#Gay #Incesto #Teen

Meu pai comeu meu amigo, então comi ele!

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SírioSafado

Olá. Me chamo Lucas e tenho 17 anos, tenho um corpo magro normal, definido e que depilo com frequência, algo que me orgulho são minhas coxas, minha bunda e meu peitoral, que são bem grandes e chama atenção. Tudo isso eu herdei do meu pai, que puxou do meu avô. Meu avô foi um imigrante que fugiu da Síria para o Brasil quando tinha 15 anos, e como podem imaginar, eu e meu pai carregamos muitos traços árabes. Sobrancelhas grossas, a pele morena, um cabelo negro levemente cacheado, eu me depilo quase completamente, meu pai deixa a barba e os pelos do peito levemente aparados "para manter a virilidade", segundo ele. Também temos as mesmas pernas, o peito grande e uma bunda enorme e redondinha, além do nariz e orelha pontudinhas.

Mas acima disso tudo, a maior característica do meu pai é que ele é um completo safado. Meus pais se separaram quando eu tinha 9 anos, e por minha mãe ser aeromoça, minha guarda ficou pra ele. Desde que se separaram, ele nunca mais ficou com ninguém por muito tempo, às vezes no mesmo mês ele aparecia com 3 ou 4 namoradas diferentes, ou namorados, como ele me disse na primeira vez "nunca se nega as oportunidades", mais tarde, quando atingi a puberdade, essa frase mudou para "nunca se nega um buraco para meter", quando eu já entendia mais das coisas. Desde pequeno eu ouvia meu pai transando com suas namoradas e namorados, nossos quartos são separados por uma fina parede divisória, tipo aquelas de escritório, que tinham uma pequena fresta que ele nunca deve ter percebido (ou sabia e nunca se importou de arrumar) onde eu conseguia ver tudo. Antes eu não entendia, achava que estavam só brincando ou jogando algo então não olhava, mas depois de uns anos me bateu a curiosidade e se tornou quase rotineiro: fingia que dormia, esperava o ato começar e ia lá espiar. As mulheres gritavam, os homens gemiam manhosamente, meu pai devia ser muito bom no que fazia, ele metia de uma forma artística.

Mas isso não é tudo, aqui em casa não trancamos o banheiro, então várias vezes já abri e me deparei com meu pai batendo uma punheta. Foi assim que vi seu pau pela primeira vez e lembro de ficar assustado, porque não sabia que paus poderiam ficar daquele tamanho devia ter uns 18 centímetros e grosso, assim descobri que ele também mantém seus pentelhos levemente aparados, e embora hoje em dia com 20cm meu pau seja maior que o dele, ainda é um belo dote, que eu jamais deixaria entrar em mim. Meu pai sempre foi muito aberto comigo em relação a sexo, puberdade, hormônios, pornografia e afins. Meu vô era muito recluso e falava pouco, e meu pai achou melhor eu aprender em casa do que igual ele aprendeu, com estranhos. E por falar em pornografia, meu pai que me mostrou meu primeiro pornô, que apesar de eu não ter gostado tanto, foi uma situação muito intíma e com uma tensão sexual enorme, eu e ele assistindo, ambos de pau duro, mas sem fazer nada.

Meu pai também se gravava transando, comendo homens e mulheres, de todos os ângulos. Mamadas, anal, a3, dupla penetração, espanhola... de tudo. E eu só sei disso porque meu pai me deixava ver pornô no celular dele quando eu quisesse, já que ele tinha alguns baixados. E foi em um dia que eu fui assistir e acabei entrando na galeria, cliquei num vídeo aleatório de um garoto de uns 25 anos levando rola na posição frango assado, botei a mão dentro do shorts apertando minha rola, até que percebi que ja tinha visto esse garoto aqui em casa. Pausei e dei zoom na piroca do ativo quando saiu do cu e percebi: parecia muito meu pai. Liguei o som e aumentei o brilho e percebi que era o quarto dele. Decidi procurar por mais vídeos desse mas não encontrei, então vi que meu pai tinha uma pasta segura, tentei minha data de nascimento como senha e foi de primeira. Lá eu achei o paraíso, eram tantos vídeos que eu nem conseguiria assistir todos sem ele perceber, então baixei eles e enviei pro meu contato pelo whats, apaguei o registro de mensagens e devolvi os vídeos para a pasta. Botei o celular onde peguei e fui para o banheiro me aventurar com meu pai fodendo.

