Cap 14 Carro Embaçado
Caros leitores, estou aqui de novo para mais um conto das minhas aventuras sexuais. Acreditem, é um prazer estar de volta, pois meu objetivo aqui é expor toda minha descoberta sexual até a minha depravação total. E claro, quero que você goze gostoso lendo meus contos, pois isso é o que me dá prazer.
Pois bem, no ano de 2018 eu reencontrei Rayanne, e nesse mesmo ano escrevi exatamente sobre nossas descobertas sexuais na adolescência, foram os contos: Verdade e Consequência, Caixa d’ Água e Copa do Mundo.
Puts reencontrar ela mexeu muito comigo, despertando essa tara minha. Mas não houveram outros momentos como aquele do conto passado. A esposa de Rayanne ficou sabendo do que aconteceu, isso causou um grande problema pra ela, que decidiu não dar continuidade em ficar comigo. Pelo menos pessoalmente, pois via whatsapp trocamos muitos nudes.
Inclusive mostrei pra ela os contos que tinha escrito, ela ficou horrorizada por eu lembrar de tantos detalhes. Minha história com Rayanne não acabou ainda, mas o conto de hoje não é sobre ela.
Como já mencionei em contos anteriores, eu tenho um fetiche enorme por travesti. Mas nunca fiquei com nenhuma a não ser pagando por isso. Sempre mantive esse meu desejo escondido.
Foi então que em um certo dia na empresa rolou uma inclusão de diversidade, e eles contrataram alguns estagiários.
-Cass, ta sabendo que vamos dar treinamento pro novatos hoje né? - Falou Fernando empolgado, com o treinamento que iriamos conceder pros novos estagiários.
-É, to sabendo sim, mas o que me interessa mesmo é saber se vai ter gostosas. - Sim, eu estava numa época bem escrota, onde queria ser o hetero top.
Foi então que nós preparamos a sala para receber os estagiários e começar o treinamento de onboard. Entrou 7 estagiários, 2 mulheres, 4 homens e a Rebeka, uma mulher trans. Puta que pariu, ela era perfeitinha. Cabelos pretos com mechas roxas nas pontas, branquinha, olhos claros verde, bem magra, mal tinha peitos, pra ser bem sincero nem tinha. Mas tinha uma puta raba. Ela estava com uma camisa rosa, e uma calça jeans preta que tava apertada. Ela tinha 19 anos. E logo que ela entrou me chamou atenção pelo perfume, que caralho não vou mentir, já me deu tesão. E eu não sou de ficar reparando garotas trans.
Passei o treinamento todo comendo ela com os olhos. E o Fernando que não é bobo nem nada percebeu isso.
-Mano, você tem que parar de comer a menina com os olhos irmão. - Falou ele depois de uma pausa no treinamento.
-Ah, Fernando, eu acho que to apaixonada man! - Falei pra ele fazendo graça.
-Vai te fuder Cass, você só quer arrumar problema.
-Mano, sério, eu preciso saber urgentemente se o cuzinho dela é rosa. - Depois que falei isso ele me olhou com uma cara séria, deu de ombros e voltamos pro treinamento.
Quando acabou o expediente, eu já tinha tudo preparado. Não dava pra esperar, eu queria tirar minha dúvida naquele dia mesmo.
Eu tinha visto que ela tinha ido beber água, e fiquei aguardando ela vir. Quando percebi que ela estava indo em direção ao elevador, peguei minha bolsa e fui junto.
-Dia passou rápido né? - Perguntei já puxando assunto, enquanto aguardávamos no elevador.
-Sim! - Ela respondeu curto, com uma voz bem meiga. Não tinhamos interagido muito no treinamento, ela aparentava ser tímida. O elevador abriu e então entramos, como tinha gente eu entrei primeiro e me encontrei no fundo e ela ficou no meio virada para a porta. Ela tirou a bolsa deixando entre as pernas. Detalhe, nosso andar era o 19. Quando o elevador desceu dois andares, entrou mais pessoas e ela precisou ir mais pra trás. Nesse momento ela encostou sua bunda em mim. Meu pau que ja tava querendo aquele cu nem pensou duas vezes e ja endureceu. Deu pra ver claramente ela dando uma leve olhada pra trás como se quisesse ver meu rosto e minha intenção. Nesse momento, para não parecer um tarado de fato, me afastei um pouco pra trás. Mas algo aconteceu, ela veio junto comigo encostando mais ainda sua bunda. Dava pra sentir meu pau bem no meio das bochechas da bunda dela. Eu pensei: “Caralho, ela quer me dar não é possível”. Quando chegamos no térreo todos desceram do elevador.
-Ei, Rebeka, você mora? - Perguntei pra ela.
-Ah perto do centro. - Ela respondeu com aquela voz delicada e me olhando meio tímida.
-Hmm, quer uma carona, tô indo pra direção do centro também. - Falei torcendo pra ela dizer sim.
-Pode ser. Mas não vai te incomodar? - Ela respondeu de bate pronto, ela sabia exatamente o que eu estava querendo.
Fomos até o estacionamento, entramos no meu carro, na época já não estava mais com meu palio weekend, consegui pegar um Siena. Entramos no carro que por sinal tinha o vidro fumê bem escuro.
-Gosta de música? - Perguntei já ligando o ar e o rádio.
-Pode ser. - Respondeu ela novamente sendo direta.
-Você só responde “Pode ser”, pra tudo que eu falar é? - Nesse momento ela deu um sorriso tímido e me olhando de canto, e consentindo com a cabeça. -Então que é dizer posso te perguntar ou pedir qualquer coisa que você vai responder “Pode ser”? - Ela então me olhou fixamente pela primeira vez.
