#Bissexual #Teen #Trans #Virgem

Cap 15 Duvida Cruel

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CassDS

Aqui estamos nós mais uma vez Caros leitores, para mais um conto da minha aventura sexual. Iniciei tudo na adolescência e agora estou a pleno vapor na juventude. Apenas relembrando eu me chamo Cass(Nome Fictício), atualmente estou 33 anos, tenho 1,72cm, corpo atlético, cabelos cacheados pretos, enfim, e aqui eu escrevo em forma de contos algumas das minhas relações sexuais ao logo de minha vida.

Desde que iniciei esses contos eu trouxe toda minha trajetoria de um caro bobo que não sabia direito o que era uma punheta, até me tornar o cara que tem uma puta tara por comer um cuzinho, independente do sexo, genero ou raça. O ano do conto de hoje é 2018 e eu estava com 25 anos.

Anteriormente eu tinha conhecido a Rebeka, uma mulher trans de 19 anos, de 1,69cm mais ou menos, branquinha, com rosto de princesa, cabelos pretos e mechas roxas, olhos verdes claros, magra, sem peitos, mas com uma bunda bem redondinha. Ela era toda tímida e envergonhada, mas o assunto era putaria, ela não arregava.

Da última vez que tinha me encontrado com ela foi no primeiro dia de empresa, onde ela me pagou um boquete bem molhada, enquanto eu enfiava o dedo no seu cuzinho. Gozamos juntos, eu gozei na boca dela, e ela no banco do meu carro.

Mas eu ainda não tinha tirado a minha dúvida: “Será que o cuzinho dela é bem rosinha?”

Pois bem, era o segundo dia de treinamento e eu cheguei no escritório com um puta sorriso largo pro Fernando.

-Ihhh, essa cara de puto que você ta, certeza que aprontou alguma ontem. - Falou ele todo curioso querendo saber se tinha acontecido algo.

-É meu amigo, você sabe que eu sou um up altas aventuras né? - Falei me gabando enquanto organizava minha mesa pra trabalhar.

-E ai, vai ficar nessa ou não vai me contar o que aconteceu? - Ele perguntou já impaciente. Então me aproximei mas perto dele, pra não falar alto e as pessoas escutarem. -Coloquei ela pra mamar ontem Fernandão. - Falei aquilo bem orgulhoso da minha conquista.

-Puta que pariu Cass, você não tem jeito em filha da puta.

Enquanto estávamos conversando, os estagiários chegaram pro treinamento. E entre eles estava a Rebeka, e caralho lá estava ela, usando um casaco preto, pois hoje estava bem frio durante o dia, além de estar chovendo. Uma calça jeans novamente preta e um all stars. O cabelo liso jogado pro lado, dando destaques pras mechas roxas nas pontas. E sua mochila nas costas.

Quando ela me viu, abaixou a cabeça como se estivesse envergonhada e seguiu pra sala de treinamento. Seguimos pro treinamento, nada demais, passando o contexto da empresa e também as demandas de trabalho que os estagiários teriam. Mas não vou negar, minha concentração estava nela. Trocamos várias vezes o olhar, eu fixava nela, já ela tímida as vezes dava leves sorrisos e tirava o olhar. Durante a pausa do treinamento, ela estava bebendo água, e eu me aproximei discretamente e falei: “Você já sabe o que quero hoje né?” - Ela tomou um leve susto e me olhou como se quisesse saber do que eu estava falando.

-E aí, quando sairmos daqui, eu e você no meu carro voltando pra casa?

-Pode ser! - Falou ela pela primeira vez fazendo uma cara de safada, ela me fitou, mordeu os lábios, que eram bem fininho e saiu.

Assim que finalizou o treinamento, me organizei e fui pro elevador, dessa vez estava ela Fernando e mais um estagiário. Entramos no elevador que estava cheio(Sempre ele é cheio no horário de largar). Eu novamente fui pro canto e ela novamente ficou na minha frente. Rebeka que estava na minha frente, tirou a mochila novamente como tinha feito no dia anterior, e nesse momento aproveitei e puxei ela pela calça jeans bem discretamente pra que ela sentisse meu pau que já estava latejando. Nessa puxada, ela deu um suspiro, baixo, mas deu pra todos ouvir. A reação do Fernando era hilária, ele me olhava com uma cara de reprovação e ao mesmo tempo querendo rir da situação.

