#Assédio #Teen

Convenci minha enteada novinha a bater punheta pra mim

2.9k palavras | 1 | 4.15 | 👁️
Beto.sp

Convenci minha enteada novinha de 15 anos a bater punheta pra mim até eu gozar. Me sinto culpado, me sinto mal, mas é a verdade.

Pessoal, faz anos que leio contos aqui no site e NUNCA achei que teria coragem ou mesmo a oportunidade de fazer alguma coisa parecida com o que leio aqui.
Sei que muita gente inventa coisas, etc, mas sei também que muito do que tem aqui são relatos reais.
Eu não sou escritor, não sei escrever bem, mas preciso contar o que aconteceu comigo.

Vou começar do jeito que sei, descrevendo a situação pra vcs entenderem direito...
Primeiro, meu nome é Roberto, me chamam de Beto.
Tenho 46 anos e sou motorista de aplicativo em SP.
Sou casado, na verdade meio juntado, com uma mulher faz quase 10 anos já, não vou falar o nome dela pq não tem necessidade.

Acontece que minha mulher tem uma filha do outro casamento. Essa menina filha da minha mulher se chama Nataly e sempre foi uma princesinha de tão linda. Hoje a Nataly tem 15 anos.
E, caralho… ela cresceu bem. Cresceu de um jeito que eu não tava preparado.

Aquele corpinho de menina gostosinha. Peitinho firme, redondinho, do tamanho ideal pra caber na mão e na boca, com um biquinho que às vezes aparece por baixo da camiseta. E a bunda… nossa, a bunda dela tá ficando larga, carnuda, chegando a balançar quando ela anda de shortinho pela casa. Coxas branquinhas de menina novinha, cintura fina… uma putinha natural, mesmo sem saber.
Eu comecei a olhar. Não dava pra evitar. Toda vez que ela saía do banho de toalha, o cabelo molhado pingando nas costas, eu sentia o pau latejar. Quando ela se abaixava pra pegar alguma coisa no chão, o shortinho subia e eu enxergava o começo daquela bunda branquinha e empinada de adolescente.
Aí vocês podem imaginar… as fantasias vieram.

Eu trabalho dirigindo na rua de manhã, mas na hora do almoço eu vou pra casa e como alguma coisa. Geralmente, nessa hora, a Naty já chegou da escola e tá almoçando também ou tá no quarto dela mexendo no celular. Então eu comecei a chegar em casa e correr pro banheiro procurar no cesto de roupa suja a calcinha que a Naty usou naquela manhã na escola. Não vou mentir, no começo eu tinha vergonha de mim e até nojo do que eu fazia, mas não dá pra controlar não… é gostoso demais… Eu pegava a calcinha usada da Naty do cesto...

O cheiro… puta que pariu. Aquele cheiro azedo, quente, de buceta que ficou o dia inteiro apertada na calcinha, misturado com um levinho cheiro de cu de menina. Não era fedido de sujo, era cheiro de novinha, de suor doce e azedo ao mesmo tempo. Eu enfiava o nariz bem fundo na parte da frente, onde o tecido tava mais marcado, e sentia aquele cheiro da xoxota dela. Depois virava e cheirava a parte de trás, onde o tecido cobria a bunda dela o dia todo… O cheiro de cu me deixa doido.
Ficava de pau duro pra caralho só com aquilo. Sempre batia uma segurando a calcinha no rosto, respirando fundo imaginando a Nataly de quatro, me oferecendo aquela bucetinha cheirosa e o cuzinho apertado.
Eu sabia que era errado. Sabia que ela era a filha da minha mulher. Mas o cheiro daquelas calcinhas usadas… o cheiro de buceta e cu de uma menininha… isso me viciou. Eu sempre gozava na calcinha dela dps da punheta.

E foi assim que tudo começou a sair do controle.