Anos passaram e minha obsessão pelo meu pai só cresceu, todo vídeo novo dele que eu encontrava já mandava pro meu celular e me masturbava, com gozadas fartas no meu edredom. Toda transa com cada pessoa nova que ele trazia em cada eu assistia pela frestinha, tentando memorizar cada detalhe, aprendendo a fuder ali na frente, e meu pai nunca desconfiou de nada. Eu já sabia que eu era gay, inclusive contei para o meu pai, ele disse pra que eu não me rotulasse tão cedo, já que até hoje ele não se rotula, mas eu já havia tido primeiras vezes com meninos e meninas, e eu achava mulheres muito broxantes e nada atraentes. Os homens me chamavam muito mais a atenção, ainda mais quando era o cuzinho de um putinho pra encher de porra, mas nenhum chamava tanto quanto meu pai. Meu maior sonho era comer a bunda redonda daquele moreno safado. Embora em todos os vídeos, sem exceção, ele fosse somente o ativo, isso me atiçava mais ainda em ser a pessoa que abriria o seu rabo, fazendo com o cu dele o que ele fazia com os caras que trazia aqui em casa, ia dormir toda noite pensando em como devia ser macio, apertadinho, quentinho, doido pra socar nele até dizer chega, como ele fazia com os outros

Era um dia de verão quando meu pai falou que meus tios e primos estavam vindo e que ele ia fazer um churrasco. Na hora me apurrinhei, meus primos são insuportáveis, aqueles meninos pestes que você bateria se os pais não estivessem olhando. Na hora ele notou:

– Ah filho, colabora, eles já não são mais criancinhas igual ano passado.
– Eles são chatos e vou ter que ficar de babá – respondi.
– Vai nada. Eles não vão dormir aqui, tem compromisso logo cedo amanhã. Só vão almoçar e ir embora logo depois.

Não me dei por convencido com a resposta, no fim os adultos bebiam e esqueciam das crianças tentando se afogar na piscina, depois estavam cansadas demais pra voltar e acabavam dormindo aqui, sempre a mesma coisa.

– Faz assim então – disse meu pai, –que tal você chamar algum amigo seu? Daí seu tio vai ficar com vergonha de beber muito e você aproveita seu dia sem nem ligar pros seus primos.

Era uma ótima ideia, porque na hora o que pensei foi não só em me livrar dos pentelhos, mas também em comer um cu. De férias ficava difícil, já que a maior parte dos caras que eu comia eram no colégio e vários iam viajar por aí, mas um nome me veio na mente na hora.

– Posso chamar o Cadu.

Cadu era um putinho perfeito: ele não tinha um pelo no corpo, um quadril largo com uma bunda linda e redonda, mas uma cinturinha fina perfeita pra segurar e meter de quatro, e claro, era lindo de rosto também, com um cabelo castanho curtinho, sardas no nariz e olhos verdes, eu costumava comer ele no banheiro do colégio até o rosto dele ficar vermelho, mas agora iria comer ele aqui em casa.

– Nossa essa foi rápida. É amigo ou "aqueeeele amigo"? – perguntou meu pai.
– Cala boca, pai – mas ele não estava errado.

