Dividindo o quarto com minha irmã
Eu tinha quinze anos quando e dividia o quarto com minha irmã de dezenove e que naqueles dias estava noiva. Em certa noite, ouvi o escapamento da moto do noivo dela embaixo de nossa janela e em seguida, Suzi entrou sorrateiramente em nosso quarto, e na penumbra vi sua silhueta perfeita quando ela tirou a roupa e vestiu uma camisola curta de alcinha, cobriu o corpo com o lençol, levantou os dois joelhos e logo em seguida passei a ouvir aquele som molhado que jamais esquecerei, minha irmã estava se masturbando, desesperado, pulei da cama e sem controlar meu ímpeto, puxei o lençol e mergulhei de cara entre suas pernas, não vi a expressão de minha irmã, pois segurei com força seu quadril e mesmo ela tentando levantar minha cabeça, consegui enfiar a língua em sua racha encharcada e aos pouco ela foi relaxando e logo estava gemendo, até que minha boca foi inundada por uma quantidade enorme de liquido vaginal, enquanto suas coxas transmitiam a minha orelha os espasmos musculares que as acometiam . Senti que tinha conseguido fazer minha irmã gozar gostoso e com a piroca explodindo de tão dura que estava, puxei minha irmã pela mão, fazendo-a sentar na cama e enfiei meu pau em sua boca e para minha satisfação, a danada passou a chupar meu cacete como uma profissional e logo esporei em sua boca macia. Deitei-me a seu lado abraçando aquele corpão gostoso e ela com voz apreensiva falou: "Você não pode contar para ninguém". Malandramente respondi: "Claro que não, mas agora quero te comer". Ainda cochichando ela falou: "Você está louco, eu sou virgem e estou quase para casar, mas não estou aguentando só me esfregar no Carlos, por isso quase todas as noites tenho que bater uma siririca para dormir". Aquela confissão me deixou mais louco ainda e coloquei meu pau entre as pernas da virgem e passei a fazer os movimentos para trás e para frente e voltei a massagear o grelo de Suzi que também estava duro e quando ela começou a gozar, lambuzei o meio de suas coxas com minha porra. Suzi levantou e correu para o banheiro para se lavar, voltei para minha cama e dormi pesado até o dia seguinte. No almoço, Suzi me olhou com aquela carinha de sacana, o que me encheu de tesão. Naquela noite, quando ouvi novamente a moto do meu futuro cunhado e provável chifrudo meu pau já ficou duro e já deitei na cama Suzi completamente nu e na penumbra a vi tirar a roupa e mesmo sem se lavar, minha irmã deitou em sua cama já na posição para nosso primeiro sessenta e nove e passamos a nos comer, conheci o gosto de uma buceta que tinha suado o dia todo, noivado e que tinha que ser chupada pois estava super excitada. Na tarde daquele sábado, aproveitamos que meu pai estava na sauna e minha mãe estava na manicure e nos colocamos completamente nus, com certeza Suzi achava que nos chouparíamos novamente, pois acabara de tomar banho, oferecendo-me a chance de chupar uma buceta lavadinha, mas eu a fiz ajoelhar na cama e pincelei o meio de suas nádegas com minha pica e ele se contorceu, vi seu rabinho piscando e entendi como um convite para penetrar aquele cuzinho que eu imaginava que o noivo já tinha comido, mas ela sem eu perguntar falou : "Com jeitinho, nunca fiz isso". Fiquei ainda mais louco, corri no banheiro e voltei com um tubo de creme para as mãos e untei meu cacete e lubrifiquei a entrada do cuzinho de Suzi, segurei com firmeza sua anca, mirei e empurrei. Minha irmã soltou um berro e implorou: "Tira, tira um pouquinho, nossa, seu pau está me rasgando, não vou aguentar, aí ..." Mas eu estava louco, comendo meu primeiro cu e continuei empurrando, Suzi empurrou o corpo para frente deitando na cama, fui junto e quando seu corpo encontrou o colchão, meu peso fez minha caceta entrar toda naquele rabinho até então virgem, quando percebi que minha irmã estava arrombada e imobilizada embaixo de mim, parei um pouco e falei : "Calma, já entrou tudo". E senti minha irmã tentar piscar o cu e enquanto eu alisava suas costas, seu choro ia diminuindo e passei a fazer os movimentos para frente e para trás e logo enchi minha irmãzinha com minha gala. No fim daquela tarde, Suzi ligou para o noivo alegando que estava com enxaqueca e o dispensou, por estar mancando, quase não saiu do quarto, mas na hora de dormir, exigiu que eu chupasse sua buceta, o que fiz com grande prazer. Durante seis meses vivemos como casal, quase todas as noites, minha irmã me oferecia o rabo, assim que casou, descobriu que o marido não gostava de anal, por isso passou a me visitar pelo menos duas tardes por semana, até que com um ano de casada acabou separando e voltou a morar em nosso quarto.
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Comentários (1)
Marly: Meu irmão fez meu cabaço. Casei e continuei dando para ele. Meu corninho nunca desconfiou de nada
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