A mãe da Naty sempre foi uma controladora do caralho. Super protetora, daquelas que não deixava a menina sair pra nada. Nem festa, nem cinema, nem namoro, nada. Toda vez que a Naty pedia pra ir em algum lugar, a resposta era a mesma. Não!
E quando a mãe falava, era lei. Eu quase nunca me metia, porque eu sabia que se eu abrisse a boca, a briga vinha.
Mas aquele dia foi diferente.
Minha mulher estava de plantão, ela é enfermeira e naquele dia pegou um plantão de doze horas, só ia voltar no dia seguinte. A casa ficou só eu e a Naty. Eu tava na sala, deitado no sofá, vendo alguma coisa que nem lembro na Netflix, quando a Naty apareceu na porta.
Veio com aquela roupinha de ficar em casa, uma camisetinha branca já beeem usada ficando quase amarela, fina, meio transparente de tanto lavar, que marcava os peitinhos sem sutiã. Dava pra ver o contorno redondinho de cada mamilo pequeno dela. Embaixo, um shortinho curto rosa, bem curtinho mesmo que quase mostrava a virilha dela.
Ela parou na minha frente, cruzou os braços...
— Beto… a mãe não tá em casa, né?
Eu levantei o olhar devagar, fingindo que não tava reparando naquele corpo.
— Não, princesa. Plantão até de madrugada. Por quê?
Eu sempre chamei ela de princesa, desde que era pequenininha.
— Tem uma festa dos meninos da minha sala hoje… Todo mundo vai. Eu queria ir… só um pouco. Você deixa?
Eu fiquei olhando pra ela, eu sabia que se eu dissesse sim, a mãe nunca ia ficar sabendo. E se eu dissesse não… ela ia ficar ali, na minha frente, frustrada, com aquele corpinho todo à mostra.
Mas mesmo assim eu não podia deixar. Se minha mulher descobrisse ela ia me matar.
— Não pode, Naty… Vc sabe, princesa, sua mãe não deixa.
— Ahhhhhhn, Beto, por favorzinho, vai… é só uma festa. Todo mundo vai. Eu fico em casa o tempo todo. Você sabe como ela é.
— Eu sei. E por isso mesmo. Não. Não posso passar por cima da sua mãe nisso...
Ela insistiu. Deu a volta no sofá, parou do meu lado, quase grudada. O cheiro dela veio junto, sabonete e um leve suor quente.
— Só dessa vez, vaaaaai. Eu volto cedo. Prometo. Você nem precisa contar pra ela…
Eu balancei a cabeça fazendo que não.
— Não, Naty.
Ficamos nisso uns minutos. Ela pedindo, eu recusando, ela fazendo beicinho, eu fingindo que não tava reparando no jeito que o tecido fino da camiseta colava nos bicos dos peitos dela.
Até que ela baixou a voz e soltou:
— O Guilherme vai estar lá… a gente meio que tá namorando e...
Nessa hora eu travei. Ela já tinha namorado?
— Namorando? Você tá namorando?
Ela ficou vermelha na hora.
— É… meio que. Em segredo. A mãe não pode saber. Você sabe como ela é.
Eu sentei mais reto no sofá, forçando uma cara de preocupação. Passei a mão no queixo, fingindo o papel de padrasto responsável, de pai conselheiro. Por dentro, o coração batia mais rápido e a curiosidade me comia vivo.
— Naty… sua mãe não ia gostar nada disso. Namoro escondido? Você é nova. Esse Guilherme… até onde vocês já foram?
Ela desviou o olhar, mexeu o pé no chão.
— Passou dos beijos… mas não foi muito além disso.

Eu só conseguia pensar CA...RA...LHO… Passou dos beijos???? Eu engoli seco. A voz saiu mais baixa, quase casual

— O que é “não muito além”? Me conta. Se eu souber os detalhes, eu consigo ver se tem risco ou não… e aí eu penso em te deixar ir.
Ela balançou a cabeça rápido.
— Não quero contar.
— Conta. Eu preciso saber. Senão não tem conversa.
Ela ficou quieta uns segundos, mordendo o lábio. Depois suspirou, ainda sem me olhar nos olhos.
— Ele é mais velho que eu… e ele já não é virgem. Ele quer fazer coisas… mas eu ainda não me sinto pronta. Então… pra ele não ficar bravo comigo e terminar… eu… eu ajudo ele.
Eu franzi a testa, fingindo não entender.
— Ajuda como?
Naty ficou vermelha até a orelha. A voz saiu quase num fio, envergonhada, usando uma analogia torta
— Tipo… eu… eu faço carinho nele… com a mão… quase todo dia depois da escola. Até ele… até ele terminar. Assim ele fica calmo e não fica insistindo pra ir mais longe.

