apertar.

Meu cabelo estava preso num rabo de cavalo alto e trançado, minha pele cheirava a pêssego e meus lábios carnudos em forma de coração estavam pintados com um batom vermelho intenso.

Estava na sala esperando ouvir o barulho da caminhonete para esperá-lo de joelhos à porta como ele gosta, mas já passava das 18h e nada dele chegar, eu já estava preocupado.

Quase 22h e eu já chorava copiosamente nem me lembrava mais do incômodo do plug, ele não era de atrasar. Eu chorava ajoelhado junto à porta sem consegui controlar os soluços e tremores do meu corpo. Da única vez que ele demorou nem foi tanto assim e ele chegou aqui acompanhado e o meu medo pela demora era de ele estar extravasando com outra pessoa e me deixar.

Ele disse que não me deixaria nunca, mas eu não sabia se podia confiar nisso. Ele era meu dono, fazia o que queria e só a sua vontade importava para ele.

Meia-noite o pânico já tinha tomado meu corpo e minha mente vagava pelo vazio do abandono quando a porta se abriu e aquela figura imponente apareceu na minha frente.

Não sei de onde arranjei forças, mas num pulo estava em seus braços soluçando aliviado agarrado em seu pescoço com minhas pernas enlaçadas em sua cintura.

- Calma, minha cadelinha!! Sshhiiii, seu dono chegou!!

Sua mão alisou meu corpo trêmulo até encontrar o plug. Com dois dedos ele esfregava minha entrada ao redor dele e depois puxou forçando, mas sem deixar sair.

Meu corpo já estava relaxando do terror que vivi ao pensar ter sido abandonado sozinho trancado nessa casa quando ouvi sua voz grave, mas não era direcionada a mim.

- Duvido que você já tenha sido recebido assim ao chegar em casa alguma vez na sua vida, delegado!

Meu corpo retesou e me agarrei mais a ele. O medo de ser entregue a outros homens me acertou como um choque elétrico.

- Realmente você é um homem de muita sorte. Pena que não compartilha mais a puta com os amigos.

O delegado respondeu rindo enquanto ele continuava forçando o plug para dentro e para fora em meu bumbum me exibindo, mas naquele momento eu só queria ficar nos braços dele.

A conversa a seguir eu mal entendi, era alguma coisa sobre o pai dele e as pessoas que ele estava devendo, mas eu estava mais interessado em sentir seu cheiro e alisar sua barba.

O delegado foi embora afirmando que daria notícias e nós fomos pro quarto. Fui deitado na cama, meu corpo ainda trêmulo pelo choro recente e seu olhar percorreu todo meu corpo coberto dos ombros aos tornozelos pelo tecido esburacado.

Seus dedos indicadores e polegares beliscavam e puxavam os bicos dos meus peitos até minhas costas arquearem, mas não reclamei, pois ele estava ali comigo.

Sua boca faminta desceu sobre eles sugando e mordendo enquanto eu esfregava os pés para suportar. Ele esticava até soltar fazendo um ploft dolorido.

- Por que minha cadelinha estava chorando? - sua voz era grave e baixa.

- O senhor demorou, tive medo. - respondi com a voz baixa e entrecortada.

- Medo de quê, minha bichinha burra? Aqui não tem nada de valor que valha a pena alguém escalar esses muros para roubar. E desde quando eu te devo satisfação dos meus horários, eu entro e saio a hora que eu quiser, esqueceu o seu lugar? - sua voz continuava igual, mas agora me aterrorizava.

- Me perdoe, meu senhor!! O senhor já me ensinou o meu lugar, mas... é que... eu tive medo... pensei que o senhor... o senhor tinha me deixa...

Não consegui concluir meu pensamento, pois sua mão grande e pesada desceu em meu rosto várias vezes e pelo meu corpo. Nunca apanhei assim com suas próprias mãos e não era nada bom.

Eu apenas chorava não fiz nenhum movimento de defesa, pois seria pior, mas voltei a chorar. Na minha cabeça aquilo era melhor do que ser abandonado e morrer naquela casa sozinho.

O plug foi arrancado de mim sem nenhum cuidado rasgando o macacão no caminho e seu mastro me invadiu sem nenhuma preparação, nem mesmo a sua saliva. Eu fui colocado de joelhos na beirada da cama e meus braços esticados com força enquanto ele ia fundo e forte dentro de mim.

- Você me pertence, sua bichinha imunda! Tá pensando que eu vou deixar você pra outro macho qualquer, sua puta? Eu sou o único que tem o direito de arrombar esse cu, de fazer você sangrar.

