#Assédio #Traições #Voyeur

A esposa ingênua e os vizinhos tarados

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Jake Tyler

Minha história começou de um jeito inocente que acabou evoluindo para algo maior. Meu nome é Gael e eu havia acabado de me mudar para os Estados Unidos com minha esposa, Alice. E eu devo dizer que foi uma época perfeita para essa mudança. Eu havia acabado de ganhar uma promoção na empresa onde eu trabalhava e além de um aumento considerável no salário eu ainda ganhei a chance de trabalhar em um cargo mais alto em uma filial da empresa em Los Angeles. Se isso não bastasse, minha esposa, que na época havia voltado a estudar e estava fazendo faculdade, conseguiu uma bolsa de estudos para o exterior, então não foi à toa que nós dois sentimos que estávamos destinados viajar nesse momento. E, olhando para trás depois de tudo, eu acho que estava certo, só não da maneira que gostaria.

Enfim, nós estávamos animados e ansiosos para irmos logo, então nós tiramos nossos passaportes, o que com toda a burocracia demorou um tempinho, e viajamos em um voo de primeira classe para os Estados Unidos. Era a primeira vez de Alice em um avião, e ver aquele sorriso cheio de alegria em seu rosto foi a visão mais linda que eu já tinha tido na vida.

Oh, acho que deveria descrever a aparência de Alice para um melhor entendimento dessa minha reação. Bem, Alice tinha um rosto delicado e belo, com olhos azuis como as ondas do mar e um narizinho arrebitado, além é claro de longos cabelos claros e dourados o emoldurando. Mas sem sombra de dúvidas a parte mais chamativa de seu rosto era seu belo sorriso hipnotizante, tanto que da primeira vez que vi fez minhas pernas tremerem.

Bom, se eu falei tudo isso apenas do rosto eu nem preciso falar do choque que tive ao ver o corpo dela. Alice tinha um corpo maravilhoso e muito sensual. Ela era baixinha e magra, mas fazia academia constantemente o que a fez ser bastante curvilínea, com seios fartos, redondinhos e apetitosos como dois pêssegos, suas coxas eram grossas e branquinhas, isso sem falar em sua bunda que meus amigos era uma maravilha, eu passei anos tentando entrar pela porta de trás sem sucesso.

Enfim, continuando, quando chegamos no aeroporto nós pegamos um táxi e partimos em direção a nossa nova casa, não só isso, a nossa nova vida.

Enquanto passamos pela cidade Alice e eu observamos as casas e as pessoas e devo dizer que o ambiente era ótimo, cheio de casas coloridas, pessoas com suas famílias, fazendo caminhadas e saindo com seus cachorros, não sei se era só a nossa animação mas tudo parecia um sonho. Quando chegamos o táxi estacionou lentamente na entrada de nossa nova casa e eu e Alice observamos maravilhados.

Esta casa era deslumbrante e totalmente diferente das casas que tínhamos morado no Brasil.

Ela era enorme, com paredes bem cuidadas e pintadas, um telhado típico americano com telhas alaranjadas e um formato de pirâmide, e grandes janelas de vidro nas paredes, estas que eram cobertas apenas por suas cortinas. A casa não tinha muros, na verdade a única coisa que separava da casa do vizinho, que era praticamente colada com a nossa, era uma pequena cerca. O outro lado da rua era bem próximo e tinha casas igualmente bonitas. Eu vi o brilho no olhar da minha esposa que ela tinha simplesmente amado tudo aquilo.

Nós dois então entramos e nos instalamos, tirando nossas malas, olhando todos os cômodos e, é claro, fazendo um bom sexo para inaugurar apropriadamente a casa nova. Não demorou muito para nós conhecermos a vizinhança, todos eram bastante gentis e amigáveis e nós trataram com bastante respeito, e até certa admiração aí descobrir que viemos de outro país, este era realmente um bairro muito bom de se morar.