Ele riu e falou que ia sair pra comprar a carne, e que enquanto isso era pra eu acender a churrasqueira e limpar a piscina. Mandei mensagem pro Cadu chamando ele pra vir pra cá, ele, sendo uma puta sedenta, já aceitou na hora. Assim que ele confirmou, só mandei: "Se prepara pra sair cheio de leite." Ele riu.
Quando terminei de limpar a piscina meu pai voltou e já botou as carnes no fogo, então foi pro seu quarto se trocar e voltou com um short de banho verde água que fazia um lindo constraste com sua pele morena. Além de marcar a sua mala, esse short ficava cavado bem no meio da sua bunda numa visão hipnotizante. Meu pai começou a espetar os aperitivos se apoiando na bancada, de costas pra mim e me dando aquel visão maravilhosa do rabo dele. Me sentei pra esconder meu pau durasso no meu short de banho cinza, por mim, eu tirava a roupa ele e enrabava ele ali mesmo, sem nem me importar se meus tios chegassem, mas decidi guardar essa energia pro Cadu.

Meus tios chegaram, as crianças sem cerimônia pularam na piscina e eu fingi que nem vi. Logo depois Cadu chegou, fui na porta recebê-lo e ele estava com ma camiseta verde justa e um shortinho azul com vermelho desses de amarrar, o que exaltava sua cintura. Abracei ele e agradeci por vir.

– Você veio com esse short pra me provocar, né? – cochichei no abraço.
– Ou porque é mais fácil pra você tirar – disse ele, descendo sua mão pra minha rola.
– Aqui não – disse tirando a mão dele, afinal se eu ficasse de pau duro era muito difícil esconder meu volume.
– Ok Ok, eu me controlo – disse ele, seguindo em direção aos fundos.

Dei um tapão na bunda dele antes, nem ele tinha noção do tanto que eu ia usar ela mais tarde. Apresentei Cadu aos meus tios e aos meus primos, e então finalmente ao meu pai:

– Pai, esse é o Cadu.

Meu pai estava de costas, mas quando se virou ambos se olharam de cima a baixo. Os olhos de Cadu analisaram tudo, o rosto charmoso, a barba recém-aparada, perdeu um tempinho no peitoral farto e nos bíceps e então chegou na mala, onde Cadu não tirava o olho. Já os olhos do meu pai desceram do rosto meigo de Cadu e pararam na cintura fina dele, e eu reconheci aquele olhar, era o olhar sedento de tarado que meu pai tinha quando trazia seus rapazes aqui. Eles se cumprimentaram com um aperto de mão sem jeito, já que meu pai estava com as mão sujas. Então chamei Cadu para ir a piscina.

– Vamos, só preciso passar protetor porque eu me queimo muito fácil. Passa nas minhas costas pra mim? – pediu Cadu.
– Claro.

Ele tirou sua camisa e foi passando na sua barriga e braços e eu apliquei nas costas e pescoço. Quando passei minhas mãos pela sua nuca dei uma leve enforcada só pra provocar, ele arqueou os ombros. Então quando passei na base das costas dei uma pegada na cintura com força de cada lado, o que fez com que ele arqueasse as costas quase imediatamente. Eu sempre fodia ele em pé no banheiro da escola, então eram os movimentos que eu já costumava fazer e que ele se lembrava. Eu ri e só depois percebi que meu pai estava encarando, não eu, não nós dois, somente a bunda do Cadu.

Então entramos na piscina, brincamos um pouco com água e as crianças decidiram sair, afinal não estavam recebendo atenção. Cadu me provocava debaixo da água, passando o pé na minha barriga e na minha rola, às vezes mergulhava e apertava ou mordia meu volume, que a esse ponto já estava durasso ao ponto de não poder sair da piscina sem que vissem. Então fomos para a borda para ficar mais perto da música e da comida, nisso Cadu põe sua mão dentro do meu short, apertando meu pau com força e quase me fazendo gemer alto, decido me vingar e ponho minha mão na sua bunda por dentro do short, e de imediato começo a passar dois dedos na sua entrada, estava deslizante, sinal que ele havia depilado e passado algum óleo ou hidratante, só pra mim. Sem mais nem menos aproveitei a lubrificação e comecei a dedar ele, Cadu respirava fundo enquanto meus dedos se mexiam e apertava mais ainda minha rola, me deixando louco.