Agora ele estava descontrolado e por incrível que pareça eu não estava com medo. Na minha cabeça moldada por ele, essa era a maior prova de amor que ele poderia me dar.

- Me mostra Preto que eu sou seu, que você é o único dono do meu corpo e das minhas vontades. Ensina a sua bichinha burra mais uma vez, por favor!

Minha voz saia embolada pela brutalidade das estocadas e pelo choro, e isso foi o estopim para ele perder o controle de uma vez.

Fui virado de barriga pra cima ainda empalado, suas mãos apertaram minha cintura com uma força sobrenatural e meu corpo foi içado deixando apenas minha cabeça sobre a cama.

Os movimentos recomeçaram perversos, meu cuzinho parecia em carne viva e meu interior doía, eu gritava, mas não pedia para parar. Estava tão profundo, ele gozou urrando como um bicho selvagem e depois deixou meu corpo cair no chão.

Meu algoz permanecia duro, seu cogumelo brilhava pingando o resto do seu sêmen sobre mim. Com seu pé ainda calçado com a bota suja de barro ele pisou em minha barriga e por instinto eu segurei sua canela, mas não o afastei.

Ele pressionava com força fazendo meu reto sair ainda mais e junto com ele sua semente que havia sido despejada em mim.

- Limpe o chão, puta imunda! Não desperdice minha força.

Com muito esforço fiquei de quatro e lambi o seu sêmen junto com meu sangue e os pingos que se espalharam. Sem esperar fui montado brutalmente com minha trança enrolada em seu braço direito enquanto o esquerdo desferia socos em meu bumbum e costelas.

Meu corpo estava no limite, mas ele estava só começando. A trança foi puxada até minhas costas encostarem em seu abdômen e os socos passaram a atingir meu baixo ventre.

- Isso, vadia arghh!! Aperta seu macho arghh!! É pra isso que você serve me dar prazer, sofrer no meu pau!!

Ele gritava e gemia de forma sádica e eu só aguentava sem forças nem pra gritar mais. Seu braço passou por minha cintura e sua outra mão agarrou minha coleira e eu fui erguido do chão.

Minhas pernas moles balançavam entre as suas enquanto eu era violado, o ar já era raro nos meus pulmões quando senti seu membro pulsar no meu fundo.

Fui jogado no chão como um saco de lixo, seu cuspe atingiu minha boca semiaberta em busca de ar e logo depois quase fui afogado por sua urina já que eu não tinha condições de engolir pela falta de ar e a inconsciência que já me abraçava.

Acordei no outro dia ainda no chão em meio a sêmem seco, urina e meu sangue. Ele estava na poltrona me olhando de uma forma que me fez estremecer com aquele monstro sobre suas bolas.

Só de pensar em me mexer um gemido sofrido escapou de minha boca. Seu olhar saiu de mim para sua carne entre as pernas e mesmo sem dizer uma palavra eu sabia o que deveria fazer.

Me arrastei até seus pés e os beijei, com dificuldade consegui chegar até o meio de suas pernas onde seu pré-gozo já ameaçava pingar e o lambi olhando em seus olhos que faiscavam sadicamente.

Meu corpo doía como o inferno por dentro e por fora, mas não ousei reclamar. Lambi e massageei suas bolas peludas, chupei sua carne agora extremamente dura. Minha língua deslizava da base até a fenda onde se enrolava e eu o engolia.

Sua mão agarrou a minha nuca me forçando a engolí-lo completamente, minha garganta se contraia tentando se moldar ao invasor enquanto meus pulmões gritavam por ar até que fui empurrado para longe.

Tossi tentando regular minha respiração, seus olhos não desgrudaram de mim um segundo sequer. Dois toques em sua coxa foram o suficiente para que eu num esforço extremo subisse em seu colo deixando uma perna em cada lado de seu quadril e o corpo do seu mastro bem na minha entrada.

- Você entendeu agora como a sua vida está nas minhas mãos, bichinha burra? Que é mais fácil eu acabar com a sua vida inútil do que outro homem encostar o pau em você?

- Me perdoe, meu dono! Eu não consegui pensar direito.

Minha voz saia embargada pelo choro que já se formava em minha garganta dolorida.

- Eu sempre disse que minha cadelinha não precisava pensar, apenas obedecer. E você não sabe fazer nem uma coisa nem outra.

Agora vamos tomar um banho que você está fedendo muito. Fui levado pro banheiro e lavado sem o cuidado que já estava acostumado, o pânico de ter perdido o que havia conquistado me dominava.