Enfim, eu comecei a trabalhar, meu horário exigia que eu saísse muito cedo, tipo as 5 horas da manhã e voltasse só para o fim da tarde, lá para umas 6 horas, A faculdade da Alice era bem parecida, ela saia de casa 6 da manhã e voltava ao meio dia, ela não trabalhou por esse período por que, como estávamos em uma situação financeira bastante confortável, ela decidiu se focar totalmente nos estudos. E assim foi nossa vida pelos primeiros meses que estávamos lá, e tudo parecia perfeito, mas como dizem a alegria não dura para sempre, e mal sabia eu que a decadência do meu casamento iria se iniciar por uma coisa simples e totalmente banal, um saco de lixo.

Tudo começou em uma manhã de quarta-feira, eu havia acabado de sair para o trabalho como sempre fazia, basicamente peguei meu carro e dirigi até a empresa, mas quando eu havia acabado de chegar lá eu percebi que tinha esquecido de jogar o lixo fora. Uma coisa simples que qualquer um poderia fazer. Como eu estava em dúvida se realmente tinha esquecido ou não, eu fiz a única coisa que poderia fazer no momento, já que eu não poderia voltar para casa agora, eu peguei o meu celular e liguei para a minha esposa.

O celular ficou tocando pelo menos umas três vezes antes dela finalmente atender.

“Oi, amor, tá tudo bem? Aconteceu alguma coisa?” Alice falou com uma voz arrastada e sonolenta. Eu percebi por esse tom mais cansado dela que eu havia acabado de acorda-la.

“Não amor, tá tudo bem. Desculpa te acordar desse jeito, eu só acho que esqueci de jogar o lixo, então tem como você dar uma olhada antes do caminhão passar?”

Alice pulou da cama, esticando os braços e dando um bocejo sonolento para espantar a preguiça. Ela amarrou seu cabelo loiro em um coque bagunçado e caminhou lentamente até a sala. Lá, ela abriu as cortinas da janela e, depois de esfregar os olhos um pouco por conta da luz, ela observou a lixeira da nossa casa, obviamente vazia.

A janela da nossa sala era bem grande e de vidro, dando uma visão total da rua à nossa frente e da casa do vizinho ao lado, por isso ela pode ver tão claramente por ela.

Depois de perceber que eu realmente havia esquecido de jogar o lixo Alice já ia se virar para ir comer alguma coisa e resolver o problema, mas antes que ela fizesse isso algo chamou sua atenção, era o nosso vizinho da casa ao lado, Marcus.

Marcus era um senhor aposentado já nos seus 60 anos, quase 70, ele passava as manhãs inteiras sentado em sua cadeira no jardim, lendo seu velho jornal enquanto olhava os carros passarem, e agora ele acenava alegremente para Alice, com um sorriso de orelha a orelha no rosto.

Alice sabia que Marcus era conhecido por ser um senhor muito gente boa na vizinhança, mas por algum motivo ela sentia que havia algo fora do comum naquele cumprimento, foi aí que ela ficou completamente em choque quando descobriu o porquê.

Alice desceu os olhos por seu corpo, só para perceber que estava usando apenas uma calcinha, sem nada na parte de cima, estando Basicamente de topless enquanto exibia seus seios empinados e seus mamilos cor-de-rosa suaves para o senhor na casa ao lado.

Nesse momento Alice sentiu um arrepio correndo por sua espinha, enquanto seu corpo ficava totalmente arrepiado. Ela ficou vermelha que nem um pimentão de tanta vergonha quando deu um aceno pequeno em resposta ao de Marcus, só para depois sair correndo da janela e se esconder na segurança de sua sala.

“Essa não! Essa não! Essa não!” Ela murmurou para si mesma enquanto se encolhia no cantinho do sofá e colocava as mãos no rosto de tanto vergonha. Suas bochechas estavam vermelhinhas e quentes só de lembrar do constrangimento que ela havia acabado de passar.

Alice sempre gostou de ficar bem à vontade em casa e mesmo depois de todo o tempo nos Estados Unidos ela ainda não havia se acostumado com a casa sem muros, como no Brasil, por isso ela esqueceu totalmente da presença dos vizinhos.

Mas, minha bela esposa não teve muito tempo para ficar envergonhada, pois ela imediatamente ouviu o barulho do caminhão de lixo se aproximando na rua.

Alice então rapidamente correu até o quarto, pegou uma camiseta e chinelos e, depois de pegar os sacos de lixo. O que se seguiu foi um momento bastante cômico da minha linda esposa correndo toda desengonçada carregando dois sacos de lixo para colocar na lixeira a tempo, mas felizmente ela conseguiu.