Meu primo Luiz estava na borda da piscina e deve ter visto alguma coisa, porque foi lá pro colo do seu pai e cochichou algo no ouvido dele, que só riu e não deu bola, não deve ter acreditado. Mas meu pai ouviu o cochicho e ficou nos encarando, então ele disse:

– Querem um pedaço de carne, meninos?

Assentimos com a cabeça e meu pai veio até a borda da piscina com a tábua em mãos e se abaixou, nesse momento vi que ele estava sem cueca por baixo do short, Cadu também deve ter visto. Continuei com meus dedos dentro do cu do Cadu e usei o outro braço pra pegar um pedaço de carne, Cadu não se mexeu então meu pai disse:

– Deixa que eu te dou – e pegou um pedaço de carne e deu na boca do meu amigo.
– Hm, que delícia. Que carne é essa?
– É cordeiro, típico da comida árabe – respondeu meu pai, dando mais um pedaço pra ele.
– Nunca tinha provado, muito bom.
– Espera até provar a linguiça – meu pai falou e logo se levantou, era nítido que seu pau estava meia bomba, não estava acreditando, ele queria comer meu amigo! O meu depósito! Que cara safado.

Meu pai definitivamente tinha visto o que estávamos fazendo na piscina, na proximidade que ele chegou não tinha como não ver, então ele sabia que eu ia comer aquele garoto, ele estava entrando  numa disputa de quem comia primeiro, e eu ia ganhar. Forcei mais meus dedos no cu de Cadu e comecei a massagear sua entrada, preparando ele para mais tarde, que cu macio e gostoso, estava doido pra meter. Uma das minhas fantasias é transar com alguém na piscina, mas pra isso eu teria que esperar minha família ir embora. Notei que meu pai, entre goles de cerveja, nos encarava. Ele percebia os pulinhos de Cadu e sabia muito bem o que eu estava fazendo, fixei meu olhar no dele como quem dissesse: essa é minha janta.

– Seu cu é só meu – cochichei no ouvido de Cadu. Ele só riu e não me respondeu, do jeito que é uma putinha, devia estar querendo dar pros dois.

As horas passaram e continuamos nos provocando na piscina, em certo ponto, Cadu chegou a baixar meus shorts e me chupar debaixo da água, me deixando louco pra gozar. Meu pai nos chamou pra almoçar e pro meu azar, eu estava com meu pau durasso que seria muito visível no shorto molhado, mas pensei "eu preciso marcar território, preciso que meu pai saiba que esse buraco é meu." Então saí da água assim mesmo, com meu quase apontando pra frente se não fosse o short e a cueca segurando ele pro lado, quando a água escorreu, dava pra ver até as veias da minha rola. O pau de Cadu também estava duro, era uma rola ok, uns 14-15 cm, tamanho e grossura médios, também dava pra ver no short, mas claro que a minha chamava muito mais atenção.

Meu pai encarou na hora, fazia anos que ele não via minha rola. Embora sempre tenhamos sido abertos e eu andar de cueca pela casa com frequência, ele não via o meu pau ereto desde o início da puberdade, quando ele pediu pra ver pra confirmar se estava ok e se precisaríamos ir num Urologista ou algo do tipo, eu diria que eu estava mais do que bem pra minha idade. Sentamos na mesa e meu pai me serviu e depois pegou o prato de Cadu e botou um pedaço grande de linguiça de cordeiro pra ele.

– Se você gostar tem mais depois! – falou sorrindo.

Cadu pegou a linguiça e enfiou quase inteira na boca, ele queria mesmo era duas rolas morenas arrombando o cu dele. Seria um sonho, não vou negar, mas eu estava semanas sem foder, eu precisava disso! Era injusto, eu nunca tinha sequer tentado comer um dos caras que meu pai trazia em casa, por mais bonitos que fossem, e agora ele estava querendo roubar Cadu de mim.

Meu pai sentou-se de frente para Cadu, e percebi que ele roçava seus pés nas pernas dele ao longo do almoço. Então botei minha mão na coxa de Cadu, bem próxima a sua virilha. Ele só almoçava enquanto era bajulado por nós dois, devia estar adorando essa atenção toda. Meus tios devem ter notado toda a tensão naquela casa e decidiram ir embora logo depois quando comecei a lavar a louça, me despedi e agradeci a Deus que ia poder transar mais cedo do que o esperado.