Depois de seco, cabelos penteados e a pele hidratada seu cogumelo invadiu minha boca até se alojar em minha garganta seus movimentos profundos se alternavam entre brutos e lentos até se derramar em mim, e eu engoli tudo.

Ele assistia tv como se nada tivesse acontecido e eu mal conseguia me mover de dor, mas estava aliviado de tê-lo em casa. E com esse pensamento adormeci.

No domingo acordei antes do sol nascer e com um esforço extremo me arrastei até os pés da cama e adorei seu corpo como nunca havia feito antes.

Lambi as solas grossas de seus pés, chupei cada dedo passando a língua entre eles. Sua respiração tinha mudado denunciando que ele acordou. Subi dando beijos alternados até suas coxas.

Lambi sua virilha, seu abdômen, cheirei e beijei seu peitoral peludo e fiz o mesmo com seu sovaco cheio de pelos suados.

Agora sim eu poderia me dedicar a melhor parte, suas bolas peludas estavam cheias, pesadas. Cheirei marcando aquele cheiro em minha mente, então lambi deixando bem molhadinhas e suguei uma para dentro de minha boca e a massageei com minha língua com muito carinho.

Repeti o processo com a outra e depois com as duas juntas. Ele permaneceu parado, mas sua respiração estava pesada, então subi deslizando a língua da sua base até a fenda sorvendo seu pré-gozo. Alojei só a cabeçona na minha boca e suguei com calma fazendo movimentos circulares com a língua e aos poucos fui engolindo tudo até a base.

Repeti tudo de novo por três vezes e deixei minha garganta contrair lutando para expulsá-lo sabendo que isso o dava prazer. Quando cheguei ao meu limite tirei tudo e repeti novamente agora olhando em seus olhos já abertos e vidrados de prazer.

Continuei e hora nenhuma minhas mãos abandonaram suas bolas molhadas por minha saliva, a massagem era uma exigência para o leite fluir abundantemente e eu fazia com gosto até que seu leite quentinho inundou minha boca, suguei até a última gota esperando até que ele amolecesse.

Subi engatinhando sobre seu corpo com cuidado e me deitei sobre ele com meu rosto em seu peitoral. Sem perceber já estava fungando baixinho agarrado ao seu pescoço.

- Você tem que aprender a confiar em mim e me obedecer cegamente, cadelinha.

Sua voz estava rouca talvez pelo sono e por ter gritado comigo na noite de sexta-feira. Sua mão pesada pousou na base da minha coluna, não havia carinho, só posse.

- Me perdoa, Preto! Eu sou tão dependente de você que quando você não chegou minha mente se perdeu. Eu aceito tudo que vier de você desde que possa estar do seu lado, não me deixe nunca.

- Nós vamos viver e morrer juntos, você entendeu? Você sempre vai estar debaixo do meu domínio, sempre onde minhas mãos possam te alcançar.

- Obrigado, Preto! Obrigado... obrigado....

Eu agradecia e beijava seu peitoral e seu rosto nem me lembrava mais da dor que dilacerava meu corpo.

Não quis aborrecê-lo perguntando o motivo de seu atraso, mas a noite ele me contou que no fim do expediente na sexta-feira como seu pai não apareceu e nem atendeu o celular ele foi na sua casa e o encontrou morto.

Pelas marcas de sangue de pés e mãos pequenas espalhadas pela casa o delegado suspeitava que tinha sido a menina que tinha o matado, mas como ela tinha sido comprada e era mantida na condição de escrava ele achou melhor até para a nossa segurança declarar que a morte foi causada por acerto de contas de dívida de jogo.

Eu fiquei em silêncio chocado com a notícia e surpreso pela coragem daquela menina até ter meu corpo prensado na cama.

- Não pense que eu sou otário como meu pai e que você pode fazer o mesmo contra mim que você vai se arrepender, viadinho.

- Eu não sei viver sem meu Preto, como poderia pensar em fazer algo contra meu dono. Nós vamos morrer juntos como você disse.

Falei da forma mais verdadeira e manhosa para demonstrar minha sinceridade, seu beijo foi feroz, sua língua invadiu minha boca ocupando cada espaço e eu a chupava engolindo sua saliva como se fosse seu pau. Seu domínio sobre mim era total.

Depois disso ele voltou a cuidar de mim como antes, mas estava mais rígido com suas regras e eu cumpria todas não queria dar motivos para ele voltar a me tratar como no início.

Depois da morte de seu pai para a nossa segurança ele vendeu todas as terras para uma empresa que estava tentando negociar com ele em vida. Tudo foi feito sem chamar atenção, assim como nossa mudança.

