#Gay #Grupal #Incesto #Teen

O Priminho Do Meu Parceiro Ficou Sozinho Em Casa

1.8k palavras | 5 | 4.78 | 👁️
Escriba-T-JC

Num dia de folga, dois amigos aproveitam que o priminho está sozinho em casa e estouram o cuzinho do moleque.

Sabe aqueles dias em que você está em casa sem pensar em nada, só querendo relaxar? Eu estava assim.
Tinha saído na noite anterior com uns parceiros, bebido todas. Estava querendo ficar de boa para recuperar as energias.
Me chamo Ediney, ou Ney para os íntimos. Tenho 23 anos, sou moreno bem escuro, quase negro. Moro na periferia de Sampa, gosto de jogar bola com os parças e trampo numa empresa de entregas. Trampo pesado. A gente passa a semana toda só despachando produtos, carregando os carros e fazendo entregas.
Pois bem; estava assim relaxado, tinha acabado de tomar banho, era dia de minha folga, quando recebo uma mensagem:
— E aí parceiro, tá de boa? Tá sossegado? – Era meu amigo Elias, um neguinho que mora aqui perto da quebrada.
Elias é meu parça desde criança, a gente apronta muito. Trabalhamos juntos na mesma empresa, foi ele que me descolou o trampo. Tem vinte e cinco anos, é bem negro, joga uma bola do caralho, mas não tem disciplina, gosta de uma boa bagunça e cerveja gelada, por isso não virou atleta. O cara é um touro, forte e massudo, pau pra toda obra e parceiro dos bons.
— Tô sim meu brother. Tô aqui só no sossego.
— Tá afim de dar uma relaxada? Desestressar o corpo? Furar um buraquinho? – Eu li isso e achei estranho, então resolvi zoar com ele:
— Qual é meu parça, tá me oferecendo o cuzinho? – Respondi.
— Vai se foder maluco! Aqui tem é rola grande e preta, rola de negão pra tu.
— Então explica melhor. Não entendi a parada não.
— Sabe aquele priminho meu, meio delicadinho? Tá em casa sozinho e me chamou pra ir lá. Ele sempre tem essas conversinhas mole pra cima de mim. Tenho certeza que quer mamar. – Lembrei do moleque que ele estava falando. Era um meninão bonitinho, moreninho, magrinho, mas com o corpinho bem bonitinho e uma bundinha pequena e arrebitada. Com um jeitinho bem delicado que sempre irritava o pai, que era uma espécie de tio do Elias.
— E ele gosta de uma mamadeira, é? – Perguntei, já me levantando e procurando uma camiseta pra vestir.
— É sim, ele sempre gosta de chupar alguma coisa. – O Elias escreveu, com emogi de risadinha.
— Mas ele vai aceitar eu junto contigo? Ele nem me conhece direito. – Perguntei.
— Veadinho gosta é de rola, e tu com esse cacetão torto vai fazer a alegria do moleque. E depois puta tem que obedecer, ele tá chamando pra ir lá, tem de me obedecer e pronto. Vamos?
— Tô dentro, parça. Estou sem fazer nada, não vou rejeitar uma diversão dessas não. Adoro uma mamada de veadinho.
— Beleza! A gente se encontra na esquina da rua dele. Te espero lá, não vai demorar.
Nos encontramos no local combinado e logo estávamos chegando na casa do moleque. A rua tava tranquila, nós entramos pela lateral da casa, fomos até o quintal e entramos pela porta dos fundos. Assim que entramos o Elias falou:
— Edú, priminho, vem cá! Tenho uma coisa pra você chupar. – Demorou um segundinho e o moleque logo apareceu na cozinha, em nossa frente, vestindo um shortinho bem fininho e pequeno, que mais parecia uma calcinha e fez cara de surpresa ao me ver.
— Oi primo! Não sabia que você vinha acompanhado. – O moleque falou, espantado ao me ver.
— Fica sussa, priminho. O Ney é da família, você já conhece. Eu sei que tu tá querendo rola, aqui tem duas de negão, rola de macho, quer? – O Elias falou com a voz firme e grossa. Voz de comando.
— Quero! - Edu falou animado. Elias me olhou e eu fiz cara de putão, já com o pauzão torto e duro dentro da bermuda folgada.
O Elias passou um braço pela cintura do priminho, pegou no pescoço dele e meteu um beijão. Ele me explicou depois que beijar um veadinho faz eles ficarem molinhos e se entregarem. Depois puxou a cabeça do moleque e esfregou o nariz dele no caralhão, por cima da bermuda, em seguida fez o mesmo com o meu, esfregando bem a cara do moleque em cima de meu pauzão duro, que estava quase saindo da bermuda, pois eu estava sem cueca.
— Assim priminho, sente o cheiro dos machos. – Elias falava, enquanto arrancava a bermuda fora, junto com a cueca.
— O moleque gemia, enquanto O Elias metia a mãozona dentro do shortinho dele, apertando aquela bundinha pequena.
— Tem certeza que não vai chegar ninguém? – Eu perguntei preocupado, enquanto descia minha bermuda, liberando meu pauzão que já babava, duro e torto para a esquerda.