-Pode ser. - Respondeu ela novamente, mas dessa vez me encarando, como se quisesse saber qual seria minha reação com essa resposta.
-Então se eu falar que quero te dar uns pegas aqui no carro, você vai me responder que pode ser? - Falei um em tom engraçado e como se estivesse brincando, mas na real estava jogando verde pra colher maduro. Ela que ainda me encarava, novamente deu um sorriso abaixando a cabeça, depois olhando pro lado de fora do estacionamento, que por sinal só estava o meu carro.
-Falei brincando, ta!? - Como ela não deu resposta, recuei um pouco. Mas foi aí que me surpreendi, quando ela voltou a me encarar com um sorriso. -É um pouco estranho, mas pode ser. - Ela falou isso enquanto passava a mão em seus cabelos e toda sem graça. Foi então que percebi o sinal verde.
Sem muito tempo fui em direção a sua boca, eu estava sem cinto, mas ela estava com, virei seu rosto pra mim e deu um beijo. Puts ela tava com uma menta na boca, e era um beijo bom pra caralho. Coloquei a língua na boca dela, e já sendo bem intencional coloquei a mão em sua perna. A cada beijo que eu dava nela, ia apertando e subindo a mão em sua coxa. Ela beijava muito bem e tava cheirosa pra caralho, aquilo já me deixava com tesão.
Comecei então a subir cada vez mais sua coxa até que parei com a mão em sua rola, que já estava dura. Foi então que abri o short dela, coloquei sua rola pra fora, e fiquei acariciando enquanto beijava ela. Comecei a beijar o pescoço dela só pra dar uma manjada no seu pau, e nem era tão grande. Então passei a mão na boca dela, pra pegar saliva e comecei a bater uma pra ela. Nesse momento ela começou a gemer baixinho.
-Eu estou com uma puta dúvida, sabia? - Falei isso no pé do ouvido dela.
-Qual? - Falou isso gemendo bem gostoso enquanto acelerava mais rápido a punheta.
-To doido pra saber se seu cu é apertadinho e rosa. - Ela deu um risinho, enquanto mordia os labios.
-E ai, vai me deixar saber? - Perguntei acelerando ainda mais a punheta. Ela apenas balançou a cabeça consentindo que sim, mas estava toda se remexendo como se estivesse pra gozar. Então cuspir no pau dela e acelerei mais ainda o ritmo, ela então colocou a mão no meu pau também e começou acariciar por cima da bermuda. Foi então que sem muitas cerimônias abaixei minha bermuda e e puxei ela pra dar uma mamada. Ela bem obediente veio, e caralho quando senti aquela boca quentinha e com a menta, meu pau começou a ficar mais rígido ainda. Organizamos então os bancos para ficar mais confortável, ela então ficou de quatro no banco e me mamava com muito gosto e bem babadinho.Como ela estava naquela posição, não podia perder a oportunidade e comecei a passar o dedo no cuzinho dela. E ia enfiando bem de leve. Puts ele realmente bem apertado.
-Vai devagar ta? - Ela falou tirando meu pau da boca e olhando pra mim. - Eu nunca fiz. - Foi então que percebi que aquele cu era virgem, caralho ai que eu tava pirando mais ainda.
Ela voltou a me mamar gostoso, eu então passei mais um pouco de saliva no meu dedo e voltei a colocar no cuzinho dela. E cada sobe desce que ela fazia no meu pau eu ia enfiando no cuzinho apertado dela. Dava pra ver que ela tava gostando mais da dedada no cuzinho dela do que quando eu tava batendo uma pra ela.
Ela começou a acelerar a mamada, depois parou de chupar e colocou a língua pra fora lambendo a cabeça enquanto batia uma pra mim. E eu cada vez mais enfiando o dedo no cuzinho dela.
-Vai deixar eu gozar na boquinha não vai? - Ela nem me respondeu e apenas continuou mamando.
-Diz pra mim que vai deixar eu gozar na boquinha, diz sua safadinha. - Ela não respondia apenas chupava com mais gosto, como se já estivesse dando a resposta que eu queria.
E foi então que ela mamando com gosto e e eu enfiando o dedo no cuzinho dela que eu comecei a me preparar pra gozar, então eu cada vez mais ia acelerando as dedadas, enfiando cada vez mais fundo no cu dela. Foi então que coloquei a mão na cabeça dela, enquanto a outra estava com o dedo no cu e gozei naquela boquinha. Que gozada gostosa, e ela não parou de mamar, e eu ja tava com todo o meu dedo enfia no cu dela, deu pra ver que ela tava batendo uma punheta e continuou com a boca no meu pau, com o dedo no cu e assim ela gozou no meu banco. Porra aquilo foi bom pra caralho.
Ela então tirou o meu pau da boca e cuspiu todo meu gozo em cima de mim. A gente tinha melado foi tudo de porra. Mas eu tava pouco me lixando.
-Acho que a carona tá paga moça. - Ela riu toda descabelada e ofegante. -Pode ser! - Respondeu ela brincando com a frase que deu início a tudo.
Nos organizamos e fomos embora do estacionamento que já estava quase fechando. Deixei ela na porta da casa dela e antes dela sair do carro falei: “Você sabe que só vou sossegar quando tirar minha dúvida se seu cuzinho é rosinha né?” Ela sorriu, se despediu e entrou em casa.
Eu tava literalmente obcecado nela, só iria de fato ficar satisfeito quando eu conseguisse comer aquele cuzinho. E já dando um spolier para vocês, caros leitores, eu consegui!
Mas isso é história para um outro conto.
Até a proxima!
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Comentários (1)
CassDS: Leiam meus contos anteriores, e se possível deixa um comentário safado do que acho!
Responder↴ • uid:41ih47bzb0d