CAAAA
RAAAA
LHOOOOOOOO!
É isso mesmo? Ela BATE PUNHETA pra esse cara????

Eu senti meu pau latejar forte dentro da calça. A imagem da Naty de uniforme da escola com a mãozinha no pau de um cara mais velho depois da aula, me deixou completamente duro. E eu continuei fingindo preocupação, a voz calma, de pai conselheiro.
— Todo dia? E ele… ele te toca também? Ou só você nele?
Naty balançou a cabeça rápido, ainda vermelha.
— Não. Ele não toca em mim ainda. Só eu… faço nele. Ele pede, mas eu não deixo.
Eu respirei fundo, forçando a voz calma, de pai conselheiro:
— Naty… esse tipo de coisa é perigoso na sua idade. Você não sabe o que esses meninos podem querer depois. Um dia ele vai cobrar mais. Você tá brincando com fogo.
Ela deu de ombros de um jeito bem relaxada.
— Não é o primeiro cara com quem eu faço isso…
Eu travei. A boca ficou seca na hora.
— Como assim?
Ela baixou o olhar, mexendo os dedos na barra da camisetinha branca.
— Já namorei escondido outras vezes… e já fiz carinho assim em outros meninos também… várias vezes. Não é só o Guilherme.

Eu fiquei sem saber o que dizer. A imagem daquela menininha com cara de princesa já tendo batido punheta pra vários moleques me deixou completamente admirado… e com o pau latejando forte dentro da calça. A boca abriu, mas nenhuma palavra saiu. Eu só encarei ela, o peito subindo e descendo mais rápido.
Naty aproveitou o silêncio e voltou a insistir, a voz mais baixa, quase pedinte:
— Então… você deixa eu ir na festa? Por favor, Beto. É só hoje. Eu volto cedo. Ninguém vai saber.
Eu senti uma crise interna me bater de uma vez. A cabeça girava. A mãe controladora, o risco de ela descobrir, o fato de eu ser o padrasto, o cheiro daquelas calcinhas que eu já tinha cheirado tantas vezes, o corpo dela ali na minha frente, o shortinho rosa, os peitinhos marcados… e a imagem dela com a mão no pau de outros caras. Tudo se misturou. O desejo venceu a vergonha e o bom senso de um jeito doentio.
Vocês podem até me julgar, me chamar de doente… mas puta que pariu… não dava, eu tinha que arriscar...
Eu engoli seco, forcei uma voz baixa e falei quase no mesmo tom de analogia que ela tinha usado.