Enquanto eu secava e guardava os pratos, notei que tanto Cadu quanto meu pai haviam sumido, fui atrás dos dois. Os encontrei na sala, conversando como se já se conhecessem, meu pai com aquele olhar de predador olhando sua presa e Cadu com seu short levemente abaixo da cintura para chamar atenção, eles falavam baixo demais pra eu escutar, então só decidi interromper.

– Cadu, vamos voltar pra piscina?
– Vamos sim! Tava só conhecendo mais seu pai.

Meu pai me encarou como se eu já houvesse perdido a nossa batalha interna, mas eu ainda tinha tempo.

– Vou tirar um cochilo no meu quarto – disse meu pai.

Voltamos pra piscina e mal Cadu pulou já puxei ele para um beijo, agarrei ele pelos cabelos molhados e colei sua cintura na minha, meu pau duro como um revólver roçando na barriga dele. Sentei na escadaria da piscina, com minha cintura pra fora da água e tirei meu pau pra fora, ele latejava como nunca antes e a cabeça estava inchada, as veias pulsando com sangue ao longo dos meus vinte centímetros de rola e ele pingava baba.

– Chupa – ordenei. E Cadu caiu de boca, que boquinha gostosa tinha aquele putinho, que saudade que eu estava das mamadas dele, de encher a boca dele de leite.

Mas hoje eu não queria só a boca, eu queria leitar o rabo guloso daquele garoto, fazer ele se arrepender de dar mole pro meu pai, meter tanto nele que ele ia ficar mole como uma boneca inflável, ali mesmo eu ia realizar uma das minhas fantasias. Tirei meu pau da boca dele, peguei um pouco de pré-gozo nos dedos e dei um tapa na cara de Cadu, então mandei abrir sua boca e cuspi dentro dela.

– Hoje você vai sofrer.

Tirei meu short por inteiro, joguei na borda e entrei completamente pelado na piscina. Beijei um pouco mais o Cadu enquanto abaixava seu short, que ficou flutuando na água. Empurrei ele na borda e enfiei meus dedos nele mais uma vez.

– Sentiu saudade? – ele brincou
– Sei que você também sentiu falta dessa rola, a única que te preenche.
– Você tem a quem puxar né, seu pai parece dotadão também.
– Ficou encarando é?
– Queria ver da onde vem essa potência toda.
– Potência, é? – perguntei pincelando minha rola na sua entrada.
– Esse dote, esse jeito de fuder, queria ver da onde que vinha – disse ele gemendo.
– Tá querendo dar pro meu pai, sua puta?
– Não seria nada mau levar um rolão daque- Ahn! – Quando ouvi isso, enfiei meu pau todinho nele de uma vez só, sem cerimônia, sem lubrificação além da água da piscina e o óleo que ele tinha passado na entrada.

Comecei a foder sem nem esperar, tirei e botei de novo com força, ele respirava de forma pesada e minha movimentação fazia ondas na água ao nosso redor. O cu dele era tão macio e molinho que dava vontade de gozar na primeira metida, mas eu tinha que me conter, precisava aproveitar aquele cu ao máximo. Tirei meu pau de dentro e o levei para a escadaria, sentei na escada e o encaixei no meu colo, bombando mais e mais segurando aquela cinturinha.