— Tenho sim! Meus pais foram visitar meu tio no interior, só voltam depois de amanhã. Eu estou sozinho esses dias.
— Então tá de boa. Vamos aproveitar. – Falou o Elias fechando as portas.
— Melhor ir pra sala! – Eu falei indo em direção ao sofá, acompanhado pelo Edú. O Elias nos acompanhou e empurrou o priminho no sofá. O cara já tava suando, e começou a suar mais, enquanto beijava o moleque e passava a cabeça do pau na boquinha dele.
— Tira esse shortinho, moleque. Fica peladinho pra mamar os manos. – Ordenou o Elias. O moleque obedeceu e eu fiquei olhando aquele corpinho delicado, aquela bundinha pequena, imaginando se aquele moleque daria conta de dois marmanjos como nós.
Elias segurou a cabeça do moleque e meteu a pirocona preta na boquinha dele, depois empurrou ele na minha direção e eu também soquei a minha pica naquela boquinha, sentindo a linguinha dele lamber a cabeça de meu caralho.
— Tá com sede de rola, né? – Elias falou, sarrando na bundinha dele, enquanto ele lambia meu suor. O moleque era uma putinha experiente.
— Gostoso esse cheiro de vocês. – O moleque falou.
— Então sente putinho, vai! – Elias levantou um braço e Edú lambeu a axila suada dele, depois fez o mesmo com a minha. Tesão da porra sentir aquela língua me lambendo.
— Esse putinho até que é experiente. – Eu falei, olhando meu parceiro que ria, sabendo que eu estava gostando.
— Prática diária. Esse putinho deve tá dando pro bairro todo. – O moleque apenas riu e continuou seu trabalho. Elias gemeu e empurrou a cabeça do pauzão mais pra dentro, fazendo o priminho engasgar. — Isso delícia! Sente meu pau na sua garganta, vai. – Elias continuou. O cara tava alucinado e mexia o quadril pra frente e pra trás, fodendo a boca do moleque. Ele tentou se afastar, mas quando tirou o pau da boca, meu parceiro socou de volta. – “Mano que boquinha é essa?” Elias deixou o moleque respirar. A boca dele estava toda babada de tanto engolir nossos caralhões.
— Põe ele de quatro no sofá. – Eu falei para meu parceiro, que logo posicionou o putinho de quatro e todo aberto, exibindo o cuzinho.
— Que tesão de bundinha, mano! – Elias falou e meteu a língua, fazendo o putinho gemer manhoso e pedir:
— Que delícia primo! Chupa meu cuzinho!
Elias continuou metendo a língua, enquanto eu sentia meu pauzão explodindo em minha mão, querendo entrar naquele buraquinho. Elias encostou a boca no pescoço dele, deu um beijinho molhado e sussurrou:
— Vai me deixar entrar, vai? Posso arrombar o teu cuzinho? – O moleque apenas balançou a cabeça positivamente. Elias, então, encostou a cabeçona na portinha e empurrou tudo pra dentro. Rasgando as pregas do priminho.
— AH! – O Edú tentou gritar, mas Elias tapou a boca dele.
— Calma! Calma priminho, já já fica gostoso. – Ele foi se mexendo devagar, entrando e saindo, e o moleque começou a gemer de prazer. Elias sorriu e tirou a mão da boca dele.
— Ah! Tesão da porra! Fode primo! Tá gostoso! - Edú gemia.
Elias viu minha cara de pidão e me passou a vez. Eu entrei com tudo e dei três bombadas no cu do moleque, fazendo ele gemer alto, quase gritando.
— Geme putinho! Grita se quiser. Ninguém vai te ouvir e só aumenta meu tesão. – Eu falava, castigando o cu do moleque.
Começou ali um ritual de bate estaca. A gente se revezava no cu do moleque, metendo cada vez mais forte. Arregaçando tudo. Senti o cu dele se soltar e ficar folgado de tanta pica preta que entrava.
— Ai meu cu seus putos! Vocês vão me rasgar. - Gritava o moleque.
— Vamos sim moleque. Você pediu pica e agora vai ter que aguentar. – falou o Elias, metendo fundo.
Depois de meter muito a gente já tava cansado, quando o Elias abraçou o corpo magro do priminho e gemeu:
— AH! Porra que delícia! Vou gozar no seu cuzinho gostoso. – Meu parceiro meteu fundo e começou a ir mais rápido, parecia uma britadeira, indo pra frente e pra trás. - “Ah caralho, meu leite tá vindo! AH! CARALHO!” – Ele socou mais uma vez e gozou dentro do priminho.
Eu estava com o gozo na ponta do caralho, chegando perto de espirrar fora. Meti o meu pau na boca do moleque e falei grosso:
— Eu vim aqui para te dar de mamar. Engole meu leitinho puto! Mama tudo.
Segurei sua cabeça, sentindo meu pau na garganta dele, enquanto o leite pulava pra dentro. Inundando a barriga do putinho.
Ele sentou no pauzão do Elias, que ainda estava duro, e gozou gostoso, sentindo o pau do negão lá no fundo.
Foi uma tarde de sexo tão intenso que a gente foi pra casa esmorecidos, só pensando em descansar.