— Olha… se você fizer o mesmo tipo de carinho em mim… do jeito que faz nos meninos… eu deixo você ir na festa. Aí eu fico tranquilo e você pode sair.
Ela arregalou os olhos. A boca se abriu um pouco. O silêncio caiu pesado entre a gente.
Eu não tive medo… Eu sabia um segredo dela, eu meio que tinha ela na mão… Se ela contasse pra mãe dela, eu contava tudo sobre o tal Guilherme também.
Vou encurtar a história… Pq ela ficou insistindo que isso seria errado, me chamou de nojento, ficou brava, mas ela queria muito ir naquela tal festa… então…
Ela ficou em silêncio por uns segundos, o rostinho fechado, as sobrancelhas franzidas. Depois soltou, com a voz emburrada, de criancinha puta da vida.
— Tá, né… mas vai ser só dessa vez… aff, que nojo!
O asco tava estampado na cara dela. Olhos revirados, boca torta, braços cruzados de novo. Brava pra caralho, com bastante nojo visível.
Sei que ela estava decepcionada comigo, mas não dava pra evitar.
Eu não hesitei mais. Baixei o short, puxei a cueca pra baixo e tirei a rola pra fora. Tava meio suada, um pouco grudenta da tarde quente, o pau já bem duro, as veias saltadas, a cabeça brilhando.
Naty desviou o olhar na hora. Quando forçou a vista de canto, fez uma careta feia e perguntou, a voz alta de revolta:
— É sério??? Sério mesmo??? Mas você vai deixar eu ir, né??? Aff, não acredito…
Ela estendeu a mãozinha morrendo de nojo, evitando olhar direto. Os dedos tocaram o pau e ela torceu o nariz.
— Tá nojento… e colando…
Eu só senti o prazer subir de uma vez. O toque relutante dela me deixou ainda mais duro. Ela começou a bater, devagar no começo, a mão subindo e descendo com nojo, o rostinho emburrado, olhos revirados, arquejando de decepção.
— Vai, você vai soltar logo né Beto?
A mãozinha dela sabia exatamente o que fazia. Não era inexperiente. O jeito de apertar na subida, de girar um pouco na cabeça… ela realmente sabia bater gostoso. Eu gemi baixo, a cabeça jogada pra trás no sofá.
Ela continuou, a voz irritada:
— Vai… tá dando vontade? Solta logo… eu só vou fazer mais um pouco…
Eu forcei a voz, ofegante:
— Você sabe que só vou deixar você ir se você me fizer gozar…
Ela revirou os olhos com força, soltou um “aff, nojento do caralho” alto e aumentou o ritmo. A punheta ficou mais rápida, mais apertada. O prazer era delicioso, quente, sujo. Eu me contorcia no sofá, gemendo sem conseguir parar.
— Ahhhn, vai logo… sério… se demorar eu vou parar, tô falando sério…
O pré-gozo começou a escorrer, brilhando na cabeça do pau. Ela viu e soltou, ainda com nojo:
— Até que enfim… vai… agora solta… deixa sair… dá pra ver que você quer soltar já…
Ela tava certa. Eu já tava no limite, me segurando com força. A voz saiu embargada:
— Porra… você é boa…
Eu me contorcia mais, o corpo tremendo, o sofá rangendo. Ela virava a cabeça pro lado, fazendo careta feia por causa do cheiro da rola suada.
— Vai logo… ele tá pulsando… aí, que nojoooo, o cheiro…
Ela punhetava mais gostoso… Que novinha safada...
— Solta o leite, vai… você nem tá conseguindo segurar mais… vai.
Eu gemia sem parar, me segurando o máximo que dava. Ela perdeu a paciência de vez, aumentou o ritmo e passou a bater com as duas mãos, uma em cima da outra, rápida, forte, molhada de pré-gozo.
— Soltaaaaa… solta logoo! Quero ver você aguentar assim...
Eu gemi mais alto me segurando no sofá.
— Vaaaai, eu vou fazer você soltar...
Não aguentei. O gozo saiu com tudo, quente e forte. E eu gozei grosso, era jato esguichando pra todo lado sujando bastante as duas mãos dela de porra. Esperma escorrendo entre os dedos, pingando no shortinho rosa, no chão.
Naty soltou um grito de nojo, os olhos arregalados, a cara de ânsia de vômito. Soltou o pau na hora, olhou pras mãos cobertas de porra branca e quente e saiu correndo pro banheiro, gritando:
— Que nojooooo!

Eu fiquei ali, no sofá, ofegante, a rola ainda latejando, escorrendo o resto do gozo, ouvindo o barulho da torneira aberta e ela lavando as mãos com força, quase com raiva.

Vocês podem imaginar. Veio um sentimento enorme de culpa, de nojo de mim mesmo… Me senti péssimo. Ela tomou banho. Se arrumou, e saiu sem nem falar nada. Nem olhou na minha cara.
Eu fiquei ali, parado no sofá me odiando. Só que depois de uma meia hora eu já estava novamente com tesão. Eu não vou mentir, mesmo agora escrevendo eu me sinto culpado. Isso aconteceu na última sexta-feira, faz quase uma semana, e desde então eu bato todos os dias lembrando do que aconteceu.
A Naty continua não falando comigo nem nada.

Ela voltou de madrugada naquele dia, eu fiquei esperando ela no sofá. Ela chegou, não falou comigo, não olhou pra mim, mas estava nitidamente meio bêbada, com certeza bebeu e aprontou alguma coisa naquela festa, talvez um dia eu descubra o que é. Mas dava pra ver que estava bem bêbada, talvez chapada de alguma droga, mas eu senti cheiro forte de álcool nela.

Vou me controlar para não acontecer de novo, mas eu mesmo não posso garantir isso.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Joe: Tem continuação!??

    Responder↴ • uid:7xbz1xspv3