Assim que descemos do elevador, fomos ao estacionamento e entramos no carro. Então assim que entrei liguei o ar condicionado e já dei logo um beijo nela. Mas ela recuou um pouco.

-Eu já sei o que você quer, mas não queria que fosse aqui, sei lá, to meio receosa. - Falou ela de fato bem insegura do local. Até porque ela sabia que eu não iria querer apenas a mamada como da última vez.

Então liguei o carro e pegamos a pista. Não queria levar ela pra minha casa, por mais que eu ja tenha me relacionado com trans, sempre foi algo escondido e que eu não falava muito sobre isso. Então vi o primeiro motel mais próximo, escolhi um quarto e entramos. Rebeka estava um pouco inquieta, e mais calada do que ela já era. Não sei se o ambiente era novo pra ele, eu já estava acostumado, pois eu só levava os travestis pra motéis.

-E então, pronta pra começar o treinamento de verdade. - Falei isso enquanto ia tirando minha camisa social. Ela so tinha colocado sua bolsa no chão. Estava apenas observando o local, que tinha uma cama casal, uma tv e até uma hidro.

-O que foi? Aconteceu algo? - Perguntei pois ela aparentava estar nervosa. -Você me falou que nunca tinha feito isso, eu sei. Prometo que vou ser gentil com você. - Falei isso apenas por falar, na real a vontade que eu tava era de enviar meu pau naquele cu virgem. Ela apenas consentiu com a cabeça e tirou o casaco que vestia. Ela estava com um topper cinza, e dava pra ver que ela não tinha peitos, era magra. Me aproximei dela e comecei a beijar sua boca, caindo pro seu pescoço. Então tirei o topper dela e comecei a chupar o bico do seu peito, que ficou todo arrebitado. Puxei a mão dela pra segurar meu pau enquanto beijava ela. Ficamos ali fazendo as preliminares, pois queria que ela sentisse confiança, antes que eu fudesse o cu dela com força.

Eu já estava só de cueca, e então chamei ela pra começar a me mamar. Aquela boca pequena me chupando, puta que pariu, era muito bom. Comecei a dar uns gemindos. Ela tirou a calça também e estava vestindo uma calcinha fio dental cor de pele. Dava pra ver o pau dela duro. Então ela voltou a me mamar gostoso até que ela parou e tirou a calcinha, pegou na minha cabeça e me direcionou para chupar seu pau. Não vou mentir, aquilo me deu uma aflição, nunca tinha chupado um pau. No momento cai de boca. Nossa, que sensação estranha, aquilo era diferente. Dei uma 5 mamadas e ja parei, não deixei ela perceber que eu não tinha curtido aquilo. Mas no calor do tesão, coloquei ela de bruços e abrir sua bunda pra ver aquele cuzinho. Nossa, como eu imaginava, era rosinha e bem apertado. Nem pensei duas vezes, meti a linagua nele e comecei a babar ele todinho. Quando fiz isso, ela começou a gemer na cama alto. Já não era aquela bonequinha delicada que estava nervosa minutos atrás.

Depois de algumas linguadas naquele cuzinho, eu puxei ela em cima de um travesseiro e deixei o bumbum dela bem empinado, nossa aquela rapa era bem redondinha e lisinha. Dei uma cuspida no meu pau, e comecei a posicionar a cabeça no cuzinho dela.

-Você não vai colocar camisinha? - Falou ela trancando o cu e se virando pra mim.

-Você vai me privar de gozar no seu cuzinho? -Falei com uma cara de safado doido pra gozar naquele cu dela.

-Ai não sei, fico receosa com essas coisas. - Dava pra ver ela bem nervosa.

-Relaxa amor, fica tranquila, prometo que você vai amar sentir minha porra quentinha no seu cu. - Falava isso enquanto estava roçando a cabeça do meu pau na portinha dela. E isso estava deixando ela cheia de tesão. Não pau não iria entrar facil naquele cu apertado. Então vi um lubrificante que estava no motel, abrir ele passei no meu dedo e comecei a rodear o cu dela com meu dedo. Apenas um, depois coloquei outro. E fiquei enfiando os dois dedos no cu dela enquanto beijava seu pescoço e sua boca. Dava pra ver o hálito dela ficando mais quente com cada dedada naquele cu apertado.

Foi então que não esperei mais, meu pau ja tava babando pra entrar naquele cuzinho. Comecei a colocar a cabeça, e dava pra perceber ela se afastando com o corpo.