Nesse ponto, nem estava mais me importando se meu pai nos pegasse no ato, na verdade, até queria isso. Queria que ele me visse metendo até o talo naquele rabo guloso, queria que os vizinhos ao redor escutassem e viessem ver minhas bolas cheias de porra saltando na água. Peguei Cadu e virei ele de novo sem nem tirar meu pau de dentro, coloquei ele de quatro na borda da piscina, seu rosto no azulejo e seus gemidos aumentando agora que eu metia mais forte que nunca. Olhei pra janela aberta do meu pai, se ele estivesse acordado poderia assistir eu fodendo como eu sempre assisti as transas dele. Por um momento, pensei no tesão que me daria meu pai assistindo, e depois fantasiei meu pai no lugar de Cadu, levando rola do menino que ele fez com sua própria porra, pensei na bunda redonda do meu pai, nas suas coxas grossas e nas suas costas torneadas, ali levando roladas e estocadas de mim, e assim, imaginando meu pai, eu gozei sem nem avisar Cadu. Grudei meu corpo no dele, meu pau enfiado até o talo e fui leitando, foram 7 jatos de porra ao todo, aquela gozada gostosa que você sente passando do saco pro pau até sair. Mas eu ainda não tinha terminado.

– Vamos tomar um banho – disse, tirando meu pau de Cadu fazendo um barulho molhado.

Recolhemos nossas roupas e notei que minha porra estava escorrendo pelas coxas do meu amigo, me aproximei dele por trás, passei meus dedos pelo seu rabo, e disse:

– Abre a boca– e abriu, como a puta obediente que ele era, e botei minha porra dentro da boca dele, – agora engole.

Ele engoliu tudo, puxei ele pra mais um beijo, peguei em sua mão e fomos, pelados e de paus ainda duros, para o banheiro. Passamos pelo quarto do meu pai, que dormia com a porta aberta e seguimos para o banheiro. Liguei o chuveiro e começamos a nos pegar embaixo da água, fiz ele se ajoelhar e engolir meu pau de novo, soquei até o fundo da garganta quentinha do Cadu, ele não se importava com isso, sentia ele sugando como se sua vida dependesse disso. Puxei ele pra cima de novo, virei ele de costas e me abaixei, caí de boca naquele cu, provando da minha própria porra, algo que adorava fazer, depois beijei ele de novo fazendo ele beber mais do meu leite direto da minha língua. Levantei Cadu no colo e meu pau já estava doido por um cu de novo, ele entrelaçou suas pernas na minha cintura e meu pau já roçava na sua entrada pedindo passagem, forcei um pouquinho e já estava metendo de novo naquele puto, ele aguentava uma rola como ninguém.

Desliguei o chuveiro e saí com ele ainda no colo, ambos encharcados, em direção ao meu quarto. Joguei ele na cama e subi, já metendo nele de frango assado e vendo sua carinha de putinho, fingindo que estava sofrendo, mas na verdade adorando, botei suas pernas nos meus ombros e me inclinei para beijá-lo, nesse momento atingi sua próstata e ele soltou um gemido quase gritado. Tapei sua boca e continuei metendo ali, fazendo ele se contorcer e seu cu piscar na minha rola com força, com a outra mão, peguei na pica babada de Cadu e apertei a cabeça devagarzinho. Eu tirava meu pau completamente e enfiava de novo, fazendo ele ter espasmos pelo corpo todo. Me deitei ao lado dele e comecei a meter de ladinho, com uma mão eu enforcava seu pescoço, com a outra eu batia uma punheta pra ele, estava me segurando pra não gozar antes dele, e então ele deu gemidos manhosos, balbuciando algo que não dava pra compreender, mas que significava seu orgasmo vindo, Cadu esporrou minha mão e minha cama com 4 gozadas fartas. Parei de segurar e ejaculei mais porra no cu de Cadu do que já havia antes, cinco gozadas que saíram do meu pau latejante pro rabo dele que já devia estar assado.

Arfei e tirei meu pau de dentro de Cadu e puxei sua nádega pro lado pra ver minha obra prima: um buraco largo e escorrendo minha porra. Abracei ele de conchinha e dei um beijo no seu pescoço.

– Minha putinha.
– Meu pauzudo.

E no meu cansaço, não me importei com me vestir ou sequer fechar a porta, igual nem tinha lembrado da fresta do quarto e que podia ter acordado meu pai, nada disso era importante, o importante foi o sexo gostoso que acabei de fazer. Abracei Cadu e cochilei.