E, depois de cumprimentar os lixeiros que sorriram amigavelmente de sua situação incomum, Alice viu Marcus na frente da casa dele, indo organizar o latão de lixo. Ela então respirou fundo, ainda um pouco nervosa, e caminhou lentamente na direção do velho senhor para falar com ele.

“Bo…bom dia, senhor Marcus” Alice falou um pouco tímida.

“Oh, muito bom dia, minha jovem Alice. Na verdade, foi um excelente dia!” ele respondeu abrindo um enorme sorriso visivelmente animado para ela.

Alice, um pouco sem jeito, arranjou coragem para falar com ele. “Eu queria me desculpar por hoje mais cedo.” Ela falou dando uma risadinha tímida enquanto cruzava os braços sobre o peito. “Eu tinha acabado de acordar e fui correndo ver se tinha jogado o lixo, nem percebi o que estava vestindo”.

“Oh, minha querida. Você não precisa se desculpar por isso” ele falou dando um tapinha no braço dela, como um gesto amigável. “Eu não ligo para o que as pessoas vestem quando estão em casa. Eu só vi você olhando preocupada pela janela e resolvi cumprimentar pra ver se estava tudo bem. Só depois que eu percebi que você estava…bem… você sabe.”

Marcus parou e gesticulou vagamente em direção ao corpo de Alice.

“Ah,sim. Entendo.” Ela falou um pouco encabulada e corando levemente. “Eu só estava um pouco distraída, mas isso não vai se repetir. Eu vou prestar mais atenção nas cortinas daqui para frente.”

“Ah, não. Você nem pense nisso!” Marcus declarou em um tom brincalhão e divertido “Na verdade essa sua situação com a janela foi a única emoção que eu tive em anos, então eu deveria estar agradecendo a você” Ao falar isso o senhor deu uma boa gargalhada.

Alice sorriu também, talvez por educação, mas ela parecia estar realmente se divertindo com aquela conversa. De qualquer forma, os dois se despediram e Alice se arrumou para ir à faculdade.

Mais tarde naquela noite, quando nós dois já havíamos chegado e descansado, Alice me contou sobre sua situação constrangedora com Marcus e eu não pude evitar de achar tudo aquilo extremamente engraçado.

Eu já estava na vizinhança, e conhecia muito bem todos que viviam ali, a tempo o suficiente para saber que Marcus era um cara legal e definitivamente inofensivo, diferente do nosso vizinho Bill, da casa na frente da nossa, esse sim poderia trazer problemas. Porém Marcus era gente fina, só que ele parecia um pouco solitário. Sua esposa havia falecido a alguns anos e seus filhos não vinham o visitar com tanta frequência, por isso eu acho que Alice tinha pena dele, tanto que ela sempre o cumprimentava e sorria para ele. E também, eu era um pouco egocêntrico e achava completamente absurda e impossível a ideia de que um cara que tinha a idade para ser o avô de Alice poderia ser algum tipo de risco para o meu casamento. Mal sabia eu que muito em breve esse meu pensamento iria mudar, especialmente com o que aconteceu no dia seguinte….

A noite passou bem rápida e quando o sol começou a nascer eu, como de praste, já tinha ido trabalhar. Alice acordou um pouco depois de mim, ela seguiu sua rotina diária. Levantou, se espreguiçou um pouco, foi ao banheiro escovar os dentes e tomar um bom banho, não esquecendo é claro de depilar suas belas pernas e raspar sua xaninha deixando-a totalmente peladinha, para começar bem o dia. Depois ela foi até a cozinha, vestindo apenas sua toalha, para comer alguma coisa para o café da manhã.

Porém, ao passar pelas janelas da sala, que agora estavam fechadas pelas cortinas, um pensamento impertinente veio à sua mente. Alice se lembrou da manhã do dia anterior, onde ela acidentalmente pagou peitinho para o nosso vizinho idoso, o senhor Marcus, quando ela foi checar o lixo logo cedo.