Saímos antes do sol nascer levando apenas nossos objetos pessoais, e o restante deixamos embalados para o caminhão da mudança levar. Ele enviou a parte de minha tia na venda das terras e fomos rumo a um pequeno sítio que ele comprou num interiorzinho bem distante daqui.

Passamos pela capital e procuramos o advogado amigo do meu pai que está cuidando da minha herança, ele se surpreendeu por me ver como menina. Eu usava um vestido ciganinha floral que marcava bem meus peitinhos sem sutiã.

Mas ficou tudo resolvido e com 18 anos ele iria começar a enviar meus rendimentos para uma conta conjunta minha e de Esdras e iria continuar cuidando dos investimentos para nós, o que segundo ele daria para nós vivermos uma vida modesta sem preocupações.

Foram três dias de viagem e eu não fazia ideia de para onde estávamos indo. Nós dormimos em motéis, e durante o percurso quando eu não estava sentado no assoalho do carona estava mamando nele.

Nas paradas para comer eu ficava no carro enquanto ele comia e buscava algo pra mim. Ele dizia que não queria homem nenhum me olhando como o advogado.

O sítio era bonito, mas precisava de cuidados para começar a produzir pelo menos o básico que queríamos, também iríamos criar alguns animais só para nosso consumo mesmo, pois ele não queria funcionários. Seria só aquilo que pudéssemos dar conta sozinhos.

A casa era um pouco maior que a nossa, o mesmo número de cômodos, mas eram maiores. Precisava de uma boa faxina e alguns reparos. Com o tempo ele foi deixando tudo do jeito que ele queria.

O quarto do castigo estava lá, mas permanecia fechado. Ele cuidava de mim com uma devoção incrível, eu me sentia uma boneca e eu retribuía cuidando dele e da casa.

Todo trabalho pesado era dele, eu apenas colhia o que precisava para fazer nossas refeições e pegava os ovos no galinheiro, além de cuidar da casa. No fim de semana ele levava o excedente para vender a um moço do mercadinho e assim vivíamos a nossa vida.

Nunca sai do nosso sítio e não sentia falta, estávamos sempre juntos e eu era tratado como uma princesa apesar de as vezes ele ser bruto, mas não deixava de ter seus cuidados comigo.

Hoje tenho acesso a internet, posso fazer alguns cursos on-line, tudo sob sua autorização e supervisão.

Depois de 5 anos morando aqui no sítio nossa vida seguia uma rotina que para nós era normal.

Eu obedecia e confiava cegamente em meu Preto como ele sempre quis. E como recompensa vivíamos um para o outro. Faz algum tempo que ele começou a me levar para viajar, sempre lugares pouco movimentado, mas muito bonitos.

Numa dessas viagens ele mesmo fez o nosso casamento surpresa numa praia deserta a luz da lua e foi lindo. Ainda me lembro das suas palavras.

"Branquinha, eu te conheço desde sempre, e desde sempre eu sei que você é minha! Desde sempre eu desejei ter você para mim, primeiro como criança sem maldade e depois como o que fiz de você. Você nasceu pra ser minha e eu para ser seu, e isso nunca vai mudar. Eu vou cuidar de você para sempre e para sempre você vai me servir até que a morte nos separe".

Ele nunca disse que me amava com palavras, seus votos no nosso casamento foi o mais perto que ele chegou, mas o seu cuidado e devoção com o meu corpo e a sua obsessão por mim declaram isso todos os dias.

E assim eu espero viver muitos anos com meu Preto. Sei que começamos da forma errada, mas não posso negar que meu coração sempre foi dele, mesmo quando eu não sabia ainda.

Todo o início conturbado foi substituído por cuidado, carinho, atenção e amor, ainda que não declarado da parte dele, pois eu não perco uma oportunidade de declarar o meu amor por ele.

Claro que ele não abre mão da minha submissão, seu domínio sobre mim é total em qualquer circunstância e eu me rendo completamente não tenho nenhuma reserva com ele.

Sou cativo submisso e amo a sua posse sobre mim, amo a sua devoção sádica sobre meu corpo e principalmente a forma como sou cuidado sem precisar pedir nada, tudo me é entregue.

E hoje eu agradeço por tê-lo comigo, pois não sei o que seria de mim com todas as responsabilidades de viver sozinho nesse mundo.

Demorou um pouco, mas entendi que ser cativo dele foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. Ele é o meu rei sádico e eu sou seu súdito submisso e fiel. E por mais sádico e dominante que ele seja eu amo estar aos seus pés e obedecê-lo cegamente.

Fim!!!!

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