Acordei e o Sol já estava se pondo na minha janela, tateei por Cadu, mas ele não estava na minha cama, esfreguei os olhos e me sentei, então notei um barulho vindo do quarto ao lado. Eu sabia que barulho era aquele, era meu pai fazendo sexo. Me inclinei e olhei pela clássica fresta no canto da parede e não acreditei no que vi.

Meu pai estava de frente pra fresta, eu via basicamente seu corpo todo, seus peitos pulando, seus braços fortes segurando as coxas de... Cadu. Cadu estava de frango assado, suas mãos agarrando os lençóis enquanto ele sofria na rola do meu pai. Naquele momento eu percebi que meu pai sempre soube da fresta, e estava fazendo de frente pra mim pra que eu assistisse ele comendo meu amigo e não pudesse fazer nada. Embora meu pau fosse maior, era inegável que meu pai era muito experiente e fodia muito melhor que eu, óbvio que vários movimentos que faço copiei do que eu via ele fazer, mas ele tinha a bagagem de muitas transas já feitas. Ele segurava Cadu pela cintura levantando ele um pouquinho da cama pra que seu pau entrasse com facilidade, seus quadris se mexiam rápidos e precisos ao mesmo tempo, como uma dança erótica que fazia meu amigo gemer na rola dele, não acreditava que meu pai estava lá batendo meu leite dentro do meu amigo, decidi tomar uma atitude ao invés de só assistir. Levantei e fui, pelado e de pau duro, ao quarto do meu pai.

A porta estava aberta, um frasco de lubrificante na cama e uma camisinha, que nem sequer havia sido aberta, óbvio que ele queria sentir o cuzinho pele na pele. A bunda do meu pai balançava conforme ele metia. Ele me viu entrar e continuou metendo, sem nem se importar.

– E aí filhão. Esse seu amigo tem um cu gostoso da porra. Obrigado por alargar ele pra mim, sabe que eu não gosto dos apertados.

Cadu notou que eu estava ali e ficou mais vermelho do que nunca, devia achar que eu ainda estava dormindo.

– Tá bom minha porra aí dentro? – perguntei.
– Ajuda a deslizar, mas agora ele vai receber porra de um macho de verdade – isso me estressou e botou um fim na minha paciência.
– Você também vai.

Peguei o lubrificante da cama e derramei no meu pau, mal espalhei e segurei a cintura do meu pai e atolei minha rola no seu rabo virgem.

– Não, filho ahnn... não, não! – mas eu não obedeci.

Quando enfiei até o talo, respondi:

– Vou fazer com você o que sempre fez com os outros, agora aguenta e rebola na minha pica.

Conforme meu pai metia em Cadu, suas estocadas faziam meu pau entrar e sair da bunda dele sem nenhum esforço, mas pra me divertir, cada vez que ele voltava seus quadris pra trás, eu socava com força no seu rabo, e que rabo. Seu cu era quentinho mas bem mais apertado, me lembrava da primeira vez que comi o Cadu, era uma experiência diferente, como se embalassem seu pau a vácuo, mas era delicioso. Comecei a dar tapas na bunda do meu pai, que por acaso era completamente depilada e macia, como se ele passasse hidratante ou algo do tipo.

– Tira, filho.

Ele tentava me empurrar pra trás com suas mãos, mas eu dei uma fraqueza nele, e sua energia estava sendo usada só pra meter. Cadu estava com as mãos no rosto, incrédulo com o que eu estava fazendo e o que ele estava experienciando. Decidi me exibir para ele, coloquei meus joelhos na cama e aumentei a força das investidas em meu pai, ele gemia em desespero.