Alice ficou a noite toda pensando nisso, ela chegou ao ponto de até sonhar com aquele momento e para a surpresa dela própria até que não foi um sonho tão ruim. Ela então, em um comportamento totalmente incomum para ela, foi até a janela e empurrou de leve a cortina, só para abrir um pedacinho e ver se Marcus ainda estava como de costume sentado em sua cadeira no jardim como ele sempre fazia. Ela se lembrou da conversa que os dois tiveram ontem, especialmente a parte onde ele disse que ver ela de topless foi a única emoção que ele teve em anos, e ao lembrar disso Alice se surpreendeu por estar corando um pouco e também estar com um sorrisinho maroto em seus lábios.

Ela começou a apertar o tecido da cortina em suas mãos, tremendo um pouco e com uma ideia maluca em mente. Alice então mordeu levemente seus lábios carnudos em um sorriso travesso enquanto desembrulha a a toalha de seu corpo nu e a amarrava novamente, porém dessa vez a amarrando em sua cintura, cobrindo apenas dela para baixo e deixando seus seios nus e em plena exibição, assim como ela tinha feito acidentalmente no dia anterior, mas dessa vez ela faria de propósito. Alice então prendeu as mechas molhadas de seu longo e liso cabelo loiro atrás das orelhas e, depois de respirar fundo algumas vezes, se aproximou lentamente da janela e abriu as cortinas.

Minha linda esposa foi então banhada pela luz do sol e lentamente seus belos olhos azuis se adaptaram à forte luz externa. Diferente dela, Marcus, nosso velho e gentil vizinho que estava sentado rotineiramente em sua varanda, não demorou nem um segundo para imediatamente notar a presença sensual da bela mulher parcialmente desnuda na janela, e imediatamente abriu um enorme sorriso ensolarado e acenou para ela.

Alice acenou alegremente em resposta, também com um grande sorriso em seu rosto e, depois que ela ficou tempo o suficiente deixando Marcus espiar seus seios, ela se virou em direção a cozinha, indo até ela preparar o café da manhã, deixando as cortinas abertas para iluminar a sala. Quando ela saiu ela sentiu seu coração bater forte e um calor tomar seu corpo, enquanto andava ela sentia o balançar de seus grandes seios e também sentiu que seus pequenos mamilos rosadinhos estavam completamente arrepiados e quando ela os tocou sentiu um choque correr por sua espinha, eles estavam super sensíveis. Alice então arrancou aquela toalha e correu para a cozinha, para tomar um copo de água bem gelada, para tentar apagar aquela euforia que ela estava sentindo.

Depois de tomar um café da manhã reforçado e de se arrumar para a faculdade, vestindo uma roupa bonita e confortável pegando todos os livros, cadernos e anotações que precisava, Alice foi até a garagem, saindo com seu carro em direção a rua, nisso ela viu Marcus, ajoelhado no quintal cuidando de seu jardim. Alice então abaixou o vidro da janela de seu carro e imediatamente cumprimentou seu vizinho, desejando-lhe um bom dia, o velho senhor a respondeu com um grande sorriso desejando-lhe um excelente dia e logo após sua breve conversa Alice dirigiu finalmente saindo do lugar, e vendo pelo retrovisor que Marcus ainda estava sorrindo e isso a fez sorrir também, por todo o trajeto até sua faculdade.

A manhã após isso foi tranquila. Alice dirigiu até sua faculdade, conversou com seus colegas e ficou assistindo as aulas de sua grade curricular. Quando chegou a hora do intervalo ela foi até a biblioteca da faculdade para pegar alguns livros e treinar alguns exercícios pendentes, porém enquanto ela fazia suas anotações rotineiras sua mente voltava até aqueles momentos na janela da sala, sendo observada por seu amigável vizinho. Por algum motivo a ideia de ter sido observada trouxe um sorriso ao seu rosto.

Alice não tinha nenhuma excitação particular, pelo menos não sexual até onde ela sabia, apesar de estar um pouco confusa, ela simplesmente achava adorável a forma com que seu vizinho aposentado se iluminava sempre que a via em sua janela. A primeira vez foi estranha, e ela não conseguia negar isso, mas essa segunda vez foi surpreendentemente boa, era quase como se fosse uma piada interna entre eles dois.