-Calma amor, relaxa, depois que entrar você vai gostar. - Falei isso puxando o quadril dela pra mais perto de mim. Ela apenas dava uns gemidos e provavelmente de desconforto. Mas ja dava pra sentir a cabeça entrando, e quando entrou dei uma pausa. Nesse momento, vi ela suspirando um pouco aliviada e o cuzinho dela apertando a cabeça do meu pau. Aquilo tava insano. Foi então que coloquei ela de quatro sem tirar a cabeça, coloquei mais lubrificante escorrendo em suas nádegas e passei um pouco na minha mão. Peguei no pau dela, que estava mole, e comecei a tocar uma pra ela, enquanto ia com um movimento de empurrar meu pau no cu dela. Aquilo estava bom pra caralho. Comecei a estocar mais forte, e percebi que bater uma punheta pra ela enquanto udia aquele cu, ajudou a fazer ela voltar pro clima.

Então comecei a acelerar um pouco o ritmo tanto da punheta quanto da socada no cu. As vezes me esqueci que estava sendo a primeira vez dela e me empolgava socando com mais força.

-Calma, calma. - Ela falava, enquanto eu ia socando.

-Tá tudo bem bebê, seu macho tá cuidando de você. - Falei aquilo ja tacando o fodasse, o que eu queria mesmo era arrombar aquele cu dela.

Comecei a socar com mais força e acelerando, até que meu pau entrou um pouco mais fundo e deu pra ver o gemido dela com um misto de dor e tesão.

-Ai porraaa, ai Cass. - Falou ela sem saber se aquilo era bom ou ruim.

Comecei a socar com mais força, nesse momento soltei o pau dela, segurei seu quadril e comecei a fuder com vontade. A cada socada ela dava um gemido, da pra perceber ela segurando o lençol com força e às vezes até mordendo os travesseiros.

-Eu vou gozar nesse cu viu, diz pra mim que pode ser, diz sua putinha! - Falei com um puta tesão doido pra gozar naquele cu. Ela não me respondia.

-Vai sua puta diz pra mim que eu posso gozar nesse seu cuzinho!! - Ela apenas gemia alto, e não respondia nada. Como ela estava de quatro eu puxei ela pra cima de mim, eu estava ajoelhado na cama, ela de costa ficou por cima. Coloquei meu rosto bem perto do ouvido dela, dava pra sentir ela rebolando na minha pika, tava claro que ela estava gostando daquilo.

-Vai deixar seu macho gozar no seu cuzinho? - Falei sussurrando em seu ouvido e nesse momento, deu pra ver ela com um sorriso de prazer.

-Pode, goza no meu cu. -Falou ela bem ofegante.

Aquilo foi o que precisava ouvir. E nem demorei muito, gozei muito naquele cu dela. Foi muita porra, e deu pra senti que acada jato que eu dava de gozada, o cuzinho dela se contorcia. E não só fui eu que gozou. Vi que ela tinha gozado também, melando toda a cama do motel.

Deitamos um pouco, e ela estava me olhando com uma cara de desejo, como um leão olhando sua pressa. Ela não parava de respirar ofegante.

Depois de um tempo fui tomar um banho e ela também. E sim, no banho fudemos de novo. Mas dessa vez eu não gozei no seu cu. Pedir pra gozar em sua boca, e ela bem obediente deixou. Ja ela não gozou dessa vez.

Nos organizamos e saímos do motel, deixei ela em casa e voltei pra minha casa. Tive muitas histórias com a Rebeka. Ficamos por uns 6 meses, até que seu contrato de estágio acabou e ela não quis renovar. Tinha conseguido um emprego fixo. E não seguimos adiante porque Rebeka queria algo sério. Ao contrário de mim, eu nunca quis me prender. Não naquele momento.

Até um próximo conto.

Comentários (5)

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  • Fogosa22: Puta merda, quase gozei lendo isso 👀

    Responder↴ • uid:c3b2dj4m99
  • Aline_SP: aí vc me mata de curiosidade kkkkk

    Responder↴ • uid:1xjpfrmm9c
  • DaniFacil: Caralho que rola boa, queria estar nessa história 💦

    Responder↴ • uid:100hzgbt0j
  • Rafa_Hot: todo mundo tem uma história assim guardada né ✨💥

    Responder↴ • uid:41ih47bzb0d
  • Fogosa22: Mano posta logo o próximo!

    Responder↴ • uid:41ih47bzb0d