– Para filho ahn... para por favor
– É bom, não é? Admite que você tá gostando, putinha, ou eu vou botar mais força – disse segurando o pescoço dele.
– Eu ahn to gostando... AH
– Fala que é bom ter seu cuzinho arrombado por um macho.
– É muito ah... bom – nesse ponto ele nem metia mais em Cadu, só estava parado recebendo minha rola.
– Pede pela minha porra, pede! – disse dando um tapão na sua bunda.
– Goza dentro, filho! Me enche de leite! Ahhhn

Comecei a socar como se minha vida dependesse disso, usava tanta força que meus quadris já doíam. Pensei em todas as vezes que assisti meu pai fodendo desse jeito, em todas vezes que me masturbei pensando nele, agora eu estsva devolvendo tudo aqui, tirando sua virgindade do cu e tirando a virilidade que lhe restava, o cu dele agora tinha dono. Gozei sem nem avisar, quem dera eu não tivesse gozado antes pra ter despejado mais porra naquele que me criou, ainda assim foi farto, meu pau pulsava e eu estava cansado como nunca, mas ainda tinha uma missão.

– Vão me deixar aqui esperando? – perguntou Cadu.

Decidi dar a ele o que ele queria desde o início. Tirei minha rola de dentro do meu pai, estava com porra e sangue, mas até que limpa pro cu de alguém que não devia ter feito chuca. Peguei um pano e passei na minha rola, mandei meu pai se deitar na cama de barriga pra cima.

– Senta no pau dele – ordenei Cadu.

Ele me obedeceu rapidinho, ficando de costas pra mim e encaixando com facilidade sua bunda naquele pau. Ali percebi que a rola do meu pai era bem mais cabeçuda que a minha, então devia alargar mais ainda o que eu já tinha feito antes. Quando Cadu encaixou tudo, atolei meu pau de lubrificante, me coloquei atrás dele e comecei a forçar, agora aquela puta ia saber como é ter dois dotados dentro do cu. Foi difícil, escapava muito e o cu dele, apesar de largo, nunca tinha levado duas rolas, quem dirá grandes, mas com meu pau duro feito pedra eu forcei e entrei.
Cadu gritou quando suas últimas pregas possíveis foram arrebentadas, meu pai gemeu sentindo o pinto do próprio filho contra o seu e eu tremi quando senti o calor de um pinto colado no meu, cabeças se roçando, acobertados por um rabo macio. Comecei a meter devagar, nem energia eu tinha mais, mas se começo com uma ideia, eu termino ela. Meu pai dava leves investidas enquanto segurava a cintura de Cadu, eu segurava seus ombros fazendo ele arquear as costas e metia, lento, gostoso, molhado. Minha rola e do meu pai em contraste faziam um barulho que enchia o cômodo, junto dos gemidos arrependidos de Cadu, que tinha até lágrimas saindo dos olhos, mas que nunca pediria pra nenhum de nós dois parar.
Toda aquela fricção, aquela emoção, aquele calor de três corpos, somado a transa anterior, garantiam que não íamos durar muito.

– Acelera, filhão – pediu meu pai.

Ele começou a mexer mais seus quadris embaixo de Cadu, com uma mão segurava sua cintura, e com a outra começou uma punheta para nossa putinha. Eu fodia o mais rápido que meu corpo me permitia, mais a sensação do meu pau roçando ao do meu pai era indescritível, melhor que qualquer cu que já havia comido. Cadu foi o primeiro a gozar, soltou jatos de porra que grudaram no peito peludo do meu pai, ele gozou logo em seguida, eu sentia sua rola pulsando como se fosse a minha, seu leite sendo despejado naquele buraco e escorrendo por nossas picas, gozei por último, misturando meu sêmen ao que me trouxe ao mundo, pai e filho transformando seu gozo em um só, que pecado delicioso.

Retirei meu pinto do cu de Cadu, e uma linha de sangue e esperma escorreu. Beijei meu putinho e o agradeci. Meu pai tirou sua rola também, cobrindo seus pentelhos com nosso sêmen. Deitamos Cadu na cama no meio de nós dois, ele precisaria se recuperar muito ainda, encarei meu pai e o beijei, o que ele reciprocou na hora, passei minha mão no seu pauzão, peguei as nossas porras e botei em sua boca, ele engoliu e depois fez o mesmo comigo. Ali eu soube que essa foi a primeira de muitas.

Comentários (1)

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  • Ted: Eu amei esse conto, espero que o pai coma o filho sozinho, e depois que o Cadu dê sozinho pro pai, ou que o pai coma outros amigos .

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