Na minha opinião na época Alice fazia isso quase como um serviço comunitário, dando ao velho e solitário senhor, sem ninguém em sua vida, uma pequena emoção diária e colocando um sorriso em seu rosto, acho que nem preciso dizer que me enganei profundamente quanto a isso.

Tirando seus pensamentos nesse momento, Alice continuou seu dia como sempre. Ela terminou suas aulas, se despediu de seus colegas e dirigiu de volta para casa. Quando chegou, ela pôde ver Marcus na entrada da casa dele, varrendo algumas folhas secas que se juntaram por lá. Vendo ele Alice decidiu cumprimentá-lo, só para ter certeza de que não havia nenhum clima estranho entre eles.

“Boa tarde, senhor Marcus” Ela falou com seu tom gentil de sempre.

“Oh, muito boa tarde, minha linda e doce vizinha, se me permite dizer você está mais bonita que o habitual” Ele respondeu com seu tom educado e alegre.

Alice ficou lisonjeada pelo elogio e ficou muito feliz em conversar com ele, “Aconteceu alguma coisa de interessante hoje?” Ela falou, mordendo de leve a língua, tentando não ser tão explícita para falar de sua exibição

“Oh, não desde hoje de manhã.” Marcus riu, esticando as costas, “Depois disso o dia não foi tão divertido, especialmente com essa árvore soltando essas folhas secas na minha entrada.”

“Entendo, se precisar de ajuda para limpar a entrada é só me chamar ou ao meu marido Gael, ficaremos felizes em ajudá-lo”

“Que bom saber disso, agradeço muito o carinho de vocês dois” Ele falou com um tom realmente amigável, não passando nenhum tipo de malícia.

Com isso Alice então se despediu de Marcus, se aproximando dele e dando-lhe um carinhoso beijo rápido na bochecha e voltando para nossa casa do lado da dele.

Alice ficou muito feliz em não detectar nenhum traço fugaz na conversa entre os dois, era muito bom saber que as coisas não tinham ficado estranhas e que na verdade tiveram um efeito oposto, sua exibição lhe rendeu um novo e bom amigo, e talvez isso até fosse verdade, pelo menos no início.

Quando cheguei do trabalho nesse dia, eu e Alice assistimos um filme e pedimos uma pizza. Ela me contou de sua pequena aventura, dessa vez proposital para Marcus. Embora eu normalmente pudesse sentir um pouco de ciúme, era difícil ficar zangado com um cara de 60 anos olhando para minha esposa, quer dizer, o cara já tá quase com o pé na cova mesmo, o que ele poderia fazer? Honestamente era até engraçado, e na verdade eu queria nutrir essa veia exibicionista em Alice, para futuramente levá-la em uma praia de nudismo, então isso foi unir o útil ao agradável.

Enfim, quando fomos dormir Alice estava deitada, já prestes a pegar no sono, quando de repente ela repentinamente se lembrou que havia deixado as cortinas da sala abertas. Normalmente ela não teria se importado, mas agora ter as cortinas fechadas dava a ela um motivo para ir até a janela com seus seios nus pela manhã. Dito isto ela imediatamente pulou da cama, correndo estabanada em direção a sala e tratou logo de fechar as cortinas e voltar para o quarto, muito ansiosa para o dia seguinte.

Quando acordou Alice se espreguiçou e tratou logo de tomar um bom banho, ficando toda cheirosinha e refrescada. Ela pegou sua toalha e a colocou em seus longo e loiros cabelos molhados, e foi me desejar bom dia no trabalho pelo celular.

Porém é claro, Alice não conseguia tirar aquele sorriso bobinho de seu rosto e, mais uma vez, ela pegou sua toalha, que estava na sua cabeça secando seus cabelos, e a amarrou em sua cintura. Mas dessa vez ela a enrolou um pouco mais abaixo nos quadris, ficando apenas um pouco acima da virilha, mostrando toda sua barriga tonificada e seus seios empinados perfeitos, tanto que na parte de trás mostrava um pouco da bunda dela, e ela teve bastante dificuldade em amarrar a toalha, já que ela estava muito baixa.