Nunca pensei que num dia de folga, meu parceiro fosse me dá um presente tão gostoso, como o cuzinho do priminho dele.

*****

Muito obrigado pelo carinho de sempre!
Leia, comente e vote, para eu saber se vocês ainda têm interesse em minhas histórias.
Forte abraço em todos!
Boa Semana!

O priminho 1O priminho 2

Comentários (5)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Rjputo: Porra não tem coisa melhor que um parceiro que divide o cuzinho com outros parceiros. Tenho 2 parceirão meu que a gente divide cuzinho e bucetinha só assim na surpresa chama 1 vai 3 fudedor os mlk chora na pica principalmente na hora da DP tem que aguentar pediu pica toma

    Responder↴ • uid:ona09ldk0c
  • Coroa: Que delicia, sonhei com isso toda minha infância e juventude mas não tive essa sorte e olha que nem precisava ser dois, um negão já me faria feliz.

    Responder↴ • uid:1d03752nj2p3
    • Velhomarobo: Eu também tenho imenso desejo e nunca tive oportunidade. Se estivesse perto de ti íamos matar os nossos desejos

      • uid:10vbt85yj3ey
  • Gabriel: Delicia de conto queria ser o priminho

    Responder↴ • uid:1wm1n08l
  • Lagartixa: Gozei

    Responder↴ • uid:3vi2jybxzr9