Ela então andou lentamente e super nervosa até a janela, tentando esconder o sorriso que tinha no rosto, e agarrou as cortinas em suas mãos, as abrindo de uma vez só. Marcus estava tradicionalmente sentado em sua cadeira lendo seu jornal como sempre e, como se dessa vez ele esperasse por isso, ele rapidamente colocou seu jornal de lado e tratou logo de Abrir um grande sorriso e acenou alegremente para Alice.

Alice retribuiu o sorriso e acenou alegremente para ele, acenando com um braço acima da cabeça e fazendo com que seus deliciosos e enormes seios balançam sedutoramente. Ela acenava mudando o peso de um pé para o outro, fazendo quase uma pequena dança para tentar esconder sua euforia, e fazendo também que que ela balançassem suavemente seus quadris.

Estimulada pelo sorriso de Marcus, Alice ficou um pouco mais de tempo do que o habitual, dando a ele mais tempo que o comum para apreciar aquela bela visão dela de topless, mas então, enquanto era avidamente secada pelo olhar faminto de Marcus, Alice percebe algo estranho com o canto do olho.

Havia outra pessoa mais ao longe também a espiando, era nosso vizinho Bill. Este era um homem de meia idade, de uns cinquenta anos. Ele era casado e morava na casa na frente da nossa no outro lado da rua.

Enquanto Marcus era um velhinho adorável e educado com todos, Bill era um homem ranzinza e desagradável. Gordo, careca e mal humorado quando eles se conheceram Bill deu uma encarada descarada em seu decote, além de um pouco mais tarde Alice ter o ouvido falar com outro homem que sempre sentiu tesão por “loiras peitudas e burras.” Muitos da vizinhança diziam que ele gostava de pular a cerca e que já tinha colocado chifres em sua mulher, quando Alice ouviu isso ela ficou puta da vida com ele, e sempre evitou qualquer contato depois disso, definitivamente ele não era alguém que ela gostaria que espiasse seus peitos. Porém agora esse homem que ela considerava repugnante estava tendo uma visão privilegiada de seus belos e fartos seios nus e em plena exibição.

Bill olhou brevemente para o movimento agitado de Bill por sua janela e quando ele virou o olhar para a janela de Alice seu queixo quase caiu e ele deu um sorriso tarado de canto de boca, colocando imediatamente sua mão na calça e rapidamente puxando seu celular.

Alice, ao perceber que estava sendo vista por Bill, deu saltou com o susto, ela deu um passo brusco para trás, porém essa sacudida inesperada fez com que o nó frouxo da sua toalha se soltasse, e a toalha que estava presa em seus quadris caísse rapidamente, mostrando alguns centímetros de sua virilha e quase deixando sua xaninha depilada a vista de todos.

Alice agarrou a toalha com uma das mãos antes que ficasse totalmente nua e com a outra mão ela rapidamente fechou um painel das cortinas, puxando-o com toda força e o mais rápido que podia, logo depois escondendo-se da visão de seus famintos espectadores. Alice agora parecia um tomate de tão vermelha, seu corpo estava quente e todo arrepiado, seu coração estava batendo mais tão forte quanto uma bateria de carro e além disso suas mãos estavam tremendo. Isso foi muito mais do que ela tinha planejado, as coisas passaram dos limites e ela ficou completamente em choque, mas por algum motivo seus mamilos estavam acesos e sensíveis.

Ela ficou imaginando que provavelmente Bill não teve nem tempo de vê-la o suficiente, e que ela conseguiu ser rápida o bastante para não dar um show extremamente indecente para Marcus. Ainda sim a toalha caindo era demais para o seu conforto. Os vizinhos quase deram uma boa olhada em sua buceta nua, e esse pensamento despertou uma infinidade de emoções dentro de Alice.

Depois de um tempo ela se esgueirou em direção a janela, espiando secretamente pelo canto da cortina, e lá ela pôde ver Marcus e Bill conversando, aparentemente os dois estavam trocando uma boa e longa risada. Ela não conseguia determinar o que eles estavam dizendo, mas preferia ficar sem saber.

Especialmente por que em breve ela descobriria na prática…

A continuação desse e de outros contos, vocês podem acompanhar no:
https://jaketyler3.substack.com/p/a-esposa-ingenua-e-os-vizinhos-tarados?r=8wswt5

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